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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 27/02/2016 / Verdades aéreas - É possível que a fabricante canadense de aviões Bombardier tenha de ser socorrida novamente


Verdades aéreas ...


É possível que a fabricante canadense de aviões Bombardier tenha de ser socorrida novamente ...

The Economist ...

Apesar de a demanda por aeronaves comerciais estar aquecida em todo o mundo, na América do Norte as fabricantes de aviões tiveram alguns meses difíceis. Neste começo de ano, as ações da Boeing registraram as duas maiores quedas diárias de sua história, causadas por revisões para baixo em suas projeções de produção e por notícias de que as autoridades estão investigando os métodos contábeis da empresa.

Mas os problemas do maior grupo aeroespacial dos Estados Unidos parecem brincadeira de criança quando comparados com os da canadense Bombardier, que, além de aviões, também fabrica trens. A companhia informou que teve um prejuízo líquido de US$ 5,3 bilhões em 2015, provocado principalmente por baixas contábeis e por uma queda nas encomendas, que de 2014 para cá recuaram US$ 10 bilhões. Muitos se perguntam se a empresa ficará sem caixa.

A unidade de trens da Bombardier vem tendo bom desempenho. Mas a divisão aeroespacial, que, descontadas as baixas contábeis, gerou apenas US$ 138 milhões em lucros em 2015, é fonte de pesadelos para seus executivos. As partes do negócio que costumavam dar bons lucros começam a patinar.

Segundo Stephen Trent, do Citigroup, o mercado de jatos executivos, em particular os de maior porte, vem sofrendo com a desaceleração das economias emergentes. E mesmo no segmento de aviões executivos de pequeno e médio porte, a Bombardier está perdendo terreno para concorrentes como Textron e Embraer.

De qualquer forma, o maior problema da empresa é o CSeries, projeto que envolve o desenvolvimento de uma aeronave capaz de transportar entre 100 e 150 passageiros, com o objetivo de quebrar o duopólio mantido pela Airbus e pela Boeing. Passados três anos, e a um custo de US$ 5,4 bilhões, em vez dos US$ 3,5 bilhões originalmente previstos, o projeto tem se revelado um sorvedouro de recursos. Embora devesse entrar em operação ainda neste ano, o avião ainda não obteve seu certificado de segurança nos Estados Unidos e na Europa.

A política de preços extremamente agressiva adotada na comercialização das aeronaves A320neo, da Airbus, e 737 MAX, da Boeing, combinada com as dúvidas em relação à viabilidade financeira da Bombardier, contribuiu para deteriorar ainda mais o fluxo de caixa da empresa. Até duas semanas atrás, quando a Air Canada anunciou a aquisição de até 75 unidades da versão maior do novo avião, o CS300, a Bombardier não recebia novas encomendas desde 2014.

Vai demorar um bom tempo para os canadenses recuperarem os investimentos que fizeram no CSeries, diz Bjorn Fehrm, da consultoria Leeham Company, especializada em aviação. O custo unitário dos primeiros 15 aviões produzidos este ano chega a US$ 60 milhões, mas cada unidade será vendida por cerca de US$ 30 milhões apenas.

O projeto só entrará no azul quando 200 aeronaves, aproximadamente, tiverem sido entregues. Como o CSeries se destaca pela economia no consumo de combustível, é possível que as encomendas aumentem quando o preço do petróleo se recuperar. Até agora, porém, foram comercializadas somente 318 unidades se a encomenda da Air Canada se confirmar por completo.

Enquanto as vendas não deslancham, a empresa precisa reforçar o caixa. No ano passado, a Bombardier ofereceu à Airbus uma participação majoritária no CSeries, mas os europeus não se interessaram. Então a província de Quebec, onde a empresa tem sede, ofereceu US$ 1 bilhão por 49,5% do projeto e se comprometeu a dar mais US$ 1,5 bilhão de seu fundo de pensão por uma participação na unidade responsável pela fabricação de trens.

Dificilmente esse dinheiro será suficiente. Portanto, a pergunta a se fazer é: de onde virá a próxima injeção de capital? Não parece provável que a Airbus mude de ideia em relação ao CSeries, e a Boeing está às voltas com seus próprios problemas. Um investimento da estatal chinesa Comac, que também vem se esforçando para entrar no segmento dominado pela dupla Airbus-Boeing, e com a qual a Bombardier assinou um acordo de cooperação em 2011, parece politicamente tóxico demais para se viabilizar. O eleitorado canadense não iria gostar nem um pouco de ver uma campeã nacional cair em mãos chinesas.

Em vista disso, o mais provável é que o socorro, em troca de uma participação no CSeries, venha do governo do Canadá ou do governo provincial de Quebec. Há duas semanas, a Bombardier demitiu 7 mil funcionários; o temor de que sejam necessários cortes ainda maiores pode obrigar os políticos a entrar em cena. Se isso acontecer, os contribuintes canadenses terão de esperar anos para ver seu dinheiro de volta – se é que verão.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS


Embratur e Avianca unem forças para aumentar fluxo de turistas ao Brasil

O acordo prevê ações conjuntas na Colômbia, México, Estados Unidos e Equador

A Embratur e a companhia aérea colombiana Avianca assinaram nesta quinta-feira (25) em Bogotá uma carta de intenções para melhorar a promoção do Brasil na cadeia de turismo internacional.
A aliança, que aconteceu no marco da 35ª Vitrine da Associação Colombiana de Agências de Viagens e Turismo (Anato), procura aumentar o fluxo de turistas ao Brasil através de ações conjuntas nos mercados da Colômbia, Peru, México, Estados Unidos e Equador.
A associação prevê a extensão da divulgação de novos produtos e destinos brasileiros, a formação de alianças que fomentem a oferta e a demanda, e a geração de novas fontes de mercadejo com os parceiros da cadeia de turismo internacional.
"A associação é um dos objetivos da Embratur para avançar no setor do turismo, e as feiras internacionais servem como plataformas para este enfoque", declarou o presidente do órgão, Vinícius Lummertz.
A Avianca opera diretamente em mais de 100 destinos em 27 países da América e Europa, com uma frota de 171 aviões.
A companhia aérea tem 22 voos semanais de Bogotá a São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, e, além disso, sua filial brasileira cobre vários destinos no país.

