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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 21/07/2017 / Primeiro dirigível tripulado fabricado no Brasil voará na próxima semana

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Primeiro dirigível tripulado fabricado no Brasil voará na próxima semana ...  


Fernando Valduga ...  


A empresa brasileira Airship do Brasil, especializada na construção de dirigíveis, vai realizar na semana que vem o primeiro voo de um dirigível tripulado construído na América Latina, o dirigível tripulado modelo ADB 3-X01, em São Carlos, interior de São Paulo. Na ocasião, também serão lançados o Carimbo Comemorativo e a apresentação do Selo Personalizado por parte dos Correios do Brasil.

O voo inaugural será no dia 24 de julho, no espaço aéreo das dependências da Airship do Brasil em São Carlos. Pronto para emprego nas Forças Armadas e em processo de certificação do modelo 3-3, que permitirá sua comercialização civil, a qual deverá estar pronto para o mercado em 2018.

“Trata-se de um momento histórico para o País, pois será o primeiro dirigível construído no Brasil (e na América Latina), apesar de termos a primazia de sermos a terra de Alberto Santos Dumont. Como é de conhecimento geral, este aeronauta brasileiro, pioneiro na aviação mais leve que o ar que conseguiu dar dirigibilidade aos balões com seu dirigível Nr 3 em 1899, realizou todos os seus experimentos em solo europeu, mais especificamente na França, que o reconhece, merecidamente, como o Pai da Aviação”, comenta o diretor de Relações Institucionais da ADB, Marcelo Augusto de Felippes.

Esta série ADB 3-3, cujo representativo será apresentado ao público dia 24, possui diversas aplicações de treinamento e vigilância, entre elas:

Treinamento de pilotos, tripulação e equipe de solo pela Escola de Aviação Mais Leve que o Ar (ESALTA), instituída pela Airship do Brasil;

Vigilância e monitoramento para segurança, proteção do meio ambiente, prevenção de queimadas, controle de fronteiras, entre outros (com uso de câmeras, radares, holofotes, etc.), aplicações favorecidas por sua grande autonomia de tempo em voo;

Transporte de passageiros para lazer em voos panorâmicos;

Voos de reconhecimento aerofotométrico, agricultura, busca e salvamento;

Transporte de pequenas cargas ou passageiros para áreas de difícil acesso e sem infraestrutura aeroportuária;

Inspeção de linhas de transmissão de energia elétrica ou estruturas similares;

Marketing e propaganda com marcas impressas em seu envelope e gôndola.

Para essas finalidades, a aeronave foi projetada com 49 m de comprimento e 17 m de altura, com capacidade de carga em torno de 1 tonelada, e espaço para um piloto e até 5 outros ocupantes. Possui um motor de potência 300 HP, atingindo velocidades de até 85 km/h.

Dirigíveis dispensam pista para decolagem e pouso e podem ser fabricados para grande autonomia de tempo em ar. Estas aeronaves utilizam sustentação aerostática, podendo flutuar mesmo sem propulsão de motor, o que concede grande segurança ao voo. Adicionalmente, são equipamentos com menor consumo de combustível por quilômetro percorrido se comparados à aviação convencional.

O diretor da empresa Transportes Bertolini e presidente da FETRANSUL, Paulo Vicente Caleffi, afirma que as plataformas aéreas para carga vieram para suprir uma parte do transporte não atendida por outros modais. “O acesso em lugares inóspitos, desprovidos de infraestrutura, poderão ser atendidos pelos dirigíveis cargueiros. A Amazônia, área principal de atuação das Empresas de Transporte da Bertolini, tem esta característica de inacessibilidade e caberá a este novo modal proporcionar um crescimento econômico sustentável com o meio ambiente que precisa ser preservado”, enfatiza.

Encontra-se em desenvolvimento o ADB-3-30, dirigível cargueiro com capacidade de carga para 30 toneladas, 330 m3, 125km/h e autonomia customizada.

A Airship do Brasil, empresa de tecnologia “mais leve que o ar”, é uma empresa localizada em São Carlos, interior de São Paulo, e é norteada pelo pioneirismo no país no setor de dirigíveis tripulados. Atualmente, somente 6 empresas no mundo possuem o ciclo completo da tecnologia mais leve que o ar e o Brasil entra para o seleto grupo dos 5 países que dominam o conhecimento que pode ser utilizado na aeronáutica e aeroespacial.

A companhia, do mesmo grupo empresarial da Transportes Bertolini sediada em Bento Gonçalves, iniciou suas atividades com projetos de dirigível não tripulados radiocontrolados, os denominados ADB-1 e ADB-2, e balões cativos de vigilância, denominados aeróstatos, porém em 2017 demonstra seu mais novo produto: o dirigível tripulado modelo ADB 3-X01, o primeiro construído na América Latina.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Governo federal envia mil policiais da Força Nacional e PRF ao Rio

O governo federal informou que mil homens da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal já estão reforçando a segurança no Rio de Janeiro.

Luiza Franco, De Brasília

Em pronunciamento após reunião com o presidente Michel Temer (PMDB), nesta quinta-feira (20), o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) disse que o Estado receberia um reforço de 620 homens da Força Nacional –1,3% do efetivo da PM– e de 380 da Polícia Rodoviária Federal.
No entanto, o Ministério da Justiça e a PRF dizem que as equipes já estão no Estado. Em meio ao agravamento da violência no Rio de Janeiro, o Ministério da Defesa também colocou as Forças Armadas à disposição do governo do Rio.
"Estamos à disposição para apoiar esta fase Rio de Janeiro do Plano Nacional de Segurança", disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann, após a reunião no Palácio do Planalto, na qual esteve presente também o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM).
As Forças serão acionadas se forem convocadas pelo governador, como aconteceu em fevereiro deste ano, quando elas foram empregadas na região metropolitana. Representantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica já estão no Rio, atuando na área de inteligência, no âmbito do Plano Nacional de Segurança, anunciado por Temer em janeiro.
Com um buraco de R$ 21 bilhões nos cofres do Estado, o Rio vive desmonte da política de segurança pública.
Dados do ISP (Instituto de Segurança Pública), ligado ao governo estadual, mostram que desde 2009 não é tão alta a taxa de crimes com morte violenta –homicídio intencional, roubo seguido de morte, lesão corporal seguida de morte e homicídio após oposição à intervenção policial.
Não há recursos para contratar PMs aprovados em concurso. Policiais não receberam o 13º salário de 2016 nem o adicional por atingir metas e pelo trabalho na Olimpíada. A corporação denuncia o mau estado de equipamentos.
A política de UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) ruiu –um estudo da PM aponta que houve 13 confrontos em lugares com UPP em 2011, contra 1.555 em 2016. Nesse vácuo, tornaram-se mais frequentes confrontos entre os próprios grupos criminosos, o que, por sua vez, também atrai a polícia e provoca novos embates.

