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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 14/05/2017 / Trump quer maiores sanções à Coreia do Norte após lançamento de projétil


Trump quer maiores sanções à Coreia do Norte após lançamento de projétil ...  


O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a adoção de maiores sanções contra a Coreia do Norte após o país ter disparado um projétil que percorreu 700 km e caiu no mar do Japão.

"Que essa provocação sirva como chamado a todas a nações para a implementação de sanções muito mais rígidas contra a Coreia do Norte", disse a Casa Branca em comunicado.

Porta-voz do Kremlin disse que o teste de mísseis preocupou o presidente russo Vladimir Putin, que visita Pequim. Os projéteis atingiram uma localidade mais próxima da Rússia do que do Japão, no mar entre os países.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que os chanceleres do Japão e da Coréia do Sul conversaram por telefonema no domingo para discutir o disparo do míssil norte-coreano.

Shotaro Yachi, principal assessor de segurança da Abe, também teve um telefonema com o conselheiro de segurança nacional dos EUA, H. McMaster.

"Vamos continuar a estreita coordenação com os Estados Unidos e a Coreia do Sul para responder à situação da Coreia do Norte", disse Abe aos repórteres.

MODERAÇÃO
A China disse que "a situação na península é complexa e sensível, e todas as partes relevantes devem exercer a moderação e não fazer nada para agravar ainda mais as tensões regionais".

"As resoluções do Conselho de Segurança têm regras claras sobre a Coréia do Norte usando a tecnologia de mísseis balísticos para realizar lançamentos. A China se opõe às atividades de lançamento que são contrárias às resoluções do Conselho de Segurança ", disse o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado enviado à agência Reuters.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Pai de piloto do voo da Chapecoense vai à Colômbia "dar a cara a tapa"


Rodrigo Pedroso

 O boliviano Alberto Pinto, 61, chegou na segunda-feira (8) à Colômbia com duas missões. Queria entender o que aconteceu com seu filho e tentar falar com parentes de vítimas da tragédia aérea envolvendo a Chapecoense, que deixou 71 mortos. Ele é pai adotivo de Miguel Quiroga, piloto do voo da LaMia, que caiu no dia 29 de novembro, no arredores de Medellín.
O empresário boliviano passou três dias entre Medellín e La Unión, povoado no pé do morro onde a aeronave caiu. Tentou se aproximar de familiares das vítimas brasileiras, foi a uma missa organizada no local do acidente e se encontrou com a controladora de voo que tentou guiar o pouso da aeronave.
O informe preliminar da investigação da aeronáutica civil colombiana, divulgado em dezembro, responsabilizava Quiroga por falhas no plano de voo, por ter decolado com menos combustível do que o exigido. O resultado final da apuração sairá até novembro.
"Vim aqui dar a cara a tapa, poderia ter ficado na Bolívia. Queria ter dito às pessoas que também estamos sofrendo", afirmou Alberto à Folha.
O filho de Miguel, Roger Quiroga, 14, acompanhou o avô na viagem. Ambos ficaram hospedados na casa de um morador do povoado de La Unión, próximo do local da queda.
Na terça-feira, a cidade organizou uma homenagem às vítimas. Estiveram integrantes da delegação da Chapecoense, entre eles os jogadores sobreviventes Alan Ruschel, Neto e Jackson Follmann.
Alberto não conseguiu se encontrar com os atletas, nem com familiares de vítimas que foram ao local do acidente na tarde de terça.
"Algumas pessoas não queriam que eu estivesse ali, o que eu compreendo, mas a família não pode ser culpada pelo que aconteceu", disse.
À Folha, a assessoria da Chapecoense confirmou que não aconteceu o encontro entre o pai de criação do piloto e os integrantes da equipe que foram ao local. Negou, porém, que houve veto à presença dele na visita.
Também na terça, o pai conseguiu ter um rápido contato com alguns familiares de brasileiros que morreram na tragédia. Em uma cerimônia de entrega de objetos das vítimas, à noite, Alberto falou com os parentes. O encontrou foi intermediado pela psicóloga e voluntária colombiana Fernanda Sierra, 28.
Alberto se aproximou de um grupo de cinco brasileiras para se apresentar.
"Disse que também sinto a dor da perda de uma pessoa querida e recebi um abraço e palavras de conforto."
Um dia após a visita dos jogadores, Alberto, enfim, foi ao Cerro Chapecoense, como foi batizado o local da queda. Parentes do copiloto boliviano Ovar Goytia e o pai do técnico de voo, Ángel Lugo, também vítimas do acidente, estiveram com ele. Enquanto fazia vídeos narrando o que via para mostrar à mãe de Miguel, Maria Pinto, Alberto cronometrou o tempo que um avião que passara sobre sua cabeça demorou em tocar a terra.
"Viu? Três minutos daqui à aterrissagem. Por três minutos...", disse, sem completar a a frase.
O venezuelano Jesús Ramón Lugo, 64, pai de Ángel, diz que chegou a culpar Miguel Quiroga pela tragédia. Agora, afirma que o piloto "tomou uma decisão errada e que pagou por isso".
"Fiquei com a sensação de que alguns brasileiros não queriam proximidade com a gente. Eu gostaria de ter falado com eles, mostrar meus sentimentos", afirmou.
Lugo foi a La Unión atrás de um documento que explicasse melhor a causa da morte do filho para poder cobrar a indenização do seguro. No laudo oficial, a conclusão foi de que se deu por morte violenta.
ENCONTRO MARCADO
Depois da visita ao morro, Alberto foi a Medellín para buscar o médico que assinou o atestado de óbito. Não conseguiu encontrá-lo. Queria levar para a mãe de Miguel uma resposta sobre o estado do corpo do filho.
"Falaram que ele tinha sido decepado e, como fizemos o enterro em caixão fechado, gerou esse trauma nela."
Horas antes de embarcar de volta à Bolívia, o pai de Miguel Quiroga teve outro encontro muito esperado por ele. Conversou com Yaneth Molina, a controladora de voo do aeroporto José Maria Córdoba no momento da queda do avião da LaMia.
Após o vazamento pela imprensa do áudio da conversa entre ela e Miguel momentos antes da colisão, Yaneth acabou responsabilizada por parte da opinião pública colombiana e boliviana por supostamente ter demorado a transmitir as coordenadas de aterrissagem.
A conversa durou uma hora. Ambos expressaram pesar pelo acidente e dividiram seus sofrimentos com as repercussões do caso.
"Contei ao Alberto que não havia nada que a torre pudesse fazer", afirmou Yaneth. "Eu precisava ver a última pessoa que falou com o meu filho", disse Alberto.

