|

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 07/03/2017 / EUA começam montagem de sistema antimísseis na Coreia do Sul


EUA começam montagem de sistema antimísseis na Coreia do Sul ...  


Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (6) que começaram a montar um escudo antimísseis na Coreia do Sul, um dia depois que o regime norte-coreano disparou quatro mísseis balísticos contra o mar do Japão.

O comandante da divisão do Pacífico das Forças Armadas dos EUA, Harry Harris, disse que o ataque do regime de Kim Jong-un só reforçou a necessidade do sistema de destruição de foguetes.

As primeiras peças chegaram nesta terça (noite de segunda no Brasil) à base militar de Osan, a 64 km de Seul, e deverão ser levadas para Seongju, onde será instalado.

O chamado THAAD é capaz de destruir mísseis em um raio de até 200 km de sua localização, o que poderá proteger sul-coreanos e também japoneses de potenciais investidas norte-coreanas.

O sistema antimísseis, no entanto, pode levar os EUA a uma crise militar também com a China e com a Rússia.

Na semana passada, Pequim fechou 20 lojas de departamento de um grupo sul-coreano em retaliação à aprovação pelas autoridades de Seul da instalação do escudo.

ENSAIO
A chegada do THAAD deverá aumentar mais a tensão às vésperas dos exercícios militares dos EUA com a Coreia do Sul. Nesta terça (7), a Coreia do Norte anunciou que o teste de mísseis foi um ensaio para um eventual ataque às bases americanas no Japão.

A agência de notícias estatal KCNA confirmou se tratar de uma retaliação. "No coração dos homens da artilharia havia o desejo ardente de retaliar sem misericórdia os belicistas que fazem seus exercícios conjuntos de guerra."

Segundo a agência, o ditador Kim Jong-un supervisionou o teste. Horas mais tarde, o embaixador do país na ONU, Ja Song-nam, disse que os exercícios "levarão a Península Coreana e o nordeste da Ásia ao desastre nuclear".

Para ele, o uso de submarinos e bombardeiros nucleares pelos americanos "podem levar a uma guerra real" e deixam a região "à beira de uma guerra nuclear". O representante pediu ainda que a ONU condene os exercícios militares.

Este é o segundo teste de mísseis balísticos norte-coreano em menos de um mês. A reincidência fez com que EUA e Japão pedissem uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, que deverá acontecer na próxima quarta (8).

A intenção é aprovar novas sanções ao regime por descumprir a resolução que impede o país de realizar estes ataques. O último reforço nas punições ocorreu em novembro, dois meses depois do último teste nuclear de Pyongyang.

Outro agravante pode ser se for provado que o país produziu o gás VX, uma arma química de destruição em massa, para matar Kim Jong-nam, meio-irmão do ditador, na Malásia.

A reação à nova ameaça de Kim Jong-un foi discutida pelo presidente americano, Donald Trump, em telefonemas ao primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e ao presidente em exercício da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


EUA começam montagem de sistema antimísseis na Coreia do Sul


Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (6) que começaram a montar um escudo antimísseis na Coreia do Sul, um dia depois que o regime norte-coreano disparou quatro mísseis balísticos contra o mar do Japão.
O comandante da divisão do Pacífico das Forças Armadas dos EUA, Harry Harris, disse que o ataque do regime de Kim Jong-un só reforçou a necessidade do sistema de destruição de foguetes.
As primeiras peças chegaram nesta terça (noite de segunda no Brasil) à base militar de Osan, a 64 km de Seul, e deverão ser levadas para Seongju, onde será instalado.
O chamado THAAD é capaz de destruir mísseis em um raio de até 200 km de sua localização, o que poderá proteger sul-coreanos e também japoneses de potenciais investidas norte-coreanas.
O sistema antimísseis, no entanto, pode levar os EUA a uma crise militar também com a China e com a Rússia.
Na semana passada, Pequim fechou 20 lojas de departamento de um grupo sul-coreano em retaliação à aprovação pelas autoridades de Seul da instalação do escudo.
ENSAIO
A chegada do THAAD deverá aumentar mais a tensão às vésperas dos exercícios militares dos EUA com a Coreia do Sul. Nesta terça (7), a Coreia do Norte anunciou que o teste de mísseis foi um ensaio para um eventual ataque às bases americanas no Japão.
A agência de notícias estatal KCNA confirmou se tratar de uma retaliação. "No coração dos homens da artilharia havia o desejo ardente de retaliar sem misericórdia os belicistas que fazem seus exercícios conjuntos de guerra."
Segundo a agência, o ditador Kim Jong-un supervisionou o teste. Horas mais tarde, o embaixador do país na ONU, Ja Song-nam, disse que os exercícios "levarão a Península Coreana e o nordeste da Ásia ao desastre nuclear".
Para ele, o uso de submarinos e bombardeiros nucleares pelos americanos "podem levar a uma guerra real" e deixam a região "à beira de uma guerra nuclear". O representante pediu ainda que a ONU condene os exercícios militares.
Este é o segundo teste de mísseis balísticos norte-coreano em menos de um mês. A reincidência fez com que EUA e Japão pedissem uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, que deverá acontecer na próxima quarta (8).
A intenção é aprovar novas sanções ao regime por descumprir a resolução que impede o país de realizar estes ataques. O último reforço nas punições ocorreu em novembro, dois meses depois do último teste nuclear de Pyongyang.
Outro agravante pode ser se for provado que o país produziu o gás VX, uma arma química de destruição em massa, para matar Kim Jong-nam, meio-irmão do ditador, na Malásia.
A reação à nova ameaça de Kim Jong-un foi discutida pelo presidente americano, Donald Trump, em telefonemas ao primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e ao presidente em exercício da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


