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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 02/04/2016 / Portugal mantém interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer


Portugal mantém interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer ...


O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, afirmou ontem que o Estado mantém o interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer para substituírem os atuais C-130 da Força Aérea, que têm uma vida útil de até 10 anos.

"O Estado português mantém o interesse na compra dos aviões", porque "aqueles que dispõe têm uma vida útil que começa a aproximar-se do fim, por muitas modernizações que possamos fazer", declarou o governante.

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Admitindo que "é uma decisão que vai ter de ser tomada mais tarde ou mais cedo", Azeredo Lopes realçou que os C 130 "já têm algumas dezenas de anos" e que estão atualmente "num processo de modernização para poderem cumprir os "standards" NATO".

"Calcula-se que os aviões Hércules C 130 da Força Aérea, com a modernização, independentemente do abate que vai ter que ser feito de um ou de outro, possam ser utilizáveis até um máximo de 10 anos", referiu.

O ministro da Defesa Nacional falava à agência Lusa no final de uma visita às duas fábricas de Évora da construtora aeronáutica brasileira Embraer, nas quais são produzidas peças para o avião KC 390.

Questionado pela Lusa sobre se o possível negócio foi abordado na visita de hoje, o governante frisou que "a Embraer teve a grande delicadeza de não perguntar se o Estado português ia comprar o KC 390" e que ele próprio teve "a grande delicadeza de não tocar diretamente no assunto".

"Estamos a falar de compromissos que têm de ter um faseamento de bastantes anos", frisou, defendendo que se devem " tomar decisões que não sejam instantâneas".

Azeredo Lopes apontou o projeto da construtora aeronáutica brasileira Embraer em Évora como "um caso muito feliz", porque "não dependeu de partidos nem deste ou daquele governo", considerando que representou "um consenso nacional muito importante".

Portugal está envolvido no projeto do KC-390, através do Centro de Excelência para a Inovação e Indústria desenvolvimento e testes e das unidades da Embraer no país: as OGMA, em Alverca, e as fábricas de Évora de construção de componentes.

Tal como outros 30 países, Portugal assinou uma carta de intenção de compra do KC-390, de até seis aeronaves.

O KC-390, segundo a Embraer, é um avião que poderá ser usado para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


La Esquadrilha da Fumaça presenta por primera vez el Super Tucano en FIDAE


Javier Bonilla

El 1, 2 y 3 de abril tendrán lugar las primeras demostraciones en el extranjero del famoso grupo acrobático de la Fuerza Aérea Brasileña utilizando el EMB 314 Super Tucano. Será en el marco de los shows aéreos que se desarrollan durante FIDAE. Este entrenador y Coin de nueva generación es particularmente exigente con sus tripulaciones, especialmente debido a la potencia de hasta 1.600 Shp desarrolladas por su turbina P & W PT-6 A 68, en su máxima expresión desde su diseño hace más de 50 años, por lo cual muchas maniobras requieren mayor entrenamiento o realizarlas a superior altura.
Los pilotos de la Fumaça se presentarán, además, junto a la escuadra de la Fuerza Aérea de Chile, los célebres Halcones y, una vez culminada FIDAE, emprenderán vuelo para un show aéreo en la ciudad argentina de Córdoba, programado para el próximo 5 de abril.

PORTAL G-1


Azul vai operar com mais um voo para Fernando de Noronha


Ana Clara Marinho

A Azul Linhas Aéreas vai operar com mais um voo ligando o Recife a Fernando de Noronha. O acordo foi firmado entre o secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, o administrador da ilha, Luís Eduardo Antunes e a companhia. O novo voo começa as viagens a partir do dia 5 de junho. A operação será com frequência semanal, saída aos domingos, às 12h, e retorno no mesmo dia, às 14h. A aeronave utilizada vai ser um Embraer E195, com 118 assentos.
No mês passado a empresa Gol Linhas Aéreas anunciou o cancelamento do voo extra que fazia aos domingo para Noronha (saindo do Recife), a partir do mês de maio. O avião que decola da capital pernambucana é um Boeing. A Gol também resolveu suspender o início das operações extras aos sábados (anunciadas para começar a partir de março) e justificou a redução do serviço por conta da diminuição da procura.

Após 1 ano, órgãos ainda apuram acidente que matou filho de Alckmin

Thomaz e mais 4 morreram em queda de helicóptero em 2 de abril de 2015. Aeronáutica e polícia apuram revisão e manutenção de aeronave.

