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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 30/11/2016 / Sistemas inteligentes renovam aeronaves


Sistemas inteligentes renovam aeronaves ...

Virgínia Silveira ...

Os principais fabricantes de aeronaves aboliram o uso de papel para o desenvolvimento dos projetos e desenhos de engenharia, abrindo espaço para ferramentas eletrônicas no ambiente de fabricação. O uso de sistemas inteligentes tem otimizado os operadores dessas empresas na montagem final das aeronaves, garantindo qualidade e produtividade nos processos, produtos e serviços.

O grupo Airbus conseguiu reduzir drasticamente o tempo de produção do A380 e A350 XWB com o uso de uma ferramenta inteligente que integra uma maquete digital no ambiente de produção, fornecendo o acesso ao modelo 3D aos operadores que trabalham diretamente com o avião a partir de qualquer perspectiva.

A utilização do dispositivo digital, segundo a Airbus, reduziu de três semanas para apenas três dias o tempo de inspeção de prendedores da fuselagem do A380. A empresa pretende incrementar o uso de automação em processos tradicionais de identificação e diagnóstico de falhas ou defeitos na linha de produção de aeronaves.

"O grupo Airbus tem feito a introdução progressiva de robôs inteligentes para realizar tarefas repetitivas, liberando funcionários para assumir funções que exigem uma maior habilidade ou mais tarefas", informa a empresa.

Na linha de produção dos jatos comerciais E2 da Embraer, em São José dos Campos, o último grande pacote de automação que falta ser concluído é o do alinhamento da junção da fuselagem.

"Demos um grande passo nos jatos executivos Legacy 500 e depois no jato militar KC-390. No E2 fomos um pouco além e conseguimos realizar todo o percentual de automação planejado para o avião", afirmou o vice-presidente de suprimentos e manufatura da Embraer, Francisco Soares.

Até meados do próximo ano, segundo o diretor de engenharia de manufatura da Embraer, Antonio Carmesini, o nivelamento do processo de junção da fuselagem do E2 será feito de forma automática, na qual sensores ou lasers fazem o mapeamento de cada um dos segmentos da estrutura, garantindo assim maior precisão e qualidade no processo de alinhamento sem a interferência humana.

A Embraer, segundo Carmesine, atingiu um nível de automação equivalente ao dos grandes fabricantes de aeronaves no mundo, guardadas as devidas diferenças e proporções em relação aos aviões de maior porte. O diretor lembra, no entanto, que a brasileira saiu na frente em 2015, ao conseguir automatizar a montagem das asas da sua nova família de E-jets E2.

Outro diferencial da Embraer em relação às demais empresas do setor na área de automação do seu sistema de manufatura, que segue o conceito de indústria 4.0, é o seu processo de pintura de aeronaves. "Conseguimos alcançar um efeito de qualidade muito bom da superfície pintada e maior controle da quantidade da tinta aplicada, o que resultou em uma redução de peso do avião", ressaltou Carmesini.

O próximo desafio da Embraer em termos de automação, segundo o vice-presidente Francisco Soares, é investir mais no sensoriamento do parque industrial de modo que ele possa repassar as informações para o chão de fábrica em tempo real. "Precisamos pensar mais em como obter essas informações para tomar decisões rápidas e antecipadas, que permitam atuar preventivamente, garantindo um processo produtivo mais eficaz." A automação neste caso, segundo Soares, vai além do que colocar um robô na planta.

A canadense Bombardier decidiu construir uma nova fábrica, com duas linhas de produção para seus novos jatos C Series (de 100 a 150 assentos), usando uma combinação de robótica e sistemas de GPS para montar componentes como a fuselagem e as asas.

"Usamos a automação quando sentimos que pode fazer a diferença em nossos processos de montagem, ou seja, para aumentar o nível de controle de tolerância, como na junção da estrutura da aeronave", explicou o diretor do programa dos jatos C Series, da Bombardier, Sébastien Mullot.

A companhia não detalha os investimentos destinados à automação, mas informou que aplicou 520 milhões de libras em uma planta em Belfast, na Irlanda do Norte, para suportar o desenvolvimento e a produção da asa dos jatos C Series. "Os investimentos em automação de produção e novos processos de fabricação vão apoiar nosso objetivo de produzir 120 aeronaves por ano a partir de 2020", afirmou o diretor da Bombardier.

A Helibras, empresa do grupo europeu Airbus Helicopters, localizada em Itajubá (MG), além dos mock-ups digitais que auxiliam durante as fases de concepção e desenvolvimento, automatizou o processo de identificação e diagnóstico de falhas ou defeitos nas cablagens (cabos de sistemas elétricos das aeronaves).

Segundo o presidente da empresa, Richard Marelli, todas as operações aéreas, como planos de voos e check, utilizam o tablet, o que permite maior agilidade na visualização e tratamento dos dados dos testes em voo dos helicópteros.

"Em nível mundial trabalhamos com um robô jonctionning para a fuselagem do helicóptero NH90, mas também estudamos outros dispositivos não invasivos, como wearable computer, pequenos computadores como relógios de pulso ou óculos inteligentes Google Glasses", disse o engenheiro da Airbus Helicopters, Georges-Eric Moufle.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Temer decreta luto de três dias e coloca governo à disposição