Empresa de avião alugado por Temer não pode voar no Brasil


Igor Gielow

A empresa vencedora da licitação para fornecer o novo avião de transporte alugado pela Força Aérea Brasileira, que passou a servir ao presidente Michel Temer em viagens de longa duração, está proibida de fazer operações aéreas no Brasil.
A Colt Transportes Aéreos S/A teve seu Certificado de Empresa de Transporte Aéreo suspenso desde 3 de novembro de 2016 devido a "deficiência no sistema de registros de panes, de treinamentos de funcionários, de controle de itens MEL (Lista de Equipamentos Mínimos) e de execução de tarefas de manutenção", diz a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
O contrato com a FAB, contudo, ocorreu antes disso, em 6 de junho. A Força informa que a proibição civil não afetou o processo. "Todos os requisitos operacionais contratados seguem sendo atendidos plenamente e sem interrupção", diz a FAB.
A Colt ganhou uma licitação de US$ 19,77 milhões (R$ 71,2 milhões na época), a serem pagos até 2019, para fornecer um Boeing 767-300ER com serviço de manutenção e logística, além de seguro.
É um contrato rígido, que especifica 80% de disponibilidade mínima do avião e prazos exíguos para resolver problemas, de oito horas quando ele estiver na base a 48 horas, se estiver num aeroporto em outro país.
Ela ofereceu o melhor preço e subcontrata outras empresas para cumprir os termos assinados, como a Pulsar, da Califórnia (EUA).
O 767, fabricado em 1992 e que serviu a três empresas aéreas, está no Esquadrão Corsário, no Rio, e já voou 800 horas sem incidentes. Em 6 de julho, foi usado pela primeira vez por Temer como alternativa ao Airbus ACJ-319 presidencial, para ir sem escalas para a Alemanha.
Conforme a Folha revelou nesta quinta (20), a prática será repetida, iniciando a aposentadoria do Aerolula em rotas de longa distância.
O 767 voa 11 mil km, contra 8.500 km do Airbus. Consome mais combustível, mas é preciso descontar as paradas e a necessidade de hospedar comitivas para se ter uma comparação exata de custos. O governo não os divulga.
A prática da Colt de subcontratar é comum no mercado. Segundo especialistas, a empresa deverá ficar com cerca de 20% do valor final.
Ainda assim, segundo alguns analistas ouvidos que pediram reserva, é bastante estranho que o avião em que voa o presidente seja fornecido por uma empresa impedida de operar no país.
Nenhum dos telefones ou e-mails de contato da Colt, da empresa-mãe Colt Aviation ou da irmã Colt Táxi Aéreo estão funcionando. A Folha buscou contato, sem sucesso, e deixando recados em telefones e conta de rede social de seu controlador, o empresário Alexandre Eckmann.
Ele entrou no mercado de aviação de carga em 2013, em sociedade com um herdeiro da fábrica de chocolates Garoto, após sete anos operando uma firma de táxi aéreo.
Essa empresa teve sua licença cassada definitivamente pela Anac em 28 de março de 2016, antes do contrato da FAB, também por problemas técnicos e trabalhistas.
A Colt Cargo, nome fantasia da Colt Transportes Aéreos, tinha um frota de cargueiros com dois Boeing 737-400F e um Boeing 757-200F.

ESCLARECIMENTO DO CECOMSAER
O C-767, versão militar do Boeing 767, é operado pelo 2º/2º Grupo de Aviação, Esquadrão Corsário, unidade aérea especializada em transporte, que utilizou até 2013 o KC-137, versão militar dos jatos Boeing 707.
O Boeing 767 retoma a capacidade de transporte aerologístico da FAB, e preenche importante lacuna entre a desativação do KC-137 (Boeing 707) e a chegada do KC-390 (prevista para 2018).
A aeronave pode transportar mais de 250 passageiros, possui capacidade de carga de 38 toneladas, somando-se os dois porões, e volume de 115m3.
A aeronave já transportou cerca de 4.800 militares para atuarem nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e mais de 150 toneladas de carga nesse mesmo período. Em outubro do ano passado, o Esquadrão Corsário realizou o transporte de carga em apoio aos militares brasileiros da Missão de Paz das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) e donativos às vítimas do furacão que atingiu o país.
O 767 será importantíssimo no processo de desmobilização das tropas brasileiras no Haiti que acontecerá agora no segundo semestre de 2017.
Além disso, este ano a aeronave transportou médicos para missões humanitárias no Nordeste, além de integrantes do Projeto Rondon para a região Norte do país.
Devido ao seu considerável alcance, mesmo não tendo nenhuma configuração interna especial dedicada a apoio à Presidência da República, a aeronave foi utilizada pelo Presidente uma vez em julho, durante viagem para reunião do G20 na Alemanha.
A suspensão dos serviços de táxi aéreo da empresa COLT no Brasil em nada afeta o contrato de locação da aeronave, o qual está sendo rigorosamente cumprido e com todos os requisitos operacionais atendidos plenamente e sem interrupção. A aeronave já voou quase 800 horas com um índice médio de despachabilidade superior a 95%, e de disponibilidade superior a 80%.
O contrato de locação do Boeing 767 300ER foi assinado em junho de 2016. Com valor de U$ 19,777 milhões, o contrato tem duração de três anos, prorrogável por mais um, e inclui a manutenção e o seguro da aeronave.

TV GLOBO - JORNAL NACIONAL


Pezão sai do SPA e vai a Brasília para reunião sobre segurança do RJ

Rio teve mais problemas na Linha Vermelha e assalto em fila de hospital. Governador anunciou reforço de tropas federais que já estava previsto.

Redação

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, do PMDB, deixou o SPA onde estava de licença médica e foi a Brasília para uma reunião sobre segurança. Diante da imprensa, Pezão falou de um reforço de tropas federais a caminho do estado, mas um reforço que já estava previsto.
Nesta quinta-feira (20) teve assalto até na fila do hospital. No centro do Rio, pacientes que esperavam pelo atendimento foram rendidos. Os bandidos levaram celulares, carteiras e até a mochila de uma criança.
“Aí chegaram os caras armados com mulher, tudo, desceram e fez o arrastão na porta do hospital. A moça que estava aqui na frente foi embora, desesperada. Onde que a gente tá? Não tem nem como falar mais nada”, relata uma vítima.
Quase na mesma hora, motoristas que iam para o trabalho pela Linha Vermelha ficaram assustados com o que parecia um tiroteio. Muitos deram marcha a ré. A confusão só acabou com a chegada da polícia, que fez buscas, mas não prendeu ninguém. Pela 15ª vez em 2017, a via expressa fechou por causa da violência.
A insegurança do Rio com a escalada dos roubos de carga, tiroteios pela cidade, assaltos e aumento de mortes de policiais provocou uma reunião em Brasília. Participaram o presidente Michel Temer, ministros, o presidente da Câmara e o governador Luiz Fernando Pezão.

