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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 06/05/2017 / China testa primeiro avião de passageiros construído no país

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China testa primeiro avião de passageiros construído no país ...  


O C919, um avião de médio alcance construído na China para tentar disputar um mercado dominado por Airbus e Boeing, decolou pela primeira vez nesta sexta-feira, um avanço técnico que reflete as ambições aeronáuticas de Pequim.

A aeronave fabricada pela empresa pública Commercial Aircraft Corporation of China (Comac), decolou do aeroporto internacional de Xangai para um voo de teste de uma hora e meia.

O avião, branco, azul e verde, iniciou o voo às 14H00 locais (3H00 de Brasília), em meio a aplausos e gritos de milhares de pessoas que acompanharam a decolagem.

O pouso aconteceu 80 minutos depois e os cinco membros da tripulação receberam flores. O capitão Cai Jun descreveu o voo como “muito satisfatório”.

“O grande projeto de aviões comerciais da China fez um grande avanço. É um marco importante do mercado de aviação da China”, afirmou o Conselho Estatal da China em comunicado.

Com o C919, que pode transportar 168 passageiros em viagens de 5.550 km de distância, a Comac espera conseguir rivalizar nos voos comerciais com as duas grandes aeronaves de médio alcance: o B737 da americana Boeing e o A320 da europeia Airbus.

O regime comunista transformou a aeronave, que teve o primeiro exemplar apresentado ao público em novembro de 2015, em uma aposta de prestígio. O projeto recebeu um grande investimento de verbas estatais.

“Não ter um avião ‘made in China’ é estar à mercê dos outros”, afirmou o presidente chinês Xi Jinping em 2014.

O objetivo de Pequim é, de fato, acabar com o duopolio da Airbus e da Boeing, que nem a canadense Bombardier nem a brasileira Embraer conseguiram abalar.

Boeing e Airbus dividem, de maneira quase igual, o vasto mercado chinês, que deve destronar até 2024 os Estados Unidos como o maior mercado mundial de transporte aéreo.

A Comac espera obter uma fatia do bolo. A empresa pública anunciou que recebeu 570 encomendas do C919 até o fim de 2016, quase exclusivamente das companhias chinesas.

A fabricante de aeronaves chinesa já construiu o ARJ-21, um pequeno avião regional. Seis anos depois de seu primeiro voo em 2008, este bimotor com espaço para entre 79 e 90 pessoas, foi certificado no fim de 2014 pelas autoridades chinesas e atualmente é comercializado.

Até o momento, no entanto, não conseguiu receber a aprovação da Administração Aeronáutica dos Estados Unidos, ficando relegado assim a voos domésticos na China.

O objetivo da certificação do C919 também se anuncia complicado. O cartão de acesso americano é indispensável para sobrevoar os Estados Unidos e é obrigatório para os aviões destinados a voos internacionais.

Para a Comac também pode ser difícil convencer os potenciais compradores fora da China, em um mercado internacional “bloqueado por Airbus e Boeing”, destaca Shukor Yusof, analista na Malásia da empresa Endau Analytics.

Diante dos gigantes do setor, que já têm uma “longa história e produtos testados há muito tempo”, a empresa chinesa precisa ganhar credibilidade e “isto não vai acontecer em 10 anos”, disse o analista à AFP.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Brasil diz que não mandaria tropas para a Síria sem mandato da ONU


Igor Gielow

O governo brasileiro informou que dificilmente enviará tropas para a Síria, conforme a Rússia aventou, porque só participa de missões de paz sob a égide do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). E não há indicação de que tal mandato ocorrerá agora, até porque dependeria da aprovação de rivais de Moscou no conselho: EUA, França e Reino Unido.
"Nada foi pedido oficialmente ao Brasil. Provavelmente nada será pedido, porque todos sabem que o Brasil só participa de missões do Conselho de Segurança", disse o ministro Raul Jungmann (Defesa). Ele esteve na semana passada em Moscou, participando de um seminário e encontros com autoridades, e afirma que nada disso foi discutido.
Moscou, que interveio na guerra civil síria em 2015 e conseguiu evitar a queda do regime aliado do ditador Bashar al-Assad, propôs a criação de quatro zonas de segurança no território do país árabe.
Segundo informou o Kremlin, as zonas poderão garantir a assistência a populações civis e ajudarão a "de-escalar" o conflito que já matou mais de 300 mil pessoas desde 2011. Mas o governo russo também disse que os locais configurarão zonas de exclusão aérea para aeronaves ocidentais envolvidas em ataques ao grupo terrorista Estado Islâmico, que domina uma boa porção da Síria.
A Rússia afirma que tal plano, que gerou perplexidade entre comentaristas ocidentais, teve o aval do governo de Donald Trump.
O Brasil entrou na discussão como um elemento de distração. Para evitar resistências do Ocidente à proposta, costurada em conjunto com o Irã e a Turquia e apresentada na quarta (4), o governo de Vladimir Putin disse que a segurança nos locais poderia ser feita por países emergentes como o Brasil e a Índia, parceiras de Moscou no bloco Brics, e um país árabe como o Egito —cujo regime vem se aproximando dos russos.
O temor ocidental é de que, na prática, as regiões sob tutela internacional se tornem protetorados da Rússia e das duas potências locais. A situação se complica ainda mais porque o Irã ainda é visto como um regime suspeito pelo Ocidente e adversário pelos aliados árabes do Golfo Pérsico, e a Turquia é membro da Otan (aliança militar do Ocidente), mas vem cada vez mais se distanciando da Europa e dos EUA.
Prova disso foi o avanço nas negociações, por parte de Ancara, para a compra de sistemas de defesa aérea S-400 da Rússia. Para poder operar as baterias de mísseis e ter acesso à sua tecnologia, os turcos deverão retirar esse elemento do sistema integrado de defesa da Otan, que utiliza equipamentos e códigos-fontes de software comuns aos outros membros da aliança.
Ou seja, a Turquia teria uma defesa própria, não interligada à dos parceiros ocidentais. A exemplo do que fez a França durante boa parte de sua história de relação com a Otan, o governo de Racip Erdogan buscaria uma posição de independência. De quebra, se aproximaria dos rivais número um da Europa, os russos.
O governo brasileiro já se colocou à disposição para liderar uma missão de paz da ONU quando acabar seu mandato no Haiti, no fim deste ano. Até aqui, contudo, o Líbano ou algum país da África Ocidental com presença de tropas internacionais eram os destinos mais cotados.

