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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 17/07/2017 / "Uber de helicópteros", Voom quer alçar novos voos após teste em São Paulo


"Uber de helicópteros", Voom quer alçar novos voos após teste em São Paulo ...  

Operada pela A3, da companhia francesa Airbus, a Voom chegou na cidade em abril e já planeja expansão nacional e na América Latina ...

Matheus Mans ...

Mesmo tendo a segunda maior frota de helicópteros do mundo, a cidade de São Paulo viu a crise atingir o setor de táxi aéreo no último ano, com metade das empresas fechando seus hangares. Aproveitando este momento e vendo uma oportunidade de popularizar o transporte, o serviço Voom chegou à cidade em abril, oferecendo voos sob demanda por preços baixos. Agora, a companhia já começa a ver os primeiros resultados e a alçar novos voos no Brasil e América Latina.

Operada pela A3, braço da companhia francesa Airbus, a Voom tenta resolver dois problemas de táxis aéreos: tempo e dinheiro. “A Voom permite reservar uma viagem de helicóptero online, sem chamadas telefônicas, até uma hora antes do momento da partida”, explica a presidente executiva da empresa, Uma Subramanian, ao Estado. “Por termos capacidade de compartilhamento, a Voom oferece voos acessíveis, com preços até 80% mais baratos do que serviços tradicionais.”

Em testes realizados pela reportagem, um voo de helicóptero foi realizado entre a Avenida Brigadeiro Faria Lima, na região sul da cidade, e o Aeroporto Campo de Marte, na região norte. Agendado poucas horas antes da partida, o voo durou dez minutos e teve um custo total de R$ 352, com taxas. Em outras empresas de táxi aéreo tradicionais, o mesmo percurso teria um valor acima de R$ 1,6 mil e, em algumas empresas consultadas pela reportagem, até R$ 10,5 mil.

“Aplicativos para táxi aéreo indicam uma tentativa de popularização desses serviços”, afirma o especialista em setor aéreo e advogado especializado em aviação do escritório Machado Meyer, Fabio Falkenburger. “Mas precisa ver até que ponto este tipo de serviço pode ser considerado de entrada para novos públicos. Afinal, continua sendo uma coisa muito cara e para fins muito específicos, como viagens de negócios ou alguma reunião que é marcada de última hora.”

A Voom parece feliz com os seus resultados em São Paulo, que foi a cidade escolhida para ser a primeira a receber o serviço no mundo. Mesmo sem revelar os números de voos ou resultados financeiros por questões estratégicas, a empresa já se mostra otimista com as perspectivas: em breve, deve expandir serviços para Rio de Janeiro e Belo Horizonte e em cidade da região norte e nordeste posteriormente. No resto do mundo, a próxima parada da Voom é em setembro, na Cidade do México.

“A Voom quer desenvolver conceitos radicais para aliviar o congestionamento urbano”, diz Uma, quando questionada sobre os próximos passos da empresa. “Acreditamos que a mobilidade aérea urbana, começando com um serviço de helicóptero sob demanda, deve ser acessível às pessoas nas cidades mais congestionadas do mundo. Agora, nós estamos empenhados em fazer com que São Paulo funcione e aperfeiçoe nosso serviço, indo para a América Latina e além.”

Para especialistas de mercado, a estratégia de voos sob demanda é arriscada, mas pode funcionar. “Até o Uber já fez testes de serviços sob demanda”, afirma o especialista Fabio Falkenburger. “Este é um tipo de tecnologia que muitas empresas já estão de olho, mas precisa ter um grande volume de voos. Afinal, elas conseguem fazer passagens mais baratas quando usam um helicóptero para dezenas de voos em um único dia. Se ela tiver muitos usuários, o sistema vai funcionar.”



