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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 14/04/2016 / Os 10 mais longos voos do mundo


Os 10 mais longos voos do mundo ...


Se você tem medo de altura, ficar duas horinhas em um avião, de uma capital do Brasil a outra, pode parecer uma eternidade. Há voos, no entanto, que, de tão demorados, desafiam até os mais destemidos. O The Wall Street Journal selecionou os 10 voos mais longos do mundo, a partir de informações da Flightglobal e dados de companhias aéreas. Vai encarar ou pede pra sair? Veja a lista a seguir:

10º lugar - Dallas (EUA) ---> Hong Kong (China)
Em décimo lugar, está o voo de Dallas, nos Estados Unidos, a Hong Kong na China. O voo é feito em um Boeing 777-300ER, que percorre aproximadamente 13.053 quilômetros

9º lugar - Abu Dhabi (Emirados Árabes) ---> San Francisco (EUA)
Em um Boeing 777-200LR, passageiros percorrem 13.124 quilômetros de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, para San Francisco, nos Estados Unidos

8º lugar - Dubai (Emirados Árabes) ---> Houston (EUA)
De Dubai, nos Emirados Árabes, a Houston, nos Estados Unidos, são 13.140 quilômetros em um Airbus A380-800

7º lugar - Doha (Catar) ---> Los Angeles (EUA)
De Doha, no Catar, a Los Angeles, nos Estados Unidos, são 13.359 quilômetros de viagem

6º lugar - Gidá (Arábia Saudita) ---> Los Angeles (EUA)
Para ir de Gidá, na Arábia Saudita, a Los Angeles, nos Estados Unidos, são percorridos 13.403 quilômetros

5º lugar - Dubai (Emirados Árabes) ---> Los Angeles (EUA)
De Dubai, nos Emirados Árabes, a Los Angeles, nos Estados Unidos, passageiros enfrentam 13.412 quilômetros sem escala

4º lugar - Abu Dhabi (Emirados Árabes) ---> Los Angeles (EUA)
São 13.494 quilômetros de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, a Los Angeles, no Estados Unidos

3º lugar - Atlanta (EUA) ---> Joanesburgo (África do Sul)
Para ir de Atlanta, nos Estados Unidos, a Joanesburgo, na África do Sul, são percorridos 13.572 quilômetros

2º lugar - Dallas (EUA) ---> Sidney (Austrália)
Em segundo lugar entre os voos mais longos, está a viagem ininterrupta de Dallas, nos Estados Unidos, para Sidney, na Austrália. São 13.790 quilômetros de distância

1º lugar - Auckland (Nova Zelândia) ---> Dubai (Emirados Árabes)
O primeiro lugar vai para a incrível viagem de Auckland, na Nova Zelândia, para Dubai, nos Emirados Árabes, lançada em março pela Emirates. A distância atinge a marca de 14.178 quilômetros.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Os 10 mais longos voos do mundo


Se você tem medo de altura, ficar duas horinhas em um avião, de uma capital do Brasil a outra, pode parecer uma eternidade. Há voos, no entanto, que, de tão demorados, desafiam até os mais destemidos. O The Wall Street Journal selecionou os 10 voos mais longos do mundo, a partir de informações da Flightglobal e dados de companhias aéreas. Vai encarar ou pede pra sair? Veja a lista a seguir:
10º lugar - Dallas (EUA) ---> Hong Kong (China)
Em décimo lugar, está o voo de Dallas, nos Estados Unidos, a Hong Kong na China. O voo é feito em um Boeing 777-300ER, que percorre aproximadamente 13.053 quilômetros.
9º lugar - Abu Dhabi (Emirados Árabes) ---> San Francisco (EUA)
Em um Boeing 777-200LR, passageiros percorrem 13.124 quilômetros de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, para San Francisco, nos Estados Unidos
8º lugar - Dubai (Emirados Árabes) ---> Houston (EUA)
De Dubai, nos Emirados Árabes, a Houston, nos Estados Unidos, são 13.140 quilômetros em um Airbus A380-800
7º lugar - Doha (Catar) ---> Los Angeles (EUA)
De Doha, no Catar, a Los Angeles, nos Estados Unidos, são 13.359 quilômetros de viagem
6º lugar - Gidá (Arábia Saudita) ---> Los Angeles (EUA)
Para ir de Gidá, na Arábia Saudita, a Los Angeles, nos Estados Unidos, são percorridos 13.403 quilômetros
5º lugar - Dubai (Emirados Árabes) ---> Los Angeles (EUA)
De Dubai, nos Emirados Árabes, a Los Angeles, nos Estados Unidos, passageiros enfrentam 13.412 quilômetros sem escala
4º lugar - Abu Dhabi (Emirados Árabes) ---> Los Angeles (EUA)
São 13.494 quilômetros de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, a Los Angeles, no Estados Unidos
3º lugar - Atlanta (EUA) ---> Joanesburgo (África do Sul)
Para ir de Atlanta, nos Estados Unidos, a Joanesburgo, na África do Sul, são percorridos 13.572 quilômetros
2º lugar - Dallas (EUA) ---> Sidney (Austrália)
Em segundo lugar entre os voos mais longos, está a viagem ininterrupta de Dallas, nos Estados Unidos, para Sidney, na Austrália. São 13.790 quilômetros de distância
1º lugar - Auckland (Nova Zelândia) ---> Dubai (Emirados Árabes)
O primeiro lugar vai para a incrível viagem de Auckland, na Nova Zelândia, para Dubai, nos Emirados Árabes, lançada em março pela Emirates. A distância atinge a marca de 14.178 quilômetros.