China entra em mercado de aviação para competir com Boeing e Airbus


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A China deu nesta sexta-feira (5) um importante passo em sua estratégia de tornar-se um participante relevante no mercado global de aviação e competir com as gigantes Boeing e Airbus, líderes do setor.

O jato C919, com capacidade de transportar entre 158 e 168 passageiros, pousou no aeroporto internacional de Xangai após um voo inaugural de 80 minutos, sendo ovacionado por milhares de dignatários, trabalhadores e entusiastas do setor.

Desenvolvido na China pela estatal Comac (Commercial Aircraft Corporation of China) e com tecnologias de companhias como General Electric, Safran, Honeywell e Goodrich, o avião é um símbolo das ambições do país de ingressar no mercado de jatos comerciais, estimado em US$ 2 trilhões ao longo das próximas duas décadas.

A China espera que o C919 dispute o mercado de corredor único, que representa mais de 50% das aeronaves em serviço no mundo. No entanto, o jato pode precisar de anos ainda de testes para obter certificações tanto na China quanto nos Estados Unidos e Europa.

O primeiro jato de passageiros desenvolvido na China, o avião regional ARJ-21, recebeu certificação em dezembro de 2014, seis anos depois do voo inaugural e mais de 12 anos depois de ser concebido. O avião fez seu primeiro voo com passageiros em junho do ano passado.

O cliente de lançamento do C919 é a companhia aérea China Eastern Airlines. A Comac afirma que tem 570 encomendas pelo modelo feitas por 23 clientes.



PORTAL UOL


Avião bate em urubu e tem de voltar a aeroporto


Pedro Heiderich Campinas

Um avião da Azul Linhas Aéreas Brasileiras que fazia o voo 4.179 e ia para Brasília bateu em um urubu logo após decolar e teve de retornar para o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, de onde tinha decolado, na tarde anteontem. Nenhuma pessoa ficou ferida.
Segundo a Azul, após o pouso, os clientes trocaram de aeronave e seguiram para o destino final. A aeronave passará por inspeção antes de retomar sua programação, informou a empresa.
A Azul disse em nota que "prestou toda assistência necessária aos clientes de acordo com a Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil" e que a companhia "lamenta o transtorno e reforça que medidas como esta são necessárias para conferir a segurança de suas operações".
OUTRO CASO
No dia 16 de abril, dois gaviões e dois falcões usados pela administração da concessionária de Viracopos para espantar animais no entorno da pista e evitar colisões com aeronaves foram encontrados mortos com golpes de facão. A Delegacia do Aeroporto investiga o caso. Na ocasião, um investigador declarou que nenhuma hipótese era descartada pelos policiais.
O terminal, na época, apontou que, apesar das mortes das aves esquartejadas, manteria o sistema de usar aves para espantar outros animais.