Trump quer maiores sanções à Coreia do Norte após lançamento de projétil


 O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a adoção de maiores sanções contra a Coreia do Norte após o país ter disparado um projétil que percorreu 700 km e caiu no mar do Japão.
"Que essa provocação sirva como chamado a todas a nações para a implementação de sanções muito mais rígidas contra a Coreia do Norte", disse a Casa Branca em comunicado.
Porta-voz do Kremlin disse que o teste de mísseis preocupou o presidente russo Vladimir Putin, que visita Pequim. Os projéteis atingiram uma localidade mais próxima da Rússia do que do Japão, no mar entre os países.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que os chanceleres do Japão e da Coréia do Sul conversaram por telefonema no domingo para discutir o disparo do míssil norte-coreano.
Shotaro Yachi, principal assessor de segurança da Abe, também teve um telefonema com o conselheiro de segurança nacional dos EUA, H. McMaster. "Vamos continuar a estreita coordenação com os Estados Unidos e a Coreia do Sul para responder à situação da Coreia do Norte", disse Abe aos repórteres.
MODERAÇÃO
A China disse que "a situação na península é complexa e sensível, e todas as partes relevantes devem exercer a moderação e não fazer nada para agravar ainda mais as tensões regionais".
"As resoluções do Conselho de Segurança têm regras claras sobre a Coréia do Norte usando a tecnologia de mísseis balísticos para realizar lançamentos. A China se opõe às atividades de lançamento que são contrárias às resoluções do Conselho de Segurança ", disse o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado enviado à agência Reuters.