Lais Alegretti E Gustavo Uribe

O presidente Michel Temer informou que o governo colocou à disposição "todos os meios" para auxiliar parentes e dar a assistência necessária em relação à queda do avião da equipe do Chapecoense, nesta terça (29), na Colômbia.
O presidente decretou luto oficial de três dias. Em nota, Temer disse que a Aeronáutica e o Itamaraty já foram acionados. "Nesta hora triste que a tragédia se ate sobre dezenas de famílias brasileiras, expresso minha solidariedade", afirmou.
"O governo fará todo o possível para aliviar a toda dos amigos e familiares do esporte e do jornalismo nacional", disse o presidente, referindo à presença da equipe de Santa Catarina e também de jornalistas na lista de passageiros.
Em premiação promovida pelo TCU (Tribunal de Contas da União), na qual houve um minuto de silêncio, o presidente lamentou o acidente aéreo e disse que trata-se de um acontecimento "infausto" e "tristíssimo".
Ele lembrou que o governo federal disponibilizou aeronave para transportar familiares das vítimas para a Colômbia e que o Ministério das Relações Exteriores foi acionado para providenciar o deslocamento ao Brasil dos corpos.
"Eu quero mais uma vez lamentar o infausto acontecimento que gerou o falecimento de uma equipe de futebol e vários que a acompanhavam. Para nós, é um fato tristíssimo e a única coisa que podíamos fazer era tomar providências para de dar apoio às famílias que se enlutaram neste momento", disse.
O Itamaraty informou que ainda não tem uma lista oficial de vítimas do acidente. "A embaixada está em contato com as autoridades colombianas para confirmação de informações", informou a assessoria.
"O governo brasileiro está se colocando ao dispor com o que se fizer necessário" disse à Folha o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
Segundo ele, no entanto, as autoridades colombianas ainda não pediram ajuda ao governo brasileiro, o que é necessário para que os aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) entrem no território colombiano.
O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, também lamentou a tragédia: "Rezo por todos os passageiros do voo".
Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o clube Chapecoense solicitou autorização para fretar um vôo ao exterior, mas o pedido foi negado pelo órgão. A assessoria da agência informou que não autorizou o voo por motivos técnicos e informou que divulgará mais detalhes na manhã desta terça.

REVISTA VEJA


Avião da Avianca faz pouso forçado em Brasília após fumaça

O Airbus A318 havia decolado de Guarulhos e seguia em direção a Juazeiro do Norte, no Ceará, com 99 passageiros, quando teve de alterar a rota

ImagemUm avião da companhia Avianca que saiu de São Paulo com destino ao Ceará teve que realizar um pouso forçado em Brasília, após a tripulação detectar fumaça saindo do sistema de ventilação da aeronave durante o trajeto. O voo 6378 levava 99 passageiros.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião, modelo Airbus A318, havia decolado do Aeroporto Internacional de Guarulhos e seguia em direção a cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, quando teve de alterar a rota até o Aeroporto Juscelino Kubitschek, na capital federal.
Agora, a Aeronáutica deverá agora investigar os motivos que levaram a aeronave a realizar o pouso forçado.
Em nota, a Avianca afirmou estar prestando a assistência necessária aos clientes e lamentou pelo desconforto. Além disso, a empresa afirmou prezar, acima de tudo, pela segurança dos clientes e colaboradores.
O A318 é um dos três modelos da Airbus que a Avianca opera no Brasil. Segundo o site da companhia, os outros são o A319 e o A320.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Governo vai rever decretos militares para abrir mineração


Daniel Rittner

Com o objetivo declarado de elevar dos atuais 4% para 6% a participação do setor na economia brasileira, o governo estuda a retirada de duas restrições impostas pela ditadura militar ao desenvolvimento da mineração.
Uma das ideias é dar flexibilidade à exploração mineral na faixa de fronteira. Citando razões de segurança nacional, um decreto de 1980 impede a abertura de jazidas e até mesmo atividades de pesquisa geológica por empresas estrangeiras em áreas situadas dentro do limite de 150 quilômetros ao longo da fronteira terrestre. Mineradoras controladas por brasileiros são permitidas, mas precisam percorrer um caminho inviável: elas só podem trabalhar na região mediante aval prévio do Conselho de Defesa Nacional, formado pelos comandantes das Forças Armadas e liderado pelo próprio presidente da República.
Outro decreto do regime militar, assinado em 1984 pelo então presidente João Figueiredo, criou a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) em uma área de 33 mil quilômetros quadrados entre o norte do Pará e o sul do Amapá - tamanho superior ao da Bélgica. Na prática, houve um congelamento das atividades de pesquisa nessa região, que passaram a ser de monopólio do governo e ficaram restritas ao cobre.
Mudanças nas duas regras estão em análise no Ministério de Minas e Energia. "É um debate que precisamos destravar", afirmou ao Valor o secretário de geologia e mineração da pasta, Vicente Lôbo. Segundo ele, o Brasil tem a oportunidade de tornar-se o maior campo do mundo para projetos "greenfield" (novos) no setor, caso tenha estabilidade regulatória e revise esse tipo de restrição aos investidores privados.
Ex-diretor da Bunge e da Vale Fertilizantes, o secretário lembra que a faixa de fronteira corresponde a 27% de todo o território nacional. "Se fosse um país à parte, seria o 12º mais extenso do planeta", compara. Para ele, a ideia de afastar atividades de mineração da fronteira terrestre ficou defasada. "Hoje a leitura é que, sem ocupação por empreendimentos econômicos, o banditismo e o tráfico podem tomar esses lugares", acrescenta Lôbo, que já iniciou conversas com as Forças Armadas sobre o assunto.
Para o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), a iniciativa de colocar o assunto em pauta é bem-vinda. "A melhor forma de proteger a fronteira é ocupá-la", diz o diretor de assuntos minerários da entidade, Marcelo Tunes.
Ele menciona o Mato Grosso (especialmente do município de Cáceres até a divisa com Rondônia), Roraima (fora das terras indígenas demarcadas) e o interior do Rio Grande do Sul como exemplos de regiões de fronteira com alto potencial de exploração.
Um projeto de lei já tramita no Senado, em marcha lenta, flexibilizando parcialmente as regras de exploração na faixa de fronteira. O projeto é relatado pelo senador Fernando Bezerra (PSB-PE), pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.
Tunes também elogia a disposição do ministério de revogar o decreto que criou a Renca. "Há muito tempo defendemos isso. Trata-se de uma província mineral importante e que foi totalmente esterilizada para a produção", afirma o diretor do Ibram.
Pelo decreto de 1984, só a estatal Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) tem direito de fazer atividades de pesquisa na área delimitada da reserva. Concessões de lavra para explorar as jazidas podiam ser feitas a terceiros que "negociassem" com a CPRM. O roteiro imaginado pelo regime militar nunca deu os resultados esperados.
O secretário Vicente Lôbo explica que a região bloqueada pela Renca tem potencial para o desenvolvimento de jazidas de ouro, zinco, fosfato e terras raras, entre outros minérios. Como foram criadas unidades de conservação ambiental e reservas indígenas, a liberação para eventuais novos requerimentos de pesquisa não é imediata. Além disso, conforme lembra o diretor do Ibram, é preciso resgatar direitos de pesquisa e de exploração anteriores ao decreto. "Não é uma coisa que ocorre da noite para o dia, mas é algo muito positivo."
O ministério trabalha ainda em outras frentes. Uma delas, que tem sido discutida com associações do setor, é "fatiar" a reforma do código de mineração que foi enviada em 2013 pela ex-presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional. "A proposta se arrasta sem solução visível", observa Lôbo. Para ele, o formato "três em um" da proposta mostrou-se inadequado. O projeto de Dilma juntava em uma só peça três mudanças diferentes: aumentava a cobrança de royalties, transformava o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em agência reguladora e criava novas regras para a exploração de jazidas.
O ministério não vê mais necessidade de mudança no marco regulatório. "Evita-se uma ruptura jurídica desnecessária. Não há registro de empresas nacionais ou estrangeiras que tenham deixado de investir no Brasil por causa da legislação atual", enfatiza o secretário. A prioridade deverá ser o braço da reforma que eleva a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem).

