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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 10/12/2016 / Brasil não vai participar da abertura das caixas-pretas da LaMia na Inglaterra


Brasil não vai participar da abertura das caixas-pretas da LaMia na Inglaterra ...

Cenipa, órgão de investigação de acidentes aéreos da FAB, terá, porém, representante acreditado e com poderes na investigação sobre queda de avião que matou 71 pessoas e time do Chapecoense ...
 
Tahiane Stochero ...

Brasil não irá participar do processo de abertura, degravação e leitura dos dados das caixas-pretas de voz e de dados do avião da LaMia que caiu na Colômbia em 28 de novembro, próximo a Medellín, matando 71 pessoas, entre eles jogadores do time do Chapecoense que seguiam para a final da Copa Sul-Americana, jornalistas brasileiros e parte dos tripulantes. O acidente deixou também 6 feridos (dois bolivianos e quatro brasileiros).

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) decidiu não enviar um representante para acompanhar a abertura das caixas do British Aerospace Avro RJ 85, prefixo CP-2933, de fabricação britânica em uma parceria entre a British Aerospace, BAE Systems e Avro Internacional. A informação da não presença das autoridades brasileiras neste momento foi confirmada ao G1 pelo centro de comunicação da Aeronáutica.

A decisão de não enviar investigadores ocorre porque as informações dos gravadores de voo serão compartilhadas entre os órgãos participantes.

Apesar de não participar do momento da abertura das caixas-pretas, o Cenipa tem nesta investigação um oficial como "representante acreditado do Estado brasileiro", o que significa que o investigador brasileiro que participará da investigação terá poderes como os demais investigadores internacionais, podendo vetar pontos que não concordar sobre as decisões da apuração, requerer inspeções ou perícias, formular hipóteses e receberá todas as informações que serão retiradas e estão nos gravadores.

Segundo a FAB, o Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, órgão oficialmente responsável pela apuração da tragédia, notificou e solicitou apoio do Brasil no caso. Em seguida, a Aeronáutica enviou dois investigadores para Medéllin: um deles, que será o representante acreditado, e outro, que é psicólogo e analisará fatores humanos que poderão ter influenciado na tragédia. Este psicólogo fará entrevistas com os brasileiros sobreviventes.

A decisão de abrir as caixas-pretas na sede da empresa que produz a aeronave, em Farnborough, na Inglaterra, deve-se à fabricante ter oferecido aos investigadores colombianos a tecnologia necessária para a abertura e leitura dos dispositivos sem que haja danos na degravação.

A aeronave tinha 17 anos e 8 meses de uso e deixou de ser produzida em 2001, devido ao alto custo de manutenção e operacional por possuir 4 motores Textron Lycoming.

O time de investigadores internacionais que participará da abertura das caixas-pretas chegou à Inglaterra na quinta-feira (8), em um avião procedente de Medellín, conforme o major da reserva da Força Aérea colombiana Julio Palacios, que acompanha a apuração da tragédia.

Participam do grupo um investigador do Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, por ter sido o país onde o acidente ocorreu, um investigador da Direção Geral de Aeronáutica Civil da Bolívia (Dgac), devido à procedência da aeronave e o fato da empresa LaMia ser constituída em solo boliviano, um do órgão de investigação e segurança de transportes norte-americano, o NTSB, porque peças importantes da aeronave são dos Estados Unidos, e um do órgão correspondente britânico (AAIB), devido à fabricação do modelo.

A Aeronáutica do Brasil foi convidada para este momento, diz o major Palácios.

A falta de combustível, conhecida como "pane seca", é uma das probabilidades para a queda.

Investigações criminais
A Procuradoria Geral da República (PGR) participa de um grupo de trabalho conjunto com Ministérios Públicos da Bolívia e da Colômbia para investigar e punir os culpados pela queda do voo. As autoridades dos três países se reuniram em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, na quarta-feira (7).

O MP da Bolívia abriu investigação por homicídio culposo (sem intenção de matar). As autoridades bolivianas já apreenderam documentos da companhia aérea LaMia e conseguiram a prisão temporária de três pessoas ligadas à empresa, entre eles o gerente-geral. Dois aviões da companhia foram apreendidos.