Da reunião em Brasília não saiu anúncio de medidas mais fortes contra o avanço da criminalidade no Rio. O governo federal descartou a possibilidade de operações imediatas de ocupação, só o que chamou de planejamento de inteligência e ações pontuais. Tropas? Só o reforço já previsto da Força Nacional de Segurança e da Polícia Rodoviária Federal, o que até agora não diminuiu a sensação de insegurança da população.
Já estão no Rio 620 homens da Força Nacional de Segurança e 260 policiais rodoviários. Outros 120 policiais rodoviários estão chegando para patrulhar principalmente as estradas. Na entrevista à imprensa, o governador Luiz Fernando Pezão disse que não sabia que o reforço já estava previsto.
Pezão: Tão indo. Tão indo. Tão indo. Nós vamos chegar a 380.
Repórteres: Mas isso já tinha sido anunciado, governador.
Pezão: Não. Eu não, eu não sabia. Não me foi anunciado nada.
Repórteres: O contingente novo a partir de agora...
Pezão: Não, só tinha ido 200. Só tinha ido 200 policiais da Força de Segurança Nacional. Eu soube na reunião agora que vão 380 homens, que já tão se deslocando pro Rio, e mais 420 que vão totalizar 620 da Força de Segurança Nacional, que já foram pro Rio.
Na reunião, foi anunciada a criação de um gabinete de gestão para integrar as três Forças Armadas no Rio, caso elas precisem ser acionadas, o que por enquanto não está previsto.
“Não há notícias bombásticas, pirotécnicas. Não é isso que nós buscamos. Nós estamos trabalhando e continuamos na aplicação de um Plano Nacional de Segurança Pública, que vem desde as fronteiras brasileiras, desde o exterior, neste momento concentrando seus esforços para redução da criminalidade no Rio de Janeiro e que vem sendo desenvolvido um plano de longo prazo”, explica o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen.
“O grande problema do Rio é a entrada de armas e drogas que não são fabricadas no Rio. O Rio não tem fábrica de fuzil. A gente tem visto. Essa integração é fundamental. A inteligência é fundamental pro estado. Melhora muito”, disse Pezão.
O governador disse que espera pôr a folha de pagamento dos servidores em dia até agosto. E se defendeu das críticas de que estava num SPA de luxo durante sua licença médica.
“Eu não fui para um SPA. Eu fui, me internei numa clínica médica. Eu precisava de tratamento. Eu saí de uma doença muito séria, um tumor muito forte, são oito tumores. Se eu não me cuido eu não tenho como cuidar bem das pessoas”, conta Pezão.
Sobre o fato de o reforço na segurança já estar previsto, a assessoria de Luiz Fernando Pezão declarou que o governador não é especialista no assunto, e que ele foi convocado para um anúncio do governo federal.
Na noite desta quinta a Linha Vermelha fechou de novo, dessa vez por causa de uma operação policial. Por volta das 20h30 a via já havia sido liberada.

PORTAL UOL


Policial é flagrado agredindo soldado da Aeronáutica durante abordagem no ES


Eduardo Carneiro, Colaboração Para O Uol

Um soldado da Aeronáutica foi agredido por um policial militar durante abordagem no município de Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo, na noite do último sábado. Imagens de uma câmera de segurança do local divulgadas pela TV Gazeta, do Espírito Santo, flagram o momento em que os dois iniciam uma discussão após o soldado se aproximar do seu carro, que era revistado pelos policiais.
Na sequência, o soldado coloca o dedo no peito do PM, que reage dando dois tapas no seu rosto. As imagens terminam com os policiais detendo o homem – nenhum dos envolvidos teve a identidade divulgada.
À TV Gazeta, o soldado afirmou que foi abordado com violência e que vai buscar Justiça. Ele disse ter sido algemado e conduzido à delegacia local, onde teria registrado um boletim de ocorrência por desacato. O UOL entrou em contato com a assessoria da Polícia Civil do Espírito Santo, que não comentou o caso até a publicação da reportagem.
Em nota enviada ao UOL, a PM confirmou que investiga a conduta do policial. "Ações violentas durante abordagens são atos isolados, detidamente apurados por nosso órgão correcional. Eventuais excessos que se configurem crimes e/ou transgressão disciplinar atentam duramente contra nossos valores institucionais, e com a mesma veemência são combatidos".

Por fim, a Aeronáutica informou à reportagem que "será instaurado procedimento administrativo interno para apuração de eventuais responsabilidades, bem como a instituição ficará à disposição das autoridades competentes para a elucidação dos fatos".

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Força Nacional pede R$ 120 milhões e pode pedir a dispensa de 1.500 homens

Coordenador da corporação pede R$ 120 milhões para evitar a paralisação das atividades e a dispensa de 1.550 homens