Sistemas inteligentes renovam aeronaves


Virgínia Silveira

Os principais fabricantes de aeronaves aboliram o uso de papel para o desenvolvimento dos projetos e desenhos de engenharia, abrindo espaço para ferramentas eletrônicas no ambiente de fabricação. O uso de sistemas inteligentes tem otimizado os operadores dessas empresas na montagem final das aeronaves, garantindo qualidade e produtividade nos processos, produtos e serviços.
O grupo Airbus conseguiu reduzir drasticamente o tempo de produção do A380 e A350 XWB com o uso de uma ferramenta inteligente que integra uma maquete digital no ambiente de produção, fornecendo o acesso ao modelo 3D aos operadores que trabalham diretamente com o avião a partir de qualquer perspectiva.
A utilização do dispositivo digital, segundo a Airbus, reduziu de três semanas para apenas três dias o tempo de inspeção de prendedores da fuselagem do A380. A empresa pretende incrementar o uso de automação em processos tradicionais de identificação e diagnóstico de falhas ou defeitos na linha de produção de aeronaves.
"O grupo Airbus tem feito a introdução progressiva de robôs inteligentes para realizar tarefas repetitivas, liberando funcionários para assumir funções que exigem uma maior habilidade ou mais tarefas", informa a empresa.
Na linha de produção dos jatos comerciais E2 da Embraer, em São José dos Campos, o último grande pacote de automação que falta ser concluído é o do alinhamento da junção da fuselagem.
"Demos um grande passo nos jatos executivos Legacy 500 e depois no jato militar KC-390. No E2 fomos um pouco além e conseguimos realizar todo o percentual de automação planejado para o avião", afirmou o vice-presidente de suprimentos e manufatura da Embraer, Francisco Soares.
Até meados do próximo ano, segundo o diretor de engenharia de manufatura da Embraer, Antonio Carmesini, o nivelamento do processo de junção da fuselagem do E2 será feito de forma automática, na qual sensores ou lasers fazem o mapeamento de cada um dos segmentos da estrutura, garantindo assim maior precisão e qualidade no processo de alinhamento sem a interferência humana.
A Embraer, segundo Carmesine, atingiu um nível de automação equivalente ao dos grandes fabricantes de aeronaves no mundo, guardadas as devidas diferenças e proporções em relação aos aviões de maior porte. O diretor lembra, no entanto, que a brasileira saiu na frente em 2015, ao conseguir automatizar a montagem das asas da sua nova família de E-jets E2.
Outro diferencial da Embraer em relação às demais empresas do setor na área de automação do seu sistema de manufatura, que segue o conceito de indústria 4.0, é o seu processo de pintura de aeronaves. "Conseguimos alcançar um efeito de qualidade muito bom da superfície pintada e maior controle da quantidade da tinta aplicada, o que resultou em uma redução de peso do avião", ressaltou Carmesini.
O próximo desafio da Embraer em termos de automação, segundo o vice-presidente Francisco Soares, é investir mais no sensoriamento do parque industrial de modo que ele possa repassar as informações para o chão de fábrica em tempo real. "Precisamos pensar mais em como obter essas informações para tomar decisões rápidas e antecipadas, que permitam atuar preventivamente, garantindo um processo produtivo mais eficaz." A automação neste caso, segundo Soares, vai além do que colocar um robô na planta.
A canadense Bombardier decidiu construir uma nova fábrica, com duas linhas de produção para seus novos jatos C Series (de 100 a 150 assentos), usando uma combinação de robótica e sistemas de GPS para montar componentes como a fuselagem e as asas.
"Usamos a automação quando sentimos que pode fazer a diferença em nossos processos de montagem, ou seja, para aumentar o nível de controle de tolerância, como na junção da estrutura da aeronave", explicou o diretor do programa dos jatos C Series, da Bombardier, Sébastien Mullot.
A companhia não detalha os investimentos destinados à automação, mas informou que aplicou 520 milhões de libras em uma planta em Belfast, na Irlanda do Norte, para suportar o desenvolvimento e a produção da asa dos jatos C Series. "Os investimentos em automação de produção e novos processos de fabricação vão apoiar nosso objetivo de produzir 120 aeronaves por ano a partir de 2020", afirmou o diretor da Bombardier.
A Helibras, empresa do grupo europeu Airbus Helicopters, localizada em Itajubá (MG), além dos mock-ups digitais que auxiliam durante as fases de concepção e desenvolvimento, automatizou o processo de identificação e diagnóstico de falhas ou defeitos nas cablagens (cabos de sistemas elétricos das aeronaves).
Segundo o presidente da empresa, Richard Marelli, todas as operações aéreas, como planos de voos e check, utilizam o tablet, o que permite maior agilidade na visualização e tratamento dos dados dos testes em voo dos helicópteros.
"Em nível mundial trabalhamos com um robô jonctionning para a fuselagem do helicóptero NH90, mas também estudamos outros dispositivos não invasivos, como wearable computer, pequenos computadores como relógios de pulso ou óculos inteligentes Google Glasses", disse o engenheiro da Airbus Helicopters, Georges-Eric Moufle.

