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Buscas por helicóptero desaparecido na divisa com Rondônia já duram dez dias

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Continuam as buscas para encontrar o helicóptero da empresa táxi aéreo JVC, que desapareceu no último dia 15 deste mês, no município de Lábrea localizado no Sul do Amazonas, e que faz divisa com Rondônia. As buscas já duram dez dias e são realizadas na região onde os tripulantes fizeram o último contato com a torre de controle.

O piloto Silvar Apolinário, de 69 anos, e o mecânico Gilson Jesus de Aquino, de 51 anos estavam em missão para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Eles iriam transportar uma indígena da aldeia Suruwaha para o hospital de Lábrea. A Força Aérea Brasileira (FAB) montou uma base área em Lábrea e as buscas pelos dois tripulantes do helicoptero Esquilo AS50, prefixo PT HLE devem continuar na região do município de Canutama, à 555 Km de Manaus.

As equipes militares de resgate ainda não encontraram nenhum indício dos desaparecidos. A empresa JVC também está com um helicóptero realizando as buscas desde a sexta-feira, dia do desaparecimento.

A mulher do mecânico, Silvania Maria Moura, teria informado que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Salvaero) enviaria uma aeronave que rastreia metais para auxiliar nas buscas. A Tenente Gabriela da Força Aerea Brasileira (FAB) informou ao Portal Amazônia que não há nenhuma aeronave que rastreia metais auxiliando os trabalhos.

A oficial disse ainda que as buscas são feitas pelas aeronaves FC95 Bandeirantes e UH-1H, da base aérea de Campo Grande, especializada em resgate além de um navio Patrulha Fluvial Roraima da Marinha do Brasil, para percorrer o rio Purús, entre Lábrea e Canutama, à procura dos desaparecidos e buscar junto aos ribeirinhos novas pistas sobre o acidente.

As equipes de resgate também se deslocam na selva por meio de rapel até as áreas de maior probabilidade da queda, principalmente quando há indícios do acidente, como uma árvore quebrada ou retorcida, por exemplo. A FAB informou ainda que o Bandeirante realiza buscas em uma área de 4 mil Km de abrangência no município de Canutama.

A FAB também montou uma base de operações em Canutama, no Amazonas, onde trabalham mais de 20 militares. Para abastecer as aeronaves utilizadas nas operações de resgate, a FAB enviou combustível pela C105 Amazonas.

Fonte: Estadão do Norte on line, via NOTIMP






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