PORTAL FATO ONLINE


Diminui número de passageiros em voos nacionais, mas aumenta nos internacionais

Em voos domésticos a queda no número de passageiros foi de 4,72%, em janeiro, já em voos internacionais o número de passageiros aumentou 8,22%

Laís Lis

O número de passageiros transportados em voos domésticos em janeiro foi 4,72% menor do que no mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Já em voos internacionais o número de passageiros aumentou 8,22%, em janeiro ante janeiro do ano passado, chegando a 743.169.
Em voos domésticos, a Gol é a que tem a maior participação, 38,2%, seguida pela TAM com 31% do mercado. A Azul tem 20,3% do mercado doméstico e, a Avianca, 9%. Enquanto a Gol reduziu sua participação em 0,81% na comparação com janeiro de 2015 e a TAM apresentou queda de 6,55%, a Avianca cresceu 24,39% e a Azul 1,69%.
No mercado internacional, a TAM responde pelo transporte de 63,7% dos passageiros, a Gol por 27%, a Azul, por 9,2% e a Aviança por 0,1%.

PORTAL G-1


Novo reitor toma posse no ITA em São José dos Campos, SP

Anderson Ribeiro Correia assumiu o cargo de reitor nesta sexta-feira (26). Ele atua há 11 anos na instituição e deve ficar no posto por quatro anos.

Poliana Casemiro Do G1 Vale Do Paraíba E Região

O novo reitor do Instituto Técnológico de Aeronáutica (ITA), Anderson Ribeiro Correia, tomou posse do cargo nesta sexta-feira (26). Anderson é mestre em engenharia de infraestrutura aeronáutica e foi escolhido entre 11 concorrentes pelo Comando da Aeronáutica.
Com a posse do novo reitor, Fernando Sakane, que exercia o cargo interinamente, deixa o posto. O novo reitor, que atua há 11 anos no ITA e estava à frente da Pró-Reitoria de Extensão e Cooperação do instituto há três anos.
Segundo Anderson, suas diretrizes durante a gestão serão a modernização da metodologia de ensino com intercâmbio de professores em institutos no exterior e a contratação de 60 novos profissionais para 2017, o investimento no empreendedorismo e a aproximação com a comunidade.
“Nossa ideia é modernizar o ensino em um instituto tradicional como o ITA e estimular a criação de tecnologias práticas, com o empreendedorismo, para aproximar da sociedade o conhecimento que é gerado aqui dentro”, diz Anderson.
O novo reitor vai manter a promessa de ampliação, com a abertura de 240 vagas para o vestibular até 2019. Apesar da ampliação na oferta de vagas, não há previsão de mudanças para o processo seletivo da instituição. Em 2015, o ITA bateu o recorde de inscritos com 12.500 candidatos.
Currículo
Anderson Ribeiro Correia é graduado em engenharia Civil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em engenharia de infraestrutura aeronáutica pelo ITA e doutor em engenharia de transportes pela University of Calgary, no Canadá.
Nos últimos três anos, o novo reitor do ITA esteve à frente da Pró-reitoria de Extensão e Cooperação da instituição. Ele também é membro do Conselho de Administração da Organização Brasileira para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Controle do Espaço Aéreo (CTCEA), do comitê Transportation Research Board, dos Estados Unidos, e do conselho deliberativo da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET).