A defesa nacional e a sociedade

O Brasil não será ator internacional no nível de seu potencial sem poder militar compatível

Mario Cesar Flores

Em países social e politicamente bem estruturados as preocupações de defesa nacional transcendem o poder político – o presidente com seu Conselho de Segurança, as comissões temáticas do Congresso – e as Forças Armadas. Nesses países, instituições representativas da sociedade, a intelligentzia e a mídia contribuem informalmente para a formação de um senso comum nacional sobre o tema, que, embora um tanto difuso, sanciona e/ou critica a política do governo. Esse modelo inexiste no Brasil, onde a defesa está excluída da atenção da elite e do povo, como se vivêssemos num paraíso adiabático, em que a defesa se tornou preocupação superada, privando o preparo militar da sanção e/ou crítica da sociedade. Já focado em artigo anterior, a apatia nacional sugere insistir nesse assunto.
São raras (se tanto...) as manifestações sobre a defesa nacional da parte de instituições de estudos políticos e estratégicos existentes em algumas universidades brasileiras e de instituições independentes que deveriam incluir esse tema em seus programas. Na mídia ele raramente é objeto de atenção, embora apareça com algum destaque quando envolve o ângulo financeiro do preparo militar. As Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara de Deputados e do Senado Federal, vocacionadas para o tema, tampouco o aprofundam. O Ministério das Relações Exteriores provavelmente pensa a respeito, discretamente, na moldura do conceito de que o Brasil é um país pacífico. É, de fato, mas como disse seu ex-ministro José Serra em campanha eleitoral em que era candidato a presidente, “país pacífico não é país desarmado”. E há pouco mais de um século Rio Branco via o preparo militar como respaldo para sua solução pacífica de contenciosos de fronteira.
Nesse quadro de indiferença generalizada, as Forças Armadas são vistas como uma guarda costeira e polícia naval, uma força de segurança de fronteira contra a criminalidade transnacional, de segurança interna para complementar ou substituir o sistema policial em situações de desordem interna que justifiquem esse recurso excepcional e de cooperação na defesa civil em episódios de calamidade, como uma organização (nesse caso, a Aeronáutica) para o controle da segurança de voo (e para o transporte aéreo de autoridades...). São realmente tudo isso, mas não apenas isso.
Frase proferida por âncora de noticioso na TV, simbólica do ânimo do grande público, ao comentar a capacidade do Exército para controlar distúrbios populares: “Eu sei que o Exército tem (tal capacidade) e se não tivesse não se precisaria do Exército”. Precisa-se do Exército para a ordem interna. E a defesa nacional?
A ausência de concepção básica que respaldasse o preparo militar, formalizada pelo poder político com ingerência no tema e, ainda que difusamente, sancionada pelo senso comum nacional, é um percalço cultural em quaisquer circunstâncias e muito mais quando a contenção de gastos para o controle da crise econômico-financeira que flagela o País é um imperativo de que as Forças Armadas não estão imunes. Ao contrário: obriga-as a planejar e executar o preparo militar possível de conformidade com uma rigorosa definição de prioridades. As Forças veem-se obrigadas a planejar e executar seus preparos constrangidos pela austeridade em função de suas perspectivas sobre as preocupações que devem pautá-los.
O que está em curso não é comentado aqui porque isso exigiria o conhecimento dos programas vigentes, além de conhecimento técnico-profissional atualizado, de que o autor já não dispõe. Mas para não deixar a “questão em branco” este artigo sugere uma ideia superficial do que poderia ser o alicerce básico de um senso comum brasileiro sobre defesa nacional, sem detalhes do que ele significa para cada uma das Forças – o que, novamente, dependeria de conhecimento técnico-profissional atualizado –, assim resumido:
1) Um núcleo (uma capacidade) de poder militar tecnologicamente moderno, criteriosamente dimensionado, mas capaz de dissuadir agressões por cobrar-lhes alto custo – objetivo em que ressalta, por exemplo, o submarino, para ameaça que tiver por trânsito o mar. E capaz de abortar qualquer aventura concreta, nos vários teatros geofísicos do País. Esse cenário clássico tem hoje um ranço de inverossimilidade, mas a dinâmica da História não a assegura no médio/longo prazo e a estruturação de um poder militar tecnologicamente moderno se estende por muitos anos e exige recursos vultosos.
2) Dadas as injunções interativas do mundo integrado, economicamente e nas áreas ambiental e das comunicações, aquele núcleo deve poder constituir força(s) de intervenção para apoiar mandatos da ONU, da OEA e de outras organizações a que o Brasil esteja associado, em nível significativo e até protagônico em sua região.
Além disso, o nosso poder militar precisa ser capaz de atender ao óbvio: o controle rotineiro das fronteiras terrestres e do mar costeiro. E de responder a necessidade eventual e temporária de controle da ordem interna.
O esboço aventado é uma ideia emblemática e superficial que pretende despertar ao menos alguma curiosidade pelo tema no grande público, hoje indiferente. É pouco, mas é um início de longa evolução cultural. É preciso superar essa indiferença, cujas consequências são inseguras no correr do tempo. Ademais, o Brasil não será ator internacional no nível coerente com seu potencial se não dispuser de poder militar compatível com esse nível, constituído com o aval do povo.
Se este artigo servir à ideia de que as Forças Armadas não existem apenas para o papel de polícia – de fronteira, costeira e na ordem interna – e de cooperação na defesa civil em calamidades, há que pensá-las prudente e ponderadamente na defesa nacional, de hoje ao incerto longo prazo, já estará justificada a sua publicação.
* MARIO CESAR FLORES É ALMIRANTE