Atraso e "fossas" de armas reduzem apoio a processo de paz na Colômbia


Sylvia Colombo

 Na mesma semana em que uma comissão do Conselho de Segurança das Nações Unidas visitou a Colômbia e deixou o país dizendo-se satisfeita com os avanços na implementação do processo de paz com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), uma pesquisa do instituto Gallup mostrou um aumento do número de colombianos que creem que o processo esteja indo por um mau caminho. De 43%, em dezembro, foi para 57% em abril.
Os números acompanham, também, um desgaste da popularidade de Juan Manuel Santos, hoje com apenas 26% de aprovação.
A imagem do presidente havia desabado até preocupantes 16%, mas sua intensa atuação para socorrer os atingidos pela tragédia de Mocoa -deslizamento de terra que causou mais de 150 mortes- fez com que resgatasse algo em termos de apoio. Ainda assim, o instituto Datexco mostra que 71% dos colombianos desaprovam seu governo.
Qual a explicação para que um mandatário com tanto prestígio no exterior e um Prêmio Nobel no bolso esteja com cada vez menor popularidade? E por que o acordo de paz aprovado no fim de 2016 e que de fato pôs fim aos enfrentamentos vem sendo tão mal visto?
A resposta está em questões pontuais. Além da queda do desempenho econômico do país (que deve crescer apenas 1,8% em 2017), a maioria está relacionada à implementação do acordo.
Em primeiro lugar, estão os prazos não cumpridos. As Farc têm até 1º de junho para entregar todas as armas registradas quando entraram nas 26 zonas de segurança monitoradas pelo Exército e pela ONU. Não só esse cronograma está atrasado como a guerrilha deixou de informar que tem muito mais armamento do que o declarado.
O chamado "escândalo das fossas" explodiu há duas semanas, quando foram revelados que há mais de 900 esconderijos de armas, explosivos e dinheiro, principalmente no norte do país.
Um dos membros do Secretariado das Farc, Carlos Lozada, declara que não houve má-fé, e que a guerrilha não tem informação centralizada de quantas armas possuía cada uma de suas frentes. "Vamos fazer o possível para entregar tudo até o dia 1º, mas é provável que precisemos de mais tempo", disse.
Em entrevista no começo da semana, Santos minimizou o problema. "O prazo da entrega dos fuzis dos que estão nas zonas de segurança vai ser cumprido. Quanto às 900 fossas, não temos previsão. Mas eu pergunto que importância tem a demora em um ou dois meses, depois de termos colocado fim a uma guerra que durou 50 anos? O importante é que não há mais combate nem mortos."
O atraso da devolução dos menores de idade é mais um ponto de descontentamento. Segundo o tratado, os integrantes da guerrilha com menos de 18 anos deveriam ser entregues assim que as Farc entrassem nas zonas de segurança. Até agora, porém, com a entrega de três garotos na semana passada, chegou-se ao número de 70. O governo calcula que faltam 170. Muitos deles foram sequestrados de famílias de camponeses.
Outro ponto que vem marcando o mau humor dos colombianos com o processo é a aproximação das eleições legislativas -em maio de 2018.
Segundo o acordo, as Farc terão direito a dez cadeiras no Congresso, cinco na Câmara dos Deputados e cinco no Senado, mesmo que não obtenham os votos suficientes para isso. Poderão concorrer mesmo os ex-guerrilheiros que ainda estiverem sendo processados pelos tribunais da Justiça especial, que também tardam em entrar em funcionamento.
"Eu posso aceitar que eles participem do Congresso, é melhor ter a guerrilha ali do que nas montanhas, causando o terror. Mas acho injusto que não cumpram uma pena mínima antes de virarem deputados ou senadores", diz a comerciante Lídia Ariza, 59.
A força política que vem concentrando as reclamações dos que votaram pelo "não" no plebiscito da paz, em outubro passado, é o Centro Democrático, do ex-presidente Álvaro Uribe.
Desde então, o partido vem se ausentando das votações do Congresso que definem as mudanças constitucionais necessárias à implementação do acordo.
Foi assim no último dia 26 de abril, quando os uribistas se negaram a votar na sessão que definiu as regras para a criação do partido das Farc.
"Não estamos de acordo de que pessoas que cometeram crimes atrozes entrem legalmente no Congresso antes de cumprirem penas", disse à Folha o porta-voz do partido, Jaime Amín.
Já Santos, na mesma entrevista, minimizou também esse aspecto. O presidente crê que a representatividade das Farc, com dez congressistas, será ínfima, e acusa os uribistas de mentir.
"Ninguém que tenha cometido crimes de lesa humanidade será eleito. Estamos tendo atrasos na instalação dos tribunais especiais, por questões burocráticas e de falta de pessoal. Mas são coisas normais", afirmou.
Para Santos, "que estejamos discutindo detalhes, aspectos da implementação, é algo positivo, porque significa que estamos avançando".
De fato, o presidente não se equivoca, pois, desde que assinado o tratado, não houve mais assassinatos relacionados ao conflito.