Kleber Tomaz

Após um ano da queda do helicóptero que matou cinco pessoas, entre elas o filho caçula do govenador Geraldo Alckmin (PSDB), na Grande São Paulo, a Aeronáutica e a Polícia Civil focam suas investigações na revisão das pás que formam a hélice e na manutenção da aeronave para saber se elas têm relação com o acidente aéreo do dia 2 de abril de 2015 em Carapicuíba. Até este sábado (2), os dois órgãos não haviam concluído suas apurações sobre as causas do que aconteceu naquela tarde.
A aeronave caiu logo após decolar na mesma cidade, matando Thomaz Alckmin, de 31 anos, o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, 42, Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34. Imagens de câmeras de segurança gravaram o helicóptero decolando com problemas e caindo sobre residências de um condomínio. Os moradores não se feriram, mas suas casas ficaram parcialmente destruídas.
O Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV) e o 2º Distrito Policial (DP), em Carapicuíba, querem saber se a queda do helicóptero ocorreu por uma fatalidade ou por falha humana. Apesar de as investigações serem independentes, os dois órgãos estão trocando informações acerca do caso para tentar elucidá-lo.
A retirada e recolocação das pás que compõem a hélice do rotor principal da aeronave e a desconexão de peças internas do helicóptero antes da decolagem são apontadas por peritos e policiais como prováveis fatores contribuintes para o acidente. Por isso, Aeronáutica e polícia procuram descobrir se ocorreram problemas na revisão das pás e na manutenção do helicóptero.
Procurada na sexta-feira (1º) pelo G1 para comentar o assunto, a assessoria de imprensa da Aeronáutica informou que "a investigação está em andamento". "Vamos aguardar a publicação do Relatório Final para apresentar as conclusões. Não é possível precisar o prazo para o fim das investigação." A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o inquérito ainda não foi concluído.
A revisão das pás foi feita pela Helibrás e a manutenção da aeronave, pela Helipark. O helicóptero, modelo EC 155 B1, foi fabricado pela empresa Eurocopter France. Ele pertencia à Seripatri Participações.
Em nota, a Seripatri "informa que assumiu todas as suas responsabilidades perante as famílias, pessoas envolvidas, sociedade e autoridades públicas civis e militares".
"Como uma das partes envolvidas, vem colaborando ativamente e aguarda a conclusão dos trabalhos técnicos de investigação conduzidos pela Aeronáutica - Cenipa, assim como na conclusão do inquérito policial para, respectivamente, apuração das responsabilidades civis e criminais deste acidente. Por fim, nos solidarizamos com os familiares dos que infelizmente faleceram, amigos e todos os demais atingidos, direta ou indiretamente, por esta tragédia.", termina o comunicado da Seripatri.
Por meio de nota, a Helipark informou que "segue colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação, e não fará pronunciamentos à imprensa enquanto as investigações não forem concluídas".
O G1 também entrou em contato com a Helibrás para se posicionar sobre o caso, mas não teve resposta até este sábado.
Aeronáutica
Em junho do ano passado, a Aeronáutica divulgou nota preliminar sobre as prováveis causas do acidente com a aeronave. Apontou que duas peças “fundamentais” para o piloto controlar o helicóptero estavam desconectadas antes da decolagem.
Como é praxe na Força Aérea Brasileira (FAB), esse tipo de documento não apontará culpados; sugere apenas recomendações para se evitar novos acidentes com o mesmo modelo de aeronave. A investigação é feita pelo Seripa 4, que é vinculado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Polícia
Na esfera criminal, a polícia poderá apontar eventuais responsáveis e responsabilidades pelas cinco pessoas que morreram -até este momento consideradas mortes suspeitas. Mais de 30 pessoas, entre elas, técnicos e mecânicos, já foram ouvidas no inquérito, que possui cinco volumes, cerca de 800 páginas de depoimentos e informações técnicas.
Ainda faltam anexar laudos que não ficaram prontos. A polícia também requisitou o depoimento de um técnico da Aeronáutica que não participa da investigação do Seripa.
Se a polícia comprovar que uma fatalidade causou a queda do helicóptero, o caso será arquivado sem apontar culpados. Se a investigação policial concluir que houve falha humana para a queda da aeronave, será preciso saber se essa falha foi intencional ou não.
Caso a investigação policial comprove que a queda do helicóptero foi causada por uma ou mais pessoas, ela ou elas poderão ser responsabilizadas, respondendo por homicídio doloso (com intenção) ou culposo (sem intenção).
A investigação é complexa e envolve outras provas técnicas. No dia da queda, a aeronave realizava testes de balanceamento das pás do rotor principal.
Manutenção e revisão
A Aeronáutica e a Polícia Civil já sabem que antes da revisão das pás e manutenção da helicóptero, a aeronave não apresentou problemas. Os peritos e investigadores também têm conhecimento de que a aeronave caiu após realizar a revisão e manutenção de 2 anos e 600 horas de voo. A revisão das pás foi feita pela Helibrás, em Itajubá, Minas Gerais. A manutenção da aeronave coube à Helipark, em Carapicuíba.
De acordo com a investigação, as pás foram retiradas pela Helipark e encaminhadas para a Helibrás fazer a revisão. Depois, as pás voltaram para a Helipark instalá-las no helicóptero.
No ano passado, a Aeronáutica chegou a divulgar um desenho do sistema de controle do helicóptero para mostrar onde as peças estariam desconectadas, e informava ainda que "foi identificado que algumas dessas peças, no lado direito-inferior da aeronave, estavam desconectadas antes da decolagem. Essa desconexão diz respeito ao posicionamento incorreto do arranjo mecânico, em desconformidade com os manuais do fabricante, fato que ensejou o desprendimento em algum momento do voo".
O Cenipa informou que o helicóptero estava com dois componentes –fundamentais para que o piloto comandasse a aeronave –desconectados . Eram "controles flexíveis" e "alavancas". Segundo o órgão eles permaneceram desconectados durante o voo. A nota não informou o motivo da desconexão.
As peças conhecidas como "ball type" e "bell cranck" servem para transmissão de movimento de vários sistemas da aeronaves. Podem acionar o rotor de cauda para movimento de guinada ou o rotor principal para subir descer ou movimentos laterais. Também podem ser usadas para o controle do motor. Normalmente se localizam internamente à fuselagem do helicóptero e são acessíveis para manutenção.
O voo do dia do acidente foi o primeiro daquele helicóptero após quase dois meses de intervenções previstas de revisão e manutenção.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Ministro Aldo Rebelo saúda novos oficiais generais da Força Aérea