Operação prende 4 traficantes e resgata 70 animais em Praia Grande

Várias espécies ameaçadas de extinção foram recuperadas, como jiboia arco-íris e aves azulão e pixoxó; entre os detidos está um ex-militar do Exército

José Maria Tomazela

SOROCABA - Quatro pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal contra o tráfico de animais silvestres, na manhã desta segunda-feira, 6, em Praia Grande, no litoral sul do Estado de São Paulo. Mais de 70 animais, muitos de espécies ameaçadas de extinção, foram resgatados. Entre os presos está um ex-militar do Exército, que, além de vários animais, tinha munição de fuzil desviada das Forças Armadas.
A operação, denominada Bem-Te-Vi, mobilizou ainda homens da Polícia Militar Ambiental, agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão no Jardim Anhanguera.
A suspeita é de que os caçadores agiam em matas da Serra do Mar. Entre os animais resgatados estão uma jiboia arco-íris e exemplares das aves azulão e pixoxó, todos em risco de extinção na natureza.
Em uma casa foram achados 11 lagartos teiú e uma tartaruga-mordedora, nativa dos Estados Unidos, além de munição de fuzil. O filho da dona do imóvel, um rapaz de 20 anos, contou que foi militar do Exército e servia na Fortaleza de Itaipu, no Canto do Forte, tendo ficado com a munição quando deu baixa.
Os detidos foram levados para a delegacia da Polícia Federal em Santos e da Polícia Civil de Praia Grande. Gaiolas e armadilhas de caça também foram apreendidas na operação, que mobilizou mais de 50 agentes.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Anac deve intervir se empresas aéreas não diminuírem o preço das passagens

A partir do fim da franquia de bagagens, Anac pode intervir caso as companhias não ofereçam boas condições de tarifas

Hellen Leite

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que poderá intervir caso as empresas aéreas não ofereçam boas condições aos consumidores, depois que as novas regras para o transporte aéreo de passageiros entrarem em vigor, no dia 14 de março. “A fiscalização da agência será intensificada para que todas as regras sejam efetivamente cumpridas. Estamos engajados para que realmente essas medidas funcionem também no Brasil, como já funcionam no restante do mundo”, informou a Anac, em nota.
No dia 13 de dezembro do ano passado, a Anac aprovou um conjunto de regras válidas para passagens compradas a partir de 14 de março deste ano. Entre as mudanças, ficou determinado que as companhias aéreas não terão mais que oferecer obrigatoriamente uma franquia de bagagens aos passageiros e que poderão cobrar pelo transporte.
A expectativa da Anac é de que as companhias aéreas reduzam os preços das passagens aéreas e criem perfis tarifários diferenciados, conforme o volume da bagagem a ser despachada. A medida deve permitir que o passageiro escolha o perfil adequado à sua viagem, pagando somente pela quantidade de quilos de bagagem que irá despachar, sem onerar o valor do bilhete.
Atualmente, os passageiros de voos domésticos podem levar bagagem de até 23 quilos para despachar; já os passageiros de voos internacionais podem levar até dois volumes de 32 quilos cada.
Bagagem de mão
Outra mudança estabelecida pela agência é o aumento do volume da bagagem de mão de 5 quilos para 10 quilos. Para a Anac, a possibilidade de cobrança à parte pelo transporte da bagagem pode ainda estimular o passageiro a alterar seu comportamento, “evitando o despacho de bagagem possivelmente desnecessária que hoje é incentivado a transportar em função da franquia já estar incluída no valor da tarifa”.
A agência alerta, entretanto, que os passageiros devem se informar antes de efetuar a compra da passagem, já que cada operador aéreo vai definir que tipo de estratégia de mercado irá adotar.
As empresas aéreas seguem o regime de liberdade tarifária no setor, regulamentado em 2005, o que, segundo a Anac, contribuiu para queda de 60% no valor médio das passagens na última década. “Os valores cobrados por uma passagem aérea variam conforme as condições de mercado, a estratégia comercial de cada empresa aérea, as diferentes condições de prestação do serviço, o canal de comercialização, entre outros fatores. Além disso, os novos direitos e deveres dos passageiros trazem várias regras novas para que a concorrência entre as empresas seja cada vez maior. E concorrência gera preços mais atrativos para o passageiro”, informou.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Saab recebe encomenda do Exército Brasileiro de R$ 36,3 milhões