Pagamentos para Angra 3 podem ser paralisados

TCU vai encaminhar proposta a comissão do Congresso após detectar ‘indícios de irregularidades graves"

O Tribunal de Contas da União (TCU) vai propor à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional que paralise os pagamentos e, consequentemente, as obras da Usina Nuclear Angra3, em construção no Rio de Janeiro.
Na prática, o empreendimento já está praticamente paralisado, em decorrência das investigações e da falta de recursos da estatal Eletronuclear.
Em seu parecer, o ministro do TCU Bruno Dantas argumenta que foram detectados “indícios de irregularidades graves”, como fraude na licitação das empresas que fariam a montagem eletromecânica da usina.
A comprovação das irregularidades, segundo o TCU, se baseia em materiais coletados pela auditoria do tribunal, além de documentos da Operação Lava Jato e da Operação Radioatividade, da Polícia Federal. Soma-se ainda o acordo de leniência da Camargo Corrêa com o Ministério Público Federal.
O Tribunal condicionou a possibilidade de rever sua decisão caso a Eletronuclear cancele imediatamente a licitação de R$ 2,9 bilhões e faça um “encontro de contas”, para tentar minimizar os prejuízos.
O TCU determinou ainda que, no prazo de 15 dias, sejam feitas audiências com as empresas integrantes do Consórcio Angramon: UTC Engenharia, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Empresa Brasileira de Engenharia e Techint Engenharia e Construção. O objetivo é que essas empresas apresentem suas justificativas quanto a temas como restrição à competitividade e formação de cartel no processo de qualificação e dali-citação do projeto. O tribunal decidiu que, caso as irregularidades permaneçam, poderão resultar na declaração de inidoneidade dessas empresas.

AGÊNCIA SENADO


Relatório final sobre reforma do Código de Aeronáutica será votado hoje


O relatório final da Comissão de Especialistas de Reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) deverá ser votado hoje, às 10h15. As mudanças foram propostas dado o avanço da tecnologia e da legislação do setor.
As alterações incluem desburocratização das atividades aeroportuárias;adoção de novo modelo de tarifas; a regulamentação do uso de drones; maior apoio a familiares de vítimas de acidentes; punição rigorosa aos passageiros que não respeitem conduta nos aviões; e o fim da indenização por cancelamento ou atraso de voos quando provocados por motivos de força maior. 

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Ministro da Defesa cancela visita que faria nesta quarta-feira em Campo Grande

Aldo Rebelo tinha agenda prevista na Base Aérea da Capital

Mayara Bueno

Com agenda prevista na Base Aérea, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, cancelou a visita que faria nesta quarta-feira (13) em Campo Grande.
Na ocasião, o ministro iria conhecer os grupos de aviação instalados na unidade da Aeronáutica, na Capital.
As assessorias de comunicação do Ministério da Defesa e da Base Aérea confirmaram o cancelamento. Elas explicaram que a visita foi cancelada por motivo de agenda do ministro. Em Campo Grande, Rebelo faria a visita, atenderia a imprensa na quarta e quinta-feira (14).