Governo barra plano de retomar voos comerciais em Pampulha


Flavia Lima

O governo jogou uma pá de cal nos planos da Infraero de retomar voos comerciais para o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, ao permitir a operação apenas de rotas regionais –que exclui voos vindos de capitais e de grandes aeroportos.
A decisão, que saiu na sexta-feira (12) em portaria do Conac (Conselho de Aviação Civil), órgão do governo, também encerra o atrito entre Infraero e seus sócios privados em Confins, a BH Airport –que venceram a batalha.
Assim, ainda que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) dê parecer favorável à possibilidade de o aeroporto receber aeronaves de maior porte, a deliberação terá pouca eficácia.
Isso porque a permissão para que Pampulha recebesse aeronaves maiores atenderia justamente a necessidade de rotas comerciais feitas entre capitais ou vindas de grandes aeroportos –o que foi proibido pelo governo.
Desde 2005, os voos de longa distância foram transferidos para Confins. Pampulha ficou apenas com a aviação executiva –que envolve aeronaves de menor porte.
No fim do ano passado, a Infraero, administradora do aeroporto, sinalizou que queria retomar voos comerciais a jato em Pampulha, o que causou reação dos sócios privados da BH Airport, concessionária que venceu o leilão de Confins, em 2014.
Em resposta à Infraero à época, a BH Aiport disse que, com as mudanças pleiteadas, a concorrência com Pampulha prejudicaria o negócio, resultando em ociosidade, na necessidade de aportes adicionais de capital dos acionistas e, portanto, em perdas para a própria Infraero, que tem 49% do aeroporto –a CCR e o grupo Zurich têm os outros 51%.
Uma das justificativas para limitar a operação de Pampulha é justamente a concorrência. Segundo o Conac, a restrição ao aeroporto belo-horizontino inibe possíveis impactos negativos em Confins, como perda de conectividade e diminuição da competição entre empresas aéreas devido à restrição de oferta.
Por meio de sua assessoria, a Infraero informou que segue com suas atribuições e acata a decisão do governo no que diz respeito a Pampulha. Já a Anac afirmou que cumprirá, no que couber, as diretrizes do Conac.
Em nota, a BH Airport diz que os atos legais preservam a segurança jurídica do contrato de concessão e garantem a previsibilidade para o desenvolvimento de Confins, além de serem mais favoráveis aos passageiros.
No início do ano, um parecer técnico do Ministério dos Transportes recomendava veto aos planos da Infraero em retomar os voos comerciais em Pampulha. A portaria de sexta reforça que, na queda de braço entre Infraero e os seus sócios privados, os últimos levaram a melhor.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Ataque cibernético global perde força

Especialistas alertam, porém, para risco de novas investidas de hackers

Jeremy Wagstaff E Eric Auchard, Reuters

Um ataque global cibernético em escala descrita como sem precedentes forçou a Renault a interromper as linhas de produção, ao mesmo tempo em que atingiu escolas na China e hospitais na Indonésia, neste sábado, apesar de ter aparentemente perdido força, um dia depois do seu lançamento.
Usando ferramentas de espionagem que teriam sido desenvolvidas pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), o ataque cibernético infectou dezenas de milhares de computadores em quase 100 países. Os piores danos foram causados ao sistema de saúde do Reino Unido.
Os hackers enganaram suas vítimas, fazendo-as abrir anexos maliciosos em e-mails de spam que pareciam conter pagamentos, ofertas de emprego, avisos de segurança e outros arquivos legítimos. 
Uma vez dentro da rede, os programas que exigiam resgates usaram ferramentas de espionagem recentemente reveladas para silenciosamente infectar outras máquinas sem nenhuma intervenção humana. Isso, segundo especialistas de segurança, marcou uma piora sem precedentes de riscos de novos ataques nos próximos dias ou semanas.
Empresas e hospitais sofrem ataque cibernético em massa
O programa criptografou dados em computadores, exigindo pagamentos de 300 a 600 dólares para restaurar o acesso. Investigadores observaram que algumas vítimas pagaram com a moeda digital bitcoin, apesar de ninguém saber o quanto foi transferido para os invasores dada a natureza majoritariamente anônima dessas transações.
Investigadores na empresa de programas de segurança Avast disseram que identificaram 126.534 infecções em 99 países, com Rússia, Ucrânia e Taiwan como principais alvos.
Os hackers, que não reivindicaram responsabilidade, nem foram identificados, aproveitaram um vírus, ou um malware que se auto-propaga, explorando um pedaço de um código de espionagem da NSA chamado de "Azul Eterno", que foi divulgado no mês passado por um grupo de hackers conhecidos como Shadow Brokers, de acordo com investigadores de várias empresas de segurança cibernética.
A montadora francesa Renault interrompeu a produção em algumas unidades neste sábado para prevenir a disseminação do ataque cibernético que atingiu seus sistemas de computação. Outra montadora, a japonesa Nissan, também teve a produção afetada em uma fábrica no nordeste da Inglaterra.
Alguns especialistas disseram que as ameaças recuaram, por enquanto, parcialmente porque um investigador sediado no Reino Unido, que não quis revelar seu nome, registrou um domínio ao qual um malware estava tentando se conectar, e limitou a propagação do vírus.
Empresas de segurança privadas identificaram o programa que exige resgate como uma nova variação do "WannaCry", que tinha a habilidade de automaticamente se espalhar em amplas redes explorando um problema conhecido no sistema operacional Windows, da Microsoft.
"Este é um dos maiores ataques globais que a comunidade cibernética já viu", disse Rich Barger, diretor de pesquisa de ameaças da Splunk, uma das firmas que ligou o WannaCry à NSA.
O ataque teve como alvo computadores que ainda não haviam instalado pacotes de atualização fornecidos pela Microsoft em março, ou máquinas mais velhas usando programas que a Microsoft não sustenta mais e para os quais não há pacotes de atualização, inclusive o sistema Windows XP, de 16 anos atrás, disseram os investigadores.
A Microsoft afirmou que forçou atualizações automáticas do Windows para defender os clientes do WannaCry. Lançou um pacote, em 14 de março, para protegê-los do "Azul Eterno". Na sexta-feira, a Microsoft também emitiu pacotes para uma gama de programas descontinuados há bastante tempo, como o Windows XP e o Windows Server 2003.
"Nossos engenheiros acrescentaram proteções contra novos programas maliciosos conhecidos como Ransom:Win32.WannaCrypt", disse a Microsoft, em um comunicado, nesta sexta-feira, acrescentando que estava trabalhando com consumidores para fornecer assistência adicional.