João José Oliveira

SÃO PAULO - A Saab, empresa sueca aeroespacial e de defesa e segurança, informou hoje que assinou um contrato com o Exército Brasileiro para o fornecimento do Sistema Míssil de Baixa Altura Telecomandado RBS 70. O valor total do pedido é de aproximadamente 105 milhões de coroas suecas (R$ 36,3 milhões).
As entregas vão ocorrer entre este ano e 2018. O sistema RBS 70 já se encontra atualmente em serviço no Exército Brasileiro, pois fez parte da segurança dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
O contrato assinado entre a Saab e o Exército Brasileiro inclui postos de tiro, dispositivos de visão noturna, simuladores de treinamento, camuflagem multiespectral para o RBS 70 e equipamentos de testes e manutenção.
"Com essa encomenda, o Exército Brasileiro dá andamento ao processo de aprimoramento de sua capacidade de defesa anti-aérea. O sistema desempenhou um papel muito importante na proteção dos Jogos Olímpicos de 2016, proporcionando não apenas segurança aos jogos, mas também à infraestrutura estratégica", disse Stefan Öberg, chefe da unidade de negócios Sistemas de Mísseis da área Dynamics da Saab.
O sistema RBS 70 possui um histórico de desempenho significativo no mercado. Dezenove países adquiriram mais de 1.600 postos de tiro com mais de 18 mil mísseis.
A Saab é a fornecedora da nova frota de caças Gripen para a Força Aérea Brasileira.

PORTAL G-1


Quadrilha suspeita de planejar assalto tinha fuzis das Forças Armadas

Nove foram presos em Ribeirão Preto (SP) após monitoramento da PM. Dois armamentos calibre 762 possuem brasões da República raspados.

Do G1 Ribeirão E Franca

Dois dos cinco fuzis apreendidos com uma quadrilha presa em Ribeirão Preto (SP), suspeita de planejar um ataque a uma empresa de transporte de valores na cidade, são de uso restrito das Forças Armadas.
Segundo o major da Polícia Militar Fernando Aparecido de Souza, o armamento foi desviado de algum batalhão ou carregamento, mas ainda não é possível dizer se pertence ao Exército, Marinha ou Aeronáutica.
Em nota, a Delegacia Seccional de Ribeirão Preto informou que não concederá entrevista sobre as investigações. Os nove homens presos foram levados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão na manhã desta segunda-feira (6).
O grupo foi preso em uma operação da PM neste domingo (5) na zona leste de Ribeirão. Os suspeitos estavam em uma casa alugada no Parque Residencial Candido Portinari e foram monitorados desde a saída da capital paulista no sábado (4).
"Nós monitoramos essa quadrilha durante a madrugada toda e esperamos o melhor momento para fazer a atuação. Quando a Polícia Militar desenvolve uma operação deste porte, não podemos expor a vida de terceiros", disse Souza.
O major da PM explicou que os setores de inteligência da PM em São Paulo (SP) e no interior passaram a monitorar os suspeitos há uma semana, após receberem uma denúncia anônima. Cerca de 80 policiais da região de Ribeirão participaram da operação.
"Nesse caso nós tínhamos a informação, nós conseguimos fazer um planejamento e conseguimos atuar. Quando é feita a atuação da Polícia Militar desta forma, nenhum disparo foi realizado, os indivíduos foram presos, ninguém saiu ferido", afirmou.
Apreensões
Durante a ação, um dos suspeitos, um feirante de 40 anos que era foragido da Justiça, tentou fugir por uma escada, mas sofreu uma queda. Ele recebeu atendimento médico no pronto-socorro central e, de acordo com a PM, estava com uma pistola e documentos falsos.
Em poder dos suspeitos foram apreendidos dois fuzis 762 de uso restrito, três fuzis 556, três pistolas, rádiocomunicadores, celulares, munição, coletes à prova de balas, um aparelho bloqueador de sinal de celular e R$ 2 mil.
"Nós tínhamos dois fuzis calibre 762 com o brasão de armas da República, armas típicas das Forças Armadas, mas não sabemos se do Exército, Marinha ou Aeronáutica. Agora, a investigação vai levantar isso", disse o major da PM.
Três carros blindados e uma caminhonete que estavam em poder dos suspeitos foram levadas à delegacia. Segundo a PM, um dos automóveis havia sido roubado no dia 28 de fevereiro e estava com placa e chassi adulterado.
Rota de fuga
Os policiais também apreenderam dois mapas com o esboços de uma rodovia e detalhes de uma rota, o que sugere o plano de fuga a ser adotado pela quadrilha após o suposto ataque a uma empresa de transporte de valores.
Uma delas, inclusive, está localizada no bairro Parque Industrial Lagoinha, a cerca de 6,5 quilômetros do imóvel alugado pelos suspeitos, na Avenida Professora Diná Rizzi, próximo à Rodovia Anhanguera (SP-330).
"A gente percebe que a casa alugada por eles é próxima a rodovia, próxima a áreas de escape. Então, eram realmente rotas de fuga. Agora, as investigações prosseguem para verificar possíveis ramificações desse delito", disse Souza.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os suspeitos responderão pelos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, formação de organização criminosa armada, receptação de veículo e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Demanda por voos internacionais cresce em janeiro e bate recorde para o mês

Informação é da Anac. Já a demanda por voos dentro do Brasil registrou o 18º mês consecutivo de queda em janeiro.