Lei antiterrorismo precisa de aperfeiçoamentos, diz procurador


Blog Do Matheus Leitão

O secretário de Cooperação Internacional da Procuradoria Geral da República, procurador Vladimir Aras, afirmou ao blog nesta quinta-feira (25) que o texto aprovado na Câmara dos Deputados que tipifica o terrorismo no Brasil tem falhas na construção da redação, não contempla o terrorismo de cunho político, mas, ainda sim, é o momento de felicitar o Congresso.
“Há muitas condutas que ficariam fora do escopo da lei, quando ela for sancionada. Tente enquadrar o atentado do Charlie Hebdo, ou do 11 de setembro, em uma das características do crime de terrorismo nesta lei? É uma crítica legítima, razoável, mas por outro lado não é momento para lamentarmos, e sim para felicitar o Congresso. É uma lei, mas não é a melhor. Antes alguma do que nenhuma”, afirmou Aras.
Na opinião do procurador, um dos problemas da lei aprovada é a formulação dos tipos penais. Ou seja, qual é a conduta a ser considerada criminosa. O procurador acredita que o texto poderia ser mais preciso, para não abrir muitas interpretações caso venha ser necessário o seu uso.
“Quanto mais interpretações puderem ser dadas ao texto pior ele é do ponto de vista da legitimidade. É o critério da tipicidade. A doutrina ensina que os tipos, ou seja, a forma como o texto incriminador é construído, deve ser bem precisa e fechada, com verbos claros e condutas minimamente detalhadas. Isso pode ser aperfeiçoado nessa lei”, opina.
Um conceito do direito penal aponta que a conduta tipificada na legislação deve ser a mais delimitada possível para, em caso de um eventual crime cometido e os operadores da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do judiciário usarem o texto, ele não seja aberto a ponto de abarcar condutas que o legislador não queria incialmente.
Outro aperfeiçoamento necessário, na visão de Aras, diz respeito ao terrorismo por motivo político. “Não é a questão dos movimentos sociais. Eles estão fora desse critério. Ninguém pensa em colocá-lo, e nem deve, porque os movimentos sociais normalmente pleiteiam condutas do Estado previstas na Constituição. Isso é muito diferente do terrorismo, que quer obter de um Estado ou de uma organização internacional, no campo da ilegalidade e do absurdo”, explica Aras.
“Vejo que faltaram às palavras "motivos políticos", porque muitos dos ratos solitários [o FBI hoje não usa mais o termo lobo solitário] querem derrubar o Estado. O Estado Islâmico é um exemplo claro. É uma entidade quase estatal: tem território, tem governo, quer se instituir como um califado, e tem que finalidade? É por mero preconceito religioso? Se assim fosse, as pessoas que estão lá e são da mesma nacionalidade não seriam sujeitas atitudes terroristas”, explica o procurador.
Aras aponta que é uma pauta política de se estabelecer como poder regional, dominar determinado território e fazer valer a sua própria lei. “É um conteúdo político muito evidente. Não é conteúdo partidário, que fique bem claro. Político no sentido de organização da vida de uma comunidade, que normalmente é feita sob um Estado: o democrático de direito ou uma tirania”, diz, apontando exemplos como Estado Islâmico ou Boko Haran, na Nigéria. “Elas são entidades políticas que pretendem instalar tiranias com alguma vinculação "religiosa". Mas o que ele fazem sempre tem essa aspiração política”, afirma.
Na opinião de Aras, esse fator não está contemplado no texto aprovado na Câmara dos Deputados. “Pode gerar uma situação de atipicidade, quando o Ministério Público não pode usar a regra do direito penal para processar a pessoa porque a conduta dela não está prevista pelo crime”.

Aras também apontou avanços na lei. Segundo ele, quando sancionado, o texto atual servirá, por exemplo, para o caso de cooperação internacional -- caso de um país interessado em obter provas no Brasil em investigações antiterrorista. Com a lei, a prova poderá ser compartilhada com autorização judicial ou outros mecanismo formais de cooperação internacional.

Outro fator comemorado por Aras é que o texto aprovado responde às críticas recentes manifestadas pelo Grupo de Ação Financeira (Gafi), organização intergovernamental que considerou suspender o Brasi se não fosse aprovada legislação que criminalizasse o terrorismo e seu financiamento. “Essa possibilidade está excluída. Eles podem pedir algum ajuste, mas o financiamento está bem posto neste projeto, principal preocupação do Gafi”.

Como o blog revelou nesta quarta (24), mesmo antes da aprovação da lei, a Justiça Federal brasileira determinou o bloqueio de eventuais bens em território nacional de mais de mil pessoas e organizações listadas pela ONU por suspeitas de terrorismo. São pessoas que não moram no país, mas são supostos terroristas ou teriam ligações com o terrorismo internacional.
A PGR se empenha há anos para a aprovação desta lei. Esperava-se, por exemplo, que o Congresso Nacional legislasse há 40 anos, já que o primeiro tratado antiterrorismo conhecido é dos anos 70. “Depois que se esperou 40 anos por uma legislação, veio alguma que atendeu expectativas da comunidade do Exército, da Polícia Federal, da Abin e do Ministério Público. Para o momento, eu diria que será uma legislação suficiente”, diz o procurador. 
Aras espera que, no futuro, o Congresso volte a analisar o tema com mais calma, e aprove alguns ajustes para que a legislação brasileira fique em conformidade com o panorama internacional. “Resolve para as Olimpíadas. Mas espero que nunca seja necessária o uso dessa lei. Na verdade, é aquela lei que ninguém quer usar”.

Republic Airways, cliente da Embraer, pede recuperação judicial nos EUA

Empresa alega diversos trimestres de queda na receita. No fim de 2015, Embraer tinha 28 jatos E175 a serem entregues à cia.

Da Reuters

A companhia aérea regional norte-americana Republic Airways, importante cliente da fabricante brasileira de jatos Embraer, entrou com pedido de recuperação judicial na quinta-feira (25).
A Republic citou diversos trimestres de queda na receita após ter tido que manter aeronaves paradas em meio à falta de pilotos.
A empresa de voos regionais que complementa as malhas da American Airlines, Delta Air Lines e United Continental listou ativos de US$ 3,6 bilhões e passivos de US$ 3 bilhões, segundo documentos judiciais.
A Republic disse que o processo permitirá que continue normalmente sua operação enquanto reestrutura suas finanças e contratos.
No fim de 2015, a Embraer tinha 28 jatos E175 a serem entregues para a Republic, segundo dados da carteira de pedidos da fabricante.
Na manhã desta sexta-feira, a ação da Embraer caía quase 4% na bolsa paulista, enquanto o Ibovespa subia 1% às 10h35.

Duas pessoas morrem em queda de monomotor na região de Londrina

Homem e mulher estavam no avião e morreram na hora, segundo polícia. Ainda não se sabe o que causou a queda e quem pilotava a aeronave.

Um monomotor caiu no fim da manhã desta sexta-feira (26) entre os municípios de Jaguapitã e Porecatu, na região de Londrina, norte do Paraná. Um homem e uma mulher morreram na hora, de acordo com a Polícia Civil.
Segundo a polícia, o avião caiu próximo a uma plantação de soja. Ainda não se sabe os motivos que causaram a queda.
A Polícia Civil divulgou os nomes das vítimas às 15h. Morreram no acidente a advogada Jane Resina Fernandes de Oliveira e o marido dela, Paulo Cesar de Oliveira, de Mato Grosso do Sul. A polícia disse ainda que o casal viajava de Campo Grande para Londrina.
O escritório de advocacia Resina e Marcon, empresa da advogada morta no acidente aéreo, divulgou que os corpos do casal serão cremados em Londrina.
Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Médico-Legal (IML) e levados à Londrina.