Vera Batista , Maiza Santos*

O apelo do coordenador da Força Nacional, João Goulart dos Santos, por suplementação orçamentária de R$ 120 milhões expôs os problemas da corporação. A verba, segundo ele, é necessária para evitar a paralisação das atividades e a dispensa de 1.550 homens — o que representa 66% do efetivo de 2.350 agentes —, em consequência da falta de recursos para passagens aéreas e para diárias.
A tesoura do Executivo — usada na tentativa de garantir o equilíbrio das contas públicas — já causou polêmica com o corte de dinheiro para a emissão de passaporte e para a Operação Lava-Jato. O pedido de João Goulart dos Santos foi encaminhado ao Ministério da Justiça no último dia 12.
“Sem interferência da Força Nacional, mais pessoas morrerão, a violência crescerá. Não tem segredo. O problema vai piorar não por falta de recursos. Dinheiro há. Senão, o presidente Michel Temer não teria liberado mais de R$ 10 bilhões em emendas parlamentares. Esse montante dava para sustentar a Força Nacional por muito tempo”, lamentou Carlos Eduardo Sobral, presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF).
Para o consultor em segurança pública George Felipe de Lima Dantas, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), talvez o governo tenha tentado, de forma equivocada, mostrar uma equidade ao abocanhar os recursos. “Não me parece prudente fazer cortes em questões urgentes e emergenciais. Causa apreensão que não exista planejamento em situações que implicam manutenção da vida”, desaconselhou.
Dantas lembrou que, desde a Copa de 2014, havia reclamações sobre atraso nas diárias. Mais complicada, porém, é a impossibilidade de locomoção, pela falta de condições de comprar passagens aéreas. Principalmente, porque tudo indica que o governo federal fará uma intervenção no Rio de Janeiro — em situação insustentável de insegurança — para garantir a lei e a ordem.
Por meio de nota, o Ministério da Justiça informou que “o pedido de suplementação orçamentária está sob análise. Assim que concluídas as avaliações necessárias, uma solução cabível será imediatamente adotada”. A pasta não informou, no entanto, o orçamento total deste ano e o tamanho da redução, na comparação com 2016.
Contradição
Quando o Plano Nacional de Segurança Pública foi anunciado, no ano passado, com Alexandre de Moraes à frente do Ministério da Justiça (hoje no STF), um dos principais focos era o fortalecimento da Força Nacional, com o aumento do contingente para 7 mil homens. Por meio de Medida Provisória (MP 755/2016), o governo permitiu a inscrição de inativos das polícias militares estaduais, civis, servidores civis e militares das Forças Armadas. À época, a iniciativa foi criticada por especialistas, que previam problemas financeiros e de formação dos policiais que passaram para a Força com pouco tempo de preparação.
Para o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o problema é reflexo da condução do programa nos últimos três anos. “A Força Nacional consome uma parte importante do dinheiro do financiamento da segurança pública. Na crise, a MP foi divulgada sem apontar de onde tirariam o dinheiro”, frisou. “O projeto nunca foi colocado em prática totalmente. O Plano Nacional de Segurança não só não funcionou como causou esse problema.”
O anúncio do plano ocorreu no momento em que o país vivia a tensão dos conflitos nos presídios, que deixaram dezenas de detentos mortos em diferentes estados. “O problema é: para que serve a Força Nacional? Qual é o impacto na questão da violência urbana? Ela tem efeito simbólico e gasta mais de R$ 200 milhões”, avaliou Renato Lima.
O especialista acredita que o programa custa caro e ajuda pouco. “Boa parte dos policiais está em operações importantes nos estados, mas muitos fazem proteção do perímetro de prédios públicos. É caro pagar segurança patrimonial.”
A ex-diretora da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) Isabel Figueiredo sustentou que o papel da Força é político, sem eficácia na redução de homicídios. “O caminho é reduzir o efetivo da Força. Deixar para o emprego temporário. É um desperdício alocar mais recursos”, reprovou. O governo previa a instalação de tropas em todas as capitais brasileiras até o fim do ano, com a finalidade de reduzir a taxa anual de homicídios em 7,5%.
A Força Nacional tem equipes em Natal, Porto Alegre, Aracaju e Rio de Janeiro. Há profissionais também em Manaus, Boa Vista e Caarapó (MS), além de São Félix do Xingu (PA). No DF, existe apenas a base administrativa e de treinamento.
 Fonte: Estagiária sob a supervisão de Cida Barbosa.

Ameaça de bomba no Aeroporto JK faz voo para Curitiba atrasar quase 2 horas

A Polícia Federal foi acionada e, após inspeção na aeronave, descartou a ameaça

Gabriela Vinhal

ImagemO Aeroporto Juscelino Kubitschek recebeu, na manhã desta quinta-feira (20/7), uma ameaça de bomba, que estaria em aeronave da companhia aérea Gol. Diante do aviso, a Polícia Federal foi acionada, mas a ameaça não se confirmou.
O incidente fez com que o voo G3 1756, que sairia às 9h50 da capital com destino a Curitiba teve quase duas horas de atraso. A aeronave só decolou às 11h41 e, até o momento da publicação desta matéria, ainda não havia pousado na capital paraense.
Procedimentos de segurança
Em nota, a empresa aérea afirmou que realizou todos os procedimentos de segurança na aeronave em coordenação com as autoridades portuárias e a Polícia Federal. Após investigação, a ocorrência foi descartada e o voo seguiu para a cidade paranaense.
"Tais procedimentos são necessários e garantem a segurança do voo e de seus passageiros, valor prioritário da política de gestão da companhia", afirmou a Gol.
Segundo a Inframérica, concessionária do aeroporto de Brasília, a decolagem só foi autorizada até que os passageiros estivessem em total segurança.

O Correio procurou também a Polícia Federal, mas até a última atualização desta reportagem, não houve contato.

PORTAL G-1


Piloto morre e empresário fica ferido após avião monomotor cair no Pantanal, diz Cenipa

Segundo a FAB, avião caiu logo após decolar de uma fazenda em Poconé (MT). Vítimas foram socorridas e encaminhadas para um hospital em Rondonópolis.

Por Lislaine Dos Anjos, G1 Mt

 Um avião monomotor, modelo SR-20 Cirus, caiu logo após decolar de uma fazenda em Poconé, a 104 km de Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (20). Segundo informações do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Força Aérea Brasileira (Cenipa/FAB), o piloto do avião morreu e o passageiro ficou ferido.
O piloto do avião era Márcio Molas Martins, de 33 anos. O passageiro foi identificado como o empresário Diógenes Toesca de Aquino, de 57 anos, sócio - proprietário da empresa Ciarama, de Ponta Porã (MS).
De acordo com o Cenipa, o avião decolou da Fazenda Santa Edwiges em direção à Fazenda Santa Mônica, MT. A queda do monomotor foi registrada pelo órgão às 7h09 [horário de Mato Grosso]. Uma outra aeronave socorreu as vítimas e as encaminhou para o Aeroporto Municipal de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.
O piloto e o passageiro foram socorridos, ainda no aeroporto, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados para um hospital daquele município. Segundo o Cenipa, o piloto morreu ao dar entrada no hospital. O empresário passou por cirurgia e está em estado grave.
Uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 6) saiu de Brasília em direção ao local do acidente. As investigações sobre o que causou a queda do monomotor devem ser iniciadas na sexta-feira (21).

AGÊNCIA BRASIL


Publicada portaria que traz medidas de contenção de gastos do governo


Letycia Bond

Para cortar gastos, o governo estabelece que ficam suspensos, a partir de hoje (20), novos contratos de compra e aluguel de imóveis e veículos de uso dos agentes públicos. Os acordos que asseguram o transporte do presidente e do vice-presidente da República, contudo, permanecerão inalterados. A portaria foi publicada hoje (20), no Diário Oficial da União.
A locação de máquinas e equipamentos também está suspensa. Imóveis destinados à reforma agrária e aqueles administrados pelo Ministério da Defesa ou pelos comandos das Forças Armadas não serão atingidos pela contenção.
Os pedidos de aluguéis e compras de imóveis e veículos serão analisados e, eventualmente, autorizados pela Secretaria-Executiva do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Com a devida fundamentação, eles serão encaminhados pela Secretaria-Executiva da pasta à qual o órgão está vinculado.
No requerimento, deverão constar ainda os gastos previstos até o término do exercício. O prazo para o envio é 30 de novembro de 2017.
Segundo a portaria, a locação de veículos, máquinas e equipamentos poderá ser autorizada em casos de excepcional urgência ou relevância. A instrução é de que a autoridade máxima do órgão interessado nos bens formalize a autorização.