Laís Lis, G1 Brasília

A demanda por voos internacionais operados por empresas aéreas brasileiras cresceu 4,8% em janeiro de 2017, na comparação como o mesmo mês do ano passado, informou nesta segunda-feira (6) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A oferta de voos internacionais pelas aéreas nacionais também cresceu em janeiro: 1,9%. Segundo a Anac, tanto a demanda quanto a oferta internacional registraram o maior nível para janeiro de toda a série histórica, iniciada em janeiro de 2000.
Em janeiro, foram transportados 784 mil passageiros pagos em voos internacionais pelas empresas brasileiras, recorde para o mês na série histórica.
A Latam lidera o mercado internacional, com participação de 78%, seguida pela Gol, com 11,3% do mercado, pela Azul, com 10,6%, e pela Avianca, com 0,1%.
Mercado doméstico
Enquanto a demanda e oferta de voos internacionais começou 2017 em alta, a demanda por voos domésticos registrou o seu 18º mês consecutivo de queda. Em janeiro, o recuo foi de 1,8%, na comparação com o mesmo mês de 2016, informou a Anac.
Segundo a agência, no primeiro mês do ano foram transportados 8,5 milhões de passageiros em voos dentro do Brasil, uma queda de 4,1% em relação ao mês de janeiro de 2016.
A oferta de voos domésticos também registrou queda, de 3,2%. Foi o 17º mês consecutivo de retração nesse indicador.
A Gol encerrou o mês de janeiro com 38,6% do mercado doméstico, a Latam com 31,1%, a Azul com 18% e a Avianca com 11,8%.
"A fatia de mercado da Avianca vinha se mantendo em torno de 10%, porém com sucessivos aumentos desde o fim de 2015. Sua participação de mercado cresceu 21,8% em janeiro de 2017 com relação ao mesmo mês de 2016", destacou a agência.
No primeiro mês deste ano, foram transportadas 28.146 toneladas de cargas pagas e correios, o que representou uma diminuição de 7,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

AGÊNCIA SENADO


PEC prevê a federalização do sistema de segurança pública do país


Da Redação

A senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC 6/2017) que propõe a federalização dos órgãos de segurança pública no país.
A PEC incorpora as polícias civis à Polícia Federal, unifica todas as polícias militares em uma Polícia Militar da União e ainda propõe a unificação dos corpos de bombeiros militares em um Corpo de Bombeiros Militares da União. A proposta altera os artigos 21, 22, 42 e 144 da Constituição e o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT).
Na justificativa, Rose argumenta que o país está convivendo com um "número absurdo de mortes violentas intencionais", citando os 58.492 casos de 2015, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Ela enumerou ainda o fortalecimento das facções criminosas, sangrentas rebeliões em presídios e greves de policiais militares.
"Estes são sinais gritantes de que o modelo de segurança pública brasileiro está falido, exaurido. Os estados não têm mais condições de suportar sozinhos o peso de garantir a segurança dos seus próprios cidadãos", argumenta.
A senadora lembra que o Brasil tem hoje, de um lado, três polícias em nível federal e, de outro, 27 polícias civis e militares que em nível estadual estariam "sucateadas, desvalorizadas e ineficientes, sem interagir ou cooperar umas com as outras ou a nível federal".
Rose ainda defende que a federalização da segurança pública valorizará os policiais civis, militares e bombeiros militares, proporcionando uma maior "racionalização, desburocratização e padronização de estruturas", tornando assim em seu entender a prestação do serviço mais eficiente.
A proposta chegou para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), e cabe ao presidente Edison Lobão (PMDB-MA) escolher um relator para a matéria.

JORNAL DE BRASÍLIA


COLUNA ESPLANADA


Leandro Mazzini

Haiti é aqui
O Ministério da Defesa avalia a permanência das tropas do Brasil na Minustah no Haiti por mais um ano. O Governo Temer havia decidido interromper a ajuda, que custa muito ao País, mas o novo terremoto mudou os planos e há um esforço internacional.

PORTAL DEFESANET


Contra-almirante brasileiro assume comando de FT Marítima da ONU no Líbano


Durante cerimônia em Beirute, contra-almirante brasileiro Sérgio Fernando de Amaral Chaves Jr. assumiu semana passada comando da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). A Marinha do Brasil comanda as operações marítimas da ONU no Líbano desde 2011.
Durante cerimônia em Beirute, no Líbano, o brasileiro contra-almirante Sérgio Fernando de Amaral Chaves Jr. assumiu na segunda-feira (27) o comando da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).
O cargo antes era ocupado pelo contra-almirante Claudio Henrique Mello de Almeida. O Brasil lidera as operações marítimas da missão da ONU no Líbano, que contam com a participação de aproximadamente mil oficiais, entre eles brasileiros e militares de Bangladesh, Alemanha, Grécia, Indonésia e Turquia.
Na ocasião, o chefe da UNIFIL, Michael Beary, disse que a MTF, sob a liderança de Mello de Almeida no último ano, se destacou na condução das Operações de Interdição Marítima e no treinamento das Forças Armadas Libanesas (LAF) da Marinha.
"O trabalho da Força-Tarefa Marítima da UNIFIL é único nas operações de paz da ONU", disse.
"Os marinheiros que patrulham as águas do Líbano sob a bandeira da ONU são patrulheiros que, além de desempenharem seu papel como mantenedores da paz, também desenvolveram uma doutrina da ONU sobre operações marítimas e provaram ao Conselho de Segurança e à comunidade internacional os benefícios que o domínio marítimo pode trazer às operações de paz", acrescentou.
Beary disse que a ONU está grata à Marinha do Brasil por comandar "esta força-tarefa única e extremamente eficaz".
Fundada em outubro de 2006, a Força-Tarefa Marítima da UNIFIL conta atualmente com cerca de 900 militares e sete navios, sendo um do Brasil. A Marinha do Brasil está no comando do MTF desde 2011.