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Companhias aéreas inovam nos serviços com check-in com selfie e wi-fi


Joana Cunha

Após atravessarem 19 meses de queda na demanda, com um início de recuperação a partir de março, as companhias áreas brasileiras montam estratégias para se diferenciar umas das outras e competir por um mercado que perdeu cerca de 7 milhões de passageiros em 2016.
Quem voa no país começa a notar diferenças na experiência de voo, desde que a demanda menor acirrou a disputa, levando as empresas a uma corrida para ajustar custos e lançar inovações.
Quando a crise atingiu o setor em 2015, a primeira resposta da indústria foi um enxugamento de oferta com corte na malha e na frota - uma medida que restringiu as escolhas do passageiro.
À medida que o mercado tem voltado - com timidez- nos últimos meses, as empresas vêm anunciando uma série de mudanças, que vão desde o check-in até a bagagem, passando pela refeição e pelo entretenimento a bordo.
BAGAGENS
Entre as recentes transformações, a mais comentada foi aquela autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que permitiu que as companhias aéreas cobrem preços diferentes de quem viaja com ou sem bagagens despachadas.
Defendida pela indústria, a alteração normativa traz vantagens operacionais. Mas gerou polêmica, com idas e vindas na Justiça questionando se representaria cobrança adicional ao consumidor.
Segundo as empresas, ela pode estimular a competição, reduzindo preços no longo prazo. O resultado, porém, é de difícil mensuração porque os preços das passagens abrangem outras variáveis, como oferta, datas etc.
Em linha com a segmentação dos preços para o cliente, a Latam anunciou em junho um modelo que fatia as tarifas conforme o uso.
O cliente pode optar pela passagem promo, recebendo o serviço básico, ou desembolsar mais, se quiser adicionais como reserva de assento, alterações, acúmulo de milhagem entre outros. A refeição a bordo também passa a ser cobrada, se o passageiro optar por consumir.
De acordo com o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier, o objetivo da segmentação é expandir a base de clientes, ampliando o acesso ao transporte aéreo, com tarifas mais econômicas. O modelo aproxima o mercado brasileiro do praticado na Europa e nos Estados Unidos.
SELFIE
Para Eduardo Bernardes, vice-presidente da Gol, as inovações tecnológicas da empresa até superam as dos mercados estrangeiros.
"Em junho, inauguramos o check-in com o uso de selfie, diz. Pioneira no mundo, segundo Bernardes, a tecnologia tem um sistema de reconhecimento facial, em que o viajante cadastra uma foto no aplicativo da empresa para agilizar o embarque.
Outra novidade implantada pela Gol, o wi-fi a bordo também está nos aviões da concorrente Avianca Brasil.
"A competição obriga as empresas a serem eficientes e levarem melhor serviço ao passageiro", diz Frederico Pedreira, presidente da Avianca.
FIDELIDADE
Para atrair o cliente, a partir de agosto, a Avianca permitirá que todos os assentos nos aviões da empresa sejam adquiridos com pontos do programa de fidelidade, segundo Pedreira. As empresas costumam limitar assentos nos programas de milhagem.
Na Azul, uma das soluções foi trazer serviços de "streaming" de música e cardápios feitos com uma marca de food truck e uma série de TV.
Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (associação do setor), lembra que as inovações costumam responder a um contexto econômico.
"No começo da década, quando as empresas instalaram tecnologia para o passageiro fazer o próprio check-in e evitar filas nos balcões, foi uma resposta da indústria ao volume de passageiros que estava crescendo."