Aline Reis / Fabrício Lázaro

LOC/REPÓRTER: O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, saudou os oficiais-generais da Força Aérea Brasileira, promovidos no último mês de março, em um discurso pontuado pelo reconhecimento do talento, do espírito de renúncia, do sacrifício, da inteligência e do patriotismo dos homenageados. Na cerimônia, que reuniu os 23 oficiais promovidos, o ministro ressaltou a árdua trajetória de trabalho, de estudo e de comportamento dos generais.
TEC/SONORA: ministro da Defesa, Aldo Rebelo: A ascensão ao generalato só é possível quando essas três condições são preenchidas. As condições impostas pelo trabalho, pelo estudo e pelo exemplo.
LOC/REPÓRTER: O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato também ressaltou que os oficiais trilharam um caminho na Aeronáutica, dedicando, desde jovens e junto de suas famílias, ao sacerdócio de servir à pátria.
TEC/SONORA: comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato: Tenho a certeza de que foram anos de muito aprendizado onde cada passo foi um intenso desafio coroado pelo sentimento de dever cumprido. Serviços incontáveis, afastamento do seio familiar os tornaram mais fortes e resilientes.
LOC/REPÓRTER: O comandante declarou a confiança no trabalho dos promovidos e disse contar com a proatividade, a maturidade e com a lealdade dos oficiais-generais para com a Força Aérea.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Ousar mais na Antártida


Não deixa de ser manifestação de coragem uma nação tropical como o Brasil manter presença na Antártida há três décadas. Contra todas as vicissitudes orçamentárias, a atuação do país no continente gelado nunca sofreu interrupção.
Encerra-se nesse mês de março a 34ª Operação Antártica. Assim são batizadas as missões da Marinha que garantem a "atividade substancial de pesquisa" na região austral necessária para figurar entre os 29 membros plenos do Tratado Antártico, em vigor desde 1961.
O acordo estabelece a Antártida como domínio reservado à paz, à preservação e à ciência. Suspendeu todas as reivindicações territoriais, mas passará por revisão em 2048, quando membros como a China poderão pôr em discussão direitos de exploração mineral.
Há razões estratégicas de sobra, portanto, para o Brasil continuar ativo no continente austral. Além disso, a pesquisa ali permite entender melhor as massas de ar que afetam o clima no território nacional.
O maior revés já sofrido pelo Programa Antártico se deu em 2012. Um incêndio inutilizou a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e vitimou dois militares. O governo brasileiro manteve a base em funcionamento com recurso a contêineres, os módulos antárticos emergenciais (MAE).
Agora se inicia a reconstrução da EACF, com um projeto premiado do escritório de arquitetura curitibano Estúdio 41. Ao preço de US$ 100 milhões –mais de R$ 360 milhões–, a nova base terá 4.500 m2 e abrigará 64 pessoas.
O Ministério da Defesa afirma que não faltarão recursos para a construção, a cargo da firma chinesa Ceiec. Cientistas, contudo, queixam-se com frequência da irregularidade das verbas para pesquisa e questionam o custo, o porte e o local da nova estação, na mesma península Keller da antiga EACF.
Argumenta-se que a área já foi muito estudada em três décadas e que o correto seria construir algo menos ambicioso, para investir recursos em incursões mais ao sul.
A estação brasileira fica numa ilha mais próxima do Chile que do polo Sul. Para projetar-se além no ambiente antártico, o Brasil precisaria adquirir um quebra-gelo, mas isso parece fora de questão –a construção de um navio desses pode custar US$ 800 milhões.
Não é má ideia ampliar os horizontes da pesquisa na Antártida. Para melhor aproveitar os recursos existentes e fixar as prioridades adequadas, militares e cientistas deveriam fortalecer sua tradicional parceria submetendo eventuais divergências à luz regeneradora do debate público.

AGÊNCIA BRASIL


Brigadas vão ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti em Tabatinga (AM)

Cerca de 500 funcionários de 30 instituições já passaram pelo treinamento

Otto Farias

O Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (CESTB/UEA) passa a fazer parte do Programa de Brigadas 2016 contra o Aedes aegypti.

A iniciativa é do Governo do Estado do Amazonas através da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS/AM), vinculada à Secretaria Estadual de Saúde (SUSAM). O trabalho da brigada consiste em verificar semanalmente as dependências da instituição para eliminar os criadouros do mosquito.

O lançamento do programa foi realizado no início do mês de março, o técnico de laboratório da UEA, Marley Bermeguy, explicou o objetivo das brigadas no município.“Essas brigadas são para ensinar, compartilhar informações de prevenção de combate ao mosquito Aedes aegypti, que é o principal vilão, não só de Tabatinga, mas do país. Dando ênfase ao zika vírus, associado a microcefalia. Então a prevenção está acontecendo basicamente para que a população tome conscientização de que não é a Secretaria de Saúde, não é o Exército, não é a Marinha, não é a Aeronáutica que vai dar conta disso, e sim a população”, alertou.

A Brigada é composta por 16 pessoas. As ações são feitas em parceria com a Secretaria Municipal de Tabatinga.

A FVS já treinou 100 instituições estaduais e federais, alcançando cerca de 500 funcionários. Trinta dessas instituições já estão com as brigadas implantadas e aptas a receber o selo.

O Repórter Solimões vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 11h45 (horário de Tabatinga), na Rádio Nacional do Alto Solimões, uma emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

JORNAL A TARDE (BA)


Avião colide em pássaro após decolar em Salvador


Um avião da TAM, que decolou em Salvador rumo à Brasília, colidiu com um pássaro na manhã desta sexta-feira, 1º. O incidente aconteceu por volta das 7h15, logo após a decolagem no Aeroporto Internacional de Salvador.
De acordo com a companhia, a aeronave voltou para o aeroporto por medida de segurança. Apesar do susto, não houve feridos. A empresa aérea destacou que os passageiros foram encaminhados para outros voos.