Co-Rio atrasa reforma na área do Exército

Entidade responsável pela Olimpíada na cidade admite o problema

Marcio Dolzan

Enquanto o Parque Radical permanece fechado, a área do complexo pertencente ao Exército Brasileiro funciona, apesar de os militares terem recebido as instalações cedidas ao Rio-2016 sem todas as obras de readequação prontas. Os custos das reformas estão estimados em R$ 1,2 milhão.
O local comporta os Centros de Tiro, Hipismo, Hóquei sobre Grama e o Centro Aquático de Pentatlo Moderno. As instalações já existiam antes dos Jogos Olímpicos do ano passado e foram utilizadas no Pan de 2007 e nos Jogos Mundiais Militares de 2011. A Arena da Juventude, erguida para o Rio-2016, agora também pertence ao Exército.
Essas instalações, contudo, não foram devolvidas da forma como haviam sido prometidas. Elas precisam passar por adequações (conhecidas como “retrofit”), cujo responsável é o Comitê Rio-2016. A entidade admite o problema.
“A gente está um pouco atrasado com Deodoro. Tínhamos prometido ao Exército que iríamos acelerar isso, inclusive no que diz respeito à doação de material esportivo”, reconheceu Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. “Já doamos 35 caminhões cheios, mas ainda falta alguma coisa.”
Boa parte dos custos diz respeito a uma “parte deteriorada” no complexo no período em que a área ficou sob administração do Comitê Rio. Sem segurança, o lugar foi alvo de furtos e depredação. Além disso, erros na execução de obras fizeram com que algumas áreas já apresentem problemas, como buracos no piso e infiltração nas paredes. Assim, algumas instalações não estão em condições adequadas de uso.
“Estamos cientes e vamos tentar resolver nas próximas semanas”, prometeu Andrada.
Enquanto as reformas não saem, atletas profissionais ficam sem boas opções para treinar. Em fevereiro, o Ministério do Esporte e o Comando do Exército firmaram parceria para exploração das instalações esportivas, cuja manutenção anual está estimada em R$ 30 milhões.
De acordo com o Exército, os locais não são de uso exclusivo das Forças Armadas. Atletas do País podem usar as instalações “desde que o pedido de solicitação seja institucional através de confederações, federações, clubes e entidades desportivas”. Existe a previsão de que as arenas sejam colocadas à disposição para programas de recreação esportiva e desenvolvimento de atletas das comunidades que ficam no entorno.