Depois de sete anos, `mensalão da toga´ pode ficar impune


Frederico Vasconcelos

A juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, do Amazonas, recebeu em 2010 um telefonema que a deixou abalada. Seu irmão, general Jorge Fraxe, a questionou sobre uma dívida, que hoje corresponderia a R$ 117 mil, na Fundação Habitacional do Exército (FHE).
A dívida estava registrada em nome da juíza, mas ela nunca fez empréstimos na FHE. Mais de cem juízes também não sabiam que tinham débitos elevados na fundação, pois não haviam firmado contratos. Eles foram vítimas de uma fraude atribuída a colegas magistrados.
Durante quase dez anos, a Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer) levantou dinheiro na fundação do Exército usando nomes de associados que desconheciam a trama. Entre 2000 e 2009, a segunda maior entidade de juízes federais do país assinou 810 contratos com a fundação. Cerca de 700 foram fraudados, vários deles em nome de fantasmas.
Com recursos obtidos em sucessivos contratos fictícios, a associação rolou mensalmente empréstimos não quitados. Parte do dinheiro era desviado ou depositado em contas de laranjas.
A Folha revelou o caso em novembro de 2010. Levantamento feito nas últimas semanas sugere que o "mensalão da toga" deve ficar impune.
Em abril de 2011, temendo essa hipótese, 40 juízes prejudicados entregaram abaixo-assinado à corregedoria do TRF-1. Pediam uma "investigação célere", afirmando que seus nomes foram utilizados "de forma irresponsável, temerária e fraudulenta".
O primeiro convênio entre a Ajufer e FHE previa a concessão de empréstimos no limite de R$ 20 mil. No segundo convênio, esse teto foi suprimido. No período investigado, seis ex-presidentes da Ajufer receberam o total de R$ 6 milhões, em 45 empréstimos. Cinco deles conseguiram novos contratos, mesmo acumulando dívidas.
A FHE descobriu a pirâmide financeira numa auditoria realizada em 2009.
Em outubro de 2010, a fundação moveu uma ação de cobrança contra a Ajufer. Pede que a entidade seja condenada a pagar R$ 32,6 milhões (valores atualizados), correspondentes ao saldo devedor de empréstimos.
MOROSIDADE
Uma ação penal sigilosa se arrasta no TRF-1, em Brasília.
Foram denunciados Moacir Ferreira Ramos, Solange Salgado da Silva Ramos de Vasconcelos, Hamilton de Sá Dantas e Charles Renaud Frazão de Moraes, ex-presidentes da Ajufer; o ex-diretor da FHE José de Melo, além de Cezário Braga e Nilson Freitas Carvalho, apontados como agiotas e doleiros.
Eles foram acusados, pelo Ministério Público Federal, da prática dos crimes de gestão fraudulenta, falsidade material e ideológica, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. A denúncia foi oferecida em dezembro de 2014. Só foi recebida em maio de 2016. O relator, desembargador Jirair Meguerian, ainda não citou os réus para apresentarem defesa prévia. Foi decretada a extinção da punibilidade, por prescrição, de Hamilton Dantas.
O tribunal não presta informações sobre o processo, que corre em sigilo de justiça.
A PIRÂMIDE
No esquema, a Ajufer intermediava o repasse de dinheiro entre a FHE e o associado, tanto para a tomada de empréstimo quanto para amortização das parcelas. Para liberar do dinheiro, bastava a Ajufer informar o nome do associado. Não havia garantia, controle ou fiscalização.
A anatomia desse "mensalão" foi exposta pelo ministro Herman Benjamin, em voto no Conselho da Justiça Federal, com base em relatório de juízes designados pela própria Ajufer, depois que o ardil foi descoberto.
O juiz Moacir Ramos indicava à FHE os supostos beneficiários dos empréstimos. Sacava a quantia para pagar prestações dos empréstimos em curso e transferia para suas contas pessoais e de laranjas a diferença [ou seja, o valor sacado, menos as prestações em curso]. No mês seguinte, "firmava" novos empréstimos fraudulentos em valores superiores à soma das prestações anteriores e repetia o desvio de recursos.
Ramos atuou em todas as gestões da Ajufer –como diretor financeiro e como presidente quando o golpe foi descoberto. "Ele `rolou´ a dívida total por quase uma década, sem que o problema fosse percebido", diz Benjamin.
O TRF-1 aposentou compulsoriamente Moacir Ramos, em julho de 2013 (o juiz pedira aposentadoria por invalidez dois anos antes). Aplicou medidas brandas a Hamilton Dantas e Solange Salgado (censura) e a Charles Moraes (advertência).
No último 30 de junho, o ministro Raul Araújo, do STJ, determinou o arquivamento de inquérito sigiloso, autuado em 2011, para apurar a conduta do desembargador Antônio de Souza Prudente, primeiro presidente da Ajufer. Em 2014, o Conselho da Justiça Federal arquivou uma sindicância sobre Prudente.
OUTRO LADO
A Ajufer chamou à responsabilidade todos os ex-presidentes e tesoureiros que assinaram os contratos fictícios, informa Roberto Veloso, presidente da entidade nacional dos juízes federais (Ajufe) e ex-presidente da Ajufer.
A Ajufer ingressou na Justiça com denunciação à lide, ou seja, passou do polo passivo para o ativo na ação de cobrança movida pela FHE.
O juiz federal Moacir Ramos afirmou à corregedoria que "a utilização indevida do nome dos juízes em nada repercutiu na esfera patrimonial ou moral dos magistrados", porque eles "não figuram como devedores."
Ramos disse que a FHE "tinha conhecimento de todos os contratos e os assinava sem opor qualquer resistência". O advogado de Ramos, Jonas Modesto da Cruz, diz que só se pronuncia nos autos. Solange Salgado disse ao corregedor que "assinava cheques em branco, na confiança que depositava no juiz Moacir Ramos".
Charles Moraes afirmou à corregedoria não ter consciência da dimensão dos fatos, "devido à confiança que depositava no diretor-financeiro, Moacir Ramos".
Os advogados de Hamilton Dantas informaram que só se manifestam nos autos. Ao corregedor, o juiz disse que "não tem riqueza pessoal " e "perdeu o controle da sua situação financeira e do próprio acompanhamento dos seus contratos".
O desembargador Antônio de Souza Prudente afirmou à Folha, em 2011, que jamais realizou qualquer convênio.
A defesa de José de Melo, ex-diretor da FHE, diz que ele não praticou irregularidades, e que agiu em nome do então presidente da fundação. Procuradas, as defesas de Cezário Braga e Nilson Freitas Carvalho não se manifestaram.
PASSOS LENTOS
Investigação sobre empréstimos fraudulentos a juízes emperra na Justiça
CONTRATOS FRAUDULENTOS
Entre 2000 e 2009, a Ajufer, uma associação de juízes federais, contratou empréstimos com nomes de associados e de laranjas sem que eles soubessem
DESVIOS
Os contratos estabeleciam que a Ajufer depositaria os empréstimos nas contas dos juízes, mas parte do dinheiro foi sacada
VENDA IRREGULAR
Em 2010, após descobrir a fraude, a fundação que fez o empréstimo recorreu à Justiça para cobrar dívida de R$ 21 milhões. No ano seguinte, a Ajufer vendeu um imóvel sem autorização da assembleia dos juízes para abater a dívida
INVESTIGAÇÃO
Jul.2011
Tribunal Regional Federal abre processo disciplinar contra quatro ex-presidentes da Ajufer
Dez.2014
Ministério Público Federal oferece denúncia contra sete pessoas
Mai.2016
Denúncia é recebida
Situação atual
1. O processo depende de análise de recursos apresentados por dois denunciados [embargos declaratórios]
2. Até agora o relator da ação penal, desembargador Jirair Meguerian, não citou os denunciados para apresentarem defesa prévia