PORTAL UOL


Empresas aéreas reduzem voos em suposta retaliação por ICMS no Paraná


O Paraná passa a contar com menos voos da companhia Azul a partir do mês de maio. A princípio, a mudança é temporária, vale apenas para o inverno e seria uma forma de se antecipar aos constantes fechamentos do aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. Isso acontece, geralmente, por causa da neblina.
Por outro lado, especialistas chamam a atenção para dois outros fatores. Segundo o pesquisador na área de aviação Nelson Lambach, a decisão teria origem no descontentamento do setor com os impostos cobrados no Paraná, em especial o ICMS. Neste ano, o imposto sobre o querosene de aviação subiu de 7% para 18%. O ICMS sobre o combustível representa 38% dos custos das empresas aéreas.
Empresas aéreas reduzem voos no Paraná
“Com a instalação do equipamento ILS 2, o tempo de fechamento do aeroporto reduziu drasticamente nos últimos anos. Isto está associado ao fator de que não tivemos invernos tão rigorosos com relação a nevoeiros que fechassem o aeroporto. Mas, em especial, essa situação é relacionada à redução da malha aérea de oferta de voos da companhia em Curitiba, em especial para o Interior do Estado. Isso é, evidentemente, associado à crise econômica, mas também uma retaliação das companhias aéreas pela política adotada com relação ao combustível no Estado. A alegação de que os equipamentos dificultariam as operações da Azul neste momento não procede”, garante.
Temporada de neblinas começa e aeroporto Afonso Pena fecha para pousos quase diariamente
Com a medida, a Azul informa que vai cancelar um voo diário para Cascavel, no Oeste do Paraná, e outro para Guarulhos, em São Paulo. Isso começa a valer, segundo a empresa, em 16 de maio e vai até 28 de agosto. Nelson Lambach afirma que as alterações são bem mais significativas.
“Há uma alegação das companhias aéreas de que o ICMS praticado no Estado do Paraná em relação ao combustível da aviação tem tornado as operações no Estado inviáveis. É uma questão que está muito mais relacionada à crise econômica do que necessariamente à alguma política interna que inviabilizasse as operações. Até porque, tradicionalmente, o mercado do Interior do Paraná é um dos mais consolidados em termos de aviação no Brasil. Cidades como Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu, em outros períodos também de crise na aviação brasileira também foram regularmente atendidas. Um mercado consolidado que as companhias aéreas tem feito uma certa pressão no sentido de que recebessem algum tipo de benesse para manter as operações no Estado”, acusa.
A Gol, TAM e Azul, que mantêm linhas aéreas de Curitiba para Maringá, Londrina, Foz do Iguaçu e Cascavel, vêm reduzindo o número de voos para o interior do Estado. Desde o dia 27 de março, a TAM suspendeu os voos diretos entre Curitiba e Londrina e também entre Curitiba e Foz do Iguaçu. Desde 14 de fevereiro, a empresa também reduziu de três para dois o número de frequências diárias na rota Curitiba-Rio de Janeiro.
Neblina
Em nota, a Azul esclarece que o objetivo com a malha de inverno é minimizar o impacto para os viajantes com base no retrospecto de operações em anos anteriores. As mudanças teriam sido planejadas a partir do histórico de fechamentos do aeroporto e mesmo tipo de postura foi adotado, inclusive, nos últimos dois anos.
Além de Curitiba, várias outras cidades do país terão alterações semelhantes, mas Lambach alerta para a possibilidade de que a medida se torne definitiva.
“A companhia gol já reduziu os voos em Curitiba na ordem de 40% das operações, apontando diretamente às operações no Interior do Estado. Londrina, Maringá, e Foz do Iguaçu., que são destinos que a companhia normalmente operava. Nós temos acompanhado esse movimento de todas as companhias. Não acredito nessa alegação da Azul, de que seja apenas um ajuste no período de inverno. Ela já vem cortando voos para o Interior do Paraná”, aponta.
Também na nota, a Azul esclarece que os clientes que já compraram passagens em voos que vão acabar afetados pelas mudanças serão reacomodados em outros horários ou terão a opção de receber o valor integral pago pelo bilhete.