Seripa II descarta falha mecânica em queda de helicóptero em Alagoas

Perito diz que comissão não constatou falha que prejudicasse o voo. Aeronave da SSP-AL caiu em setembro de 2015 e matou quatro militares.

Lucas Leite

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II) informou, nesta sexta-feira (26), que descarta falha mecânica na queda de um helicóptero da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), no dia 23 de setembro de 2015, que deixou quatro militares mortos, no bairro da Santa Lúcia, em Maceió.
De acordo com o perito da Seripa II, coronel José Roberto Mendes da Silva, a perícia de dois destroços foram realizadas pelo órgão, além de representantes da Força Aérea Brasileira (FAB) e da empresa fabricante da aeronave.
“Fomos em novembro para Maceió e analisamos duas partes do helicóptero, porque o restante queimou bastante. No que analisamos, durante os dois dias, não identificamos nenhuma falha mecânica ou algo que viesse comprometer o voo”, afirma o coronel.
A assessoria de comunicação da SSP-AL informou que não vai se pronunciar sobre o assunto pois não foi notificada oficialmente.
Silva relata ainda que a hipótese trabalhada é que houve uma falha humana durante o voo.
“Não podemos afirmar com certeza, pois não há caixa-preta neste modelo do helicóptero que monitorasse a conversa dos participantes, e nem os dados do voo. Mas é certo que não houve nenhuma falha mecânica”, relata o militar.
Segundo o coronel e perito, o relatório da FAB já está com a Seripa II, que aguarda apenas o posicionamento da empresa fabricante do helicóptero, com sede nos Estados Unidos da América.
"Apesar de não ter o relatório em mãos, eu sei que ele não vai apontar nenhuma falha mecânica durante o acidente. Estou apenas aguardando para reproduzir exatamente as palavras do engenheiro nos documentos”, explica Silva.
Polícia Civil e Anac
O delegado Manoel Acácio, que foi designado para investigar o caso, informou à reportagem do G1 que não foi notificado oficialmente sobre o assunto e que quando o relatório oficial for entregue, um relatório será confeccionado para acrescentar informações ao inquérito.
No dia 1 de dezembro de 2015, as investigações da polícia já descartavam a falha mecânica durante o acidente.
O prazo para a conclusão do inquérito terminou no dia 23 de novembro. O delegado disse que aguarda um relatório do Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II) para que ele seja concluído e encaminhado à Justiça.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou, no dia 23 de setembro, um documento que afirmava que a aeronave de modelo 206L-3 e prefixo PP-ELA estava apta para voar até o ano de 2020.
Mortos
Os militares que morreram na tragédia foram o major do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) Milton Carnaúba Gomes Paiva, o Capitão da Polícia Militar (PM) Mário Henrique de Assunção e os soldados da PM Marcos de Moura Pereira e Diogo de Melo Gonzaga.
Em nota, tanto a PM quanto o CBM exaltaram o serviço prestado pelos militares até o dia da morte.
A viúva do capitão Assunção foi ao local do acidente. Bastante abalada, ela disse que "ele morreu fazendo o que mais gostava". Segundo Simone Assunção, o capitão tinha 23 anos de polícia e "muito orgulho farda".
Em nota oficial, o governo do Estado também lamentou a tragédia e adotou o mesmo procedimento.
"Tinham dois pilotos experientes [a bordo], dois tripulantes, todos militares. Estamos muito surpresos com o que aconteceu, mas vamos aguardar as investigações para determinar o que verdadeiramente aconteceu", afirmou o governador Renan Filho (PMDB) ao ressaltar que o Estado vai prestar total apoio às famílias das vítimas.

Projeto pode permitir a estrangeiro controlar empresa aérea no Brasil

Permissão seria apenas em caso de reciprocidade entre Brasil e outro país. Legislação prevê atualmente participação estrangeira máxima de 20%.

Fábio Amato

O governo federal vai propor uma mudança na lei para que grupos estrangeiros sejam autorizados a controlar empresas aéreas que operam dentro do Brasil. Atualmente, o Codigo Brasileiro de Aeronáutica (CBA) limita a participação estrangeira em 20%.
Uma mudança nessa legislação vem sendo discutida há anos. A principal discussão, porém, girava em torno do aumento na participação de estrangeiros, para até 49%, mantendo o controle das empresas aéreas em mãos de empresários brasileiros.

Nesta sexta-feira (26), o Ministério da Fazenda informou que vai encaminhar ao Congresso, nos próximos dias, um projeto que eleva de 20% para 49% a participação de grupos de fora.
A proposta, porém, vai prever uma segunda situação: nos casos de reciprocidade entre os países, esse percentual pode ser ainda maior.
Isso significa, por exemplo, que empresários chilenos vão poder ter 50% ou mais das ações de uma empresa aérea brasileira, desde que haja um acordo, assinado entre os governos de Brasil e Chile, prevendo o mesmo direito a grupos brasileiros.
“(...) o governo deverá encaminhar medida legislativa ao Congresso Nacional propondo o aumento da participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras para 49%, alterando, para tanto, o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei nº 7.565, de 1986). Além disso, nos casos de reciprocidade este aumento poderá ser elevado”, informou ao G1 o Ministério da Fazenda.
A medida, se aprovada, valeria tanto para empresas que já operam no Brasil como eventuais novas aéreas que viessem a começar a voar por aqui.