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


´Uber de helicópteros´, Voom quer alçar novos voos após teste em São Paulo

Operada pela A3, da companhia francesa Airbus, a Voom chegou na cidade em abril e já planeja expansão nacional e na América Latina

Por Matheus Mans

Mesmo tendo a segunda maior frota de helicópteros do mundo, a cidade de São Paulo viu a crise atingir o setor de táxi aéreo no último ano, com metade das empresas fechando seus hangares. Aproveitando este momento e vendo uma oportunidade de popularizar o transporte, o serviço Voom chegou à cidade em abril oferecendo voos sob demanda por preços baixos. Agora, a companhia já começa a ver os primeiros resultados e a alçar novos voos no Brasil e América Latina.
Operada pela A3, braço da companhia francesa Airbus, a Voom tenta resolver dois problemas de táxis aéreos: tempo e dinheiro. “A Voom permite reservar uma viagem de helicóptero online, sem chamadas telefônicas, até uma hora antes do momento da partida”, explica a presidente executiva da empresa, Uma Subramanian, ao Estado. “Por termos capacidade de compartilhamento, a Voom oferece voos acessíveis, com preços até 80% mais baratos do que serviços tradicionais.”
Em testes realizados pela reportagem, um voo de helicóptero foi realizado entre a Avenida Brigadeiro Faria Lima, na região sul da cidade, e o Aeroporto Campo de Marte, na região norte. Agendado poucas horas antes da partida, o voo durou dez minutos, levou 10 minutos e teve um custo total de R$ 352, com taxas. Em outras empresas de táxi aéreo tradicionais, o mesmo percurso teria um valor acima de R$ 1,6 mil e, em algumas empresas consultadas pela reportagem, até R$ 10,5 mil.
“Aplicativos para táxi aéreo indicam uma tentativa de popularização desses serviços”, afirma o especialista em setor aéreo e advogado especializado em aviação do escritório Machado Meyer, Fabio Falkenburger. “Mas precisa ver até que ponto este tipo de serviço pode ser considerado de entrada para novos públicos. Afinal, continua sendo uma coisa muito cara e para fins muito específicos, como viagens de negócios ou alguma reunião que é marcada de última hora.”
A Voom parece feliz com os seus resultados, que foi a cidade escolhida para ser a primeira a receber o serviço no mundo. Mesmo sem revelar os números de voos ou resultados financeiros por questões estratégicas, a empresa já se mostra otimista com as perspectivas: em breve, deve expandir serviços para Rio de Janeiro e Belo Horizonte e em cidade da região norte e nordeste posteriormente. No resto do mundo, a próxima parada da Voom é em setembro, na Cidade do México.
“A Voom quer desenvolver conceitos radicais para aliviar o congestionamento urbano”, diz Uma, quando questionada sobre os próximos passos da empresa. “Acreditamos que a mobilidade aérea urbana, começando com um serviço de helicóptero sob demanda, deve ser acessível às pessoas nas cidades mais congestionadas do mundo. Agora, nós estamos empenhados em fazer com que São Paulo funcione e aperfeiçoe nosso serviço, indo para a América Latina e além.”
Para especialistas de mercado, a estratégia de voos sob demanda é arriscada, mas pode funcionar. “Até o Uber já fez testes de serviços sob demanda”, afirma o especialista Fabio Falkenburger. “Este é um tipo de tecnologia que muitas empresas já estão de olho, mas precisa ter um grande volume de voos. Afinal, elas conseguem fazer passagens mais baratas quando usam um helicóptero para dezenas de voos em um único dia. Se ela tiver muitos usuários, o sistema vai funcionar.”