OUTRAS MÍDIAS


JORNAL NOTÍCIAS AO MINUTO (PORTUGAL)


Portugal mantém interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer

Por Lusa
O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, afirmou hoje que o Estado mantém o interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer para substituírem os atuais C-130 da Força Aérea, que têm uma vida útil até 10 anos.
"O Estado português mantém o interesse na compra dos aviões", porque "aqueles que dispõe têm uma vida útil que começa a aproximar-se do fim, por muitas modernizações que possamos fazer", declarou o governante.
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Admitindo que "é uma decisão que vai ter de ser tomada mais tarde ou mais cedo", Azeredo Lopes realçou que os C 130 "já têm algumas dezenas de anos" e que estão atualmente "num processo de modernização para poderem cumprir os "standards" NATO".
"Calcula-se que [os aviões Hércules C 130 da Força Aérea, com a modernização, independentemente do abate que vai ter que ser feito de um ou de outro, possam ser utilizáveis até um máximo de 10 anos", referiu.
O ministro da Defesa Nacional falava à agência Lusa no final de uma visita às duas fábricas de Évora da construtora aeronáutica brasileira Embraer, nas quais são produzidas peças para o avião KC 390.
Questionado pela Lusa sobre se o possível negócio foi abordado na visita de hoje, o governante frisou que "a Embraer teve a grande delicadeza de não perguntar se o Estado português ia comprar o KC 390" e que ele próprio teve "a grande delicadeza de não tocar diretamente no assunto".
"Estamos a falar de compromissos que têm de ter um faseamento de bastantes anos", frisou, defendendo que se devem " tomar decisões que não sejam instantâneas".
Azeredo Lopes apontou o projeto da construtora aeronáutica brasileira Embraer em Évora como "um caso muito feliz", porque "não dependeu de partidos nem deste ou daquele governo", considerando que representou "um consenso nacional muito importante".
Portugal está envolvido no projeto do KC-390, através do Centro de Excelência para a Inovação e Indústria desenvolvimento e testes e das unidades da Embraer no país: as OGMA, em Alverca, e as fábricas de Évora construção de componentes.
Tal como outros 30 países, Portugal assinou uma carta de intenção de compra do KC-390, de até seis aeronaves.
O KC-390, segundo a Embraer, é um avião que poderá ser usado para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais.

SITE REDE NOTÍCIAS


Balões projetados com apoio da FAPESP ajudarão na segurança das Olimpíadas

Diego Freire Agência FAPESP
Um conjunto de câmeras e equipamentos de comunicação embarcados em balões desenvolvidos com o apoio da FAPESP ajudará a Polícia Militar e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro na segurança dos Jogos Olímpicos 2016, em agosto, na capital fluminense.
A inovação é resultado de pesquisas realizadas com recursos do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e foi apresentada por Bruno Avena de Azevedo, sócio-diretor e pesquisador responsável da Altave Indústria, Comércio e Exportação de Aeronaves Ltda., durante o Diálogo sobre Apoio à Pesquisa para Inovação na Pequena Empresa, segunda-feira (28/03), na sede da Fundação.
“Trata-se de aeróstatos (plataformas mais leves do que o ar) cativos, que atendem a requisitos de estabilidade e com múltiplas aplicações, podendo embarcar uma série de missões, incluindo equipamentos de radiocomunicações, câmeras e radares. De posse dessa tecnologia, é possível, por exemplo, prover sensoriamento estratégico para o país em áreas de fronteira, como na Amazônia, e links de comunicação para regiões remotas, universalizando a banda larga, entre muitas outras soluções”, explicou Avena.
Os balões ficam presos ao solo por meio de um cabo e funcionam como uma espécie de “torre flexível”, içando equipamentos diversos a até 300 metros de altura de forma rápida e com custo reduzido. No caso dos aeróstatos desenvolvidos pela empresa para as Olimpíadas, um conjunto de quatro balões com câmeras observará uma área de 4 km de raio ininterruptamente a 200 metros de altura, com visão de 360°. De acordo com Avena, é a primeira vez que a tecnologia será usada nos Jogos Olímpicos.
“Essa inovação em nível mundial só foi possível graças ao esforço de pesquisa por trás da tecnologia, que garantiu a viabilidade da sua aplicação sem desconsiderar a segurança do espaço aéreo, respeitando-se a legislação brasileira para o uso de aeróstatos, e dos sistemas embarcados, que foram exaustivamente estudados quanto a sua adequação à plataforma”, afirmou.
A partir do projeto Plataformas mais leves que o ar para múltiplos usos, a Altave foi capaz de projetar aeróstatos suficientemente estáveis com tecnologia nacional.
Nas Olimpíadas, serão utilizados quatro balões de 6 metros de diâmetro, que retêm o gás hélio e sustentam os equipamentos numa gôndola, estrutura presa ao invólucro e que suporta os equipamentos de fornecimento de energia, de interface de dados e de monitoramento. Um cabo com a função primária de resistência mecânica, prendendo o balão ao solo e evitando que ele voe sem direção, fará o transporte dos dados coletados e da energia elétrica, sua função secundária. Abaixo, um guincho iça e recolhe o cabo por meio de comandos remotos.
Os balões das Olimpíadas serão posicionados entre os clusters onde ocorrerão os jogos: Barra da Tijuca, cobrindo as áreas do Parque Olímpico, do Rio Centro, da Vila dos Atletas, do Campo de Golfe e da Vila de Mídia; Copacabana, abrangendo a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Estádio Copacabana, o Forte, a Marina da Glória e o Parque do Flamengo; Deodoro, cobrindo o Centro Nacional de Hipismo, o Centro Nacional do Tiro, a Arena de Deodoro, o Parque de Pentatlo Moderno e os circuitos de mountain bike, canoagem e hockey; e Maracanã, abrangendo os estádios do Maracanã, Maracanãzinho e João Havelange e o sambódromo.
A solução de aeróstatos para emprego tático, caso das Olimpíadas, conta ainda com um sistema de monitoramento da saúde do sistema, controlando parâmetros de pressão interna dos balões, força aplicada ao cabo e temperatura ambiente, entre outros, fornecendo subsídios ao operador para tomadas de decisões. Foram realizados ainda testes com tiros de fuzil: dos 39 disparos feitos, 18 foram traçantes, mas não houve dano ao equipamento, pois os balões murcharam aos poucos, como previsto, e a queda não foi abrupta.
Os pesquisadores da Altave trabalham agora no projeto Desenvolvimento industrial e comercial de aeróstatos cativos de baixa altitude para múltiplas missões, no âmbito da fase 3 do PIPE, realizado junto ao Programa de Apoio à Pesquisa em Empresa (PAPPE) da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e intitulado PIPE/PAPPE Subvenção. Entre os objetivos está o aprimoramento da tecnologia para que ela seja aplicada sem a necessidade de um operador, permitindo seu uso em ambientes remotos por tempo indeterminado e ampliando as possibilidades na área de telecomunicações.
Chamada de propostas
Durante o Diálogo sobre Apoio à Pesquisa para Inovação na Pequena Empresa, a equipe da FAPESP responsável pelo PIPE deu orientações a empresários e pesquisadores interessados em, a exemplo de Avena, obter recursos do programa para desenvolver pesquisas voltadas a inovações.
“O caso da Altave evidencia o potencial da iniciativa privada de São Paulo para a inovação e a pesquisa científica como importante caminho para isso. A FAPESP realiza periodicamente esses encontros com a comunidade acadêmica e empresarial para facilitar o acesso de boas ideias aos meios que podem ajudá-las a se tornar realidade”, disse Sérgio Queiroz, membro da Coordenação Adjunta da área de Pesquisa para Inovação da Fundação.
O encontro foi uma oportunidade para que as empresas interessadas em apresentar projetos ao PIPE esclarecessem dúvidas antes do encerramento do prazo do segundo ciclo de análise de propostas do programa para 2016, 2 de maio.
O PIPE apoia a execução de pesquisa científica e tecnológica em microempresas e empresas de pequeno porte, com até 250 empregados, sediadas no Estado de São Paulo.
Os projetos devem ser conduzidos por pesquisador com vínculo empregatício com a empresa ou a ela associado e as propostas podem ser desenvolvidas em duas etapas: a primeira, de demonstração da viabilidade tecnológica do produto ou processo, tem duração máxima de nove meses e recursos de até R$ 200 mil; a segunda, de desenvolvimento do produto ou processo inovador, tem duração máxima de 24 meses e recursos de até R$ 1 milhão.