JORNAL A CRÍTICA (AM)


Operação encontra barras de ferro, facas e rádios no Compaj; 37 detentos ficam feridos

De acordo com secretário Sérgio Fontes, detentos não quiserem obedecer as ordens dos policiais e foram atingidos com balas de borracha.

Kelly Melo

A operação de varredura nos presídios do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) resultou na apreensão de 37 celulares, dois rádios-transmissores, 45 barras de ferro, 46 facas, 11 facões e 21 estoques, conforme balanço divulgado pelas Forças Armadas e pelas Forças de Segurança Pública do Estado. Na operação, 37 presos ficaram feridos.
O balanço foi apresentado na tarde desta segunda-feira, no Centro Integrado de Comando e Controle. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, houve reação dos policiais porque os presos se recusaram a obedecer às ordens das forças policiais que estavam no local. Segundo Fontes, os ferimentos, em sua maioria, foram por balas de borracha. Integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Amazonas (OAB-AM), relataram ter ouvido explosões e ambulâncias encaminhadas ao Compaj.
"Foi necessário utilização de força proporcional, mas ninguém morreu, não foi utilizado nada letal que pudesse causar danos permanentes a eles", afirmou Sérgio Fontes, ressaltando que a reação deles não pode ser considerada um completa surpresa. "São os mesmos presos que trucidaram, decapitaram e vilipendiaram 56 seres humanos. Eles não estão acostumados com autoridade, então temos que ter muito cuidado com eles. O Estado não pode perder sua autoridade com presos dessa natureza", enfatizou.
Para Sérgio Fontes, mesmo com as ocorrências de materiais ilícitos na cadeia, e de reações como a de hoje, o sistema prisional está sob controle. De acordo com o secretário, a combinação entre corrupção de funcionários e ousadia de familiares é o motivo da entrada de tantos materiais proibidos nas cadeias. "Se eu soubesse como entram (os materiais), não entrava mais. Mas certamente é a corrupção, certamente é a família dos presos, e nós ainda não temos os instrumentos necessários para fazer com que isso cesse", considerou Fontes, destacando que "a população pode ficar tranquila porque estamos pegando (os materiais)".
A Operação foi conduzidapelas Forças Estaduais de Segurança e Forças Armadas, com a participação da SSP-AM, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Comando Militar da Amazônia (CMA), Aeronáutica, Samu, Força Nacional, Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e Corpo de Bombeiros. Todos os três presídios que fazem parte do Compaj foram alvos da varredura, que até as 16h continuava em andamento.

OUTRAS MÍDIAS


SOROCABA FÁCIL (SP)



Prefeito homenageia ministro tenente-brigadeiro do ar


Assessoria de imprensa da Prefeitura de Sorocaba
O prefeito José Crespo homenageou, na tarde desta sexta-feira (03), com o título de "Visitante Ilustre", por meio de Decreto Municipal, o ministro tenente-brigadeiro do ar Cherubim Rosa Filho.
Sorocabano de nascimento, Rosa Filho atualmente mora em Brasília, mas em visita à cidade afirmou que tem orgulho de ser nascido no município governado por Crespo. "Eu nunca neguei minha origem. É com orgulho que sou um caipira de Sorocaba que chegou a ministro tenente-nrigadeiro".
José Crespo ressaltou que o homenageado é referência para o povo sorocabano, um exemplo de jovialidade, força e vontade de viver. Na cerimônia, o prefeito fez a leitura do Decreto Municipal e entregou o Brasão de Sorocaba a Cherubim Rosa Filho.
O Decreto foi assinado pelo prefeito e secretários municipais Hudson Zuliani (Gabinete Central), Eric Vieira (Assuntos Jurídicos e Patrimoniais – interino) e Eloy de Oliveira (Comunicação e Eventos). Estiveram presentes o Cel. PM Antônio Valdir, o presidente de honra da Fundação Ubaldino do Amaral, Laelso Rodrigues; e o presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba Adilson Cesar, que comentou: "uma homenagem como essa é importante, pois nada melhor do que exaltar a pessoa em vida. Um filho exemplar da terra, cuja existência deve ser lembrada e reconhecida por todas as gerações".
Durante o evento, o grupo teve a oportunidade de conversar sobre educação, tecnologia, comportamento, aviação, valores, disciplina, ética e juventude. "O passado existiu, faz parte da história, mas temos que viver o presente, as inovações da sociedade, pois o passado não volta mais, a nossa geração foi da transição, hoje vivemos o período da informação", comentou o tenente-brigadeiro.
Cherubim Rosa Filho
Cherubim Rosa Filho nasceu em Sorocaba dia 11 de setembro de 1926. Em 04 de abril de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, ingressou na antiga Escola de Aeronáutica do Campo dos Afonsos. Na década de 1950 exerceu atividade na aviação de caça.
Em 1960, organizou curso de Suprimento Técnico na antiga Escola de Oficiais Especialistas da Aeronáutica, em Curitiba. De 1961 a 1964, foi instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, na Base Aérea de Cumbica. De 1964 a 1968, retornou ao voo operacional no 5º Grupo de Aviação, em Natal. Em 1968, novamente foi selecionado para, no Panamá, ser instrutor convidado da USAF na IAAFA (Academia Interamericana da Força Aérea), tendo permanecido nessa função até 1970. Em 1971, face à nova estratégia da Força Aérea de utilizar ao máximo o princípio da mobilidade, foi designado para implantar, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, um núcleo de base que servisse ao desdobramento da Força Aérea no Cone Sul e apoiasse unidades de aviação para Operações Aérea Especiais.
De 1971 a 1974, construiu e organizou a base, tendo sido o seu primeiro comandante. Cursou, a seguir, a Escola Superior de Guerra e, selecionado, lá permaneceu até 1975 como integrante do seu corpo permanente. De 1976 a 1977, foi Chefe do Estado-Maior do Comando de Transporte Aéreo. De 1977 a 1978, foi Chefe do Estado-Maior do Comando Aeronáutico.
Em 1978, recebeu a missão de Oficial de Operações do Comando Geral do Ar, ficando encarregado de, no nível mais alto, preparar e coordenar as operações da Força Aérea Brasileira. Em 1979, foi promovido a Brigadeiro-do-Ar, designado para a 1ª Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica – sua missão era de coordenar os grandes comandos, departamentos e diretorias, a fim de assessorar o Chefe do Estado-Maior nas suas grandes decisões.
Em 1980, já na 2ª Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica (Planejamento Militar), recebeu encargo de estudar e atualizar a doutrina e a estratégia da Força Aérea Brasileira. No início de 1981, foi nomeado Comandante da Academia da Força Aérea.
Em 1982, foi promovido a Major Brigadeiro, designado Diretor de Administração de Pessoal da Aeronáutica. Em 1984, recebeu a missão de Comandante do 3º Comando Aéreo Regional, sediado no Rio de Janeiro. Em 1985, foi designado para a vice-chefia do Estado-Maior da Aeronáutica, promovido a Tenente-Brigadeiro-do-Ar e recebeu o cargo de Diretor-Geral do Departamento de Pesquisas e Desenvolvimento. Em 1986, assumiu o Comando-Geral do Ar (COMGAR). Em 1989, foi elevado, por escolha do então Ministro da Aeronáutica, a Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