Jungmann: Forças Armadas estão prontas para ações integradas de segurança no Rio


Cristina Indio Do Brasil

O ministro da Defesa, Raul Jungman, informou, nesta quinta-feira (20), que as Forças Armadas já constituíram um estado-maior conjunto para operações integradas no Rio de Janeiro e que o ministério está preparado para apoiar a fase Rio de Janeiro do Plano Nacional de Segurança definido pelo governo federal para até o fim do próximo ano. De acordo com Jungmann, as Forças Armadas poderão ser usadas se houver necessidade.
“Estamos ativando as Forças Armadas, em função do Plano Nacional de Segurança, fase Rio de Janeiro. Este é um plano que irá até o fim do governo Temer e será feito conjuntamente com o governo do Rio de Janeiro e muito em breve terá o seu início, contando com apoio integral, permanente, toda vez que se fizer necessário, das Forças Armadas”, disse Jungmann, após reunião com representantes da área de segurança dos governos federal e estadual, no Palácio do Planalto, com o presidente Michel Temer e o governador Luiz Fernando Pezão.
As ações do Plano Nacional de Segurança no Rio de Janeiro preveem o emprego de 620 integrantes da Força Nacional, que já estão no estado. Nas últimas duas semanas, chegaram ao Rio 240 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Até o fim deste mês, chegarão mais 140 policiais. Segundo a PRF, o novo contingente vem de outros estados e se concentrará em locais e horários de maior incidência de crimes com a função de fiscalização e de abordagem.
Segundo o chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, ministro Sérgio Etchegoyen, a reunião de hoje não teve objetivo de notícias bombásticas e pirotécnicas. “Não queremos ações midiáticas, mas ações de resultados. É nisso que estamos trabalhando." Etchegoyen ressaltou que o presidente Michel Temer determinou que todos os meios disponíveis na União – órgãos de segurança pública, Forças Armadas e de inteligência – fiquem à disposição do Plano Nacional de Segurança Pública, "à disposição deste esforço no Rio de Janeiro”.
Ele ressaltou, porém, que a atuação das Forças Armadas, se necessária, não terá caráter de ocupação permanente. O ministro informou que o presidente Temer determinou a instalação de um comando conjunto das três Forças no Rio de Janeiro para que, quando for necessário o emprego de força armada, isso aconteça. "Não estamos trabalhando com ocupações prolongadas, diárias e de interdições. Não. Estamos com ações pontuais que vão trazer os resultados de que nós precisamos e dos quais tanto carece a sociedade do Rio de Janeiro.”
Etchegoyen destacou que as ações já contam com recursos orçamentários, que permitirão realizar as ações previstas até o fim do ano que vem, nas condições que foram apresentadas. “A palavra-chave, o elemento essencial da reunião de hoje, é a garantia da integração de todos os esforços de todas as esferas da União e de todos os órgãos de cada esfera administrativa”, afirmou.
O secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, disse que, pelo ministério, a Polícia Federal fará parte das atividades do plano no Rio de Janeiro, junto com a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional, de forma integrada às demais áreas de segurança. De acordo com o secretário, a ideia é reproduzir o legado de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos. Ele enfatizou, porém, que o governo federal não deixará de atuar de maneira coordenada no Rio de Janeiro.
O efetivo da Polícia Rodoviária Federal Rio de Janeiro vai desenvolver a Operação Égide, de combate ao roubo de cargas nas rodovias federais que cofrtam o estado, mas poderá atuar também em outras rodovias. “Para fazer frenteao grande problema do roubo de cargas nas rodovias de competência da Polícia Rodoviária Federal, sem prejuízo de, em coordenação com o governo do Rio, ter outras obrigações em outras rodovias”, acrescentou Levi.
A PRF informou que o nome Égide foi dado à operação porque, “na mitologia grega, Égide era o escudo que pertencia à deusa Palas Atenas e passou a significar proteção, aquilo que pode servir para amparar, o que oferece defesa, objetivo da Operação Égide em relação aos usuários das rodovias federais”.
Também participaram da reunião no Palácio do Planalto o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Alberto Santos Cruz; o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, Janer Alvarenga; e o vice-governador do Rio, Francisco Dornelles.

PORTAL DEFESANET


COBERTURA ESPECIAL - Modernização FAB - Aviação

FAB capacita militares para inspeção em voo

O Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) localizada no Rio de Janeiro (RJ), realizou a edição 2017 do curso de especialização do Programa de Atividades de Ensino e Atualização Técnica do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).
Ao total, 15 militares, entre oficiais e graduados, receberam formação em piloto inspetor e em operador de sistema de inspeção em voo. O curso teve duração de quatro semanas, com início em 1º de junho e término em 14 de julho, nas dependências do GEIV, e foi coordenado pela Subseção de Instrução do Grupo visando à capacitação dos novos profissionais.
Segundo o comandante do GEIV, Major Aviador Mauro Carrinho de Moura, esta é a primeira fase de um aprendizado longo. “Começa, a partir de agora, a aplicação dos conhecimentos que os militares receberam no GEIV.
A parte prática é seletiva, ou seja, os militares passarão, ainda, pela fase de adaptação”, afirmou. O Major Mauro ainda ressaltou a importância da dedicação, aptidão e perfil como requisitos necessários para trabalhar com inspeção em voo.
Durante a cerimônia de conclusão da especialização, o comandante do GEIV fez a entrega dos certificados aos futuros pilotos inspetores e operadores de Sistema de Inspeção em Voo – com destaque para o primeiro colocado no curso, o Capitão Aviador Marcelo José da Paz Júnior.
Fonte: Agência Força Aérea, Aspirante Cristiane

FAB investe na formação continuada e em parcerias para a reestruturação da ECEMAR


Na segunda reportagem sobre a Reestruturação do Ensino, determinada pela Concepção Estratégica “Força Aérea 100”, será abordada a Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR) que também passa por reformulações na área educativa.
As principais mudanças ocorrem no Curso de Comando do Estado-Maior (CCEM) e no Curso de Altos Estudos Militares (CAEM), este último criado em substituição ao antigo Curso de Estudos e Políticas Estratégicas Aeronáuticas (CPEA).
Responsável pela formação de oficiais superiores, a ECEMAR traz como novidades a introdução do ensino à distância na grade curricular dos cursos CCEM e CAEM, além da possibilidade de maior qualificação profissional.
Ainda no projeto de reformulação, a novidade é uma recente parceria do CCEM com o mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Ciências Aeroespaciais (PPGCA).
"Os principais processos da área educativa estão sob responsabilidade da Coordenadoria de Ensino, que agora atua na pós-formação, desde o curso de Capitão, passando pelo CCEM até o Coronel. Isso nos trouxe a possibilidade do ensino continuado, que foi tão discutida por várias gerações e hoje conseguimos colocar em prática", avalia o Comandante da ECEMAR, Brigadeiro Ricardo José Freire de Campos.