TV GLOBO - FANTÁSTICO


Acidente com Airbus da TAM que deixou 199 mortos completa dez anos

Saiba o que mudou em Congonhas, como ficou o caso na Justiça e como está a vida das famílias que tiveram que seguir em frente depois do trauma.

No dia 17 de julho, o acidente mais grave da aviação brasileira completa dez anos: a queda do Airbus 320 da TAM, bem ao lado do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Neste domingo (16), famílias das 199 vítimas se reuniram para uma homenagem, no memorial erguido no local da tragédia. Nesses dez anos, o que mudou em Congonhas? Como ficou o caso na Justiça? E como está a vida das famílias que tiveram que seguir em frente depois do trauma? Veja na reportagem do Fantástico.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/07/acidente-com-airbus-da-tam-que-deixou-199-mortos-completa-dez-anos.html

Crise e cortes de orçamento fazem ciência brasileira entrar em decadência

Entre estudos afetados estão pesquisas de doenças neurológicas, como Alzheimer e mal de Parkinson, o programa espacial e a pesquisa agrícola.

Cientistas enfrentam dificuldades para iniciar ou dar sequência a projetos desenvolvidos em universidades e centros de pesquisa do Brasil. Reportagem especial do Fantástico mostra que crise econômica e cortes sucessivos de orçamento são alguns dos fatores responsáveis pela decadência da ciência nacional. Entre os estudos afetados estão as pesquisas de doenças neurológicas, como Alzheimer e mal de Parkinson, o programa espacial e a pesquisa agrícola.
Hoje parada, uma pesquisa sobre como aumentar os nutrientes do arroz e do feijão faz parte de um projeto mundial para aumentar a quantidade de zinco nos alimentos. Já o veículo lançador de satélites, que durante 35 anos foi o grande objetivo do programa espacial, foi deixado de lado. Veja mais na reportagem abaixo.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/07/crise-e-cortes-de-orcamento-fazem-ciencia-brasileira-entrar-em-decadencia.html

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Aeronáutica lança novo concurso público com 288 vagas para sargentos