Governo quer liberar voos de autoridades em classe executiva


Naira Trindade

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, em discussão no Congresso, devolve a autoridades o privilégio de voar em classe executiva. A proposta do governo repete o texto de anos anteriores que permite a ministros, congressistas, procuradores e servidores viajar a serviço nessa categoria, que dá acesso a poltronas mais confortáveis e reclináveis, com maior espaço para as pernas e atendimento vip. No ano passado, contudo, o mimo foi derrubado pelo Congresso visando economizar dinheiro público. Desde então, viagens só de econômica.
Para escapar da classe econômica, ministros têm solicitado jatinhos da FAB para suas viagens ao exterior. É justamento o que o Ministério do Planejamento quer evitar ao liberar a classe executiva.
Outra justificativa é que as viagens na classe econômica são cansativas, o que obriga as autoridades a se descolarem com antecedência para seus compromissos gerando mais gastos com diárias.
O privilégio é estendido a presidente e vice-presidente da República, ministros de Estado, deputados federais, senadores, desembargadores federais, ministros de Tribunais Superiores, ministros do Tribunal de Contas da União, procurador-Geral da República, subprocuradores-gerais da República, defensor público-geral federal e comandantes das Forças Armadas.
Com a palavra, o Ministério do Planejamento. Leia na íntegra:
Não houve mudança no tratamento dado no envio do PLDO para o uso de classe executiva em viagens em serviço. Na LDO vigente (2017), a obrigatoriedade de classe econômica para todas as viagens em serviço de servidores ou membros dos Poderes derivou de mudança inserida durante a tramitação do projeto no Congresso Nacional.
O PLDO 2018 enviado ao Congresso Nacional reestabeleceu a possibilidade de realização de viagens em classe executiva apenas para as autoridades indicadas em seu artigo 17: Presidente e Vice-Presidente da República, Ministros de Estado, Deputados Federais, Senadores da República, Desembargadores Federais, Ministros de Tribunais Superiores, Ministros do Tribunal de Contas da União, Procurador-Geral da República, Subprocuradores-Gerais da República, Defensor Público-Geral Federal e Comandantes das Forças Armadas. O objetivo foi evitar efeitos contraproducentes como a utilização de aeronaves da FAB para deslocamento de autoridades sobretudo em viagens ao exterior; e evitar a ampliação do pagamento de diárias adicionais para autoridades que, em função da obrigatoriedade de viajar em classe econômica, deviam se deslocar com maior antecedência para os compromissos oficiais.
Com o texto proposto no PLDO 2018, não se permite indistintamente a utilização de classe executiva e resguarda-se a possibilidade de garantir a devida representação institucional das autoridades em suas viagens em serviço, bem como possibilita que autoridades com limitações de saúde possam cumprir com suas funções.

REVISTA ISTO É


Nove meses após Rio-2016, Complexo de Deodoro está abandonado e sem uso do povo


Nove meses após o término da Olimpíada, o Complexo Esportivo de Deodoro, segunda maior área de disputa dos Jogos Olímpicos Rio-2016, está fechado e com suas instalações esportivas paradas. A promessa de transformar parte do local em um parque público não se confirmou, enquanto que a área administrada pelo Exército Brasileiro ainda carece de reformas que deveriam ter sido executadas logo após o evento mundial.

A prefeitura do Rio de Janeiro, desde janeiro comandada por Marcelo Crivella (PRB), afirma que o Parque Radical está fechado por falta de previsão orçamentária para a exploração da área. As instalações ficam no limite entre as zonas norte e oeste, junto a três municípios populosos do Grande Rio que não contam com muitas opções para o lazer: Nilópolis, Nova Iguaçu e Mesquita. A região é uma das mais pobres da capital.

“A atual gestão assumiu a Subsecretaria de Esportes e Lazer no dia 16 de janeiro e já encontrou o Parque Radical sem contrato e sem orçamento previsto. A gestão passada abriu o Parque Radical para o público em setembro e fechou em dezembro, quando terminou o contrato de gestão”, informou por nota a pasta ao jornal O Estado de S.Paulo.

Não há previsão de quando a área será reaberta ao público, mas dificilmente isso acontecerá no curto prazo, apesar dos protestos da população, que reclama sobretudo por não poderem mais ter acesso ao lago artificial que funcionava com uma espécie de piscinão.

A atual administração carioca pretende lançar apenas em junho um edital para conceder a exploração da área à iniciativa privada. A ação é semelhante ao que se tentou fazer com o Parque Olímpico da Barra – sem sucesso, por falta de interessados.

A tendência é que a conta seja empurrada para o governo federal. Foi o que aconteceu com o Parque Olímpico.

“Existe uma possibilidade de parceria com o Ministério do Esporte para redução dos custos de manutenção. Reduzimos o valor inicial de R$ 20 milhões para R$ 12 milhões e chegamos (agora) a um valor de R$ 7 milhões/ano”, informou a Secretaria Municipal de Educação, Esportes e Lazer.

A construção e reforma – no caso de instalações que já existiam – do complexo consumiu R$ 820,9 milhões em recursos públicos. A região foi palco de disputa de 11 modalidades nos Jogos do Rio-2016 e deveria ter sediado outras quatro paraolímpicas. Isso não ocorreu, devido à necessidade de corte de custos para a realização dos Jogos Paralímpicos. No Parque Radical aconteceram competições de canoagem slalom, mountain bike e BMX.