Também será investigada a responsabilidade de servidores da Direção Geral da Aeronáutica Civil (DGAC) e da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (AASANA) da Bolívia. O objetivo é saber se houve corrupção para autorizar voo da LaMia. Há indícios de que em várias viagens a empresa voou no limite da autonomia da aeronave para economizar custos.

O MP da Colômbia também abriu investigação por homicídio culposo. O órgão analisa necrópsias das vítimas fatais, informações dos primeiros respondentes do acidente e documentos médicos.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL UOL


Governo brasileiro doa remédios e vacinas para o Haiti


O governo brasileiro enviou nesta quinta-feira, 8, uma doação de remédios e vacinas para o Haiti. São mais de 18 mil unidades de medicamentos, testes rápidos para HIV, material hospitalar e 4 mil doses de vacina contra cólera, segundo informou nesta sexta-feira, 9, pouco o Itamaraty, em nota. Trata-se de uma iniciativa conjunta dos ministérios da Defesa, da Saúde e de Relações Exteriores.
De acordo com a nota, o material partiu nesta quinta do Rio de Janeiro num avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que transportou militares que participam do rodízio do Batalhão Brasileiro de Infantaria de Força de Paz que integra a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah).
"Os donativos são parte da cooperação brasileira com o Haiti em razão da passagem do furacão "Matthew" em outubro passado", informa a nota. "A nova doação integra a resposta humanitária do governo brasileiro a essa catástrofe socioambiental, que já contou com doações financeiras no total de US$ 400 mil ao Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, para atividades emergenciais de aquisição e distribuição de alimentos e outros itens de primeira necessidade a cerca de 800 mil pessoas, como também para ações de preparação para emergências."

Cenipa não vai acompanhar análise das caixas-pretas do avião da Lamia

Aeronave caiu na Colômbia e vitimou 71 pessoas, entre elas jornalistas e delegação da Chapecoense

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não vai enviar um representante brasileiro para acompanhar o processo de abertura e extração dos dados das caixas-pretas do avião da companhia aérea Lamia que caiu na Colômbia, no último dia 28. Setenta e uma pessoas morreram e seis ficaram feridas na queda do avião próximo a Medellín, entre elas jogadores e membros da comissão técnica do time da Chapecoense, jornalistas e tripulantes. 
As duas peças do sistema de registro de voz e dados da aeronave foram localizadas no dia seguinte à queda. Segundo o ministro dos Transportes da Colômbia, Jorge Eduardo Rojas, elas estão em bom estado e será possível obter dados que ajudem os investigadores a entender o que aconteceu antes da queda.
O Comando da Aeronáutica, ao qual o Cenipa está subordinado, explicou não haver necessidade da presença de investigadores brasileiros durante a leitura dos dados da caixas-pretas. O material será analisado em Londres (Inglaterra), na sede da fabricante da aeronave ou na Agência de Investigação de Acidentes Aéreos inglesa (AAIB, no inglês), e, posteriormente, compartilhado com os órgãos dos países que participam da apuração.
Investigação
A investigação das causas do acidente está sendo conduzida pelo Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, com a participação de representantes da Bolívia (onde a aeronave estava registrada); do Brasil (país de origem de várias vítimas); Inglaterra (sede da fabricante do avião) e dos Estados Unidos (onde está sediada a fabricante dos motores). As caixas-pretas foram enviadas a Inglaterra porque a Colômbia não tem um laboratório de leitura e análise de dados de gravadores de voos. Segundo a Aeronáutica, o Brasil é o único país na América Latina a deter essa tecnologia.
PORTAL G-1


Brasil não vai participar da abertura das caixas-pretas da LaMia na Inglaterra

Cenipa, órgão de investigação de acidentes aéreos da FAB, terá, porém, representante acreditado e com poderes na investigação sobre queda de avião que matou 71 pessoas e time do Chapecoense.