Grupo de fornecedores se capacita em novas soluções


Virgínia Silveira

Um grupo de empresas da cadeia brasileira de fornecedores da indústria aeronáutica está sendo preparado para se capacitar em novas tecnologias, que incluem soluções de manufatura avançada e indústria 4.0. Apoiado pela Embraer e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Programa de Desenvolvimento da Cadeia Aeronáutica (PDCA) envolve 75 empresas.
"Do ponto de vista de automação de chão de fábrica cerca de 20% da base já começou a ir para o lado de automação. É um caminho sem volta", afirma o vice-presidente de suprimentos e manufatura da Embraer, Francisco Soares.
O programa, segundo ele, tem o intuito de aumentar a competitividade das empresas em nível mundial, de modo que elas também possam atuar no mercado internacional e, desta forma, reduzir a dependência da Embraer. "A maior integração da cadeia com as novas tecnologias digitais também trazem benefícios para a Embraer, pois diminui a nossa carga de gestão do fornecedor e o tempo que nós teríamos que trabalhar em desvios de planejamento", ressaltou o executivo.
O Parque Tecnológico de São José dos Campos, que também participa do programa de capacitação dos fornecedores da cadeia, investiu mais de R$ 75 milhões na instalação de uma infraestrutura de laboratórios, nas áreas de manufatura avançada, simulação e sistemas críticos, estruturas leves e interferência eletromagnética. Os investimentos também contam com a participação do governo do Estado de São Paulo.
O diretor de novos negócios do Parque Tecnológico, Marcelo Sáfadi Álvares, disse que a infraestrutura de laboratórios disponível já está sendo disponibilizada para que as pequenas e médias empresas desenvolvam processos e produtos de alto valor agregado que as ajudem a conquistar mercados.
"Das 120 empresas do cluster aeroespacial associadas ao parque, apenas 19 exportam o equivalente a R$ 100 milhões por ano", comentou. O mercado potencial anual, porém, segundo ele, é superior a US$ 500 bilhões.
O coordenador do cluster de TI e do escritório de negócios do Parque Tecnológico, Marcelo Nunes, explica que os laboratórios de manufatura avançada e de simulação e sistemas críticos vão funcionar como um grande show room para as empresas que querem conhecer o funcionamento das ferramentas de indústria 4.0 disponíveis.
"A ideia é mostrar para essas empresas como a tecnologia 4.0 pode alavancar a competitividade e os negócios das empresas por meio da robotização e da automação", explicou.
O desenvolvimento do show room, segundo Nunes, foi feito pela Databot Software Intelligence, empresa que esteve incubada no parque e desenvolveu um software im2 (Intelligent Manufacturer Manager) que faz a gestão de operações industriais e analisa o comportamento das máquinas, processos e produtos. "O fato de estar no parque me permitiu o acesso a máquinas de R$ 4 milhões, que de outra forma não seria possível para uma empresa de pequeno porte como a minha", disse o diretor de tecnologia da Databot, Alexi Condor dos Santos.
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) também possui um centro de excelência em manufatura que deu suporte à Embraer nos seus projetos de automação da montagem da fuselagem dos jatos comerciais da família E1 e E2.

JORNAL ZERO HORA


Força Aérea Brasileira mobiliza quatro aviões para levar familiares e buscar corpos na Colômbia

Previsão é que liberação dos corpos leve cerca de dois dias, apontam autoridades

Roelton Maciel E Guilherme Mazui

A primeira aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) deslocada em razão da tragédia com a delegação da Chapecoense viajou na tarde desta terça-feira e chegaria a Medellín, Colômbia, na madrugada de quarta-feira. Um jato C-99 partiu de São Paulo, fez escala em Brasília e aterrissaria naquele país por volta das 2h30 (horário de Brasília). Já um Hércules C-130, que pousou em Manaus na noite de terça-feira, aguarda a liberação dos corpos, prevista para ocorrer nos próximos dois dias.
Ao todo, a FAB disponibilizou quatro aeronaves entre operações para levar familiares e trazer os corpos das vítimas ao Brasil. Até à noite, havia divergências em torno da ida ou não dos parentes para a Colômbia. A princípio, os familiares embarcariam de Chapecó com destino a São Paulo, onde aguardariam os corpos trazidos pela FAB.
— Por determinação do presidente Michel Temer, disponibilizamos um cargueiro Hércules C-130 na base área de Manaus, que está de prontidão para o transporte dos corpos assim que eles forem liberados. Uma aeronave C-99, com capacidade para até 50 passageiros, está descolando para Medellín – explicou à tarde o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
O ministro acredita que a liberação dos restos mortais possa levar dois dias, ocorrendo a partir de quinta-feira. Os prazos dependem da retirada das vítimas
do local do acidente e da superação dos trâmites legais para realizar o traslado.
— O que se tem é meramente uma estimativa. Os corpos poderão estar liberados em mais dois dias, mas isso depende muito da velocidade das equipes colombianas. Não temos previsão definitiva. Estamos à disposição com o que for necessário para atender familiares das vítimas — disse Jungmann.
Prefeito de Chapecó estava no primeiro voo
Acionado pelo presidente Michel Temer no início da manhã, Jungmann passou a manhã em contato com o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato. Das aeronaves, além da já enviada, uma está em Manaus e duas estão de prontidão no Rio de Janeiro. Segundo Jungmann, o primeiro voo saiu de São Paulo na tarde de ontem com o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon.
O C-99 passou por Brasília, onde embarcaram diplomatas, policiais federais e técnicos do Ministério do Esporte. Também viajaram militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa), que podem auxiliar autoridades colombinas na apuração das causas do acidente.
Confederação ofereceu apoio aos familiares das vítimas
Como a CBF ofertou voo para levar familiares das vítimas até Medelín, a Força Aérea Brasileira (FAB) avalia a necessidade de mobilizar mais uma aeronave com esta finalidade nos próximos dias. Na noite de ontem, a informação era de que o voo da CBF levaria os familiares de Chapecó. O Ministério da Defesa também chegou a oferecer ao governo da Colômbia o envio de uma equipe do Para-Sar, tropa de elite da Aeronáutica em operações de resgate.
Segundo a FAB, o Hércules C-130 que deverá trazer os corpos já foi empregado no ano de 2010 no transporte de 17 militares brasileiros mortos no terremoto no Haiti.
Em entrevista à Globo News, o embaixador do Brasil na Colômbia, Julio Bitelli, afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para trazer os corpos o mais rapidamente ao Brasil. Bitelli disse que será montado um escritório de apoio em Medellín.