PORTAL TERRA


Ministro do Esporte: crise política não atrapalhará Jogos


O ministro do Esporte, Ricardo Leyser, disse hoje (13) que a crise política não vai atrapalhar a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016, mas reconheceu que ela está prejudicando a visibilidade das competições, que não têm destaque no noticiário nacional. “A crise política só atrapalha os jogos porque desvia o foco da população. Vamos receber os melhores atletas do esporte mundial e as pessoas não estão ligadas na chance e na possibilidade de ver esses eventos”, afirmou.
Para ele, o início do revezamento da tocha olímpica chamará a atenção da população e aumentará a procura por ingressos. O ministro, entretanto, destaca que as pessoas devem pensar na possibilidade de acompanhar outras modalidades, além daquelas mais populares como atletismo, natação e vôlei. Ele cita o tênis de mesa, o pólo aquático e a própria paralimpíada que valem a pena ser assistidos.
Segundo o ministro do Esporte, a 114 dias dos jogos, 97% das estruturas para os jogos estão prontos e, “graças a um bom planejamento”, o Brasil vai cumprir seus compromissos internacionais.
No dia 3 de maio, em Brasília, a tocha olímpica começa sua peregrinação pelo país até a abertura dos jogos no Rio de Janeiro, no dia 5 de agosto. A tocha passará por mais de 300 cidades e o trajeto poderá ser acompanhado por um mapa interativo do Ministério do Turismo. Todas as regiões e capitais brasileiras receberão a tocha, algumas terão eventos e em outras a tocha fará só a passagem.
Layer explicou que o fogo olímpico tem um grande simbolismo, importante para o país neste momento. “É um símbolo de paz e de união entre os povos. Na antiguidade, até guerras eram suspensas para as olimpíadas”, disse, explicando que o revezamento [da tocha] também será uma promoção do Brasil. “Vamos passar pelos maiores pontos turísticos e a população está preparando apresentações de sua cultura e arte”.
O ministro participou hoje (13) do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços. Durante o programa, ele falou também sobre a nacionalização dos benefícios das olimpíadas no Brasil e da construção de instalações e centros de treinamentos existentes ou em construção, o que deve ajudar na preparação de base dos atletas brasileiros.
“Não é só questão de entregar os jogos, mas de mudar nossa estrutura esportiva. A preocupação foi que todos os estados se beneficiem com os jogos. Tínhamos estruturas em universidade federais que não eram renovadas há anos e isso influencia na qualidade dos nossos atletas no futuro. A continuidade da política pública é fundamental, a própria população não vai deixar perder esse legado. Manter as estruturas para a prática de esportes é muito mais barato do que construí-las. Esse investimento será um legado para o país”, finalizou.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL DA ANAC


José Ricardo Botelho é o novo diretor-presidente da ANAC

Decreto foi publicado no DOU desta quarta-feira
O diretor José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz é o novo presidente da ANAC. O decreto de nomeação assinado pela presidente da República, Dilma Rousseff, foi publicado nesta quarta-feira (13/04).

O diretor-presidente ingressou na ANAC como diretor no dia 1º de setembro de 2015. Assumiu interinamente a presidência da Agência em 20/03/2016, após término do mandato do ex-diretor presidente Marcelo Pacheco dos Guaranys. Pelo decreto, José Ricardo Botelho ocupará a presidência até o fim de seu mandato, em 19 de março de 2020.
Na última terça-feira (12/04), o ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC-PR), Mauro Lopes, empossou os três novos diretores da Agência Nacional de Aviação Civil. Com a entrada em exercício dos três diretores empossados, a ANAC fica com seu quadro completo, voltando a ter quórum para realizar reuniões deliberativas de diretoria. Leia mais. Desde o dia 20 de março, com a conclusão dos mandatos dos diretores Marcelo Pacheco dos Guaranys e Cláudio Passos Simão, a diretoria da ANAC havia ficado com dois diretores: José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz, que assumiu interinamente a presidência da Agência, e Ricardo Fenelon Junior.
José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz foi empossado como diretor no dia 01/09/2015, com mandato até 19/03/2020. Foi nomeado como diretor-presidente em 13/04/2016. Graduado em Direito pela Universidade Católica do Salvador (1992-1996), Pós Graduado em Ciências Criminais pela Universidade Jorge Amado (2003-2005) e em Gestão da Segurança Pública pela Academia Nacional de Polícia (2009). Delegado do Departamento de Polícia Federal desde 1999, possui graduação pela FBI National Academy (tendo obtidoCertificate of Achievement in Criminal Justice Education, da University of Virginia) e Cursos pelo National Executive Institute NEI/FBI, com ciclos na Escola de Governo John F. Kennedy, na Universidade de Harvard. Atuou como Assessor do Ministro da Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, tendo recebido menção honrosa ao deixar o posto. Logo depois foi Chefe de Gabinete e Coordenador-Geral de Polícia Criminal Internacional onde coordenou as atividades da International Criminal Police Organization (Interpol) no Brasil, além dos acordos internacionais e cooperação jurídica da Polícia Federal. Também coordenou as adidâncias da Polícia Federal pelo mundo. Atuou como Secretário Nacional de Segurança para Grandes Eventos (Ministério da Justiça), de 2011 a 2012, com a responsabilidade de elaborar o plano de segurança e orçamentário do Brasil para os grandes eventos como a Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016. Atuou na Delegação Diplomática Brasileira na ICAO (International Civil Aviation Organization) em Montreal, Canadá, como “Alternate Representative” no Conselho da ICAO/UN (2012-2015). Nesse período, também teve participação direta nas alterações do texto da Convenção de Tóquio, sobretudo nos assuntos relacionados ao In Flight Security Officer (IFSO). Participou dos trabalhos para a entrada do Brasil no Public Key Directory (PKD) da ICAO e na sistematização do API (Advanced Passenger Information) no país além de ter trabalhado em regras contra atos de interferência ilícita (AVSEC), todos em prol da aviação civil. Possui menção honrosa do Governo Japonês, além de reconhecimento por outstanding partineship da DEA e NCIS, bem como foi condecorado com as medalhas de amigo da Marinha e Almirante Tamandaré.