LEGADO – Pelo plano original, após a Paralimpíada o Parque Radical, área administrada pela prefeitura do Rio, seria aberto à população. “Serão oferecidos ao público após 2016 equipamentos típicos de esportes extremos, numa imensa área de lazer, que será a segunda maior da cidade”, dizia o texto da Empresa Olímpica Municipal, órgão da prefeitura que concentrou as obras olímpicas.
A intenção era que até mesmo o rio artificial construído para as disputas de canoagem slalom estivesse à disposição dos moradores. Ao menos foi isso o que prometera o ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB) ao inaugurar o circuito de canoagem, em 2015.

“A razão de ser da Olimpíada não era construir um rio artificial para sei lá quantas pessoas que fazem canoagem slalom no Rio de Janeiro ou do Brasil terem uma pista com padrão olímpico. Acho até legal ter, mas não era o objetivo de trazer a Olimpíada. O objetivo era melhorar a condição de vida das pessoas”, discursou na ocasião.

De fato, o local esteve aberto ao público por alguns meses no ano passado – funcionou até março, quando foi fechado à população para ser utilizado na Olimpíada e reaberto por cerca de dois meses em setembro -, mas não funciona mais desde dezembro.

A reportagem esteve no local na quinta-feira passada e encontrou os dois acessos fechados. Uma guarda municipal fazia a vigilância em uma guarita do lado de dentro da entrada principal. De longe, era possível ver um jipe do exército circulando. Em outro ponto, funcionários aparavam a grama. Mais nada.

Procurada, a assessoria da administração de Eduardo Paes ressaltou que “o Parque Radical de Deodoro foi entregue à população como um legado oito meses antes da realização dos Jogos Olímpicos”.
Por meio de nota, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB), secretário da Casa Civil e de Governo na administração de Eduardo Paes, culpou o atual governo pelo fechamento do parque. “São sete meses desde que o Crivella ganhou a eleição – dois de transição e cinco de mandato. Estar fechado é uma decisão da atual administração”, disse.

PORTAL G-1


Curso de brigada de incêndio é ministrado pelos bombeiros em Guajará-Mirim

Capacitação tem carga horária de 28 horas de teoria e prática. Participantes são militares e funcionários públicos; curso encerra neste sábado (13).

Júnior Freitas

Militares e servidores públicos participam de um curso de brigadistas de incêndio ministrado pelo Subgrupamento do Corpo de Bombeiros de Guajará-Mirim (RO), cidade distante a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. A capacitação teve início na última segunda-feira (8) e será concluída neste sábado (13), com carga horária de 28 horas de aulas teóricas e práticas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o curso tem 17 participantes. Os brigadistas são do 6º Batalhão de Infantaria de Selva (6º BIS) e da Aeronáutica, além de representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e da Defesa Civil de Nova Mamoré (RO).
A aula prática ocorreu na última sexta-feira (12) em um terreno localizado no Bairro Caetano. Na ocasião, os bombeiros simularam várias situações de combate a incêndio nas florestas e áreas de difícil acesso, enfatizando o combate rápido e eficaz para evitar a propagação do fogo.
Ao G1, o atual comandante do Corpo de Bombeiros em Guajará-Mirim, tenente Atenor Barreto, explicou que o curso propõe teorias de primeiros socorros, noções de prevenção e combate a incêndios em áreas urbanas e rurais, além de proporcionar aos participantes a opção de serem também multiplicadores dos conhecimentos adquiridos.
“Repassamos informações técnico-profissionais para que essas equipes possam atuar nos órgãos onde trabalham e também serem multiplicadores de conhecimento. Ao participarem do curso de brigadistas, eles estão habilitados a combater incêndios e atuar em determinados sinistros”, declarou Barreto.
Um dos brigadistas que está fazendo a capacitação é o 2º tenente da Aeronáutica, Henrick Franco. Segundo o militar, o curso vai auxiliar os participantes a atuar em diversas situações, principalmente no período de estiagem, quando os focos de incêndios aumentam nas áreas rurais de difícil acesso.
“É importante, esse conhecimento se faz necessário. Nós que vivemos em combate na selva temos a obrigação de nos capacitarmos em tudo que pode melhorar nossa atuação para ajudar a população. Sem a ajuda dos bombeiros é impossível controlar uma situação calamitosa porque não temos o equipamento para essa finalidade, mas claro que podemos ajudar e atuar no local”, comenta.
Após a parte prática, os brigadistas terão o encerramento do curso neste sábado, no prédio do Subgrupamento do Corpo de Bombeiros, no Bairro 10 de Abril.