PORTAL G-1


Ministro diz que Forças Armadas estão prontas para ajudar a Colômbia

Raul Jungmann declarou, no Recife, que União espera pedido oficial. Ele participou, nesta terça (29), de despedida de missão que vai ao Haiti.

Do G1 Pe

Horas depois da tragédia com o avião que levava a equipe de futebol da Chapecoense (SC) e jornalistas, o ministro da Defesa, Raul Jungmann declarou, na manhã desta terça-feira (29), no Recife, que as Forças Armadas Brasileiras estão prontas para ajudar o governo colombiano. “Estamos prontos para atender a qualquer chamamento que se faça necessário, nos planos humanitários, de resgate e de investigação das causas do acidente aéreo”, disse o ministro.
Jungmann participou, nesta terça, da solenidade de despedida dos integrantes da missão humanitária que vai para o Haiti. A solenidade aconteceu na Base Aérea do recife, na Zona Sul da capital pernambucana.
ImagemSegundo o ministro, o governo brasileiro está à disposição das autoridades colombianas para o que for preciso. “Estamos aguardando a solicitação deles e a determinação do presidente da República do Brasil, Michel Temer. Temos equipes de resgate mobilizadas e de investigação de acidentes aéreos, como o Centro de Investigação e Prevenção a Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)”, disse.
Antes de embarcar para o Recife, Jungmann afirmou para a GloboNews que a Aeronáutica irá disponibilizar quatro aeronaves para o transporte de familiares das vítimas do acidente aéreo com o time da Chapecoense e para translado dos corpos. A Força Aérea Brasileira (FAB) também vai levar autoridades catarinenses para a Colômbia.
De acordo com o ministro da Defesa, um avião C-99 da Força Aérea Brasileira (FAB) irá decolar ainda nesta terça de São Paulo em direção a Colômbia transportando 13 pessoas, entre as quais o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon.
Outra aeronave, que está na Base Aérea do Rio, será disponibilizadas para levar familiares de vítimas ao território colombiano. Além disso, ressaltou Jungmann, dois aviões Hércules C-130 ficarão de prontidão em Manaus para o transporte dos corpos das vítmas.

Missão
Sobre a missão para o Haiti, Raul Jungmann disse que é um orgulho para o Brasil poder ajudar a manter a paz e a tranquilidade no país da América Central. São 850 militares e 120 homens de engenharia e logística.
“Eles saem daqui como Capacetes Azuis para reforçar o trabalho das Nações Unidas. “Essa missão foi treinada no Nordeste e tem o mesmo nível das outras. Vamos mostrar que somos capazes e compromissados. Que temos condições de sermos portadores da cultura brasileira”, acrescentou.
O ministro disse que essa poderá ser a última das missões no Hati. “Estamos esperando as negociações entre os governos para saber como vamos proceder. Temos um papel importante, ainda mais depois que o Haiti sofreu outro problema, com o Furacão Mathew”, ressaltou.

A tragédia
Dois pernambucanos que jogavam pelo time estavam no avião. A família do capitão da Chapecoense, Cleber Santana, ainda tem esperanças de que ele seja encontrado vivo. Cleber é um dos dois pernambucanos que estão na lista oficial de passageiros do voo que transportava a delegação da Chapecoense para Medelin, na Colômbia. O avião da LaMia, matrícula CP2933, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29).
O capitão do time tem 36 e é pai de dois filhos, um de 14 e outro de 11 anos. Nascido em Abreu e Lima, no Grande Recife, Cleber deu início a sua carreira no Sport Clube do Recife. Antes do Chepecoense, onde está há dois anos, ele jogou pelo Vitória, Santos, São Paulo, Atlêtico Paranaense, Avaí, Flamengo, Criciúma, o japonês Kashiwa Reysol, e os espanhóis Atlético de Madrid e Mallorca.
Ele coleciona títulos como Campeonato Pernambucano e Nordeste pelo Sport, Campeonato Baiano e Taça Estado da Bahia pelo Viória, Campeonato Paulista pelo Santos, Liga Europa e Copa Intertoto da EUFA pelo Atlético de Madrid, Campeonato Catarinense pelo Avaí e Chapecoense, além de Melhor jogador do Campeonato Catarinense em 2012.
O outro pernambucano que consta na lista oficial dos que estavam no avião é o atacante Everton Kempes, natural de Carpina, na Mata Norte do estado. O G1 tenta localizar a família do jogador.
Com 34 anos, ele tem passagem pela Portuguesa, pelo Vitória, Ceará, América Mineiro, e pelos japoneses Cerezo Osaka e JEF United Ichihara Chiba. Ele disputaria a final da Copa Sul-americana com a camisa do Chapecoense.
O acidente
Segundo a imprensa local, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.
ImagemO Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión. Anteriormente, a imprensa colombiana informou possível falta de combustível como causa do acidente. Mas a mídia local informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.
Segundo a rede de TV Caracol, da Colômbia, a aeronave sumiu do radar entre La Ceja e Abejorral.
Uma operação de emergência foi ativada para atender ao acidente. A Força Aérea Colombiana dispôs helicópteros para ajudar em trabalhos de resgate, mas missões de voos foram abortadas nesta madrugada por causa das condições climáticas. Choveu muito na região na noite de segunda, o que reduziu muito a visibilidade.
Equipes chegaram ao local do acidente por terra, mas o acesso à região montanhosa é difícil e a remoção é lenta.

A companhia

A LaMia (Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación) é uma companhia de aviação que foi inicialmente constituída na Venezuela no ano de 2009 e depois mudou sua sede para a Bolívia (Santa Cruz de la Sierra).
A empresa vem sendo desenvolvida para voos não regulares (charter), com o objetivo de permitir o desenvolvimento de atividades no país e no exterior, com aeronaves de grande porte - de passageiros e de carga.

Temer decreta luto de três dias pela tragédia com time da Chapecoense

Presidente ordenou que FAB disponibilize aviões para translado das vítimas. Avião que levava equipe catarinense caiu próximo ao aeroporto de Medelín.