REVISTA ISTO É


China testa primeiro avião de passageiros construído no país


Afp

O C919, um avião de médio alcance construído na China para tentar disputar um mercado dominado por Airbus e Boeing, decolou pela primeira vez nesta sexta-feira, um avanço técnico que reflete as ambições aeronáuticas de Pequim.
ImagemA aeronave fabricada pela empresa pública Commercial Aircraft Corporation of China (Comac), decolou do aeroporto internacional de Xangai para um voo de teste de uma hora e meia.
O avião, branco, azul e verde, iniciou o voo às 14H00 locais (3H00 de Brasília), em meio a aplausos e gritos de milhares de pessoas que acompanharam a decolagem.
O pouso aconteceu 80 minutos depois e os cinco membros da tripulação receberam flores. O capitão Cai Jun descreveu o voo como “muito satisfatório”.
“O grande projeto de aviões comerciais da China fez um grande avanço. É um marco importante do mercado de aviação da China”, afirmou o Conselho Estatal da China em comunicado.
Com o C919, que pode transportar 168 passageiros em viagens de 5.550 km de distância, a Comac espera conseguir rivalizar nos voos comerciais com as duas grandes aeronaves de médio alcance: o B737 da americana Boeing e o A320 da europeia Airbus.
O regime comunista transformou a aeronave, que teve o primeiro exemplar apresentado ao público em novembro de 2015, em uma aposta de prestígio. O projeto recebeu um grande investimento de verbas estatais.
“Não ter um avião ‘made in China’ é estar à mercê dos outros”, afirmou o presidente chinês Xi Jinping em 2014.
O objetivo de Pequim é, de fato, acabar com o duopolio da Airbus e da Boeing, que nem a canadense Bombardier nem a brasileira Embraer conseguiram abalar.
Boeing e Airbus dividem, de maneira quase igual, o vasto mercado chinês, que deve destronar até 2024 os Estados Unidos como o maior mercado mundial de transporte aéreo.
A Comac espera obter uma fatia do bolo. A empresa pública anunciou que recebeu 570 encomendas do C919 até o fim de 2016, quase exclusivamente das companhias chinesas.
A fabricante de aeronaves chinesa já construiu o ARJ-21, um pequeno avião regional. Seis anos depois de seu primeiro voo em 2008, este bimotor com espaço para entre 79 e 90 pessoas, foi certificado no fim de 2014 pelas autoridades chinesas e atualmente é comercializado.
Até o momento, no entanto, não conseguiu receber a aprovação da Administração Aeronáutica dos Estados Unidos, ficando relegado assim a voos domésticos na China.
O objetivo da certificação do C919 também se anuncia complicado. O cartão de acesso americano é indispensável para sobrevoar os Estados Unidos e é obrigatório para os aviões destinados a voos internacionais.
Para a Comac também pode ser difícil convencer os potenciais compradores fora da China, em um mercado internacional “bloqueado por Airbus e Boeing”, destaca Shukor Yusof, analista na Malásia da empresa Endau Analytics.
Diante dos gigantes do setor, que já têm uma “longa história e produtos testados há muito tempo”, a empresa chinesa precisa ganhar credibilidade e “isto não vai acontecer em 10 anos”, disse o analista à AFP.

PORTAL G-1


Aeroporto de Brasília abre inscrições para terceira edição do Spotter Day

Fotógrafos farão registros direto da pista do Aeroporto de Brasília. Evento é gratuito e acontecerá no dia 27 de maio.

O Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek abriu inscrições para o Spotter Day, evento destinado a fotógrafos profissionais e amadores e entusiastas de aeronaves. As inscrições vão até o dia 15 e o encontro acontecerá no dia 27 de maio, das 6h às 10h30.
Esta é a terceira edição do evento e comemora também os 60 anos do terminal. Ao todo 100 fotógrafos serão selecionados e terão acesso exclusivo às pistas de pouso e decolagem, onde farão os registros.
Cada fotógrafo enviará o seu melhor clique para a organização do evento. Das 100 imagens avaliadas apenas 10 serão colocadas para votação popular no Facebook. O vencedor, que tiver a foto mais curtida, ganhará uma viagem. O destino ainda não foi definido.
 No ano passado o fotógrafo, Paulo Cavera, participou pela primeira vez e foi vencedor do evento. Cavera disse que foi um dia marcante e que recomenda a experiência, não só para fotógrafos, mas também para amadores. Além de ter a foto mais curtida, Cavera ganhou uma viagem para Buenos Aires.
“Entrar no avião é uma experiência que quase todo mundo já tem, mas ver um avião pousando bem no nosso nariz é absurdo e me surpreendeu muito. Cada detalhe no avião, trem de pouso, barulho era outra experiência fora do comum."
Como participar
Para participar do Spotter Day é preciso ter mais de 16 anos e receber orientações sobre os protocolos de segurança e as operações do terminal em uma reunião um dia antes do evento. Os candidatos devem se inscrever pelo site do Aeroporto de Brasília e precisam enviar documento de identidade e CPF. Também é preciso incluir as certidões negativas da Polícia Federal, Civil e Justiça Federal.
Edições anteriores
Segundo a Inframerica, concessionária que administra o terminal, mais de 300 pessoas se inscreveram para a primeira edição, em julho de 2015, mas só 75 delas foram selecionadas. O grupo passou a manhã movimentação do aeródromo. Além dos profissionais e amadores de Brasília, fotógrafos de Goiânia, São Paulo, Amapá e Belo Horizonte participaram do evento.
Em 2016 foram 100 participantes na edição “sunset”, ao pôr do sol. Os selecionados puderam fazer imagens a uma distância de 300 metros da pista de pousos e decolagens, em um ponto restrito do terminal.
Os fotógrafos se concentraram no espaço entre 15h e 19h, quando foram registrados mais de 80 movimentos aéreos, de acordo com a Infreamerica.

AGÊNCIA BRASIL


Governo lança plataforma digital que permite acesso rápido a informações


Yara Aquino

O Ministério do Planejamento lançou hoje (5) o GovData, uma plataforma digital que reúne as principais bases de dados do governo federal de forma a permitir o acesso mais ágil a informações e o cruzamento de dados de órgãos da administração pública. O novo recurso vai ampliar a eficiência na utilização de recursos públicos, aprimorar políticas públicas e auxiliar no combate à corrupção.
A Plataforma de Análise de Dados do Governo Federal (GovData) começa a funcionar com as 20 bases de dados mais acessadas do governo federal como o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), o Sistema Integrado de Administração do Financeira do Governo Federal (Siafi), o Cadastro Único Social e a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Até o mês de agosto será ampliado para 30 o número de bases de dados disponíveis.
Podem usar o serviço os órgãos da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo federal. Para que um órgão tenha acesso às bases de dados ele deverá firmar um contrato de utilização.