Investimentos
O Ministério da Fazenda informou ainda que a mudança “é uma prioridade para a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.” E que, com ela, o governo espera incentivar a entrada no país de “novas fontes de recursos para capitalizar o setor de transporte aéreo.”
As empresas aéreas brasileiras vêm sofrendo prejuízos causados, especialmente, pela valorização do dólar frente ao real. O Gol registrou, no terceiro trimestre de 2015, perdas de R$ 2,13 bilhões. No mesmo período, a Latam, empresa que reúne as operações da chilena LAN e da brasileira TAM, teve prejuízo de US$ 113,3 milhões.
O ministério defende ainda que a proposta pode facilitar a “entrada de novas empresas no setor, o que aumenta as condições de concorrência, fato esse extremamente desejável para a sociedade.”
“Ela [mudança na lei] permitirá a capitalização das empresas, o que garante fôlego financeiro; possibilidade de entrada de novas empresas no setor; e possibilidade de aumento da competição e seus efeitos benéficos sobre a sociedade”, completou o Ministério da Fazenda.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Verdades aéreas

É possível que a fabricante canadense de aviões Bombardier tenha de ser socorrida novamente

The Economist

Apesar de a demanda por aeronaves comerciais estar aquecida em todo o mundo, na América do Norte as fabricantes de aviões tiveram alguns meses difíceis. Neste começo de ano, as ações da Boeing registraram as duas maiores quedas diárias de sua história, causadas por revisões para baixo em suas projeções de produção e por notícias de que as autoridades estão investigando os métodos contábeis da empresa.
Mas os problemas do maior grupo aeroespacial dos Estados Unidos parecem brincadeira de criança quando comparados com os da canadense Bombardier, que, além de aviões, também fabrica trens. A companhia informou que teve um prejuízo líquido de US$ 5,3 bilhões em 2015, provocado principalmente por baixas contábeis e por uma queda nas encomendas, que de 2014 para cá recuaram US$ 10 bilhões. Muitos se perguntam se a empresa ficará sem caixa.
A unidade de trens da Bombardier vem tendo bom desempenho. Mas a divisão aeroespacial, que, descontadas as baixas contábeis, gerou apenas US$ 138 milhões em lucros em 2015, é fonte de pesadelos para seus executivos. As partes do negócio que costumavam dar bons lucros começam a patinar. Segundo Stephen Trent, do Citigroup, o mercado de jatos executivos, em particular os de maior porte, vem sofrendo com a desaceleração das economias emergentes. E mesmo no segmento de aviões executivos de pequeno e médio porte, a Bombardier está perdendo terreno para concorrentes como Textron e Embraer.
De qualquer forma, o maior problema da empresa é o CSeries, projeto que envolve o desenvolvimento de uma aeronave capaz de transportar entre 100 e 150 passageiros, com o objetivo de quebrar o duopólio mantido pela Airbus e pela Boeing. Passados três anos, e a um custo de US$ 5,4 bilhões, em vez dos US$ 3,5 bilhões originalmente previstos, o projeto tem se revelado um sorvedouro de recursos. Embora devesse entrar em operação ainda neste ano, o avião ainda não obteve seu certificado de segurança nos Estados Unidos e na Europa. A política de preços extremamente agressiva adotada na comercialização das aeronaves A320neo, da Airbus, e 737 MAX, da Boeing, combinada com as dúvidas em relação à viabilidade financeira da Bombardier, contribuiu para deteriorar ainda mais o fluxo de caixa da empresa. Até duas semanas atrás, quando a Air Canada anunciou a aquisição de até 75 unidades da versão maior do novo avião, o CS300, a Bombardier não recebia novas encomendas desde 2014.
Vai demorar um bom tempo para os canadenses recuperarem os investimentos que fizeram no CSeries, diz Bjorn Fehrm, da consultoria Leeham Company, especializada em aviação. O custo unitário dos primeiros 15 aviões produzidos este ano chega a US$ 60 milhões, mas cada unidade será vendida por cerca de US$ 30 milhões apenas. O projeto só entrará no azul quando 200 aeronaves, aproximadamente, tiverem sido entregues. Como o CSeries se destaca pela economia no consumo de combustível, é possível que as encomendas aumentem quando o preço do petróleo se recuperar. Até agora, porém, foram comercializadas somente 318 unidades se a encomenda da Air Canada se confirmar por completo.
Enquanto as vendas não deslancham, a empresa precisa reforçar o caixa. No ano passado, a Bombardier ofereceu à Airbus uma participação majoritária no CSeries, mas os europeus não se interessaram. Então a província de Quebec, onde a empresa tem sede, ofereceu US$ 1 bilhão por 49,5% do projeto e se comprometeu a dar mais US$ 1,5 bilhão de seu fundo de pensão por uma participação na unidade responsável pela fabricação de trens.
Dificilmente esse dinheiro será suficiente. Portanto, a pergunta a se fazer é: de onde virá a próxima injeção de capital? Não parece provável que a Airbus mude de ideia em relação ao CSeries, e a Boeing está às voltas com seus próprios problemas. Um investimento da estatal chinesa Comac, que também vem se esforçando para entrar no segmento dominado pela dupla Airbus-Boeing, e com a qual a Bombardier assinou um acordo de cooperação em 2011, parece politicamente tóxico demais para se viabilizar. O eleitorado canadense não iria gostar nem um pouco de ver uma campeã nacional cair em mãos chinesas.
Em vista disso, o mais provável é que o socorro, em troca de uma participação no CSeries, venha do governo do Canadá ou do governo provincial de Quebec. Há duas semanas, a Bombardier demitiu 7 mil funcionários; o temor de que sejam necessários cortes ainda maiores pode obrigar os políticos a entrar em cena. Se isso acontecer, os contribuintes canadenses terão de esperar anos para ver seu dinheiro de volta – se é que verão.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Antártica terá nova Estação Brasileira de pesquisa científica


ImagemReconhecido internacionalmente por sua substancial contribuição científica na Antártica, o Brasil voltará a ter sua base que integra o Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). O lançamento da pedra fundamental da nova Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) será feito na próxima segunda-feira (29), pelo ministro da Defesa, Aldo Rebelo.