Tahiane Stochero G1 São Paulo

Brasil não irá participar do processo de abertura, degravação e leitura dos dados das caixas-pretas de voz e de dados do avião da LaMia que caiu na Colômbia em 28 de novembro, próximo a Medellín, matando 71 pessoas, entre eles jogadores do time do Chapecoense que seguiam para a final da Copa Sul-Americana, jornalistas brasileiros e parte dos tripulantes. O acidente deixou também 6 feridos (dois bolivianos e quatro brasileiros).
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) decidiu não enviar um representante para acompanhar a abertura das caixas do British Aerospace Avro RJ 85, prefixo CP-2933, de fabricação britânica em uma parceria entre a British Aerospace, BAE Systems e Avro Internacional. A informação da não presença das autoridades brasileiras neste momento foi confirmada ao G1 pelo centro de comunicação da Aeronáutica.
A decisão de não enviar investigadores ocorre porque as informações dos gravadores de voo serão compartilhadas entre os órgãos participantes.
Apesar de não participar do momento da abertura das caixas-pretas, o Cenipa tem nesta investigação um oficial como "representante acreditado do Estado brasileiro", o que significa que o investigador brasileiro que participará da investigação terá poderes como os demais investigadores internacionais, podendo vetar pontos que não concordar sobre as decisões da apuração, requerer inspeções ou perícias, formular hipóteses e receberá todas as informações que serão retiradas e estão nos gravadores.
Segundo a FAB, o Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, órgão oficialmente responsável pela apuração da tragédia, notificou e solicitou apoio do Brasil no caso. Em seguida, a Aeronáutica enviou dois investigadores para Medéllin: um deles, que será o representante acreditado, e outro, que é psicólogo e analisará fatores humanos que poderão ter influenciado na tragédia. Este psicólogo fará entrevistas com os brasileiros sobreviventes. 
A decisão de abrir as caixas-pretas na sede da empresa que produz a aeronave, em Farnborough, na Inglaterra, deve-se à fabricante ter oferecido aos investigadores colombianos a tecnologia necessária para a abertura e leitura dos dispositivos sem que haja danos na degravação.
A aeronave tinha 17 anos e 8 meses de uso e deixou de ser produzida em 2001, devido ao alto custo de manutenção e operacional por possuir 4 motores Textron Lycoming.
O time de investigadores internacionais que participará da abertura das caixas-pretas chegou à Inglaterra na quinta-feira (8), em um avião procedente de Medellín, conforme o major da reserva da Força Aérea colombiana Julio Palacios, que acompanha a apuração da tragédia.
Participam do grupo um investigador do Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, por ter sido o país onde o acidente ocorreu, um investigador da Direção Geral de Aeronáutica Civil da Bolívia (Dgac), devido à procedência da aeronave e o fato da empresa LaMia ser constituída em solo boliviano, um do órgão de investigação e segurança de transportes norte-americano, o NTSB, porque peças importantes da aeronaves são dos Estados Unidos, e um do órgão correspondente britânico (AAIB), devido à fabricação do modelo.
A Aeronáutica do Brasil foi convidada para este momento, diz o major Palácios. A falta de combustível, conhecida como "pane seca", é uma das probabilidades para a queda.

Investigações criminais
A Procuradoria Geral da República (PGR) participa de um grupo de trabalho conjunto com Ministérios Públicos da Bolívia e da Colômbia para investigar e punir os culpados pela queda do voo. As autoridades dos três países se reuniram em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, na quarta-feira (7).
O MP da Bolívia abriu investigação por homicídio culposo (sem intenção de matar). As autoridades bolivianas já apreenderam documentos da companhia aérea LaMia e conseguiram a prisão temporária de três pessoas ligadas à empresa, entre eles o gerente-geral. Dois aviões da companhia foram apreendidos. 
Também será investigada a responsabilidade de servidores da Direção Geral da Aeronáutica Civil (DGAC) e da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (AASANA) da Bolívia. O objetivo é saber se houve corrupção para autorizar voo da LaMia. Há indícios de que em várias viagens a empresa voou no limite da autonomia da aeronave para economizar custos.
O MP da Colômbia também abriu investigação por homicídio culposo. O órgão analisa necrópsias das vítimas fatais, informações dos primeiros respondentes do acidente e documentos médicos.

Número de acidentes aéreos no Amazonas chega a 50 em dez anos

Maior número de vítimas fatais ocorreu em 2009, em Manacapuru. Perda de controle em voo ou em pouso são causas mais comuns.