Com a plataforma digital será possível, por exemplo, fazer o cruzamento de dados de programas sociais com a renda de cidadãos de forma mais rápida e descobrir se uma pessoa que já morreu continua recebendo um benefício social.
Ministro explica benefícios ao cidadão
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que a plataforma é uma ferramenta para uso interno do governo, mas que vai trazer benefícios para o cidadão. Segundo ele, esse é apenas o primeiro passo de serviços que serão ampliados e citou como exemplo a emissão de passaportes.
Oliveira explicou que, com a integração dos dados, o objetivo é que em breve o cidadão que for tirar um passaporte não tenha que apresentar documentos com informações que já são de conhecimento de órgãos públicos como os comprovantes de quitação de serviço militar e da justiça eleitoral. Gradativamente, o mesmo deve ocorrer com outros serviços, segundo o ministro.
“O GovData é a primeira fase de implementação de outros projetos que já estão em andamento e que tem como objetivo de chegada a disponibilização para o cidadão de serviços digitais de forma simples e acessível. É usar a ferramenta tecnológica para desburocratizar o governo. Deixaremos de exigir do cidadão documentos que o governo já conhece”, disse.
O ministro destacou ainda que a ferramenta digital vai permitir a ampliação do combate a fraudes. “Você vai ter mais facilidade para identificar fraudes, identificar pessoas que não deveriam receber um beneficio. O governo vai ter uma capacidade de gestão das políticas públicas muito aumentada”.
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Marcelo Pagotti, o GovData vai gerar economia de cerca de R$ 2o milhões anuais ao Ministério do Planejamento com custos de armazenamento, processamento e análise de dados. “O GovData vai gerar conhecimento, desonerar e facilitar a vida dos gestores públicos”, disse.

PORTAL DEFESANET


Mais um marco de sucesso para o DME 0200 da IACIT

O primeiro sistema DME 0200 desenvolvido e produzido pela IACIT foi avaliado em voo no dia 19 de abril, concluindo mais uma etapa do processo de implantação

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou testes em voo do primeiro DME 0200, desenvolvido e produzido pela IACIT, empresa brasileira com atuação consolidada no desenvolvimento de produtos e serviços de alta tecnologia.
O sistema foi submetido aos testes de avaliação pelo Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV) no dia 19 de abril, em Barbacena (MG), tendo ótimos resultados de desempenho, após passar pelas etapas de FAT (Teste de Aceitação em Fábrica) e SAT (Testes de Aceitação em Campo).
A FAB adquiriu três equipamentos, que foram desenvolvidos com recursos da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que, somados à contrapartida da empresa, consumiram investimentos da ordem de R$ 5 milhões.
A empresa é a única no país a fabricar tal equipamento e o DME 0200 é o primeiro a ser integrado no sistema de navegação DME/DME em implantação pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) que terá cobertura nacional, cujo objetivo é a necessidade da implantação da Navegação Baseada em Performance “PBN” (Performance Based Navigation).
A navegação DME/DME se utiliza do princípio da triangulação para determinar a posição de uma aeronave, com um nível de acuracidade aceitável para que se ofereça PBN numa área terminal (TMA).
O DME (Distance Measuring Equipment) é um equipamento de radionavegação que permite determinar a distância de uma aeronave em relação a um ponto rigorosamente localizado no terreno. O sistema, que opera numa frequência da gama UHF na faixa de 960 MHz a 1215 MHz, determina a distância entre a aeronave e a antena da estação DME através da emissão pela aeronave (o interrogador) de pares de pulsos numa frequência pré-determinada aos quais, a estação, através do transponder, responde com pares de pulsos emitidos numa frequência diferente.
A diferença de tempo entre a emissão da interrogação e a recepção da resposta do transponder é convertida em distância, utilizando um algoritmo adequado. A distância é, em geral, apresentada em milhas náuticas (NM).
O DME 0200 da IACIT foi desenvolvido com emprego de tecnologia digital de última geração. O equipamento foi projetado e construído de forma compacta e grande eficiência energética, com potencial para atender as demandas do mercado nacional e internacional.
O sistema da IACIT recebeu certificação em conformidade com o Anexo 10 da ICAO, emitido pelo Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), vinculado ao DECEA.
“É um fato marcante para o Brasil por se tratar de um caso de sucesso envolvendo entidades importantes para o cenário de tecnologia e inovação. A FINEP como apoiadora do projeto de desenvolvimento, o ICEA como certificador, tendo sido este equipamento o primeiro a ser certificado por este órgão e a IACIT representando a indústria Brasileira de alta tecnologia e Empresas Estratégicas de Defesa”, conclui Luiz Teixeira, presidente da IACIT.
Certificada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa (EED), a IACIT vem atuando há mais de 30 anos em projetos ligados ao setor.
Com a criação do Departamento de Engenharia de Pesquisa e Desenvolvimento e a implantação de uma unidade fabril há cerca de 10 anos, a empresa ampliou o portfólio de produtos e serviços.
Atualmente, a IACIT é a única empresa brasileira fabricante de auxílios à radionavegação aérea, e fabrica também radares meteorológicos, radares Oceânicos, radares para Vigilância Marítima – OTH, sistemas de telemetria e telecomandos e equipamentos e soluções de contramedida eletrônica aplicadas à segurança pública e defesa.
Possui uma estrutura de engenharia certificada para o desenvolvimento de soluções tecnológicas complexas tanto para hardware como para software estabelecida em São José dos Campos, tendo lançado recentemente produtos meteorológicos de software baseados em redes neurais artificiais (RNA) para aplicação a gestão do tráfego aéreo, proporcionando grandes benefícios para rotas e pouso de aeronaves.