PORTAL COMUNIQUE-SE (SP)


Rádio Nacional de Brasília estreia programa Forças do Brasil

A Rádio Nacional de Brasília estreia nesta segunda-feira, 6, às 21h, Forças do Brasil. O programa, que será veiculado em rede com a Rádio Nacional da Amazônia, vai abordar assuntos sobre as Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) e explicar aos ouvintes temas de interesse geral que afetam diretamente a sociedade brasileira.
O programa de estreia conversou com o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, que destacou ações importantes do ministério, como o apoio dado aos estados brasileiros para garantir a ordem e segurança das populações. "A defesa do Brasil somos todos nós", enfatizou.
Em sua primeira edição, o programa também destaca o Dia Internacional da Mulher e explica que neste ano, pela primeira vez, integrantes do sexo feminino entram em escola preparatória para combatentes do Exército Brasileiro.
Forças do Brasil irá ao ar sempre às segundas-feiras, às 21h, com reprise aos sábados, às 11h, na Rádio Nacional de Brasília. A apresentação é de Luciano Barroso.

INDÚSTRIA DE DEFESA E SEGURANÇA (RJ)


AERONÁUTICA pretende aumentar número de alunos e professores do ITA

Indústria Defesa e Segurança
A Aeronáutica pretende dobrar o número de alunos de graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em São José dos Campos (SP), disse o Comandante da Força, Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato. "O objetivo é dobrar o número de alunos nos cursos de graduação e aumentar em 50% as vagas de Mestrado e de Doutorado”, disse em entrevista ao ID & S. No vestibular deste ano, o ITA abriu 110 vagas para seis cursos de graduação: engenharia mecânica-aeronáutica, eletrônica, computação, aeroespacial, civil-aeronáutica e aeronáutica. O ITA, que conta com cerca de 600 alunos de graduação, pretende aumentar para cerca de 240 o número de vagas no vestibular após a expansão.
O Brig. Rossato não detalhou o cronograma para a implementação das mudanças, mas afirmou já está “previsto o lançamento de um edital para a contratação de novos professores”. “O ITA assinou ainda um acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação do Ministério da Educação, para trazer, por meio de bolsas, professores Seniores e Especiais”, explicou. O instituto, que teve a ampliação anunciada em 2014, já passa por obras no prédio de Ciências Fundamentais para construção de salas mais modernas e espaçosas. “Na parte física, o ITA deve receber novas moradias e alojamentos para graduandos e pós-graduandos, além de outras infraestruturas”, completou.
A FAB tem uma importante contribuição na história das inovações tecnológicas brasileiras. A partir do ITA, formou-se a Embraer e uma exitosa cadeia de produção aeronáutica. Empresas como Avibras e Atech foram criadas por ex-alunos do ITA. Além disso, o instituto possui uma incubadora que já abrigou mais de 20 empresas do setor. Segundo estimativa do ITA, mais de 150 empresas foram formadas a partir do instituto. O ITA possui ainda um mestrado executivo em parceria com a Embraer que forma profissionais de desenvolvimento tecnológico da empresa. Já foram formados mais de 1.200 profissionais a partir deste programa.