SITE AIRFORCE-TECHNOLOGY (INGLATERRA)


Rheinmetall to supply training equipment for new KC-390 transport plane

Germany´s Rheinmetall has secured a contract to supply training equipment for new KC-390 transport aircraft from Brazil-based aircraft manufacturer Embraer.

Under the terms of the framework agreement signed between the companies, Rheinmetall´s Simulation and Training business division will design, manufacture, deliver and support all training devices for the plane for an estimated value of $100m.
Additionally, the company will supply full mission and flight simulators.

The contract includes provisions for additional support such as training devices for cargo handling procedures, maintenance, and flight and mission systems for a period of ten to 15 years.
Rheinmetall Simulation and Training business unit president Ulrich Sasse said: "Rheinmetall is honoured to have been selected as the training devices partner in the KC-390 programme.

"It´s exciting to be able to demonstrate our commitment to Embraer and the entire KC-390 programme by providing proven, state-of-the-art simulation technology from Germany."

The KC-390 is equipped with advanced generation avionics, electro-optic / infrared and radar sensors, full compatibility with night vision goggles, and full fly-by-wire technology.
The air forces of Brazil, Chile, Portugal, Czech Republic, Argentina and Colombia have placed purchase orders for the aircraft.

The company expects to receive certification of the KC-390 jet by the end of 2017, followed by deliveries of the aircraft scheduled to begin in the first half of 2018.