PORTAL TERRA


Estudantes do interior de SP criam material didático com o tema Água para escolas de todo o país

Série com seis vídeos, produzidos a partir do projeto RedeVale, será distribuída pela Agência Nacional de Águas como apoio a professores

Dino

A RedeVale (Rede de Ensino, Pesquisa e Educação a Distância para a Gestão dos Recursos Hídricos na Bacia do Rio Paraíba do Sul) reuniu três escolas de São José dos Campos (SP) para desenvolver o projeto "Falando Sobre Água", dentro do Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Ensino Fundamental e Médio. Como resultado, os estudantes desenvolveram seis vídeos educativos que serão utilizados em escolas de todo o país.
Coordenado pelo professor Wilson Cabral de Sousa Júnior, o projeto é uma atividade de extensão do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e conta com recursos da Agência Nacional de Águas e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), além de apoio das empresas TecSUS - Tecnologias para a Sustentabilidade e Adobe (companhia global de software para edição gráfica e animação).
O trabalho, realizado ao longo de 2016 com alunos das Escolas Estaduais Elmano Veloso e Nelson Monteiro e do Escola Aberta Pandavas, focou nas produções audiovisuais - ferramenta de ensino atual e prazerosa -, abordando conteúdos que ajudassem os estudantes a elaborar seus próprios roteiros para discutir a questão das águas.
Assim, foram criados os vídeos "Lei das Águas", "Nascentes", "Rios Voadores", "Segurança das Barragens", "Transições" e "Uso Racional da Água".
Para que os alunos pudessem produzir o conteúdo de forma autônoma e autoral, o projeto RedeVale ministrou oficinas de editoração eletrônica, produção audiovisual e animação gráfica aos participantes. Os resultados do trabalho serão apresentados nesta sexta-feira (5), em evento no ITA com os alunos participantes, professores, gestores e convidados.
 Com a fase final do projeto, o material produzido pelos estudantes será distribuído pela Agência Nacional de Águas a escolas de todo o país, para ser utilizado como apoio didático para o tema "Água".
No ano passado, os alunos participaram do Festival Anima Mundi 2016, realizado na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A viagem foi um prêmio e um incentivo àqueles que pretendem se enveredar pela produção gráfica e de animação. Ao todo, 31 alunos e 5 professores participaram do evento.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


La Fuerza Aérea de Brasil a punto de recibir su primer C295 Persuader-noticia defensa.com


Javier Bonilla

La Fuerza Aérea de Brasil (FAB) recibiría el mes próximo la primera de sus tres aeronaves de búsqueda y rescate pedidas a Airbus DS. El C295MP es una variante del C295 turbo-hélice de transporte, del cual FAB mantiene 12 unidades, que sustituyeron al avión de origen canadiense de Havilland CC-115 Bufalo en misiones humanitarias y de transporte de tropas, entre otras, a cargo de este clásico avión.
En la FAB serán denominados SC-105 "Persuader" y la primera unidad ya fue matriculada como FAB 6550. El avión fue visto en un vuelo de prueba esta semana y cobra fuerza la posibilidad de que debería estar listo para ser entregado a la FAB en junio . Visualmente, se diferencia por la pintura en la punta del ala y estabilizador, de color naranja, así como una banda en el fuselaje con la inscripción SAR, además de cuatro ventanas en burbuja (dos a cada lado del fuselaje) destinados al observador, para controlar visualmente la misión o el perímetro sobrevolado.
De acuerdo con la Fuerza Aérea de Brasil, los tres nuevos SC-105, en una serie muy cercana a la licitada por Canadá como avión SAR, estarán equipados con los más modernos equipos para misiones de búsqueda y rescate. Contará con sistemas electro-ópticos para la búsqueda de imágenes y el espectro infrarrojo, lo que permite detectar, por ejemplo, un avión cubierto por la vegetación. Por debajo de su cúpula de radar, el EL/M-2022A (V) 3, el avión será capaz de realizar búsquedas en tierra o en el mar con un alcance de hasta 360 kilómetros, está asistido, además, por una serie de sensores adicionales.
Los tres SC-105 se destinarán al 2º/10º Gav “Escuadrón Pelícano”, basado en Campo Grande (Mato Grosso do Sul) y que hoy cuenta con aeronaves del mismo modelo, dotadas de un container con equipos SAR instalados.