A criação de duas Vice-Reitorias, a de Cursos Militares e a Acadêmica, pôde aplicar o plano de educação continuada e promover maior integração dos cursos, ao longo da carreira.
Entenda o que muda no CCEM
Ainda atendendo à ideia de educação continuada na formação de oficiais superiores em um nível mais estratégico, o CCEM permanece. Porém, um novo curso realizado à distância, o Curso Básico de Comando do Estado-Maior (CBCEM), surge em substituição ao antigo estágio preparatório (EPCCEM), que ocorria em momento anterior ao CCEM.
O curso CBCEM também passa a contemplar um MBA de Planejamento e Gestão Estratégica como novidade. Terminada a etapa do CBCEM, o oficial estará apto, na sequência, a realizar o curso presencial, que inclui o módulo de Doutrina Básica da Força Aérea.
Já durante o período presencial do CCEM, a partir de agora os alunos têm a opção de realizar disciplinas do primeiro ano do mestrado profissional do PPGCA, da UNIFA, de forma conjugada com o CCEM. Ao final do segundo ano do CCEM, os alunos que se interessarem pelo mestrado podem fazer a seleção e, após o desenvolvimento da dissertação, obter o grau de mestre, em um programa credenciado pela CAPES/MEC.
Na nova estrutura, os demais alunos do CCEM que não tiverem aptidão para o mestrado, cursam, no período, uma especialização em Ciências Aeroespaciais. “Para 2019, sincronizamos os calendários do PPGCA com o da ECEMAR.
A ideia é que, enquanto os alunos do CCEM realizam a nova especialização em Ciências Aeroespaciais, os voluntários para o mestrado cursam o mestrado juntamente com outros militares que passaram no processo seletivo em 2018”, explica o Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, Coronel Aviador Hudson Ávila Diniz.
Com relação à questão pedagógica, a principal transformação é que a metodologia passa a ser participativa. "Estamos investindo pesadamente no centro de educação à distância, que tem o objetivo de integrar os currículos.
A Metodologia Científica e Produção textual no CAP, por exemplo, é a mesma que será aplicada no CCEM, exigindo uma participação mais ativa do aluno.
Nessa metodologia, o aluno sai da postura passiva e passa a discutir entre os colegas e o professor se transforma em um facilitador da aprendizagem. É uma quebra de paradigma no ensino", avalia o Brigadeiro Ricardo.
Para o Chefe da Divisão de Ensino da ECEMAR, Coronel Aviador Flávio Luiz de Oliveira Pinto, "essa metodologia não vai exigir uma mudança cultural muito grande, uma vez que o corpo discente da ECEMAR possui experiência pregressa para compartilhar ideias em grupo e já está habituado a tomar decisões e a desenvolver pensamento analítico, essencial no curso de oficiais superiores".
Além do CCEM presencial, outro curso será o Semi-Presencial, que ocorre nas áreas da saúde – Curso de Gestão Hospitalar (para Médicos, Dentistas, Farmacêuticos, Engenheiros Especialistas) em EaD – , e que depois reúne as turmas da saúde com os demais alunos do CCEM na segunda etapa do curso CCEM presencial, nas disciplinas de formação militar, como Doutrina, Emprego da Força e Exercícios Simulados de Guerra.
A criação do CAEM
Outra modificação é a criação do CAEM, em substituição ao CPEA, destinado a preparar o oficial a desempenhar funções de alto-comando, hierárquicas e no nível estratégico.
Na reformulação, o CAEM, realizado em um ano, passa a ser composto de três etapas. A primeira é a realização do estágio intensivo sobre Política e Estratégia Aeroespaciais. A segunda é a etapa de realização conjunta do curso com as três forças, o que pode acontecer na Escola Superior de Guerra (ESG), numa escola congênere ou no exterior.
E a terceira fase é um curso de extensão em “Alta Gestão Executiva”, em EaD. A alteração significa o primeiro passo com a interoperabilidade, de maneira conjunta com outras Forças e, ao final, o oficial recebe o certificado dos dois cursos (CAEPE e CAEM).
Fonte: Agência Força Aérea, por Aspirante Raquel Timponi

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Com base em MS, operação da FAB intercepta 150 voos em 4 meses

Operação Ostium começou no dia 24 de março e segundo a FAB reduziu em 80% o tráfego aéreo desconhecido na fronteira

Helio De Freitas, De Dourados

Em quatro meses, a Operação Ostium, iniciada em março deste ano pela FAB (Força Aérea Brasileira), fez 150 interceptações de aeronaves suspeitas que sobrevoavam a fronteira brasileira. Em alguns casos, os aviões Super Tucanos usados na interceptação decolaram do aeroporto de Dourados, a 233 km de Campo Grande, onde a Ostium mantém uma base de operações.
Os números fazem parte do balanço referente ao período de 24 de março, quando a operação começou, até o início de julho. Os dados foram enviados ao Campo Grande News pela assessoria de comunicação da FAB, que avalia a Ostium como a maior operação de combate a ilícitos da sua história.
Segundo a FAB, a operação permitiu até o momento uma redução de 80% nos tráfegos aéreos desconhecidos na região de fronteira. Um desses casos ocorreu no final de maio, em data não informada pela Força Aérea.
Um avião monomotor que decolou da Bolívia e voava baixo ao entrar em espaço aéreo brasileiro, foi interceptado pelo Super Tucano que decolou do aeroporto de Dourados.
O piloto da FAB adotou os procedimentos previstos na Lei de Abate, mas não foi preciso derrubar a aeronave suspeita. O outro piloto seguiu as ordens e pousou em uma pista indicada. O avião estava com a documentação vencida e foi apreendido.
A FAB não revela detalhes, como datas e locais exatos das interceptações, nem informa quantos aviões abordados nesse período estavam sendo usados para o tráfico de drogas.
“Os números referentes às regiões e períodos de maior incidência de interceptações são reservados e compõem os estudos de inteligência da Operação Ostium. Com base nesses dados, os esforços de defesa aérea são intensificados e remanejados para garantir a efetividade da operação”, informou a assessoria.
Trabalho permanente – A Operação Ostium, que não tem previsão de quando será encerrada, é o reforço das ações realizadas corriqueiramente pela FAB, que faz a vigilância do espaço aéreo brasileiro 24 horas por dia através de uma rede de radares que cobre o continente e parte do Oceano Atlântico.
Para reforçar a cobertura, são utilizados ainda aviões-radar E-99, baseados em Anápolis (GO). As informações são reunidas em Brasília, no Comando de Operações Aeroespaciais, que pode, de acordo com a necessidade, acionar aeronaves de caça em qualquer parte do país.
A FAB conta com supersônicos F-5M baseados em Manaus (AM), Anápolis (GO), Rio de Janeiro (RJ) e Canoas (RS), além de turboélices A-29 Super Tucano em Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), Campo Grande (MS) e Natal (RN). Também tem helicópteros AH-2 Sabre, baseados em Porto Velho (RO) e H-60 Black Hawk, em Manaus e Santa Maria (RS).
Durante operações, como a Ostium e Ágata, essas aeronaves podem operar a partir de outras localidades, como ocorre atualmente em Dourados, onde os militares estão de prontidão para o acionamento, caso os radares identifiquem um tráfego aéreo desconhecido ou ilícito.
Ao soar a sirene, o piloto corre para a aeronave, já pronta e armada. Somente em voo, ele é informado dos detalhes da missão. O piloto passa, então, a seguir as orientações do Centro Integrado de Defesa Aérea.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