Após o grave incêndio, ocorrido no dia 25 de fevereiro de 2012, que destruiu a edificação principal da Estação, foi realizado um exitoso e complexo planejamento logístico-operacional, envolvendo pesquisadores, militares e civis, além do emprego de cinco navios, para instalação dos Módulos Antárticos Emergenciais (MAE), que permitiu a permanência brasileira na Antártica e a continuidade das pesquisas.
O Programa Antártico Brasileiro, sob a coordenação da Marinha do Brasil, foi criado em 1982 por um grupo de pesquisadores com o objetivo de desenvolver um programa científico que incluísse o Brasil entre os países do Tratado da Antártica. Em 1991, a assinatura do Protocolo de Madri classificou a Antártica como reserva natural dedicada à paz e à ciência.
As obras para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz começaram em dezembro de 2015, após a empresa China Electronics Imports and Exports Corporation (CEIEC) vencer a licitação. A conclusão da obra está prevista para 2018.
A nova Estação
O conceito do projeto da nova Comandante Ferraz foi construir uma estação, localizada na Península Keller, que atendesse aos anseios da comunidade científica e que servisse como referência para futuras edificações na Antártica.
Ela comportará 64 pessoas em uma área de aproximadamente 4.500 m². Com um design moderno e tecnologia de ponta, a edificação brasileira contará com 17 laboratórios, setor de saúde, biblioteca, sala de estar, entre outros departamentos.
Para a concepção da nova base brasileira, foi levada em consideração uma arquitetura capaz de prover condições para que a vida humana possa estar presente até mesmo nos locais mais longínquos e inóspitos do planeta, em plenas condições de segurança e em harmonia com o meio em que estiver inserida.
Adotou-se um conceito de planejamento semelhante ao que seria empregado para a concepção de uma cidade de pequeno porte, isolada das demais facilidades urbanas, em que se devem ter condições de vida, com boa qualidade e segurança, para toda a população residente.

Sobre o PROANTAR
Nas suas três décadas, o Programa Antártico Brasileiro realizou uma média anual de vinte projetos de pesquisas nas áreas de oceanografia, biologia, biologia marinha, glaciologia, geologia, meteorologia e arquitetura, além de permitir à Marinha do Brasil, com o apoio da Força Aérea Brasileira, realizar uma das maiores operações de apoio logístico, em termos de complexidade e distância.
As atividades científicas são propostas e desenvolvidas por estudiosos de universidades e instituições de pesquisa de diversas regiões do Brasil que, de forma interdisciplinar e interinstitucional, conduzem investigações nas áreas de Ciências da Terra, Ciências da Atmosfera e Ciências da Vida.
Operações
As missões de apoio à Estação Antártica Brasileira são organizadas pela Marinha, por meio da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) que, além da parte logística e operacional, prepara o cronograma de revezamento dos pesquisadores ao longo da operação.
O PROANTAR realiza atividades científicas na Antártica durante todo o ano, mas, a exemplo dos outros Programas, é no verão antártico (outubro a março) que ocorre a movimentação de pesquisadores, pessoal de apoio, equipamentos e material.
Em função das condições climáticas e do congelamento do mar, as operações também ocorrem apenas nesse período, quando cerca de 200 pesquisadores realizam suas atividades. O planejamento anual de atividades é denominado Operação Antártica (OPERANTAR), e sua execução tem ocorrido desde o ano de 1982, quando teve início a OPERANTAR I.

AGÊNCIA BRASIL


Agentes encontram focos do Aedes aegypti em 1,3 milhão de imóveis do país


Aline Leal

Equipes de combate ao Aedes aegypti visitaram na última semana 14,1 milhões de imóveis, totalizando 41,5 milhões de casas e prédios comerciais vistoriados desde janeiro. Ao todo, foram encontrados focos do mosquito transmissor do vírus Zika e da dengue em 1,3 milhão de imóveis, o que representa 3,3% dos visitados.
Ao todo, foram vistoriados 61,8% dos imóveis previstos. No balanço da semana passada, 27,4 milhões de imóveis tinham sido percorridos pelos mais de 300 mil agentes comunitários de saúde e de controle de endemias, com apoio dos militares das Forças Armadas, destacados para identificação e eliminação de focos do mosquito.
A meta é reduzir esse índice de infestação para menos de 1% de imóveis com foco. A Sala Nacional contabilizou a recusa de acesso a 155,2 mil imóveis, além de 9,2 milhões de domicílios fechados.
Micreocefalia
O último boletim do Ministério da Saúde informa que 583 recém-nascidos foram diagnosticados com microcefalia e mais 4.107 casos estão sendo investigados para confirmação ou descarte do diagnóstico da malformação. A pasta ainda investiga quantos casos estão relacionados ao vírus Zika.