As provas objetivas serão aplicadas em 29 de outubro

A diretoria de Ensino da Aeronáutica anunciou, por meio do Diário Oficial da União desta quinta-feira (6/7), a realização de novo concurso público para admissão ao Curso de Formação de Sargentos, para o segundo semestre de 2018. São 288 vagas, distribuídas entre as área de comunicações (14), foto inteligência (9), guarda e segurança (30), eletricidade e instrumentos (18), meteorologia (10), suprimento (14), informações aeronáuticas (10), cartografia (6), desenho (5), estrutura e pintura (8), eletromecânica (12), metalurgia (6), bombeiro (18) e controle de tráfego aéreo (128).
Para participar, o candidato deve ter mais de 18 e menos de 25 anos até 31 de dezembro do ano que vem, e ter concluído o ensino médio.
Etapas
O processo seletivo é composto por provas escritas (com questões sobre língua portuguesa, língua inglesa, matemática e física), com aplicação prevista para 29 de outubro, além de inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação de condicionamento físico e validação documental.
Os aprovados em todas as etapas deverão se apresentar na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá/SP, no dia 1º de julho de 2018 para matrícula. O curso tem duração de aproximadamente dois anos, e, após concluído com aproveitamento, o aluno é promovido à graduação de terceiro-sargento especialista da Aeronáutica.
O candidato poderá se inscrever entre 21 de julho e 14 de agosto pelo site ingresso.eear.aer.mil.br. A taxa é de R$ 60.
De acordo com a tabela de remuneração das Forças Armadas, disponibilizada pelo Ministério da Defesa, o soldo para 3º sargento em 2018 será de R$ 3.584, mas em 2019 passa a ser de R$ 3.825. Já o posto de 1º sargento pode chegar a R$ 5.483, em 2019.

PORTAL R7


Reportagem da Semana: maior acidente aéreo do Brasil completa 10 anos


O maior acidente aéreo do Brasil completa dez anos. Imagens nunca exibidas na televisão mostram como foram os primeiros minutos após a tragédia que matou 199 pessoas. A equipe do Domingo Espetacular conta como as famílias ainda lutam para reconstruir as próprias vidas. As conclusões da investigação e por que até hoje ninguém foi punido. Veja na Reportagem da Semana!
http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/-reportagem-da-semana-maior-acidente-aereo-do-brasil-completa-10-anos-16072017?PageSpeed=noscript

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL O ECO


Empresa pagará pela permanência da família de acidentado do Ibama no Rio

A empresa Paramazônia pagará pelos custos da estadia da família de Lazlo Macedo de Carvalho no Rio. O analista ambiental do Ibama é o único sobrevivente do desastre aéreo em Roraima, que matou quatro pessoas. Na semana passada, servidores do órgão iniciarem entre si uma vaquinha para ajudar nas despesas para que a família de Lazlo pudesse se manter próxima ao hospital onde ele está internado.
O Ibama cobre os custos da manutenção de Lazlo no Rio, mas não de sua família, que mora em Santos e veio para a capital fluminense acompanhar a recuperação dele. Todos estão longe de casa. Lazlo, de 44 anos, está sendo tratado desde o dia 04 de julho no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG), no Rio de Janeiro, centro de referência para pacientes como ele, que teve 45% do corpo queimado.
Na quinta-feira passada, a esposa de Lazlo, Patrícia Marques, enviou uma mensagem aos colegas do marido agradecendo pela ajuda e informando que a vaquinha deveria ser encerrada, já que a empresa começou a pagar pelos custos.
“Agradeço o carinho e atenção recebidos, tenho gratidão e débito enormes por todos os amigos que se abnegaram a nos ajudar. Sei que muitos se abstiveram de suas necessidades, e disso não posso esquecer (...)”, afirmou Patrícia, por e-mail enviado aos servidores do Ibama. “Mais uma vez agradeço a todos vocês, Lazlo ficará muito feliz em saber o quanto é amado por todos”.
Ibama em luto
Na manhã da última segunda-feira (03), quatro pessoas morreram após a queda de avião em Roraima. Os analistas ambientais Olavo Perin, de 35 anos, do Espírito Santo; Alexandre Rochinski, de 45 anos, de Santa Catarina e o técnico administrativo Sebastião Júnior, de 50 anos, de Roraima --. mais o piloto, Marcos Jardim, morreram carbonizados após a aeronave em que estavam cair sobre árvores logo após decolar da pista.
O acidente aconteceu em Cantá, município que integra a região metropolitana de Boa Vista, capital do estado. Só Lazlo sobreviveu.
O Cessna, prefixo PR-MFR 2010, da empresa Paramazônia, havia sido alugado pelo Exército para levar os servidores do Ibama para uma operação de combate à mineração ilegal na Terra Indígena Yanomâmi, área de fronteira, em uma ação da Operação Curare VIII. É o segundo avião da empresa a cair em menos de duas semanas.