Do G1, Em Brasília

O presidente Michel Temer decretou na manhã desta terça-feira (29) luto de três dias em razão da tragédia com o avião que transportava o time da Chapecoense para Medelín, na Colômbia. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o decreto de luto oficial é "simbólico" e não tem efeito prático nas atividades do governo federal.
A equipe da Chapecoense embarcou para a Colômbia na noite desta segunda (28) para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional na quarta-feira (30). Inicialmente, a delegação embarcou em um voo comercial de São Paulo até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Lá, o grupo pegou um voo fretado em direção a Medelín.
A aeronave caiu no momento em que se aproximava do aeroporto da cidade colombiana. Havia 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes. Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes.
Em nota oficial, o chefe do Executivo lamentou o acidente aéreo e ofereceu assistência do governo federal aos familiares das vítimas (leia ao final desta reportagem a íntegra da nota). Ele determinou que a Aeronáutica "disponibilize aeronaves para as famílias e para o translado das vítimas".
No comunicado oficial, que também foi publicado na página pessoal de Temer no Twitter, o peemedebista informou também ter acionado o Ministério das Relações Exteriores para prestar todo o apoio possível às famílias.
"Nesta hora triste que a tragédia se abate sobre dezenas de famílias brasileiras, expresso minha solidariedade. Estamos colocando todos os meios para auxiliar familiares e dar toda a assistência possível", diz trecho da nota.
Mais tarde, ao participar de um evento no Tribunal de Contas da União (TCU), o presidente da República voltou a lamentar o acidente e ressaltou que o governo tomou as providências possíveis para dar apoio às famílias das vítimas.
"Logo cedo, de manhã, ficamos sabendo e foi um fato tristíssimo. O governo tomou providências para dar apoio às famílias que enlutaram neste momento. A Aeronáutica colocou aviões à disposição. O Itamaraty também entrou em ação. Quero muito tristemente lamentar mais uma vez, incorporando-me ao minuto de silencio que foi feito nesta reunião", declarou Temer.
Apoio logístico
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou à GloboNews que a Aeronáutica irá disponibilizar quatro aeronaves para auxiliar no apoio aos familiares das vítimas do acidente aéreo e para fazer o translado das vítimas.
De acordo com o ministro, um avião C-99 da Força Aérea Brasileira (FAB) irá decolar ainda nesta terça de São Paulo em direção a Colômbia transportando, entre outras pessoas, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon. Outras duas aeronaves serão disponibilizadas para levar familiares ao território colombiano.
Além disso, ressaltou o ministro, um avião Hércules C-130 ficará de prontidão em Manaus para o transporte dos corpos das vítmas. A aeronave deve ir nesta quarta para Medelín.
Itamaraty
A assessoria do Itamaraty afirmou que a embaixada brasileira em Bogotá está em contato constante com as autoridades da Colômbia para obter informações sobre o acidente aéreo. O embaixador brasileiro em Bogotá, Julio Bitelli, irá para Medelín, segundo o Itamaraty.
O Ministério das Relações Exteriores disse ainda que deslocará funcionários da Embaixada do Brasil em Bogotá para Medelín para prestar assistência às necessária às vítimas e a seus familiares e auxiliar no traslado dos corpos para o Brasil.
Funcionários do Itamaraty em Brasília também viajarão a Medellín para reforçar a equipe de apoio.
Repercussão política
Além de Temer, outros chefes de poderes também se manifestaram na manhã desta terça sobre a tragédia aérea na Colômbia que matou mais de 70 pessoas. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou, por meio de nota, que o país perdeu brasileiros que "sonhavam voltar vitoriosos para casa".
"Rogo a Deus que console a família das vítimas e restabeleça a saúde dos sobreviventes. Peço empenho às autoridades competentes na apuração das causas do acidente", escreveu Renan no comunicado.
Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), preferiu usar sua conta no microblog Twitter para prestar solidariedade ao clube catarinense e aos familiares das vítimas.
"Minha solidariedade ao Chapecoense e familiares das vítimas. Estamos todos consternados com esta tragédia."
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, falou sobre o acidente e prestou solidariedade durante sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) (veja vídeo abaixo).
"Eu não queria deixar de começar esta sessão [do CNJ], e espero estar atuando em consonância com os senhores conselheiros, de fazer uma menção de solidariedade à tragédia que se abateu nesta madrugada no avião que tomou um grupo grande de pessoas da Chapecoense e de todos os que ali estavam - jornalistas cumprindo seus deveres, comandantes, comissários. Acho que todos nós nos solidarizamos. [...] Portanto, lamentamos enormemente, nos solidarizamos com isso e esperamos que, especialmente as famílias tenham muita força para enfrentar uma adversidade dessa natureza, dessa gravidade, e que sejam capazes de enfrentar, com a força que o ser humano tem, essa situação. Portanto, deixo aqui o registro da nossa solidariedade e das nossas condolências especialmente às famílias daqueles que foram colhidos por essa tragédia."
O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, também lamentou a tragédia em uma mensagem no Twitter.
"Lamento profundamente o acidente ocorrido com a @ChapecoenseReal e rezo por todos os passageiros do voo. Estaremos contato c/ as autoridades", disse Picciani.
* Colaborou Murilo Salviano, da GloboNews
Leia a íntegra da nota oficial divulgada por Michel Temer:
Nota Oficial
Nesta hora triste que a tragédia se abate sobre dezenas de famílias brasileiras, expresso minha solidariedade. Estamos colocando todos os meios para auxiliar familiares e dar toda a assistência possível. A aeronáutica e o Itamaraty já foram acionados. O governo fará todo o possível para aliviar a dor dos amigos e familiares do esporte e do jornalismo nacional.
Michel Temer

Site mostra que avião deu 2 voltas e reduziu velocidade antes da queda

Intenção pode ser gastar combustível ou pensar manobra, diz especialista. Autoridade colombiana informa que piloto alertou sobre pane elétrica.