Suelen Gonçalves Do G1 Am

Um levantamento feito pela Força Aérea Brasileira (FAB) a pedido do G1 apontou que de 2006 a 2016, ocorreram 49 acidentes aéreos no Amazonas. O levantamento não incluiu o último acidente, ocorrido na quarta-feira (7), quando um avião caiu em área de mata urbana na Zona Centro-Sul de Manaus. A maioria dos casos ocorreu na capital, com 18 ocorrências do total.
Perda de controle em voo, perda de controle em solo, falha do motor em voo e colisão com obstáculo em voo estão entre os tipos mais frequentes de acidentes aéreos registrados no Amazonas.
Conforme o levantamento, 58 pessoas morreram. O acidente com maior número de vítimas foi em Manacapuru, no dia 7 de fevereiro de 2009 e vitimou 24 pessoas. Apenas quatro pessoas conseguiram sobreviver ao acidente. As vítimas saíram de Coari e seguiam para Manaus para participar de uma festa de aniversário. A FAB apontou que houve falha do motor durante o voo.
O segundo acidente com maior número de vítimas foi em Manaus, no dia 21 de abril de 2011, quando sete pessoas - cinco das vítimas eram da mesma família - foram a óbito depois que um avião Seneca EMB caiu ao decolar no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, na Zona Oeste da cidade. De acordo com as investigações, perda de controle em voo foi apontada como a causa do acidente.
Em seguida estão as aeronaves que caíram na capital nos dias 13 de maio de 2010, 16 de julho de 2013 e 7 de dezembro de 2016. Em todos estes, seis pessoas morreram. No último acidente, uma aeronave de pequeno porte, Embraer 721D, de matrícula PT-REI, caiu em uma área de floresta na Zona Centro-Sul de Manaus. Houve explosão e cinco pessoas morreram. Um homem chegou a ser resgatado com vítima, mas morreu horas depois. Ainda não se sabe as causas da queda da aeronave.
Do total de aeronaves que caíram em 10 anos, seis eram helicópteros e um anfíbio, que é um tipo de avião que permite a decolagem tanto em terra quanto em água.

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Forças Armadas poderão substituir PMs em caso de greve

Antecipando-se ao resultado da assembleia, governador Paulo Câmara enviou um um ofício formalizando o pedido ao presidente Michel Temer

Caso os bombeiros e policiais militares entrem em greve nesta sexta-feira, as Forças Armadas poderão atuar na segurança pública em Pernambuco. Antecipando-se ao resultado da assembleia que a Associação dos Cabos e Soldados (ACS) realiza esta tarde na Praça do Derby, o governador Paulo Câmara enviou um um ofício formalizando o pedido de envio das tropas ao presidente Michel Temer.
Apesar da determinação do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), na noite de quarta-feira, de proibir as associações militares do estado de realizarem assembleias para deliberarem sobre greve, o encontro marcado pela ACS para as 14h de hoje no Derby está mantido. Quem garantiu foi o presidente da associação, Alberisson Carlos. Até a tarde de ontem, ele disse não ter recebido qualquer notificação oficial de proibição da Justiça relativa ao movimento.
O desembargador José Fernandes Lemos determinou que as entidades que representam os policiais militares “se abstenham de realizar reunião, assembleia ou qualquer evento que tenha por objetivo reunir ou patrocinar a deflagração de greve de militares estaduais ou qualquer outro movimento que comprometa a prestação do serviço de segurança pública”.
O não cumprimento da decisão será punido com multa de R$ 100 mil, além de sanções de desobediência à ordem judicial. O pedido de liminar foi solicitado pela Procuradoria Geral do Estado. “Ninguém pode nos tirar o direito de fazer reunião. É algo garantido pelo artigo 5° da Constituição”, destacou Alberisson Carlos, presidente da ACS.