PORTAL AEROFLAP


Esquadrilha da Fumaça se apresentou pela terceira vez na Colômbia

Neste sábado, 15 de julho, a Esquadrilha da Fumaça se apresentou pela terceira vez em Rionegro, na Colômbia. A demonstração surpreendeu a todos que esperavam ansiosos pela apresentação da Força Aérea Brasileira. Mais de 50 mil pessoas prestigiaram as manobras das sete aeronaves sob o céu nublado que não tirou o brilho da exibição.
Muito emocionada com a demonstração, a mecânica de carros, Juanita Steverne, ressaltou que é a primeira vez que está tendo contato com a Força Aérea Brasileira. “Fiquei muito encantada com a Esquadrilha da Fumaça. Quando o avião sobe até o alto e faz pirueta me deixou bastante apreensiva e, ao mesmo tempo, admirada com a manobra. Trouxe toda a minha família para assistir ao espetáculo do Brasil”.
A F-Air é a maior feira aeronáutica da Colômbia e reúne mais de 200 expositores, que apresentam as novidades nas áreas de tecnologia aeroespacial – satélites, drones, radares – apoio logístico, medicina aeroespacial, entre outras.
Na última quinta-feira (13), após a abertura da feira, a Esquadrilha da Fumaça realizou a primeira demonstração a uma altitude elevada. A 2200 metros do nível do mar, os pilotos realizaram suas manobras nas aeronaves A-29.
“Com o ar mais rarefeito o rendimento das aeronaves diminui e a temperatura alta também dificulta, mas conseguimos fazer todas as manobras, comprovando que o A-29 tem essa capacidade de operar em diferentes altitudes”, avaliou o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Líbero Onoda Luiz Caldas. Ainda no Brasil, os pilotos realizaram diversos treinamentos simulando a
altitude diferenciada.
A Esquadrilha da Fumaça fez sua última participação na F-AIR Colômbia 2017 neste domingo, dia 16 de julho, com demonstração iniciada às 10h20. A programação do evento contém apresentações da Força Aérea Colombiana e dos Estados Unidos da América, além de exposição de empresas de aviação do país.

PORTAL FOLHA DA REGIÃO - ARAÇATUBA


10 anos após acidente, Marilda conta como superou 4 perdas

Durante todo este tempo, vem vencendo barreiras e superando as perdas e saudades
Por Ivan Ambrósio
Marilda Ura, de 64 anos de idade, reside em Birigui e tinha tudo para desistir de viver e repudiar qualquer forma de consolo. De forma imediata, ela perdeu os dois filhos, a neta e o genro. Todos foram vítimas do acidente do voo 3054, operado pela TAM Linhas Aéreas, ocorrido no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e que resultou na morte de 199 pessoas. A tragédia, considerada a maior da aviação na história do Brasil, completa dez anos amanhã (17). No entanto, o que se vê em dona Marida é uma mulher que, apesar da saudade, conseguiu superar a perda dos parentes e, hoje, sente alegria e prazer na vida.
Na tarde da última quinta-feira, ela recebeu a Folha da Região em sua casa, no Jardim Bela Vista. Na sala, diversas fotos dos filhos Melissa Ura Doná de Andrade, de 30 anos, André Ura Doná, 25, da neta Alanis Ura Doná de Andrade, 2, e do genro Márcio Rogério de Andrade, 35, estão espalhadas na raque. Durante a conversa, Marilda contou que, durante todo este tempo, vem vencendo barreiras e superando as perdas e saudades.
“Éramos muito unidos e uma grande família que me foi dada por Deus”, disse. Sobre o genro, ela foi categórica em dizer que se tratatva de outro “filho” recebido de Deus. “O Márcio passou a tomar conta da família e era um conselheiro para o André”, lembrou. Marilda, que trabalhava em uma empresa do ramo alimentício no Japão na época do acidente, contou que estava saindo para o trabalho, quando um amigo perguntou se ela tinha visto o noticiário na televisão a respeito do acidente.
“Eu sabia que eles estavam naquele voo, mas custei a acreditar no que havia ocorrido. Fui para o trabalho e, durante o expediente, liguei para meus familiares em Birigui, quando, de fato, tive a pior notícia que uma mãe poderia receber. Naquele momento, eu morri com eles, mas não culpei Deus pela tragédia. Pelo contrário, ergui as mãos para o alto e pedi sua força”, destacou. Assim que falou com os familiares, Marilda pegou o primeiro voo para o Brasil, porém, a viagem, que parecia não ter fim, teve ainda de ser desviada para o Chile devido à pane no Cindacta 4.