Un C295 brasileño podría integrarse en misiones de la ONU


Javier Bonilla

ImagemUn comité de la Organización de Naciones Unidas (ONU) está inspeccionando escuadrones aéreos brasileños en Manaus y Porto Velho. La visita, de asesoramiento y orientación, es parte de un programa en que se evalúa las condiciones de empleo de medios de los países voluntarios, llamado United Nations Peacekeeping Capability Readiness System (UNPCRS). Cinco aeronaves de la Fuerza Aérea Brasileña (FAB) se han puesto a disposición de a ONU para servir en misiones de mantenimiento de la paz: un C-105 Amazonas (C295), dos H-60L Black Hawk y dos A-29 Súper Tucano.
La visita de la ONU tiene como objetivo evaluar las condiciones de empleo de la flota en cuestión, así como un posible historial de misiones. Brasil actualmente se encuentra en el nivel 1 del programa. En total, el UNPCRS tiene cuatro fases. La inspección puede elevar a Brasil al nivel 3, cuando la operación es aprobada por la ONU en todos los requisitos previos necesarios (nivel 2) y comienza la planificación de las misiones de paz (nivel 3).El primer avión inspeccionado fue un C295/C-105 Amazonas del Escuadrón Arara (1º/9º GAV) basado en Manaus.
El último paso es la preparación para el empleo de los equipos en un máximo de 90 días. Doce países en conflicto forman parte de la lista tentativa de la ONU, como Chipre, Líbano, República Centroafricana y el Congo. Cuatro países registraron baja aceptación por parte brasileña después de una evaluación exhaustiva del Ministerio de Asuntos Exteriores (MRE) y Defensa (MD), por cuestiones logísticas y riesgo real, como Sudán del Sur y Mali. Algunos países sudamericanos, como Uruguay, Argentina y Chile han integrado dotaciones aeronáuticas de la ONU en diversos teatros de operaciones.

PORTAL GLOBO.COM


Uso de drones na agricultura e na cidade é regulamentado pela Anac

No campo, drones podem transportar artigos perigosos quando destinados a lançamentos

Revista Globo Rural

Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou esta semana as normas para o uso de drones, aeromodelos e aeronaves não tripuladas no país. A norma (Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial – RBAC –E nº 94) foi publicada no Diário Oficial e de acordo com a ANAC, tem como objetivo preservar a segurança das populações.
Entre as regras, estão a autorização para uso no campo. Neste caso, a Anac aprova o transporte de artigos perigosos "quando destinados a lançamentos relacionados a atividades de agricultura e de horticultura, florestais ou outras definidas pelo regulamento".
As operações desses equipamentos também devem estar de acordo com as especificações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Confira quais são as novas normas:
A ANAC definiu que os drones se encaixam em duas categorias: Aeromodelo, que são equipamentos não tripulados usados para lazer; e Aeronave Remotamente Pilotada (RPA), também sem tripulação e pilotada em uma estação de pilotagem remota, com finalidade comercial, corporativa ou experimental.
Pela nova norma, drones com mais de 250g não podem voar a menos de 30 metros horizontais de distâncias sem autorização das pessoas. Ou seja, fica proibido o voo de drones em espaços públicos com grandes aglomerações. Para a realização de voos de drones com mais de 250g nesses espaços, é necessário que as pessoas saibam e concordem com a presença do equipamento.
Continuam proibidas as operações nas quais o piloto remoto não pode intervir no voo.
Os drones que serão usados para fins de uso comercial, corporativo ou experimental (RPA) foram colocados em três classes, de acordo com o peso máximo de decolagem do equipamento. [Ver imagem]
É preciso ter 18 anos ou mais para pilotar ou ser um observador (que auxilia o piloto remoto sem operar o equipamento) de aeronaves não tripuladas RPA. Não há regras de idade em relação a pilotagem dos aeromodelos.
Aeromodelos ou aeronaves RPA Classe 3 com peso máximo de decolagem superior a 250g devem ter registro no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT) da ANAC. Além disso, o número número de identificação gerado na certidão de cadastro precisa estar legível, ser produzido em material que não inflame e deve ser de fácil acesso na aeronave ou outro local.
Para realizar voos com aeromodelo e RPA Classe 3 (equipamento que operam além da linha de visada visual ou acima de 400 pés) não é necessário registro. No entanto, os voos das outras aeronaves não tripuladas devem ser registrados.
Licença, Habilitação e Certificado Médico Aeronáutico
Os voos acima de 400 pés exigem licenças e habilitações nos casos das aeronaves não tripuladas das classes 1, 2 ou 3. Os pilotos das classes 1 e 2 precisam possuir o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) emitido pela Anac ou o CMA de terceira classe do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.
Manual de voo, documento de avaliação e risco e apólice de seguro são obrigatórios para pilotar aeronaves não tripuladas (aeromodelos e RPA) com peso máximo de decolagem superior a 250 kg.
O seguro contra danos a terceiros é exigido para pilotar aeronaves não tripuladas de uso não recreativo acima de 250g, com exceção das operações de aeronaves pertencentes a entidades controladas pelo Estado.
Os drones podem ser usados na agricultura para embarcar produtos químicos. A ANAC permite que artigos perigosos sejam transportados apenas em atividades de agricultura, horticultura, florestais ou outras definidas pelo novo regulamento. O transporte de pessoa e animais não é permitido.
Locais de pouso e decolagens de drones
Áreas distantes e de terceiros podem servir de espaço para pousos e decolagens de drones, desde que seja permitido operar nestes locais. Já em aeródromos, a operação de aeronaves não tripuladas deve ser autorizado por um operador aeroportuário. Além disso, a Anac pode estabelecer algumas condições específicas para pilotar o equipamento.
Os órgãos de segurança pública são responsáveis por fiscalizar casos de infração ou crime que ocorrem nas operações com drones. A Anac fará a fiscalização por meio do programa de vigilância continuada e as denúncia recebidas serão apuradas administrativamente. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo e a Agência Nacional de Telecomunicações também participam da fiscalização.
O Código Brasileiro de Aeronáutica prevê sanções para aqueles que descumprirem o regulamento. Caso seja identificada alguma infração, a ANAC pode suspender temporariamente as operações. Além disso, o Código Penal também prevê pena de reclusão para quem colocar em perigo embarcação e aeronave própria ou de terceiros. Para aqueles que dirigem sem estar devidamente licenciados, a pena é de prisão simples e pagamento de multa.