JORNAL DIGITAL MEON (SP)


Aeroporto de São José sofre com concorrência, diz especialista

Proximidade com Guarulhos inviabiliza operação de companhias aéreas
Henrique Macedo

Um grande saguão vazio. Essa é a situação do Aeroporto Professor Umberto Stumpf, em São José dos Campos. Nenhuma companhia aérea opera mais na cidade considerada o berço da indústria aeroespacial brasileira. A TAM, que tinha voos regulares para Brasília, comunicou que vai deixar a cidade a partir do dia 1º de junho. Em dezembro de 2014 foi a Azul que encerrou a operação no aeroporto de São José após quatro anos. A empresa alegou que o baixo movimento de passageiros tornava a manutenção das atividades inviável.
A Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, informou que "irá procurar a empresa TAM e a Secretaria de Aviação Civil para tentar reverter a decisão. A prefeitura também continuará trabalhando em parceria com a Infraero, administradora do aeroporto, para atrair outras empresas interessadas em operar em São José".
Nos últimos oito anos, o Aeroporto de São José perdeu voos comerciais de quatro companhias: Azul, Gol, OceanAir e TAM.
Obras
Em 2013, a Infraero investiu cerca de R$ 16 milhões em uma reforma que aumentou a capacidade atual do terminal de passageiros, passando de 864 m² para cerca de 5 mil m². A área de embarque recebeu novos portões e a de desembarque a instalação de duas esteiras de restituição de bagagem. Também foram instalados novos balcões de check-in e criadas 320 vagas de estacionamento.
Para o professor titular do Departamento de Transporte Aéreo do ITA, Cláudio Pinto Alves, o problema de São José é a proximidade com Guarulhos, o que acaba inviabilizando a permanência das companhias aéreas. "O Aeroporto Internacional de Guarulhos é o maior terminal do Brasil, um polo gigantesco que irradia voos para todo lugar do mundo. A vocação de São José tem um lado industrial, uma vocação militar, associada ao DCTA e ensaios em voo, tem atividade razoável nesse campo. No passado, tentou-se transformar São José no aeroporto-indústria, fazer com que as empresas ficassem no entorno, mas acabou não se viabilizando. É um conceito que só Confins (MG) conseguiu adotar com relativo sucesso".
Carga
O aeroporto também tentou seguir a vocação de terminal de cargas, para escoar a produção das indústrias do Vale e região. Não vingou. "Os aeroportos de Guarulhos e Viracopos (Campinas) têm muita oferta de voos de carga. Teve uma época que se chegou a fazer o translado da carga do Vale para Guarulhos ou Viracopos de graça. Em São José, havia uma oferta de voos muito pequena, uma vez por semana. Então as indústrias do Vale e região continuaram utilizando os terminais de carga de Guarulhos e Viracopos pela maior oferta de voos", observa o professor.
Cláudio lamenta ver o terminal parado. "É uma pena ver uma instalação tão interessante como a que existe hoje e que vai voltar a ficar ociosa. Esse compartilhamento com a indústria e com o próprio setor militar é difícil de prosperar. Eu vejo num futuro, quando a economia melhorar, que uma rota natural seria para o Rio de Janeiro. Essa é a grande ligação regional", conclui.
Subsídio
O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, do Governo Federal, que prevê um subsídio às companhias aéreas para custear até 60 passageiros transportados em voos regionais, está parado. O incentivo, que quando aprovado deve iniciar pela Amazônia e depois se estender por todo o interior do Brasil, pode ajudar a incentivar a aviação regional.
Para o coordenador do Gedesp (Grupo de Estudos do Desenvolvimento Econômico Social e Político), de São José dos Campos, Ivair de Paula, um dos problemas é o custo das passagens em São José. "As empresas aéreas deveriam ter uma política de preços diferenciada em São José para atrair moradores do Vale e Sul de Minas. Fica mais barato ir para Guarulhos, por exemplo, por causa do custo das passagens".