Queda de balão mobiliza equipes de emergência no Polo Industrial de Cubatão, SP

Incidente ocorreu próximo ao Anel Viário da cidade. Equipes do Corpo de Bombeiros foram deslocadas ao local.

A queda de um balão junino, nas proximidades do Polo Industrial de Cubatão, no litoral de São Paulo, mobilizou equipes de emergência neste sábado (13). O objeto, de aproximadamente 10 metros de comprimento, ficou preso a uma rede de energia de alta tensão.
A trajetória do balão, proveniente do planalto paulista, já era monitorada por brigadistas de empresas do Polo Industrial desde o início da manhã. Equipes do Corpo de Bombeiros foram deslocadas ao provável local da queda, às margens da Rodovia Anchieta.
O objeto voador ficou preso a fios de alta tensão que pertencem à Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Piratininga. A empresa informou que adotou medidas de segurança, mas não interrompeu o fornecimento de energia na região. A queda ocorreu próximo ao Anel Viário.
Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar Rodoviária acompanharam os trabalhos de retirada do balão. Não houve incêndio. O caso foi registrado no plantão do Distrito Policial Sede e será investigado para identificar quem lançou o objeto.
O balonismo é considerado crime ambiental e os infratores podem ser presos e multados. A Defesa Civil de Cubatão informou que foi notificada da ocorrência, mas como não apresentou riscos à cidade, equipes não foram mobilizadas ao local.

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Satélite vai levar banda larga a todos os cantos do país, diz Kassab


O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse que o satélite geoestacionário brasileiro lançado na semana passada vai levar internet rápida para todo o país, garantindo o acesso à banda larga em áreas como saúde e educação. “Hoje a banda larga é fundamental na vida de qualquer cidadão e para a economia de um país. Por conta de sua dimensão continental, o Brasil não tem ainda hoje condições de levar banda larga a todos os cantos do país”, disse o ministro, em entrevista à Voz do Brasil.

Segundo o ministro, na área da saúde, o satélite vai permitir que hospitais e postos de saúde em locais mais afastados possam ter acesso à internet, permitindo o intercâmbio de informações entre os profissionais. “Os médicos vão poder conversar com os outros equipamentos públicos de todo o Brasil. Da mesma maneira na educação, já temos identificadas 7 mil escolas que poderão receber banda larga desse satélite”, disse.
Outra vantagem, segundo o ministro, é que o equipamento será totalmente comandado pelo Brasil. “Nós temos diversos satélites atuando no Brasil, mas eles são de multinacionais, de outros países”.
O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e envolve investimentos de R$ 2,7 bilhões. Para o ministro, esse custo não é barato, mas deve ser considerado um investimento. “Vale a pena porque qualquer brasileiro vai ter condições de receber a sua internet”, disse.
Parte da capacidade do satélite será alugada para empresas privadas para oferta de banda larga, especialmente em regiões remotas. A Telebras vai ficar com a capacidade necessária para oferecer serviços nos setores de saúde e educação, e comercializar outra parte para gerar concorrência na oferta de internet.

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Prefeita recebe representantes da Aeronáutica e discute parcerias

Na tarde desta quinta-feira, 11, a prefeita de Vilhena, Rosani Donadon (PMDB) recebeu a visita de representantes da Aeronáutica.
O encontro aconteceu no gabinete da prefeita e contou com a presença dos militares do Rio de Janeiro, do primeiro Tenente Raphael Tavares de Oliveira, do Suboficial Robson Ricardo Pereira de Oliveira, do primeiro Sargento Alexandre Basto e também do comandante Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Vilhena que é Especialista da Aeronáutica em Comunicações Davi Andson de Andrade, além do secretário de Terras, Daniel Machado.
Durante a reunião os militares informaram à prefeita que estavam fazendo uma visita técnica no município para escolher possíveis áreas para acamparem e fazerem treinamentos. Eles ressaltaram que por Vilhena ficar localizada em uma área próxima de fronteira, fica em um posicionamento estratégico perfeito para realização dos treinamentos.
De acordo com Raphael Tavares, as áreas estão sendo mapeadas para que sejam cadastradas para possíveis treinamentos para os militares que guardaram as fronteiras do país.
A prefeita Rosani Donadon e o secretário Daniel Machado ouviram os representantes da Aeronáutica e se colocaram a disposição para auxiliar os militares.
“Estamos à disposição para auxiliar no que for preciso para a realização dos treinamentos no município, que com certeza vão contribuir para a soberania do país”, finalizou a prefeita.



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