AGÊNCIA BRASIL


Cenipa não vai acompanhar análise das caixas-pretas do avião da Lamia em Londres


Alex Rodrigues - Repórter Da Agência Brasil

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não vai enviar um representante brasileiro para acompanhar o processo de abertura e extração dos dados das caixas-pretas do avião da companhia aérea Lamia que caiu na Colômbia, no último dia 28. Setenta e uma pessoas morreram e seis ficaram feridas na queda do avião próximo a Medellín, entre elas jogadores e membros da comissão técnica do time da Chapecoense, jornalistas e tripulantes.
As duas peças do sistema de registro de voz e dados da aeronave foram localizadas no dia seguinte à queda. Segundo o ministro dos Transportes da Colômbia, Jorge Eduardo Rojas, elas estão em bom estado e será possível obter dados que ajudem os investigadores a entender o que aconteceu antes da queda.
O Comando da Aeronáutica, ao qual o Cenipa está subordinado, explicou não haver necessidade da presença de investigadores brasileiros durante a leitura dos dados da caixas-pretas. O material será analisado em Londres (Inglaterra), na sede da fabricante da aeronave ou na Agência de Investigação de Acidentes Aéreos inglesa (AAIB, no inglês), e, posteriormente, compartilhado com os órgãos dos países que participam da apuração.
A investigação das causas do acidente está sendo conduzida pelo Grupo de Investigação de Acidentes e Incidentes Aéreos (Griaa) da Colômbia, com a participação de representantes da Bolívia (onde a aeronave estava registrada); do Brasil (país de origem de várias vítimas); Inglaterra (sede da fabricante do avião) e dos Estados Unidos (onde está sediada a fabricante dos motores). As caixas-pretas foram enviadas a Inglaterra porque a Colômbia não tem um laboratório de leitura e análise de dados de gravadores de voos. Segundo a Aeronáutica, o Brasil é o único país na América Latina a deter essa tecnologia.

AGÊNCIA CÂMARA


Comissão rejeita regras para transporte de animais em aviões

O relator considerou mais adequado avaliar a proposta em conjunto com a atualização do Código de Aeronáutica, que está em apreciação no Senado

A Comissão de Viação e Transportes rejeitou proposta que permite o transporte de animais em aviões tanto no compartimento de bagagens como na cabine junto aos passageiros, desde que existam áreas reservadas para esse fim. O transporte de animais não é regulamentado no Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/86), o que leva cada companhia aérea a definir suas próprias regras.
A medida está prevista no Projeto de Lei 4299/16, do deputado Alfredo Nascimento (PR-AM), que recebeu parecer pela rejeição do relator, deputado Marcelo Matos (PHS-RJ). O relator considerou mais adequado avaliar a proposta em conjunto com a atualização do Código de Aeronáutica, que está em apreciação no Senado.
Marcelo Matos observou ainda que a utilização da cabine de passageiros no transporte de animais na prática não seria efetivada, em face da limitação de espaço das aeronaves. “Invariavelmente, qualquer pet deveria ser transportado no porão”, destacou.
Por tramitar em caráter conclusivo e ter sido rejeitado na única comissão de mérito que o analisou, o projeto será arquivado, a menos que haja recurso para que seja votado também pelo Plenário.

JORNAL A CRÍTICA (AM)


Investigação sobre acidente aéreo em Manaus está sem prazo para conclusão


 O órgão está fazendo os levamentos dos fatos para que, em um segundo momento, possa levantar as hipóteses de causas do acidente. Infomações até o momento é que a aeronave possuía combustível suficiente.
O chefe da seção de prevenção do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Auronáuticos (Seripa 7), major Almeida, afirmou nesta quinta-feira (8) para A Crítica que ainda não há um prazo para concluir as investigações sobre as causas da queda do avião monomotor que caiu na manhã de ontem (7) em uma área verde no bairro Parque Dez, na Zona Centro-Sul de Manaus. Os seis ocupantes da aeronave morreram.
Por enquanto, segundo Almeida, o Seripa está fazendo os levamentos dos fatos para que, em um segundo momento, possa levantar as hipóteses de causas do acidente. O que se sabe até o momento é que a aeronave possuía combustível suficiente, tendo em vista que a explosão aconteceu poucos minutos após a decolagem do Aeroclube de Manaus.
Testemunhas afirmam que a aeronave Embraer 720 caiu de uma altura considerável e explodiu ao se chocar com o chão.
As vítimas do acidente foram identificadas como João Jerônimo da Silva Neto, que era o comandante da aeronave, Ana Alice Gomes, de 4 anos, João Frederico, Jefferson Juarez, Henrique Tiez Neto e Ruan Lemos. Jefferson chegou a ser resgatado com vida mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital 28 de Agosto.
Acidentes na região
Dezesseis acidentes aéreas já foram registrados neste ano nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima que ficam na jurisdição do Seripa 4. O indicador é considerado dentro da normalidade.

JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO


Forças Armadas a postos para garantir segurança na RMR

Ministro da Defesa chega ao Estado neste sábado para acompanhar a situação

A pedido do Governo de Pernambuco, as Forças Armadas foram autorizadas pelo presidente da República, Michel Temer, a intervir na segurança do Estado caso seja necessário. Ao todo, 3.500 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica estão a postos para o caso da deflagração de greve pelos policiais militares e bombeiros.
PMs descartam greve, mas continuam operação padrão
Presidente e vice da Associação de Cabos e Soldados são presos durante assembleia
Para acompanhar de perto a possível atuação das Forças Armadas em Pernambuco, chega ao Recife, no início da tarde deste sábado (10), o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que vem acompanhado do chefe do Estado Maior do conjunto das Forças Armadas, o almirante Ademir Sobrinho.
O decreto de Garantia de Lei e Ordem (GLO), que autoriza a intervenção, foi assinado na tarde desta sexta-feira (9) por Michel Temer, atendendo ao pedido do governador Paulo Câmara de disponibilização das Forças Armadas caso a Polícia Militar de Pernambuco entre em greve.

Uma coletiva de imprensa será realizada nesse sábado, às 10h, no quartel-general do Comando Militar do Nordeste, no Curado, com representantes das Forças Armadas e do Governo do Estado para explicar como deve funcionar a operação, designada Leão do Norte, em Pernambuco .

PORTAL BRASIL


Crime nas fronteiras do País é combatido com ação integrada, diz Jungmann

Ministro informou que governo federal trabalha na elaboração do Programa de Proteção Integrada de Fronteira, com realização da Operação Ágata mais frequente

Uma das ações adotadas pelo governo federal para combater o crime em fronteiras brasileiras tem como base a atuação integrada das polícias e trabalho de inteligência. A avaliação feita pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, nesta quinta-feira (8), foi o tema central em palestra no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
Na ocasião, Jungmann também informou que o governo tem feito esforços para a elaboração do Programa de Proteção Integrada de Fronteira. A ação contará com a realização da Operação Ágata, com mais frequência, além de torná-la fator surpresa para as quadrilhas organizadas.
De acordo com o ministro, essas operações iniciadas em 2011 tiveram seus resultados diminuídos em função da previsibilidade. Em média, as Forças Armadas empregavam 23 mil militares, e cada edição durava cerca de duas semanas.
“Observamos que os resultados foram caindo. Agora teremos as operações de forma contínua durante o ano todo. Vamos atuar a partir daquilo que for apontado pelo serviço de inteligência”, explicou o ministro.
O ministro falou, ainda, sobre os crimes ocorridos na faixa de fronteira oeste, que possui extensão de 1.517 quilômetros com Bolívia e Paraguai. “É uma questão que diz respeito ao Brasil e, que por este motivo, o governo vem buscando soluções”, afirmou. Nesta região estão situados 44 municípios perfazendo mais de um milhão de habitantes.
Segundo Jungmann, o governo dotou no orçamento recursos para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), um dos programas mais importantes do Exército para aquela região.
Fronteiras do País
O Brasil tem a terceira maior fronteira do mundo, cerca de 17 mil quilômetros com 10 países sul-americanos. Nesta faixa estão situadas 710 cidades, sendo 122 municípios limítrofes (área localizada nos limites de um terreno ou extensão) e 588 cidades não limítrofes, representando 27% do território nacional.