PORTAL SEGS (SP)


Estatais fazem ações de combate ao Aedes aegypti

Juliana Hack, da Agência Saúde
Capacitação de funcionários, informes públicos, rotinas de vistoria e mutirões de limpeza são algumas das práticas realizadas pelas empresas
O Governo Federal tem apoiado as empresas estatais a reforçarem e ampliarem atividades de prevenção e combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika. Entre as ações realizadas estão as capacitações dos funcionários, especialmente os que trabalham diretamente com o público, como agentes bancários, aeroportuários, carteiros e leituristas das companhias elétricas. As atividades estão sendo intensificadas desde o início do mês, quando iniciou o segundo ciclo de visitas a imóveis.
Além de realizar vistorias semanais e material informativo nas agências, os Bancos Públicos desenvolveram ações de envolvimento com a população local. O Banco do Brasil tem orientado os clientes durante o atendimento pessoal, principalmente nos municípios com maior índice de infestação do mosquito. Para isso, mais de 100 mil funcionários foram treinados pelo banco e atuam em cerca de seis mil pontos do território nacional. O Banco também pretende lançar dois projetos pilotos mais complexos nas áreas de educação e de saúde, que contam com a parceria do Ministério da Saúde, Fundação Banco do Brasil e empresa anglo-holandesa.
Já a Caixa Econômica Federal formulou um plano de ação baseado em três eixos: limpeza, treinamento e comunicação. Desde o início do ano, foram realizadas vistorias em todas as 4.611 edificações do banco e treinados funcionários tanto da área de limpeza, como de manutenção, climatização e transporte vertical. Os bancários também foram treinados e receberam informações pelos canais internos de comunicação. Com relação ao relacionamento com clientes, a Caixa inseriu informações sobre a campanha no aplicativo do Bolsa Família, extratos bancários e de FGTS, além de mensagens em eventos esportivos patrocinados pelo Banco.
O Banco do Nordeste também vem realizando atividades de capacitação e parcerias com associações para executar ações de combate ao mosquito.
ENVOLVENDO A COMUNIDADE - A Eletrobrás elaborou um plano de ação para aplicação ao longo do ano e que envolve ações internas, como mutirões de limpeza, vistorias, comunicação nas redes; atividades que envolvem a população residente em torno das unidades da Eletrobrás, incluindo as comunidades indígenas, como é o caso das aldeias Kayapó da bacia do Xingu e distribuidoras de energia para impressão da campanha nas contas de luz. Os leituristas também foram capacitados para apoiar na identificação dos focos do mosquito. Por meio de um aparelho eletrônico utilizado nas medições de consumo de energia, eles repassam as informações diretamente aos órgãos de saúde dos respectivos estados.
Outra estatal que vem realizando ações diretamente nas residências é os Correios, que incorporou na rotina de distribuição de correspondências de 60 mil carteiros, o envio de material informativo sobre o Aedes aegypti, além de identificação de focos do mosquito. O secretário executivo substituto do Ministério da Saúde, Neilton Oliveira, enfatiza a importância do envolvimento desses servidores, pos estarem próximos à população. “A ideia é que eles sejam multiplicadores das nossas ações e que no contato cotidiano direto com a população possam informar e conscientizar ainda melhor as pessoas sobre a importância de se identificar e eliminar o mosquito e focos", ressaltou.
Todas as ações que envolvem a comunicada local estão sendo articuladas e apoiadas pelas Salas Estaduais de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à Dengue, à Chikungunya e ao Vírus Zika (SNCC); onde já tiver instalada, as municipais e a vigilância em saúde.
Também tem sido realizadas ações nos aeroportos da Infraero, levando em conta a potencialidade de transporte de quem viaja de uma região a outra do país. A empresa veicula mensagens de alerta à população e de como combater o mosquito, além das campanhas educativas envolvendo o público infantil.
Há ainda envolvimento da Embrapa, que tem monitorado via satélite potenciais focos de contaminação; a Biomanguinhos, que atua fortemente nas pesquisas para produção de vacina e desenvolvimento de kits de diagnóstico e a imprensa, com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que somente em fevereiro divulgou 126 horas de conteúdos (TV Brasil, Rádios EBC e NBR/Voz do Brasil) e publicou 298 notícias (Agência Brasil e Portal EBC) sobre o combate ao Aedes aegypti.
VISITAS – O primeiro ciclo da mobilização, entre janeiro e fevereiro, alcançou 88% dos domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais, com a soma de 59 milhões visitados, sendo 47,8 milhões trabalhados e 11,2 milhões que estavam fechados ou houve recusa para o acesso.
No segundo ciclo da campanha contra o vetor, iniciado neste mês, conforme o novo balanço da Sala Nacional, concluído às 18h30 da última quarta-feira (30), as equipes de combate ao mosquito Aedes aegypti já alcançaram 27,7 milhões de imóveis brasileiros. Foram 22,9 milhões de domicílios, prédios públicos, comerciais e industriais efetivamente vistoriados, além de 4,7 milhões de estabelecimentos que estavam fechados ou houve a recusa para acesso. Dos 5.570 municípios brasileiros, 4.679 já registraram as visitas no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR).
As visitas aos imóveis contam atualmente com a participação permanente de 266,2 mil agentes comunitários de saúde. 49,2 mil agentes de controle de endemias e com apoio de aproximadamente cinco mil militares das Forças Armadas. Juntam-se, ainda, profissionais de equipes destacados pelos estados e municípios, como membros da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. “O trabalho dos agentes em manter a sociedade mobilizada, mesmo no período de menor infestação vetorial, é fundamental para evitar que o esforço atual seja perdido”, afirma Marta Damasco, coordenadora da Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à Dengue, à Chikungunya e ao Vírus Zika (SNCC).