PORTAL ADSADVANCE


Finmeccanica showcases AgustaWestland helicopters at LAAD Security

Finmeccanica will be showcasing the company´s expertise in the aerospace and security sectors and its footprint in the key Brazilian market through this week´s LAAD Security exhibition in Rio de Janeiro, Brazil.
The company will display solutions from the sectors of security, helicopters, airborne, space and naval defence electronics that will improve safety and security for a nation growing its role within South America and across the world. Finmeccanica will welcome visitors to its stand having recently announced that it has chosen ´Leonardo´ as its new name.
Highlighting the presence in the Brazilian security sector will be an AW109 GrandNew helicopter from the Government of the State of Sao Paolo, delivered in 2015 and used to perform environmental and forest patrols and airborne surveillance. Finmeccanica has over 200 helicopters operating in Brazil performing many roles including executive/corporate transport, law enforcement, public utility and offshore transport.
The company is promoting the recently EASA certified AW169, as well as the AW109 Trekker, for law enforcement and security operations. Well established in Brazil is the AW119Kx, a single engine aircraft recently upgraded with a glass cockpit and advanced avionics adopted by operators seeking a comprehensive range of role equipment. First to adopt the AW139 in South America was the Policia Federal of Brazil, substantially enhancing their operational capabilities.
Based in São Paulo, Finmeccanica´s regional support centre provides customer support services to the growing fleet of AgustaWestland helicopters in Brazil and other South American countries for the AW119, AW109 series, Grand, GrandNew and AW139 and in the near future for the AW189 and AW169.
With a presence dating back over 30 years, Finmeccanica is helping to improve the security of its Brazilian customers through the provision of leading-edge electronic equipment and systems to the armed forces, ensuring the maximum protection to fleets and crews, and to government agencies for the protection of critical national infrastructure, such as ports, airports and oil and gas facilities, and to improve the security, safety and efficiency of telecommunications during major events. The most recent example is the cooperation with CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - Centre for monitoring and warning for natural disasters), where Finmeccanica provides meteorological radar systems.
Finmeccanica is also showcasing advanced networks and systems for professional communications such as the Perseus and the PUMA T4, a mobile radio which integrates both LTE and TETRA (Terrestrial Trunked Radio) technologies in a single device. The company will also be exhibiting its license plate-reader system and a tactical table for emergency management and enhanced situational awareness. The tactical table has the ability to integrate and analyse information acquired from the ground. Also on show will be the new NA30S MK2 naval weapon control system and the company´s ISTAR (Intelligence, Surveillance, Target Acquisition and Reconnaissance) superiority capabilities for the airborne domain (UAV countermeasure, Mini UAV systems, airborne ISR systems).
Notable systems supplied by Finmeccanica to Brazil´s armed forces include the SISTAC tactical communications system for the Army, a number of naval sensors for the Brazilian Navy frigates and a wide variety of advanced airborne systems which are in operation on most of the aircraft used by the Força Aerea Brasileira (FAB). These include the Gabbiano radar for the KC390, the SeaSpray 5000E radar for the P95 maritime patrol aircraft Bandeirante and an advanced sensor suite for the latest- generation fighter Gripen NG. The Gripen NG suite incorporates state-of-the-art Finmeccanica sensors including the Raven ES-05 AESA radar, the innovative, passive IRST (Infra-Red Search and Track) system, a latest-generation IFF system (Identification-Friend-or-Foe) and the BriteCloud self-protection decoy.
For ICT networks, the company also develops digital solutions which are inherently safe by identifying, reducing and managing cyber threats, vulnerabilities and risks. Through this work, Finmeccanica is able to provide innovative solutions to counter the increasingly pervasive and structured cyber threats to a civil or military organisation´s technological, information and intellectual assets.
Finmeccanica has been present in the Space sector in Brasil since 1997 through its subsidiary, Telespazio Brasil. With headquarters in Rio de Janeiro and regional offices in São Paulo, Porto Alegre and Cuiabá, Telespazio Brasil is today one of Brazil´s leading providers in the satellite telecommunications sector, offering a wide range of cutting-edge solutions and multimedia services for the Corporate and Government market.
The company is also active in the Earth observation sector, marketing the products of the COSMO-SkyMed radar satellite constellation on behalf of e-GEOS (a Telespazio/ASI company), especially for environmental monitoring, agriculture, defence and security and oil & gas protection applications. Thales Alenia Space (joint venture between Finmeccanica and Thales) is supported by Telespazio Brasil in the installation and pre-operational activities related to the Control Center of the SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas), the Brazilian government satellite for military and civil applications whose construction was awarded by Visiona to Thales Alenia Space in 2013.