Tahiane Stochero - Do G1 São Paulo

O site que acompanha o tráfego aéreo mundial Flight Radar 24, conhecido pela possibilidade de rastrear as aeronaves em tempo real, mostra que o voo Lamia CP-2933, que caiu na Colômbia com o time brasileiro Chapecoense, deu duas órbitas no ar, antes de começar a reduzir velocidade e altitude e cair próximo ao região de Rionegro, na Colômbia.
A aeronave levava o time para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.
Conforme o Flight Radar 24, que acompanha as aeronaves pelo transponder, a aeronave, um Avro AR-85, o piloto fez dois círculos a uma altitude de 21 mil pés (6 mil metros de altitude) a uma velocidade média 250 nós (cerca de 460 km/h). Em seguida, porém, o avião vai diminuindo velocidade e altitude gradativamente.
O último registro da aeronave é quando ele se encontra a 15,550 pés de altitude (4.739 metros), conforme o sinal de GPS, e uma velocidade de 142 nós (263 km/h). A aeronave da companhia boliviana LaMia que levava o time do Chapecoense, matrícula CP-2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e seguia para Medellín, na Colômbia.
O avião tinha 17 anos e 8 meses de uso e pertencia a uma empresa venezuelana que operava na Bolívia. O acidente ocorreu na Serra El Gordo, zona rural do municipio de La Unión, em Antioquia. O local fica a 2.500 metros de altitude.
O chefe da Aviação Civil da Colômbia, Alfredo Bocanegra, afirmou que o piloto do avião do Chapecoense pediu para pousar em Rionegro durante o trajeto, e que reportou ao controle de tráfego aéreo de Rionegro que tinha "falhas elétricas graves e pedindo para realizar o pouso de emergência, segundo disse ele à Radio Caracol. O avião foi localizado, no solo após o acidente, sem combustível.
"O piloto reportou falhas elétricas graves à torre de controle do Aeroporto em Santa Cruz de La Sierra na Bolívia. A última comunicação com a torre de controle do aeroporto de Rionegro foi quando se deu a autorização para pousar", disse ele. O G1 apurou com autoridades militares brasileiras na Colômbia que o avião caiu quando se preparava para o pouso, a 30 km da pista de Rionegro.
Especialistas em aviação apontam que as voltas dadas pela aeronave no ar mostrariam que o piloto iniciava uma preparação para o pouso, ou esperava a preparação do aeroporto para receber a aeronave. Ele também poderia ter usado o tempo das duas órbitas no ar para pensar sobre o que poderia fazer sobre a situação.
Os gravadores de voz e de dados do avião, chamados de caixa-pretas, poderão conter informações que auxiliarão na investigação, quando forem encontrados.
“Ele pode ter feito as voltas para gastar combustível no ar, preparando-se para o pouso. Se ele reportou pane elétrica, tem que ver o que deteriorou a situação, as condições do aeroporto para receber a aeronave, se opera a aproximação por radar e como ele pretendia pousar”, afirma o coronel Luis Claudio Lupoli, ex-investigador da Força Aérea Brasileira (FAB) e que atuou, inclusive, na queda do Airbus da Air France no Oceano Atlântico em 2009, deixando 228 mortos.
As autoridades aeronáuticas colombianas informaram que chovia e o tempo era encoberto por neblina no momento da queda.
A aeronave, fabricada pela British Aerospace em parceria com a BAE Systems e a Avro International, tinha originalmente o nome British Aerospace 146 (BAe 146) e sofreu aperfeiçoamentos para se passar a chamar AR a partir de 1992. Este modelo que caiu deixou de ser produzido em 2001.
O avião que caiu com o time do Chapecoense tinha 17 anos e 8 meses em uso.
Conforme o NTSB, houve dois casos de incidentes de pequeno porte envolvendo o BA-145, registrados em 2005 e em 20213. O primeiro deles foi registrado em outubro de 2005 na cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, quando a aeronave pousava, houve problemas na pressão hidráulica, que levaram à entrada da pressão na cabine de comando e dentre os passageiros. Passageiros e tripulantes foram evacuados com poucos danos. O relatório final de investigação entendeu que havia um defeito de fabricação que resultou em fadiga no sistema de pressão hidráulica.
O avião que caiu na Colômbia tinha quatro turbinas de grande porte, produzida pela Textron Lycoming ALF 502R-5, e teve originalmente uso militar. Sempre há dois pilotos a bordo.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) está à disposição para contribuir com a autoridade colombiana de investigação.
O governo brasileiro também decretou luto oficial pela morte dos jogadores do Chapecoense e jornalistas que estavam a bordo cobrindo este evento e a FAB colocou dois aeronaves à disposição para participar do resgate e translado das vítimas brasileiras para o Brasil e familiares dos mortos.
Veja a nota do ministério da Defesa sobre o acidente:
"O Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica lamentam o acidente ocorrido nesta terça-feira (29/11) com a aeronave de matrícula CP2933, da empresa LaMia, que conduzia a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, jornalistas brasileiros e cidadãos de Chapecó, no trecho Santa Cruz de La Sierra – Medellín.
Informamos que duas aeronaves C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) e uma equipe de profissionais especializados em resgate, do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), estão de prontidão para auxiliar no resgate e traslado dos brasileiros vítimas do acidente. Também foram disponibilizadas duas aeronaves para transportar familiares das vítimas e equipes de militares.
Além disso, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) está à disposição para contribuir com a autoridade colombiana de investigação."

FAB oferece 4 aviões para transporte de familiares e corpos de vítimas

Aeronáutica também vai conduzir autoridades catarinenses para a Colômbia. Michel Temer colocou Itamaraty e FAB à disposição das famílias das vítimas