OUTRAS MÍDIAS


CANAL RIO CLARO (SP)


Governo federal anuncia projeto executivo do aeroporto regional

Redação Canal Rio Claro

Os prefeitos Du Altimari, de Rio Claro, e Valmir Gonçalves de Almeida, de Iracemápolis, estiveram na manhã desta quinta-feira (25) na área que está sendo preparada para a construção do aeroporto regional do Aglomerado Urbano de Piracicaba, localizada na divisa dos dois municípios.
Nesta semana, Altimari e o secretário municipal de Governo, Marcos Pisconti Machado, estiveram na Secretaria Nacional de Aviação Civil, em Brasília, onde receberam a informação de que o projeto executivo do aeroporto e as licenças ambientais para sua implantação deverão estar concluídos até o meio do ano. Essa é considerada a última etapa técnica antes das licitações para construção do aeroporto.
Para Altimari, essas e outras novas definições apontam para o andamento positivo dos trabalhos de implantação do aeroporto regional. “A concretização do aeroporto vai representar um impulso extraordinário para a economia da região”, comenta.
Para o prefeito Valmir, essa nova etapa informada por Altimari “vem confirmar o que está sendo debatido, abrindo um horizonte positivo para o futuro de desenvolvimento dos municípios do Aglomerado de Piracicaba”.
De acordo com o anteprojeto que foi desenvolvido com gerenciamento do Banco do Brasil, o aeroporto ficará ao lado da praça de pedágios na rodovia que liga Rio Claro a Piracicaba, para atender população estimada em 1.300.000 habitantes.
O assunto vem sendo tratado desde o final de 2012, quando o governo federal lançou o Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos, que inclui investimentos em 270 aeroporto regionais. Rio Claro e Piracicaba foram incluídos na lista de municípios a serem atendidos pelo programa, e abriram mão de aeroportos exclusivos para terem um aeroporto regional.
Em análise do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego (Cindacta 1), do Comando da Aeronáutica, a área do aeroporto regional é operacionalmente viável do ponto de vista da circulação aérea e da segurança das operações aéreas.

MANCHETE ONLINE (RJ)


Drones auxiliam operações do Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros do Rio tem colocado a tecnologia como aliada em suas operações. A corporação está usando drones na busca por focos do Aedes aegypti e no resgate de pessoas em risco de afogamento nas praias.
Uma força-tarefa formada por 800 bombeiros realiza vistorias em imóveis urbanos desde a última terça-feira (23). Capacitados por técnicos da Secretaria de Saúde, eles têm apoiado as equipes de agentes municipais de controle de endemias em busca de focos do mosquito.
Os militares também atuam na conscientização da população quanto à importância da prevenção de criadouros de larvas. Esta semana, eles percorreram ruas de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Responsável pela Coordenadoria de Operações com Veículo Aéreo Não Tripulado, o tenente-coronel Rodrigo Bastos explicou que o equipamento faz imagens em 4 K, de alta resolução, dos imóveis que são enviadas em tempo real para um tablet.
– O uso do drone tem agilizado as buscas. O que faríamos em cinco dias conseguimos fazer em 30 minutos, além de ganharmos tempo, minimizamos o efetivo. Quando identificamos um possível foco do mosquito, enviamos os dados para uma equipe verificar o local. Nossa parceria com a Secretaria de Saúde será mantida pelo tempo que for necessário para acabarmos com essa epidemia – disse o tenente-coronel.
Outro drone do Corpo de Bombeiros está sendo usado pelo 3º Grupamento Marítimo, na praia de Copacabana, para ajudar nos salvamentos. Em caso de afogamento, o equipamento localiza a posição exata da vítima e libera a boia que está acoplada. Enquanto isso, os guarda-vidas são acionados para resgatar a pessoa, podendo ter o apoio de jet-skys, botes aquáticos, lanchas e aeronaves.
O Corpo de Bombeiros do Rio é a primeira entidade pública do Brasil a ter autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) da Marinha para usar os drones. Para isso, os 15 militares, que atuam nas duas operações, fizeram um curso de 240 horas para operar os equipamentos.
Atualmente, a corporação tem três drones com câmeras acopladas, que podem ser usados em atividades operacionais como salvamentos e monitoramentos. O Corpo de Bombeiros fará uma licitação para aquisição de equipamentos com câmeras térmica e noturna.

PORTAL PANROTAS


Aeroporto de Gov. Valadares (MG) quadruplica terminal

Karina Cedeño

O aeroporto de Governador Valadares (MG) terá o seu terminal de passageiros quadruplicado, por meio de investimentos do Programa de Aviação Regional no Estado.
Além desta reformulação, o aeroporto também ganhará um novo pátio de aeronaves – agora com seis posições –, nova Seção Contra Incêndio, equipamentos de navegação aérea para operação de voos noturnos, além de reforço na pista de pouso e decolagem para operação de aeronaves maiores.
O objetivo de todas estas mudanças é, de acordo com a Secretaria de Aviação, transformar o aeródromo do município em um aeroporto regional com operação adequada à aviação comercial, bem como aumentar sua capacidade de operação.
“O projeto de investimentos pelo Programa de Aviação Regional no aeroporto, além de ampliar e modernizar a infraestrutura aeroportuária, irá promover o desenvolvimento social e econômico da região. O regional terá ainda mais força e autonomia de crescimento, tanto no que diz respeito à cultura local como ao comércio e à indústria”, afirma o secretário de Aeroportos da Secretaria de Aviação, Leonardo Cruz.
Ele recebeu hoje, em Brasília, a prefeita do município mineiro, Elisa Costa, juntamente com o secretário de Serviços Urbanos, Marco Bertoncini, para uma reunião sobre o assunto.
A Secretaria, inclusive, dará o apoio necessário às questões pertinentes ao licenciamento, que ficará a cargo do órgão ambiental do Estado, a Supram Superintendências Regionais de Minas Gerais (Supram).
Com Estudo Preliminar (EP) aprovado, o aeroporto agora entra em processo de licenciamento ambiental e passará para a próxima fase de Anteprojeto (AP), etapa anterior à licitação e início das obras.
MAIS DESENVOLVIMENTO
O aeródromo de Caldas Novas (GO), também incluso no Programa de Aviação Regional, está na fase de Anteprojeto (AP), em processo de licenciamento ambiental. Em reunião realizada anteontem (23) na sede da Secretaria de Aviação, em Brasília (DF), os representantes da Socicam, concessionária que administra o aeroporto, discutiram os investimentos previstos para o aeroporto e as próximas etapas do projeto.