PORTAL PODER AÉREO


F-5FM no 1º GDA: FAB responde a perguntas do Poder Aéreo

Entrega à FAB dos três jatos F-5F adquiridos da Jordânia, modernizados para o padrão F-5FM na Embraer, deverá ser concluída no segundo semestre
No último domingo, 10 de abril de 2016, o Poder Aéreo reproduziu matéria do site da Força Aérea Brasileira (FAB), “Curso de Formação Operacional adapta pilotos na aeronave F-5M” (clique aqui para acessar), que informou o início do referido curso no 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA, baseado em Anápolis), utilizando a aeronave F-5FM matrícula 4808.
O conteúdo da matéria aguçou a curiosidade dos leitores do site, levando a um grande debate, no qual se questionou a quantidade de aeronaves F-5FM (biposto) em dotação, as entregas de exemplares em modernização, e também a distribuição das aeronaves do tipo monoposto (F-5EM) nos esquadrões de caça da FAB, entre outros assuntos relacionados.
Afinal, até recentemente, as informações disponíveis davam conta de que a frota de aeronaves F-5FM da FAB continuava composta de apenas três exemplares, com matrículas 4806, 4807 e 4808, estando ainda em modernização na Embraer três células de F-5F adquiridas da Jordânia, e que na FAB receberam as matrículas 4810, 4811 e 4812. Estas três células passaram por trabalhos de revisão no PAMA-SP (Parque de Material Aeronáutico de São Paulo) antes do envio à Embraer.
Além disso, por anos tem havido a expectativa de modernização de ao menos parte dos exemplares do tipo monoposto (oito F-5E) do mesmo lote adquirido da Jordânia, do qual mais da metade das células também passou por revisão no PAMA-SP.
Nossas perguntas
Encaminhamos ao Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER), questões sobre a realização do curso de formação operacional nos esquadrões de F-5M de Santa Cruz (1º GAVCA) e de Canoas (1º/14º GAV), empregando os outros dois F-5FM da frota original, sobre as previsões de entregas das três aeronaves F-5F adquiridas da Jordânia e em modernização na Embraer, e se a futura dotação de caças F-EM (monoposto) do 1º GDA (Base Aérea de Anápolis) será próxima (em pilotos e aeronaves F-5M) à dos esquadrões de F-5M de Santa Cruz e Canoas, ou reduzida como a do Esquadrão Pacau (1º/4º GAV), baseado em Manaus.
Por fim, perguntamos se haveria uma previsão de modernização e entrega pela Embraer à FAB de aeronaves F-5E (monoposto) adquiridas da Jordânia.
Segue, abaixo, a resposta enviada pelo CECOMSAER aos nossos questionamentos (os destaques em negrito são nossos):
Informamos que as aeronaves F-5FM (biplace) da Força Aérea Brasileira (FAB) estão distribuídas entre três Esquadrões. No entanto, esta disposição pode ser alterada em função das necessidades de cada Unidade Aérea, principalmente àquelas relacionadas à instrução de voo.
Com relação às aeronaves que foram adquiridas da Jordânia e estão sendo modernizadas no Brasil, existe a previsão de recebimento de um F-5FM ainda no 1º semestre de 2016 e dois no 2º semestre deste ano, encerrando-se as entregas de aeronaves F-5M à FAB.
Por fim, esclarecemos que o número de aeronaves empregadas em cada Esquadrão da FAB pode sofrer alterações de acordo com as demandas operacionais. Desta forma, as aeronaves podem ser redistribuídas entre as unidades aéreas.

PORTAL CAVOK


Saab na Airport Infra Expo 2016

No dia 14 de abril a empresa de defesa e segurança Saab participará da Airport Infra Expo 2016, em Brasília (DF). Além de apresentar soluções para a melhoria da eficiência na gestão de aeroportos, a Saab promoverá um workshop: Gestão de Operações de Superfície (Air side).
Durante a última década, o transporte aéreo brasileiro cresceu 3,5 vezes acima do PIB. Entretanto, o Brasil ocupa a 131ª posição no mundo, com relação à qualidade da infraestrutura aeroportuária. Tradicionalmente, o serviço de Vigilância de Superfície era oferecido como extensão do serviço de Controle de Tráfego Aéreo, dentro de uma perspectiva de prestação de serviço, por diferentes órgãos da administração pública.
“Neste cenário, investimentos na área de Vigilância de Superfície eram objeto de planejamento de longo prazo, sujeito a um orçamento extremamente contingenciado, tendo como foco principal a segurança das operações, conforme determinado pelos órgãos reguladores”, comentou Sergio Martins, diretor de Soluções de Tráfego Aéreo para a América Latina da Saab. ”Hoje, com a privatização dos aeroportos de maior movimento, torna­se relevante contemplar soluções de alta tecnologia, cujo foco principal seja promover mais eficiência aos serviços aeroportuários, sem prejuízo da segurança”
Os pacotes de concessões aeroportuárias no Brasil, que permitiram a criação de concessionárias aeroportuárias privadas, promoveram um ambiente competitivo, que torna muito relevante a eficiência dos serviços prestados nos principais aeroportos brasileiros. Neste ambiente, em que atuam as concessionárias, as tomadas de decisão são orientadas para o aumento de eficiência operacional, como forma de aumento de lucratividade – sem abrir mão da segurança. O mesmo já acontece nos principais aeroportos do mundo, como Nova York, Paris e Hong Kong, que modernizaram a gestão das operações de superfície, com enorme impacto na percepção dos passageiros quanto ao serviço de transporte aéreo.
”A eficiência da Vigilância de Superfície tem impacto direto no resultado financeiro da concessionária, das empresas aéreas e dos demais stakeholders operando no ambiente aeroportuário”, comentou Martins. ”Uma mudança de paradigma está em curso. A cultura A­CDM (Airport Collaborative Decision Making) propõe um novo modelo de atuação de todas as entidades envolvidas na atividade aeroportuária, baseado no compartilhamento de informações e no aumento da consciência situacional, na busca da máxima eficiência das operações de superfície”.
Workshop – Gestão de Operações de Superfície (Air side)
AIRPORT INFRA EXPO 2016
Data: 14 de abril de 2016 (Quinta­feira)
Hora: das 10h às 16h
Local: Airport Infra Expo 2016 – Sala 1
Endereço: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Brasília (DF)
Programação
10h: Abertura do Workshop – Sergio Martins, diretor de ATM da Saab
10h10: Perspectiva do DECEA – Brigadeiro do Ar Gustavo A. Camargo de Oliveira, diretor do Cindacta 1
11h: Perspectiva da ANAC – Alberto Gonçalves de Pinho, superintendente de Infraestrutura Aeroportuária
11h20: A iniciativa pioneira do RIOGaleão – Paulo Sérgio de J. Barcellos, gerente do Apron Control
11h40: Experiência em Controle de Pátio – Andreas Montag, gerente de Projetos da Frankfurt Airport Services
12h: Painel de debates
14h: Consciência Situacional de Superfície – Sergio Martins, diretor de ATM da Saab
14h20: Safegate – Niclas Svedberg, gerente de Desenvolvimento de Negócios
14h40: Saipher – Luiz Moreira, diretor de Produto ATC/ATM
15h: O posicionamento da Infraero Serviços – superintendente de Projetos, Custos e Procedimentos de Engenharia da Infraero
15h30: Painel de debates