PORTAL ZDNET (EUA)


Brazil readies first satellite launch

The equipment is expected to protect privileged information and improve broadband provision to remote areas of the country
Angelica Mari for Brazil Tech
Brazil will launch its first own satellite to protect the transfer of privileged national security information while boosting the broadband capacity of the country later this month.
The Geostationary Satellite Defense and Strategic Communications Satellite (SGDC) will be launched on March 21 from the Kourou Space Center in French Guiana. The event is taking place nearly a year after the original launch plan of April 2016.
The SGDC project got support from the Brazilian government after revelations around spying on Brazil through the US National Security Agency became public and national security concerns became a more serious matter. Until then, talks of building a satellite had been hampered by conflict of interest between government departments.
Primarily expected to guarantee the security of defense communications of the Brazilian Armed Forces and improve the inspection of Brazil"s 17,000-kilometer border with ten South American countries, SGDC is also intended to improve the provision of broadband Internet services to remote areas across Brazil over an approximate 15-year timespan.
Prior to the completion of SGDC, Brazil did not have satellites of its own and leased eight satellites operated by foreign companies. The construction of the first Brazilian satellite required a total investment of R$ 2.1 billion ($672 million), more than double the original budget.
The equipment was built by Visiona, a joint venture between Brazilian aerospace firm Embraer and state-owned telecoms company Telebras and built by Thales Alenia Space and Arianespace in France. The process involved engineers and specialists from the Brazilian Ministry of Science, Technology, Innovation and Communications (MCTIC), the Ministry of Defense and the Brazilian Space Agency in addition to Visiona.

PORTOS E NAVIOS (RJ)


Helicótpero é retirado da P-37

A Petrobras informa que foi concluída, no último domingo (05/03), a remoção do helicóptero da empresa Omni Taxi Aereo do heliponto da plataforma P-37, localizada no campo de Marlim, na Bacia de Campos. No último dia 1º/3, a aeronave fez um pouso brusco e tombou lateralmente. A operação foi autorizada e acompanhada por técnicos dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes (SERIPA) e da Omni Taxi aéreo. O helicóptero foi liberado para transporte terrestre na madrugada do dia 05/03.
A comissão de investigação formada por representantes da Petrobras e do Sindipetro-NF iniciou os trabalhos de apuração das causas do acidente.

VIATROLEBUS (SP)


O Melhor Vem Agora

Caio Lobo 
Nesta terça-feira, 7, a Embraer irá apresentar o novo E-195E2 em sua fábrica de São José dos Campos. Será o maior avião comercial já fabricado pela empresa, que contará com 146 passageiros e deve ter valor de mercado de US$ 66 milhões.
Após a apresentação, a aeronave começa a fase de testes em solo e em voo. A previsão é que já opera comercialmente em 2019. A companhia aérea Azul já encomendou 30 unidades deste novo modelo.
O E195-E2 tem uma fuselagem 3 metros mais comprida que a versão anterior. Além disso, o modelo recebeu novos motores, novas asas e um novo sistema de controle de voo. Segundo a Embraer, as modificações melhoram a performance e reduzem os custos operacionais do avião.
“O jato é um novo passo da Embraer para atacar o segmento das empresas aéreas de baixo custo. Isso porque o avião promete entregar os melhores custos operacionais em seu segmento”, afirma a empresa em comunicado.

VALDOSTA DAILY TIMES (GEORGIA, EUA)


Moody plane crashes near Homerville

John Stephen
MOODY AIR FORCE BASE — An aircraft from Moody Air Force Base crashed near Homerville Monday afternoon around 3 p.m., according to Moody AFB Public Affairs.
The A-29A Super Tucano aircraft was in the middle of a routine training flight when the two pilots from the 81st Fighter Squadron had to eject, Moody officials said.
The pilots are safe, a base spokesman said in a press release.
“Both pilots have been recovered and are being medically evaluated for any injuries,” Moody Public Affairs said.
Emergency responders are at the scene and the incident is under investigation, the Air Force said. The air force base said more information will be released as it becomes available.
Moody asked the public to avoid the scene of the crash due to potential safety hazards.
The A-29s were used in a Moody program to train Afghan pilots. They are described as small, light and quiet, designed to operate in high temperatures and extremely rugged terrain.

NOTÍCIAS AO MINUTO (BRASIL)


Aeroporto do Galeão passará a se chamar Maria da Penha

Homenagem ao Dia Internacional da Mulher terá duração de 10 dias
O aeroporto do Rio de Janeiro/Galeão - Antônio Carlos Jobim mudará de nome a partir desta quarta-feira (8). Segundo maior do país em números de voos internacionais, segundo a Agência Nacional de Aviação (Anac), o Galeão passará a se chamar de Aeroporto Maria da Penha. A mudança de nome permanecerá válida por dez dias e é uma ação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, quem desembarcar ou embarcar do Galeão, até o dia 18 de março, ouvirá ainda a voz da locutora oficial Íris Lettieri, cuja voz é considerada Patrimônio Imaterial do Rio de Janeiro desde 2014, dizendo: "Bem-vindos ao Aeroporto Maria da Penha".



Leia também:









Receba as Últimas Notícias por e-mail, RSS,
Twitter ou Facebook


Entre aqui o seu endereço de e-mail:

___

Assine o RSS feed

Siga-nos no e

Dúvidas? Clique aqui




◄ Compartilhe esta notícia!

Bookmark and Share



Eventos







Publicidade






Recently Added

Recently Commented