“Si la FAC considerara una flota de Gripen usados y modernizados, la negociación se haría gobierno a gobierno”


Carlos Vanegas

Conversamos con Thomas Lindén, director ejecutivo de SAAB Colombia, sobre el avión Gripen NG, del que se exhibió una réplica de tamaño real en el marco de la feria aeronáutica internacional F-Air Colombia 2017. El objetivo de la empresa sueca es ofrecer a la Fuerza Aérea de Colombia y a las de otros países latinoamericanos este caza, de excelente rendimiento operativo, del que se nos destacan sus soluciones de alta tecnología, rentabilidad y la opción de asociación industrial en el marco de un sistema de combate inteligente.
Lindén, se mostró, como nuevo responsable de este mercado, “encantado de asistir a la F-Air, una gran oportunidad para mostrar a todas las delegaciones nuestra alta tecnología en sistemas de defensa y continuar consolidando nuestros proyectos y relaciones en Colombia y toda la región”. Según nos explicó el director ejecutivo en Colombia, la oferta de SAAB a este país consiste en Gripen C/D usados o de la versión E, nuevos, dependiendo de lo que mejor responda a las necesidades y requerimientos de la Fuerza Aérea de Colombia. “En caso de que consideren una flota de aviones usados y modernizados, la negociación se debe hacer gobierno a gobierno con Suecia”, precisó.
La fuerza Aérea de Colombia posee en sus inventarios diversos sistemas de armas de fabricación israelí que han sido adquiridos recientemente, Lindén asegura al respecto que SAAB estaría en la capacidad de integrar este armamento en el Gripen NG, dado que “el sistema Gripen se basa en una arquitectura abierta y está diseñado para integrar un arsenal de armas formidable, no prevemos ningún desafío de integrar cualquier arma que la Fuerza Aérea de Colombia requiera, en la actualidad el Gripen ya tiene la capacidad de portar armamento israelí como los misiles Python V y el Derby, presente en el arsenal de la FAC.
El Erieye
Más allá del Gripen, el máximo responsable de SAAB Colombia destacó, entre las soluciones e la empresa de interés para el país, otro de los sistemas traídos por SAAB para la nueva edición de F-Air Colombia 2017, su sistema de alerta temprana y control aerotransportado Erieye. Ha sido concebido para monitorear el espacio aéreo, las fronteras terrestres y marítimas, garantizando la seguridad nacional, ayudando en misiones contra el contrabando, la piratería, la protección de los recursos nacionales y el narcotráfico. (Carlos Vanegas, corresponsal grupo Edefa en Colombia).

OUTRAS MÍDIAS


RONDONIA AO VIVO.COM


OPORTUNIDADE - FAB abre inscrições para militares temporários

Fonte: Força Aérea
O Comando da Aeronáutica recebe a partir de hoje as inscrições para seleção de voluntários à prestação do Serviço Militar Temporário para Oficiais e Sargentos. As oportunidades são para profissionais de nível superior e médio de inúmeras especialidades. São 210 vagas para diversas regiões do País. As inscrições ocorrerão de 17 a 28 de julho. A seleção será por avaliação curricular.
São 143 para Oficiais Médicos, Farmacêuticos e Veterinários, em diversas localidades do território nacional. Há também 49 vagas para Oficiais Técnicos, com formação superior em diversas áreas. Para São Paulo/Guarulhos, as vagas são nas áreas de Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura, Biblioteconomia, Biologia, Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia Agronômica, Estatística, Pedagogia, Serviços Jurídicos. Em Pirassununga, no interior paulista, há oportunidade na especialidade de Engenharia Química.
Para Oficiais Técnicos, é exigido diploma de ensino superior e, dependendo da especialidade, Registro Profissional. Para Oficiais Médicos, é necessário ter diploma de ensino superior, registro no Conselho Regional de Medicina e Residência Médica na especialidade pleiteada, com exceção da especialidade Clínica Médica. Para Oficiais Médicos da especialidade Clínica Médica, Farmacêuticos e Veterinários, serão exigidos diploma de ensino superior e registro no Conselho Regional da Profissão.
Sargentos - São 18 oportunidades para o nível médio para Arrumador, Cozinheiro e Motorista-bombeiro. Os interessados nas vagas para arrumador precisam ter diploma de ensino médio e diploma de curso técnico. Dependendo da especialidade, o candidato deverá apresentar o diploma de Curso Técnico em Eventos ou em Restaurante e Bar, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação – 3ª edição.
Para a especialidade de Cozinheiro, será exigido diploma de ensino médio e diploma de curso técnico. Conforme a especialidade, o candidato deverá apresentar diploma de Curso de Formação Inicial e Continuada de Cozinheiro ou de Cozinheiro Industrial, conforme Guia Pronatec de Cursos de Formação Inicial e Continuada do Ministério da Educação – 4ª edição.
Já os interessados na especialidade de Motorista-bombeiro precisarão apresentar diploma de ensino médio, comprovante de realização do curso para condutores de veículos de Emergência (com carga horária mínima de 50 horas) e comprovante de realização do curso de treinamento de prática veicular em situação de risco, conforme Art. 145 do Código de Trânsito Brasileiro.