PORTAL AEROFLAP


Militares da FAB criam processo de automação de banco de provas de motores

Superação, esforço, dedicação. Essas são as palavras que definem a trajetória do Sargento David Rodrigo Gonçalves Ribeiro, há 11 anos, Mecânico de Aeronaves do Banco de Provas de Motores do Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP). Com experiência civil na indústria de automação, o militar não parou no tempo. Realizou, por conta própria, a formação complementar de duas faculdades em Tecnologia de Automação Industrial, no Instituto Federal de Tecnologia de São Paulo (IFSP); e Engenharia Elétrica, na Faculdade de Engenharia de São Paulo (FESP). Conseguiu reunir o empenho dos estudos com o trabalho na FAB por meio de sua dissertação de mestrado, na qual propôs a automação do Banco de Provas de Motores do PAMA-SP.
A ideia foi fruto da observação diária da necessidade de um estudo na área de manutenção. “O processo de operação do banco de provas de motores, com instrumentação ainda analógica, levava longo tempo de verificação e leitura dos parâmetros. Além disso, o procedimento manual exigia alto consumo de combustível”, explica o Sargento Ribeiro. Por isso, a proposta do pesquisador foi desenvolver um sistema capaz de automatizar os parâmetros de teste e a coleta de dados do motor J-85, da aeronave de caça F-5.
Custo-Benefício
O Chefe da Subdivisão de Motores do PAMA-SP, Major Engenheiro Mecânico Joel Pereira de Alencar, avaliou o que a iniciativa vai proporcionar para o setor. “Haverá a otimização na produtividade, diminuindo o tempo dos testes, além de possibilitar expressiva economia de combustível, o que significa diminuição de custos na manutenção. A automação do teste permitirá uma redução em torno de 35% no consumo de combustível, o que representará, anualmente, 100 mil litros de querosene e uma economia de aproximadamente R$ 450 mil. Além disso, incrementará a capacidade de
produção desses motores em 30%, num aumento da precisão e na redução de 35% das emissões de gases”, conclui.
Reestruturação
A busca da otimização operacional no ambiente de trabalho faz parte de um projeto maior que envolve a reestruturação do PAMA-SP. “Na reestruturação da FAB, foi determinado que o Parque de São Paulo fosse a unidade central de todos os motores da Força Aérea”, especifica o Major Joel. A ideia é que o PAMA-SP passe a atender também, de forma automatizada, a diferentes tipos de motores: turbo-hélice (aplicado em aeronaves de asa fixa), turbo-eixo (utilizado em helicópteros), e turbo-jato e turbofan (J-85, utilizado no F-5).
Novas aplicações
O projeto do Sargento Ribeiro também permitiu a abertura de horizontes para muitas outras aplicações, como o desenvolvimento de um equipamento portátil para os testes de motores. Segundo avalia o Major Joel, “a mobilidade de levar o teste para perto do avião melhora a confiabilidade do trabalho. Evitar tirar o motor da aeronave significa diminuir possíveis acidentes aéreos por falha de motor”, explica. A realização desse trabalho faz com que a FAB deixe de ser apenas usuária de Equipamentos de Apoio de Solo (EAS) e de testes, passando a ser capaz de criar seus próprios equipamentos.
Reconhecimento internacional
O projeto desenvolvido no banco de provas da FAB resultou em visibilidade externa. Foi fruto de trabalho científico internacional, apresentado no Aviation Forum 2017 nos EUA – evento referência para a pesquisa e inovação no mundo que reúne pesquisadores da NASA e representantes da indústria mundial, como Boeing, Lockheed Martin e Airbus.
Via – Força Aérea Brasileira

PORTAL NOTÍCIAS AO MINUTO (RJ)


Exército diz que garimpo em terra indígena faturava R$ 32 milhões/mês

O Exército Brasileiro descobriu um garimpo ilegal chamado "Mutum", em Terra Indígena Yanomami, no estado de Roraima. O local tinha mais de mil pessoas e uma renda mensal aproximada de R$ 32 milhões.
As informações são da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Segundo a publicação, o local fica no alto do Rio do Uraricoera, próximo da fronteira com a Venezuela, e contava com a estrutura de uma pequena cidade, com direito a salão de beleza e duas mercearias.
Em entrevista a EBC, o General Gustavo Dutra afirmou que o garimpo foi instalado no início do ano e que a maioria dos garimpeiros deixou o local.



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