OUTRAS MÍDIAS


JM NOTÍCIAS (TO)


“Só deu tempo de falar "Jesus, me salva" ”, diz sobrevivente de acidente aéreo

Quando falou "Tem alguma coisa errada", vi que a aeronave já inclinou e entrou em declive. Só deu tempo de falar "Jesus, me salva".
“Foi muito rápido. Só deu tempo de falar "Jesus, me salva". Eu vi onde a gente ia cair. Ele [o piloto] puxou o comando do avião, mas o avião não obedeceu”, relata o fotógrafo Clodoaldo Marques Gomes, de 46 anos. Ele sobreviveu à queda de um avião em Cruz Machado, no sul do Paraná, e sofreu apenas arranhões.
O acidente aconteceu no fim da manhã de segunda-feira (5). Era por volta de meio-dia quando a aeronave de pequeno porte caiu no cemitério e pegou fogo, no Centro. Duas pessoas estavam no voo.
O piloto Louis Fernando Chinkevicz, de 34 anos, morreu na hora. Já Clodoaldo teve apenas ferimentos leves e recebeu alta do hospital na terça-feira (6). Ele fazia fotos aéreas da cidade momentos antes do acidente aéreo.
Em casa, poucas horas de receber alta, o sobrevivente recebeu a reportagem do ParanáTV Guarapuava.
Emocionado, ele deu detalhes do acidente. “Não tem explicação. A gente acompanha acidente aéreo e eu, particularmente, nunca vi ninguém sair andando da forma que saí. É um milagre”, acredita.
Por volta das 10h de segunda-feira, a aeronave saiu do aeroporto de União da Vitória, também no sul do estado, para fazer imagens aéreas de Cruz Machado, a 50 quilômetros. Segundo relatos de testemunhas, perto do meio-dia, depois de quase duas horas de fotos, o avião começou a voar baixo e caiu na Capela Mortuária.
João Lourenço de Souza estava na varanda de casa quando percebeu que a aeronave fazia movimentos estranhos antes da queda. “Pensei: ‘Não está certa alguma coisa’. Quando vi, só tinha um poeirão. Peguei o carro e fui. Já tinha pegado fogo”, relata o pedreiro.
Já Clodoaldo conta que ele e o piloto chegaram a perceber um problema no avião pouco antes da queda. “Disse para ele: "Vamos fazer essa avenida e essa avenida dava no cemitério". Quando ele foi fazer a avenida, eu disse: "Pode voltar". Eu sabia que tinha o cemitério. E disse que podia voltar”, lembra.
Ainda conforme Clodoaldo, nesse momento, o piloto afirmou que tinha algo errado. “Ele disse que tinha alguma coisa errada. Quando falou "Tem alguma coisa errada", vi que a aeronave já inclinou e entrou em declive. Só deu tempo de falar "Jesus, me salva". Quando terminei, a gente bateu”, relata.
Após a queda, Clodoaldo tirou o corpo do piloto do avião, que pegou fogo em seguida. As chamas foram apagadas com a ajuda de moradores. “Depois que tirei o Fernando até uma altura, voltei e olhei pra aeronave. Não acreditava que estava vivo. Comecei a chorar”, conta.
Ainda não é possível afirmar o que causou o acidente. Investigadores da Força Aérea Brasileira (FAB) estiveram, na terça-feira, no local do acidente. Eles tiraram fotos dos destroços e analisaram a área. A perícia também observou a parte mecânica da aeronave.
A perícia observou ainda a parte mecânica da aeronave. Esse é o trabalho inicial do processo de investigação. Todo o material coletado deve ser analisado pela FAB.
No entanto, segundo uma análise preliminar dos investigadores, é possível afirmar que o avião não caiu. O piloto tinha o controle mínimo da aeronave e tentou fazer um pouso forçado, conforme os especialistas. A investigação não tem prazo pra terminar.
Enquanto espera pra saber o que causou a queda, Clodoado quer aproveitar todos os dias da melhor forma possível.
“Eu nasci em Cruz Machado de novo nesse 5 de dezembro. É um dia que vai ficar marcado na minha vida pra sempre, tive uma segunda chance. Vou, cada vez mais, colocar simplicidade na minha vida, mais amor ao próximo e cultivar isso”, garante.