CAVOK.COM


Primeiro dirigível tripulado fabricado no Brasil voará na próxima semana

Fernando Valduga
A empresa brasileira Airship do Brasil, especializada na construção de dirigíveis, vai realizar na semana que vem o primeiro voo de um dirigível tripulado construído na América Latina, o dirigível tripulado modelo ADB 3-X01, em São Carlos, interior de São Paulo. Na ocasião, também serão lançado o Carimbo Comemorativo e a apresentação do Selo Personalizado por parte dos Correios do Brasil.
O voo inaugural será no dia 24 de julho, no espaço aéreo das dependências da Airship do Brasil em São Carlos. Pronto para emprego nas Forças Armadas e em processo de certificação do modelo 3-3, que permitirá sua comercialização civil, a qual devera estar pronto para o mercado em 2018.
“Trata-se de um momento histórico para o País, pois será o primeiro dirigível construído no Brasil (e na América Latina), apesar de termos a primazia de sermos a terra de Alberto Santos Dumont. Como é de conhecimento geral, este aeronauta brasileiro, pioneiro na aviação mais leve que o ar que conseguiu dar dirigibilidade aos balões com seu dirigível Nr 3 em 1899, realizou todos os seus experimentos em solo europeu, mais especificamente na França, que o reconhece, merecidamente, como o Pai da Aviação”, comenta o diretor de Relações Institucionais da ADB, Marcelo Augusto de Felippes.
Esta série ADB 3-3, cujo representativo será apresentado ao público dia 24, possui diversas aplicações de treinamento e vigilância, entre elas:
Treinamento de pilotos, tripulação e equipe de solo pela Escola de Aviação Mais Leve que o Ar (ESALTA), instituída pela Airship do Brasil;
Vigilância e monitoramento para segurança, proteção do meio ambiente, prevenção de queimadas, controle de fronteiras, entre outros (com uso de câmeras, radares, holofotes, etc.), aplicações favorecidas por sua grande autonomia de tempo em voo;
Transporte de passageiros para lazer em voos panorâmicos;
Voos de reconhecimento aerofotométrico, agricultura, busca e salvamento;
Transporte de pequenas cargas ou passageiros para áreas de difícil acesso e sem infraestrutura aeroportuária;
Inspeção de linhas de transmissão de energia elétrica ou estruturas similares;
Marketing e propaganda com marcas impressas em seu envelope e gôndola.
Para essas finalidades, a aeronave foi projetada com 49 m de comprimento e 17 m de altura, com capacidade de carga em torno de 1 tonelada, e espaço para um piloto e até 5 outros ocupantes. Possui um motor de potência 300 HP, atingindo velocidades de até 85 km/h.
Dirigíveis dispensam pista para decolagem e pouso e podem ser fabricados para grande autonomia de tempo em ar. Estas aeronaves utilizam sustentação aerostática, podendo flutuar mesmo sem propulsão de motor, o que concede grande segurança ao voo. Adicionalmente, são equipamentos com menor consumo de combustível por quilômetro percorrido se comparados à aviação convencional.
ImagemO diretor da empresa Transportes Bertolini e presidente da FETRANSUL, Paulo Vicente Caleffi, afirma que as plataformas aéreas para carga vieram para suprir uma parte do transporte não atendida por outros modais. “O acesso em lugares inóspitos, desprovidos de infraestrutura, poderão ser atendidos pelos dirigíveis cargueiros. A Amazônia, área principal de atuação das Empresas de Transporte da Bertolini, tem esta característica de inacessibilidade e caberá a este novo modal proporcionar um crescimento econômico sustentável com o meio ambiente que precisa ser preservado”, enfatiza.
Encontra-se em desenvolvimento o ADB-3-30, dirigível cargueiro com capacidade de carga para 30 toneladas, 330 m3, 125km/h e autonomia customizada.
A Airship do Brasil, empresa de tecnologia “mais leve que o ar”, é uma empresa localizada em São Carlos, interior de São Paulo, e é norteada pelo pioneirismo no país no setor de dirigíveis tripulados. Atualmente, somente 6 empresas no mundo possuem o ciclo completo da tecnologia mais leve que o ar e o Brasil entra para o seleto grupo dos 5 países que dominam o conhecimento que pode ser utilizado na aeronáutica e aeroespacial.
A companhia, do mesmo grupo empresarial da Transportes Bertolini sediada em Bento Gonçalves, iniciou suas atividades com projetos de dirigível não tripulado radiocontrolados, os denominados ADB-1 e ADB-2, e balões cativos de vigilância, denominados aeróstatos, porém em 2017 demonstra seu mais novo produto: o dirigível tripulado modelo ADB 3-X01, o primeiro construído na América Latina.

PORTAL 730.COM (GO)


Linha chilena enrosca em aeronave e obriga piloto a forçar pouso em praia de Aruanã

ImagemEquipes do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBM-GO) foram acionadas para uma ocorrência de pouso forçado de uma aeronave no município de Aruanã, na região do vale do Araguaia.
Segundo o CBM-GO, o paramotor precisou pousar na Praia do Cavalo II. O motor da aeronave, que transportava apenas o piloto, teria sofrido uma pane causada por uma linha chilena, uma espécie de cerol utilizado de forma criminosa para empinar pipas.
A linha, altamente cortante, se enroscou na aeronave e o piloto precisou forçar o pouso. Ele sofreu apenas ferimentos leves nas mãos e não quis ser transportado para o hospital.

REVISTA AERO FLAP


Esquadrilha da Fumaça se apresentou em Manaus nesta quinta

A celebração pelos 144 anos de nascimento de Alberto Santos-Dumont, Pai da Aviação e Patrono da Aeronáutica Brasileira, foi especial em Manaus (AM). Uma solenidade militar realizada na Praia da Ponta Negra e aberta ao público reuniu mais de dez mil pessoas, que assistiram a uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça e de paraquedistas, além do desfile da tropa.
“Nesta tarde de 20 de julho, a Força Aérea Brasileira une-se à população manauara para celebrar esta data tão importante para a História do Brasil. Esta é uma oportunidade de proporcionar um momento de patriotismo e de cidadania”, disse o Comandante da Ala 8, Major-Brigadeiro do Ar Waldeísio Ferreira Campos.
ImagemDurante a cerimônia militar foi realizada a imposição da Medalha Mérito Santos-Dumont a 21 militares, dois deles do Exército Brasileiro. O Suboficial Marcos Henrique Zambon, que tem 26 anos de serviço na FAB, foi um dos agraciados. “Sou do interior de São Paulo, ingressei como soldado em 1991, depois passei para a Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR) e me formei sargento em 1994. Como primeiro colocado da minha especialidade, escolhi vir para Manaus em uma época em que era um local muito carente de mão de obra especializada”, conta.
Depois de 22 anos na Amazônia, ele orgulha-se de servir à Pátria e pretende continuar trabalhando no local em que construiu uma carreira repleta de realizações. “Aqui eu formei amigos e participo de projetos que levam dignidade a muitas comunidades. Assim, sou feliz no âmbito militar e social e ajudo a promover a aproximação entre Força Aérea e sociedade”, completa Zambon.
ImagemShow no céu – Após o desfile da tropa, o público assistiu à apresentação de salto operacional de paraquedistas do Grupo de Segurança e Defesa da Ala 8 e do Batalhão de Forças Especiais do Exército.
Em seguida, foi a vez da Esquadrilha da Fumaça provocar aplausos e gritos entusiasmados dos presentes. Cerca de mil estudantes de escolas manauaras assistiram às manobras das aeronaves A-29 Super Tucano e vibraram a cada acrobacia, assim como o restante do público.
“É um orgulho celebrar e cultuar a memória de Alberto Santo-Dumont, um brasileiro igual a cada um de nós, capaz de usar o seu talento em prol da humanidade, tornando-se uma referência mundial como exemplo de altruísmo, de perseverança e de criatividade”, ressaltou, ainda, o Major-Brigadeiro Waldeísio durante o evento.
Via – Força Aérea Brasileira



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