PORTAL CAVOK


Organização da FAB realiza Curso de Preparação para Operações de Lançamentos

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realiza até sexta­feira (15/04) a primeira edição do Curso de Preparação para Operações de Lançamento (CPOL) deste ano. O objetivo é preparar novos operadores e colaboradores para atuarem nas atividades afetas a sua atividade­fim: preparar, lançar e rastrear engenhos espaciais e suas cargas úteis. Participam do treinamento 42 militares e servidores civis, pertencentes aos diferentes setores do CLA que atuam nas operações de lançamento, realizadas em Alcântara (MA).
O CPOL está dividido em dois módulos, sendo que neste primeiro momento, os participantes receberão instruções teóricas nas atividades de planejamento operacional, operações de lançamento, preparação e lançamento, segurança de superfície, segurança do trabalho, localização e radares, trajetografia e sincronização, telemedidas, operação da estação terrena do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em Alcântara, meteorologia, patrimônio, metrologia e gestão da qualidade.
Ao término da capacitação, os participantes realizarão visitas a todas as estações operacionais do CLA e serão submetidos a testes de avaliação. Aqueles que forem
aprovados receberão a certificação de “colaborador qualificado” e estarão aptos a participarem do segundo módulo do CPOL, com conteúdo prático e específico relacionados às diferentes atividades operacionais executadas em operações de lançamento, recebendo a certificação de “operador da estação”, seja da estação Radar Atlas, da Radar Adour, de Telemedidas, de Meteorologia etc.
“O CPOL vem ao encontro da estratégia da Direção do CLA de implementar com efetividade a gestão e transmissão do conhecimento aos novos colaboradores, tendo em vista, a iminência de aposentadoria de parte de nossos servidores civis e a rotatividade dos militares que trabalham no Centro. Por outro lado, é a oportunidade de inserirmos os participantes do curso no ambiente operacional de um centro de lançamento com aulas temáticas. Assim, esperamos dotá­los de conhecimentos teóricos e práticos visando com que exerçam com segurança e desenvoltura as atividades afetas ao lançamento de engenhos aeroespaciais a partir do CLA”, explica o Diretor do CLA, Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira.
História – O CPOL é regulado pela Tabela de Cursos da Aeronáutica (TCA) 37­15 de 2015 “Cursos e Estágios do DCTA para o ano de 2016”. Neste primeiro módulo, possui uma carga horária total de 40 horas­aula. A previsão é que o segundo módulo com atividades práticas e específicas nas estações operacionais tenha início em nove de maio. O curso foi realizado pela primeira vez no CLA no ano 2015 de maneira experimental e agora ganha caráter formal a partir da publicação na TCA 37­15.



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