JORNAL AGORA MS


Governador e autoridades de MS recebem Ministro da Defesa para tratar de segurança na fronteira

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, ao lado de autoridades do legislativo e judiciário, recebeu na manhã de ontem (dia 8), o Ministro da Defesa, Raul Jugmann, na Assembleia Legislativa do Estado. No último dia 2 de dezembro, a Casa de Leis realizou a audiência pública "Segurança nas Fronteiras: Responsabilidade da União". Desse encontro foi compilada a Carta de Campo Grande, com propostas de ações para combater os problemas destacados, cuja cópia entregue em mãos ao ministro pelas autoridades políticas do Estado.
Durante o evento, o governador reforçou que as ações conjuntas com a União são o primeiro passo, assim como a criação do núcleo de inteligência de fronteira, com todas as forças policiais e o exército, criando organização e ações efetivas de combate aos crimes na fronteira.
“Começa por ai: primeiro a inteligência, aumento de efetivo, depois uma estrutura melhora para os nossos policiais. A efetivação do adicional de fronteira é importante para aumentar esse efetivo e acima de tudo a presença do ministro Jungmann e do chefe da inteligência do Ministério da Justiça, discutindo a montagem do núcleo de inteligência. Isso mostra que agora começamos a ter uma efetividade na construção dessa parceria”, afirmou o governador.
O ministro Jungmann apresentou dados sobre o trabalho do Governo Federal para a segurança do País e admitiu que as questões de fronteiras são preocupações urgentes.
“Passamos por uma situação de emergência. Hoje a grande questão nacional é a segurança que passa pelas fronteiras e essa diz respeito a todos nós. Temos 17 mil quilômetros de fronteiras e as três forças armadas atuando com ações repressivas e preventivas. Precisamos integrar prefeituras, Receita Federal, Ibama, todas as polícias, os países vizinhos. Sem integração não conseguiremos avançar. Não é só colocar mais policiamento armado nas ruas, precisamos da inteligência. Além disso, temos que considerar a fronteira como local que necessita de desenvolvimento, com mais saúde e empregos”, declarou Jugmann.
Para 2017 o ministro informou a atuação da Comissão Permanente de Desenvolvimento e Integração das Faixas de Fronteiras (CDIF), formada por mais de 20 órgãos. Essa comissão terá como missão contribuir para o aperfeiçoamento da gestão das políticas públicas, valorização das operações surpresas, o incremento de recursos tecnológicos e de recursos humanos, a intensificação de operações de inteligência e o reforço do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).
Jugmann frisou o empenho para implementar em MS o primeiro núcleo de inteligência do Brasil com o objetivo de combater crimes fronteiriços. O núcleo deverá ser instalado em Campo Grande, em uma mansão confiscada pela Justiça, que era utilizada pelo tráfico de drogas. “Nossa missão é operacionalizar a gestão. Temos três grandes eixos a combater: redução dos homicídios e violência doméstica; a racionalização do sistema prisional; e os problemas das fronteiras. Faremos isso com a integração das polícias e inteligência”, explicou.
Autoridades
O secretário de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, fez um breve relato para por a par do conteúdo da Carta de Campo Grande, as autoridades federais. “Mato Grosso do Sul gasta quase R$ 130 milhões por ano com mais de seis mil presos por tráficos de drogas. Temos 1.517 km de fronteira seca no Estado, 12 municípios fronteiriços, sendo sete cidades gêmeas. Somos recordistas em apreensão de drogas, com 280 toneladas somente em 2015. Quando intensificamos o apoio do estado na segurança, vimos a União reduzir seu efetivo. Precisamos reverter esse quadro. Proteger o Mato Grosso do Sul é proteger o Brasil”, disse.
Para viabilizar mais auxilio federal ao estado, o senador Pedro Chaves, se colocou à disposição. “Somos um corredor. A União sabe disso e não está ausente desta questão. Vamos intermediar para que não faltem investimentos”, ressaltou. Em nome da Assembleia Legislativa, o presidente, deputado estadual Junior Mochi agradeceu a presença do ministro e entregou uma estátua do cavaleiro Guaicurus, símbolo do Palácio do Legislativo do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes diversas autoridades políticas como deputado federal por MS, Carlos Marun; secretário da Casa Civil, Sérgio de Paula; Delegado-Geral da Polícia Civil de MS, Marcelo Vargas; deputados estaduais Beto Pereira, Mara Caseiro, Onevan de Matos, Felipe Orro, Lídio Lopes, Coronel Davi, Marquinhos Trad, Zé Teixeira, Cabo Almi, Antonieta Amorim, Paulo Correa, Eduardo Rocha; representantes das Forças Armadas, Policias Rodoviários Federais, entre outros.



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