OUTRAS MÍDIAS


AGÊNCIA BRASÍLIA


Blitz educativa no Park Way vai alertar moradores sobre perigo das queimadas

Ação ocorre no sábado (6), das 8 às 12 horas, nas Quadras 14 e 26, e faz parte da Operação Verde Vivo
Maryna Lacerda, da Agência Brasília

Como parte das atividades de prevenção às queimadas no período de estiagem, a Secretaria do Meio Ambiente fará uma blitz educativa de prevenção a incêndios florestais no sábado (6).
A ação ocorrerá nas Quadras 14 e 26 do Park Way, das 8 às 12 horas, com a participação do Corpo de Bombeiros Militar do DF, do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), da Polícia Militar e de instituições do governo federal, como Marinha e Aeronáutica.
A blitz é uma das medidas previstas na Operação Verde Vivo, lançada na quarta-feira (3). Ela vai orientar os moradores da região sobre a importância de não colocar fogo em lixo ou em podas de árvore, principais motivos para aparecimento de focos de incêndio no Cerrado.
Equipes abordarão os condutores para distribuir material educativo. Também será oferecida uma fita (do tipo do Senhor do Bonfim) para ser amarrada no veículo de quem aderir à campanha de conscientização.
O Park Way será a primeira região administrativa a receber a atividade, em razão da receptividade da população na edição do ano passado, explica a assessora técnica da Secretaria do Meio Ambiente para o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do DF Carolina Schubart. “Fizemos um projeto-piloto em 2016 e ele foi muito bem aceito pela comunidade. Fomos de porta em porta para alertar os moradores”, explica.
Os pontos de abordagem levam em consideração o maior fluxo de pessoas, uma vez que a Quadra 14 é a entrada do Park Way, e a Quadra 26, a saída. Além disso, a blitz aproveita o movimento na Feirinha da Quadra 14, onde também será montada uma exposição sobre o combate ao fogo. A expectativa é que 600 pessoas recebam as cartilhas de divulgação.
Park Way costuma sofrer com incêndios florestais
Além do engajamento dos moradores, a quantidade de ocorrências de queimadas na área também foi fundamental na escolha do Park Way para o início da campanha. “Foi necessário quase um mês para combater uma queimada subterrânea no ano passado, porque o solo lá é muito seco”, detalha a assessora técnica.
A parceria com a sociedade civil colabora no processo de responsabilização dos autores dos incêndios. “Um morador fez foto do vizinho colocando fogo no Cerrado e, com isso, conseguimos multar o responsável”, diz. Denúncias podem ser feitas pelo telefone (61) 3214-5602.
Colocar fogo em podas de árvore e em lixo é crime ambiental, conforme estabelece o Decreto nº 4.329, de 5 de junho de 2009. A legislação determina que os resíduos sejam usados no processo de compostagem para produção de adubo orgânico.

Blitz Educativa de Prevenção a Incêndios Florestais
6 de maio (sábado)
Das 8 às 12 horas
Nas Quadras 14 e 26 do Park Way

Disque denúncia: (61) 3214-5602

SITE O DOCUMENTO (MT)


Governo de Mato Grosso pede liberação de voo internacional

Em visita oficial à Bolívia nesta sexta-feira (5), o governador Pedro Taques (PSDB) solicitou a liberação da operação do voo comercial entre Cuiabá e Santa Cruz de la Sierra. A inauguração da rota aérea internacional estava prevista para este dia 5, após 4 reagendamentos pela companhia aérea que atuará nesse destino e aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
No ofício entregue diretamente ao presidente Evo Morales, Taques lembrou que a companhia de aviação Azul Linhas Aéreas está pronta para iniciar as operações. Para isso, ainda depende da conclusão de trâmites legais das agências bolivianas Autoridad de Telecomunicaciones y Transportes (ATT) e Dirección General de Aeronáutica (DGAC).
Taques argumentou que as operações nessa rota aérea é aguardada com grande expectativa pela população mato-grossense. “Apresentamos esse pleito em razão da ampliação da oportunidade de turismo e de negócios entre Brasil e Bolívia, especialmente a região Centro Oeste brasileira”.