PORTAL ACHE CONCURSOS (RS)


Aeronáutica abre concurso com 70 vagas para Oficiais Aviadores, Intendentes e de Infantaria

Com três editais publicados, a Aeronáutica do Brasil informa que novos concursos públicos abertos irão selecionar 70 candidatos de nível médio para ingresso no Curso de Formação de Oficiais Aviadores, Intendentes e de Infantaria para ingresso em curso de formação no ano de 2017.
As 70 vagas são destinadas a candidatos de ambos os sexos, sendo 20 no curso de formação de Oficiais Aviadores (CFOAV), 35 para Intendentes (CFOINT) e 15 vagas, estas apenas para candidatos do sexo masculino, para ingresso na Infantaria (CFOINF). Os Cursos de formação terão duração de quatro anos e ocorrerão na Academia da Força Aérea, em Pirassununga-SP.
Os interessados devem ter formação de ensino médio completo, podendo ainda concluir o curso até o final de 2016, ter idade mínima de 17 anos e máxima de 23 anos, até o dia 31 de dezembro de 2017 (ano da matrícula) e estar ciente de todas as condições para habilitação à futura matrícula nos cursos e, se menor de 18 anos, estar autorizado por seu responsável legal. Veja os editais com todas as informações.
Durante a realização do curso, o Cadete estará sujeito ao regime escolar da AFA e fará jus à remuneração fixada na legislação específica, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária, exclusivamente para si. Após a conclusão do Curso com aproveitamento, o Cadete será nomeado Aspirante a Oficial do Quadro de Oficiais Aviadores, Intendentes ou de Infantaria da Aeronáutica, percebendo remuneração de R$ 6.268,00.
As inscrições no certame devem ser realizadas entre os dias 05 de abril e 25 de abril de 2016, através da internet, pelos sites www.fab.mil.br/concursos e www.eear.aer.mil.br. O valor da inscrição é de R$ 70,00.
O concurso terá etapas de avaliação com fases de prova escrita objetiva, Inspeção de Saúde (INSPSAU), Exame de Aptidão Psicológica (EAP), Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF), Teste de Aptidão à Pilotagem Militar (TAPMIL) e Validação Documental.
A primeira etapa (prova objetiva) ocorrerá no dia 10 de julho de 2016, nas cidades de Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Barbacena (MG), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Pirassununga (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR).
Os aprovados em todas as etapas deste processo seletivo e selecionados pela Junta Especial de Avaliação (JEA), deverão se apresentar na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), no dia 19 de janeiro de 2017, para habilitação à matrícula.

PORTAL 24HORAS NEWS (MT)


DESCARTOU FORÇAS ARMADAS

Letícia Kathucia

Secretario de Segurança Pública diz não ver motivos para convocação das Forças Armadas para MT.
O novo secretário afirmou ainda que não haverá mudanças nos comandos das policias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros do Estado.
O Secretário de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, Robers Jarbas, descartou a possibilidade de acionar as Forças Armadas para atuar em Mato Grosso. A posição do secretario foi divulgada nesta quinta-feira, 01, após a medida ter sido proposta pela deputado estadual Emanuel Pinheiro (PMDB).
Jarbas disse que a criminalidade registrada em todo o estado é problema nacional e são apenas de Mato Grosso. Ainda segundo ele as forças de segurança públicas que atuam aqui no estado são suficiente para manter a situação, que apesar de bastante critica, essas forças vem intensificando o combate à violência.
O secretario ainda colocou a culpa de tamanha violência na gestão passada, que segundo ele se virou para outros setores e acabou deixando a segurança púbica a mercê da violência. Mas segundo ele o governo atual está investindo no segmento e se comprometendo a reverter o quadro.
“O que não foi investido em outros governos, nós estamos sofrendo hoje, com a grande criminalidade. Infelizmente temos mortes, roubos e outros crimes todos os dias, mas o comprometimento de nossa tropa faz com que tenhamos certeza que isso irá melhorar. Investindo muito aqui, não precisaremos de Força Nacional”, disse.
A proposta do deputado ressalta os altos índices de violência na grande Cuiabá. Emanuel Pinheiro ressalta que a segurança pública não está dando conta de tamanha violência. O parlamentar lembrou que, somente nesta semana, Cuiabá e Várzea Grande registram mais de cinco assassinatos.

JORNAL FLORIPA (SC)


Romaria dos Militares reúne devotos no 6º dia de Festa da Penha, no ES

O sexto dia do Oitavário da Festa da Penha 2016 foi marcado pela Romaria dos Militares, na tarde desta sexta-feira (1). Segundo a organização, cerca de 80 policiais civis, militares e rodoviários federais, além dos bombeiros, Exército, Marinha e Aeronáutica participaram do momento de devoção e fé no Convento da Penha.
O grupo saiu da Prainha, em Vila Velha , por volta das 14h30 e seguiu até o campinho do Convento, onde participou de uma missa. A imagem de Nossa Senhora foi carregada em um andor por representantes dos militares.
O guardião do Convento, Frei Waldecir Schwambach, fez a acolhida e pediu que rezassem pelos “desafios que os nossos irmãos militares encontram na sua jornada”. A festa da Penha vai até a próxima segunda-feira (4).
Confira a programação de sábado (2)
Missas na capela: 6h, 7h30 e 11h
8h - Campinho: Missa da Diocese de São Mateus (Romaria saindo as 7h do Portão do Convento)
9h - Prainha: Missa das pessoas com deficiência (Romaria saindo 8h da Praça Dq. de Caxias)
14h30 - Oitavário e Missa no Campinho
Obs: Celebra nesta tarde a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (Romaria saindo 14h do Portão do Convento)
23h30 - Prainha: Missa de encerramento da Romaria dos Homens (Romaria saindo às 19h da Catedral)
Confissões: 8h às 11h e 14h às 16h.