CORREIO DO ESTADO (MS)


Queda de avião mata advogada campo-grandense e piloto

Aeronave de pequeno porte caiu no Paraná e equipe da FAB está a caminho
Aliny Mary Dias e Kleber Clajus
Advogada campo-grandense e marido, que pilotava aeronave, morreram por volta das 11 horas desta sexta-feira (26) em acidente, na cidade de Jaguapitã, no interior do Paraná. Informações iniciais indicam que o avião de pequeno porte decolou de Campo Grande na manhã de hoje.
A Força Aérea Brasileira (FAB) já foi acionada e enviou equipe para o local. Uma das vítimas, segundo a imprensa local, é a advogada Jane Resina de Oliveira, sócia-proprietária da empresa Resina & Marcon advogados. O seu esposo, o engenheiro Paulo César de Oliveira, que pilotava o avião, também morreu.
De acordo com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), Mansour Karmouche, a informação que chegou até a entidade é que além de Jane, o marido dela, o engenheiro Paulo César de Oliveira, também estaria na aeronave.
A aeronave caiu em uma fazenda, localizada na área rural do município.
Vagner Gonçalves é o dono da aeronave experimental de pequeno porte, que estava com a documentação em dia, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Equipes do Instituto Médico Legal (IML) do Paraná acompanham o caso.

OBSERVADOR (PORTUGAL)


Bulgária quer comprar F16 a Portugal

Pergunta foi feita já a este Governo. Ministério da Defesa está a ponderar adquirir mais F16 aos EUA para modernizá-los e revendê-los ao antigo país do Bloco de Leste.
A Bulgária está interessada em comprar F16 a Portugal e já fez a pergunta ao atual Governo sobre se tinha aparelhos disponíveis para venda, à semelhança do que aconteceu recentemente com a Roménia.
O ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, confirmou esse contacto, durante a audição parlamentar sobre o Orçamento para 2016 e na sequência de uma pergunta do CDS, adiantando, contudo, que os aviões F16 que a Força Aérea tem são necessários e que não podem ser alienados. O Governo, revelou o ministro, está a “estudar a hipótese” de adquirir mais F16, que são disponibilizados pelos EUA a Portugal ao abrigo de um acordo militar bilateral de cooperação, para depois fazer, em solo português, uma modernização (MLU) das aeronave e vendê-las posteriormente.
“Não vamos pôr em causa a capacidade operacional da Força Aérea”, garantiu o ministro, acrescentando que a Bulgária manifestou o seu interesse dada a “qualificação, honestidade e cumprimento de prazos” evidenciados pelas Forças Armadas.
Os aviões norte-americanos iriam substituir os Mig-21, de fabrico soviético, da Força Aérea búlgara.
Portugal vendeu, em 2013, 12 aviões F16 à Roménia por 78 milhões de euros. Os aparelhos vão ser entregues durante este ano e 2017.
O contrato tinha o valor de 186 milhões de euros, mas como a modernização custou 108, o lucro foi de 78 milhões. Três dos 12 aviões tiveram que ser comprados com o propósito de revenda aos EUA, pois a Força Aérea só dispunha de nove.
Ao todo, Portugal tinha 39 caças e a Força Aérea pretendia ficar com 30 – sendo que uma parte destes ainda não fez a actualização mid-life update (MLU).
A primeira esquadra de 20 F-16 foi comprada no tempo de Cavaco Silva, numa altura em que o ministro da Defesa era Fernando Nogueira, tendo os aviões chegado a Portugal em 1994. A segunda esquadra foi comprada durante o governo de António Guterres, era ministro da defesa Veiga Simão, tendo as aeronaves sido entregues à Força Aérea portuguesa em 1999. Nessa altura, custaram 50 milhões de euros.
Desde que a segunda esquadra foi recebida que o objetivo era modernizá-la, razão pela qual os aviões ficaram na base de Monte Real exatamente como vieram dos EUA, empacotados por blocos de peças, à espera de haver dinheiro para a sua montagem. Esse trabalho só começou em 2004, na OGMA, foi sendo gradual e, a determinada altura, a prioridade foi preparar primeiro os aviões a ser vendidos.

SIDNEY REZENDE


Contra a dengue, Liga-SP anuncia intervenção em terreno onde estão as alegorias

A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo anuncia medidas de combate ao mosquito da dengue, o Aedes Aegypti, e outras pragas no local onde estão estacionados os carros alegóricos das agremiações filiadas.
Com o término dos desfiles as alegorias que passaram pelo sambódromo do Anhembi no Carnaval de 2016 ficam no terreno da Aeronáutica, localizado na Avenida Olavo Fontoura, Zona Norte da cidade.
A entidade gestora do Carnaval paulistano responsável provisóriamente pela área, em parceria com as Subprefeituras da Casa Verde e de Santana, a SPTuris e a Amlurb, informa que estão sendo tomadas uma série de providências para a prevenção contra infestação do local:
- Vistoria da área por agentes das Supervisões de Vigilância em Saúde de Santana e Casa Verde;
- Limpeza do córrego por agentes das duas subprefeituras;
- Retirada de parte das alegorias por integrantes das escolas de samba;
- Limpeza geral da área e retirada de lixo feita pela concessionária da Amlurb responsável pela região;
- Mutirões integrados de prevenção, com aplicação de pesticidas e outros, com a participação de integrantes da Liga-SP e Amlurb, sob supervisão de agentes das SUVIS das subprefeituras locais;
- Treinamento de pessoal da Liga-SP para ações periódicas até a retirada total dos carros alegóricos.



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