DEFESA AÉREA E NAVAL


Um futuro brilhante através do trabalho conjunto

Guilherme Wiltgen
A transferência de tecnologia através da cooperação com a Saab é extremamente significativo para o aumento da competência tecnológica da indústria brasileira “, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança (EDS). “A Embraer, e as outras empresas comprometidas com este programa, vão se beneficiar da transferência de conhecimentos”, completou. “Isso vai tornar possível realizar as atualizações futuras à frota Gripen e para competir no mercado para as próximas gerações do caça”.
A Embraer sempre foi um parceiro importante da Saab no programa Gripen do Brasil. A abertura do Gripen Design Development Network (GDDN), foi um marco importante no programa de transferência de tecnologia. O GDDN está localizado nas instalações da Embraer em Gavião Peixoto, no estado de São Paulo.
De acordo com Schneider, o GDDN pode ser descrito como uma estação de trabalho do projeto com os profissionais, principalmente da Embraer e Saab, mas também de outros parceiros da indústria brasileira e o cliente brasileiro. “Nós podemos usar o projeto e desenvolvimento de rede Gripen para futuros projetos conjuntos, como uma versão de exportação do Gripen biplace. Nós também estamos discutindo uma potencial cooperação adicional fora do programa Gripen”.
Jackson Schneider considera o projeto uma oportunidade de primeira classe, tanto para a Embraer quanto para a Saab, na troca de conhecimento. “Ambas as empresas são muito experientes no mercado aeronáutico e esta, é uma grande oportunidade para melhorar a nossa experiência no processo de desenvolvimento e fabricação de aviões de combate”, finalizou o CEO da EDS.
FONTE: Saab

LA NACIÓN (PARAGUAI)


Ponen en órbita un satélite brasileño

Cayenne, Francia. AFP.
El satélite brasileño de telecomunicaciones SGDC de uso militar y civil fue puesto en órbita con éxito por el lanzador europeo Ariane 5, anunció el consorcio espacial Arianespace en la base espacial de Kourou (Guayana Francesa).
El cohete Ariane, que también transportaba un satélite surcoreano de telecomunicaciones, despegó hacia las 18:51 locales (21:51 GMT), poco más de una hora después de lo previsto y tras ser postergado en marzo pasado a causa de disturbios sociales en ese territorio francés de ultramar.
Poco más de 28 minutos después del lanzamiento, Ariane 5 se separó del satélite SGDC (Satélite Geoestacionario de Defensa y Comunicaciones Estratégicas), que en la Tierra pesa 5,7 toneladas.
Se trata del primer satélite lanzado por Arianespace para el operador brasileño de telecomunicaciones Telebras. Cumple además funciones de telecomunicaciones para el gobierno de Brasil, además de un uso militar para sus Fuerzas Armadas.
Está destinado a garantizar la comunicación segura de las Fuerzas Armadas y el gobierno, y a la vez suministrar servicios de comunicación de banda ancha a territorios aislados de Brasil.

BANDA ANCHA
"Con esto vamos a democratizar el fenómeno digital en nuestro país, ya que la banda ancha va a llegar a todos los rincones de Brasil", afirmó ante periodistas el presidente Michel Temer, que acompañó el lanzamiento desde un centro de la Fuerza Aérea en Brasilia.
De acuerdo con el gobierno, el satélite permitirá blindar las comunicaciones militares y ampliar la capacidad de las Fuerzas Armadas en operaciones en fronteras terrestres, de rescate en alta mar, así como mejorar el control del espacio aéreo del gigante sudamericano.

PODER AÉREO.JOR


Em sua edição de sábado (6), o jornal francês Le Monde destaca que “o Brasil tornou-se um ator de peso no setor espacial” e “realizou um sonho que acalentava há 18 anos”. Após seis semanas de espera, provocada pela greve geral na Guiana Francesa, finalmente o foguete Ariane 5 colocou em órbita na quinta-feira (4) o satélite brasileiro de defesa e telecomunicações (SGDC), a partir do centro espacial de Kourou.
Le Monde ressalta que o Brasil estava ansioso para assumir sua segurança cibernética e sua soberania nas áreas de defesa e telecomunicações. O satélite fabricado pelo grupo franco-italiano Thales Alenia Space (TAS) foi construído na França, com a participação de engenheiros brasileiros.
O equipamento permitirá blindar as comunicações militares e ampliar a capacidade das Forças Armadas em operações nas fronteiras terrestres e em resgates em alto mar, além de melhorar o controle do espaço aéreo. O satélite também irá democratizar o sistema de banda larga, levando a internet para todo o país, conforme destacou o presidente Michel Temer após assistir o lançamento em Brasília.
Na extensa reportagem que dedica à retomada das atividades no Centro Espacial de Kourou, Le Monde cita o entusiasmo das autoridades em Brasília. “É o primeiro satélite operado completamente por brasileiros, e permitirá nossa soberania e independência”, destacou o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Até então, o Brasil era obrigado a alugar satélites de operadores estrangeiros.
França busca atuação destacada no programa espacial brasileiro
O equipamento estará operacional a partir de meados de junho, posicionado a quase 36.000 km da superfície terrestre. O projeto custou ao Brasil mais de R$ 2,7 bilhões, incluindo o próprio aparelho, o lançamento, os seguros e a infraestrutura no solo.
Le Monde lembra que se tratava de um contrato tão importante, que ele foi disputado por sete grupos industriais, o que é raro em uma licitação desse porte. A cooperação, que envolveu cerca de 30 profissionais brasileiros nas instalações da TAS nas cidades francesas de Cannes e Toulouse, também permitiu que o grupo industrial brasileiro Cenic construísse um painel de alumínio para o satélite. Em contrapartida, a TAS abriu um escritório em São José dos Campos, abrindo seus horizontes no mercado sul-americano. A França irá acompanhar o Brasil na concretização de seu programa espacial, conclui o Le Monde.
O mesmo foguete Ariane colocou em órbita o satélite Koreasat-7, da operadora sul-coreana Ktsat, que tem como objetivo melhorar a banda larga e a cobertura na Coreia do Sul, Filipinas, Índia e Indonésia.
FONTE: RFI



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