JORNAL FLORIPA (SC)


Cubatão usará drone para combater o mosquito Aedes aegypti diretamente

Drone será utilizado em Cubatão para combater o Aedes aegypti
A cidade de Cubatão, na Baixada Santista, será a primeira a utilizar um drone no combate direto ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O equipamento deverá entrar em operação até o fim deste mês e lançará larvicida em locais de difícil acesso para agentes de vigilância ambiental.
A informação foi divulgada na tarde desta sexta-feira (1º) pelo secretário de Saúde do município, Benjamin Rodriguez Lopez. Desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para ser utilizado em áreas rurais, no combate a uma praga, o equipamento também já foi empregado pelo Exército no monitoramento de áreas de distúrbios
Ao longo da semana, a Secretaria de Saúde de Cubatão intensificou as ações contra o Aedes aegypti, realizando palestras em igrejas e empresas, além de ações educativas nas escolas. Neste sábado (2), haverá mutirão de conscientização envolvendo 120 agentes de endemias e do Programa de Saúde da Família. A ação ocorre no Jardim Costa e Silva e na Vila Elizabeth, das 8h às 14h.

PORTAL SEGS (SP)


ABEAR promove workshop sobre evolução da navegação aérea via satélite

Evento apoia avanço de procedimentos que facilitam o fluxo de aeronaves e contribuem para a pontualidade
Na última semana, no dia 24 de março, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) promoveu um encontro de trabalho sobre procedimentos que permitem melhorar a eficiência da navegação aérea na fase de aproximação para pouso das aeronaves. Especificamente, o encontro debateu um conjunto de procedimentos modernos que são aplicados em áreas onde o tráfego de aeronaves tem maior densidade ou realizados em aeroportos cujo acesso sob condições meteorológicas desfavoráveis seja limitado por obstáculos topográficos. Trata-se do Desempenho de Navegação Exigido com Autorização Requerida (tradução livre da denominação em inglês, RNP-AR: Required Navigation Performance – Authorization Required), que pode aprimorar o fluxo de voos nos aeroportos localizados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.
O nome complicado – Desempenho de Navegação Exigido com Autorização Requerida – se refere à necessidade de que as aeronaves e tripulações que desejem utilizar o procedimento possuam certas características tecnológicas de desempenho, particularmente a capacidade de comunicação via satélite para a navegação, além de treinamento adequado de pilotos e copilotos. A modalidade mais abrangente, que pode ser efetuada por aeronaves com recursos básicos, é denominada simplesmente RNP. A modalidade mais avançada, e a mais precisa dentro da navegação por satélites, o RNP-AR, só pode ser realizada por aeronaves com recursos avançados, além do treinamento da tripulação. Isso justifica a sigla AR-Autorização Requerida, que se refere à obrigatoriedade de autorização operacional específica pela autoridade aeronáutica. Ambos os procedimento se diferenciam daqueles mais tradicionais e difundidos em todo o mundo ao longo do tempo, que utilizam recursos de comunicação via radiofrequência, mas que não podem ser aplicados nos aeroportos de difícil acesso em situações de tempo ruim.
O processo de aprovação do RNP-AR no Brasil, um dos principais temas do evento, o “como fazer”, é de responsabilidade do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Já o processo de aprovação operacional, de operadores e aeronaves, o “quem pode fazer”, é da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
O Aeroporto Santos Dumont (RJ) já conta com procedimentos RNP-AR aprovados, incluindo operadores habilitados, mas para apenas uma da pistas, a 20. Existe uma expectativa de que esses mesmos operadores estejam aprovados para a outra pista (2) antes do início dos Jogos Olímpicos.
À medida que os operadores solicitam sua certificação RNP-AR e vão sendo aprovados pela ANAC, outros aeroportos, com procedimentos aprovados, incorporam essa nova operação de aproximação para pouso, com é o caso de Guarulhos, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas.
A ABEAR encaminhou ao DECEA as prioridades de procedimentos RNP-AR que melhor atenderiam, de acordo com estudos de suas associadas, a eficiência do fluxo do tráfego aéreo em aeroportos específicos: Guarulhos (SP), Confins (MG), Congonhas (SP), Afonso Pena (PR), Salgado Filho (RS), Recife (PE), Viracopos (SP), Galeão (RJ) e o Salvador (BA).
Para o Inspetor de voo comandante Luiz Fernando Collares, da ANAC, a implantação do RNP-AR resultará em pousos mais eficientes, com redução de distâncias, menor consumo de combustível, redução de ruídos e menor número de atrasos e cancelamentos de voos. “Os principais agentes desses procedimentos serão pilotos e controladores, solicitando, autorizando e coordenando aproximações para o pouso RNP-AR quando julgarem necessário, de acordo com as condições climáticas no momento da aproximação do aeroporto”, afirma Collares.
“Precisamos trabalhar em um padrão operacional para esses procedimentos. Por isso, é fundamental um intercâmbio de informações entre DECEA, empresas aéreas e a área de aeronavegabilidade da ANAC. É um desafio multidisciplinar”, acrescentou o comandante Célio Eugênio de Abreu, executivo da ANAC.
Estiveram presentes no evento promovido pela ABEAR representantes da Secretaria de Aviação Civil (SAC), da ANAC, da Infraero, do DECEA, da Federação Internacional dos Pilotos de Companhias Aéreas (IFALPA, na sigla em inglês), GE e companhias aéreas.



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