Murilo Salviano Da Globonews, Em Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou nesta terça-feira (29) à GloboNews que a Aeronáutica irá disponibilizar quatro aeronaves para o transporte de familiares das vítimas do acidente aéreo com o time da Chapecoense e para translado dos corpos. A Força Aérea Brasileira (FAB) também vai levar autoridades catarinenses para a Colômbia.
A equipe da Chapecoense embarcou para a cidade colombiana de Medelín na noite desta segunda (28) para disputar, nesta quarta-feira (30), a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. Inicialmente, a delegação embarcou em um voo comercial de São Paulo até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Lá, o grupo pegou um voo fretado em direção a Medelín.
A aeronave caiu no momento em que se aproximava do aeroporto de Medelín. Havia 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes. Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes.
Em nota oficial divulgada na manhã desta terça, o presidente Michel Temer lamentou o acidente aéreo e ofereceu assistência do governo federal aos familiares das vítimas. No comunicado, ele determinou que a Aeronáutica disponibilizasse aeronaves para as famílias e para o translado das vítimas.
De acordo com o ministro da Defesa, um avião C-99 da Força Aérea Brasileira (FAB) irá decolar ainda nesta terça de São Paulo em direção a Colômbia transportando 13 pessoas, entre as quais o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon. Outra aeronave, que está na Base Aérea do Rio, será disponibilizadas para levar familiares de vítimas ao território colombiano.
Além disso, ressaltou Jungmann, dois aviões Hércules C-130 ficarão de prontidão em Manaus para o transporte dos corpos das vítmas.
Nota
Veja nota da FAB sobre o auxílio às vítimas e familiares do acidente:
Nota à Imprensa: aeronaves da FAB auxiliarão em resgate e translado de brasileiros vítimas de acidente
Brasília, 29/11/2016 – O Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica lamentam o acidente ocorrido nesta terça-feira (29/11) com a aeronave de matrícula CP2933, da empresa LaMia, que conduzia a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, jornalistas brasileiros e cidadãos de Chapecó, no trecho Santa Cruz de La Sierra – Medellín.
Informamos que duas aeronaves C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) e uma equipe de profissionais especializados em resgate, do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), estão de prontidão para auxiliar no resgate e traslado dos brasileiros vítimas do acidente. Também foram disponibilizadas duas aeronaves para transportar familiares das vítimas e equipes de militares.
Além disso, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) está à disposição para contribuir com a autoridade colombiana de investigação.
Luto oficial
Michel Temer decretou na manhã desta terça luto de três dias em razão da tragédia com o avião que transportava o time da Chapecoense. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o decreto de luto oficial é "simbólico" e não tem efeito prático nas atividades do governo federal.
No comunicado oficial, que também foi publicado na página pessoal de Temer no Twitter, o peemedebista informou também ter acionado o Ministério das Relações Exteriores para prestar todo o apoio possível às famílias.
"Nesta hora triste que a tragédia se abate sobre dezenas de famílias brasileiras, expresso minha solidariedade. Estamos colocando todos os meios para auxiliar familiares e dar toda a assistência possível", diz trecho da nota.

Famílias de vítimas de acidente aéreo devem viajar à Colômbia nesta quarta

Avião fretado pela CBF partirá de Chapecó, no Oeste, e prefeito viaja já nesta terça-feira; queda do voo da delegação da Chapecoense mata mais de 70 pessoas.

Por Do G1 Sc - Chapecó, Sc

A assessoria de imprensa da prefeitura de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, informou que famílias das vítimas do acidente áereo que levava a delegação do time catarinense para a Colômbia, na madrugada desta terça, devem embarcar para Medellín na quarta-feira. No acidente, mais de 70 pessoas morreram, e seis sobreviveram.
De acordo com a prefeitura, uma aeronave fretada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve pousar em Chapecó na tarde desta terça. A decolagem, no entanto, está prevista para ocorrer apenas na quarta. A diretoria do clube ainda realiza a triagem de familiares que irão embarcar no voo, por isso, não há um número final de passageiros confirmado.
Ainda conforme a prefeitura da cidade, o prefeito Luciano Buligon embarca em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) às 16h desta terça. Seis médicos da Chapecoense também devem ir no vôo.
Auxílio do governo
O governo catarinense também diz que vai auxiliar no processo de liberação dos corpos. Em nota, a Defesa Civil estadual diz que está trabalhando "para obter informações e criar um plano de ação para atender os sobreviventes e auxiliar em conjunto com a Defesa Civil Nacional, Ministério da Defesa, Ministério das Relações Exteriores e Presidência da República na liberação dos corpos".
O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, confirmou a mobilização.
- Tem todo um trâmite muito complicado, que é uma convenção internacional. A embaixada brasileira já está trabalhando nisso, desde a parte da manhã. Vamos levar as pessoas daqui que possam colaborar com o que for precisar e trazer também [os corpos]. Isso tudo já está sendo providenciado - disse..

Voo de Guarulhos a Juazeiro do Norte faz pouso de emergência em Brasília

Até as 18h50, companhia não tinha informado motivo da operação. Imagens da TV Globo mostraram passageiros desembarcando no DF.

Do G1 Df

ImagemUma aeronave da Avianca que saiu de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Juazeiro do Norte, no Ceará, fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek. Até as 18h50, a companhia não tinha informado o motivo da operação.
No mesmo horário, imagens da TV Globo mostravam que os passageiros desembarcando no solo do aeroporto JK. De acordo com a Polícia Federal, houve um "alerta de fumaça a bordo" e o comandante achou melhor pousar em Brasília.
O avião, um Airbus modelo A318, ainda voaria por cerca de uma hora até pousar em Juazeiro do Norte. A PF informou que não havia nada "aparentemente anormal" na aeronave. Por segurança, a manutenção foi acionada e deve fazer uma vistoria.
Militares do Corpo de Bombeiros disseram que o avião transportava 107 passageiros. Até as 19h, a Avianca não confirmava a informação.


Comboio da Aeronáutica sofre acidente na Av. Brasil e deixa feridos no Rio

Eixo dianteiro do caminhão chegou a se soltar no acidente. Bombeiros dos quartéis de Guadalupe e Irajá estão no local

Por G1 Rio

Um comboio com três caminhões do Batalhão de Infantaria da Aeronáutica sofreu um acidente na pista seletiva da Av. Brasil, sentido Zona Oeste, na altura de Coelho Neto, e deixou feridos, como mostrou o Bom Dia Rio. O eixo dianteiro do caminhão chegou a se soltar no acidente. Há feridos no local e alguns soldados recebem socorro na pista. O comboio se encaminhava para a Base Aérea do Galeão. O acidente aconteceu às 6h08.
Os bombeiros dos quartéis de Guadalupe e Irajá estão na pista com ambulâncias e os feridos estão sendo removidos. O trânsito é intenso na pista sentido Zona Oeste, a partir de Irajá, com mais de 5 km de engarrafamento. Também há congestionamento de 7km no sentido Centro.
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AGÊNCIA BRASIL


Aviões da FAB levarão parentes das vítimas de acidente com Chapecoense


Alex Rodrigues - Repórter Da Agência Brasil

A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou quatro aeronaves e uma equipe especializada para auxiliar nos trabalhos de resgate e no transporte dos parentes das vítimas do acidente aéreo em que morreram 75 pessoas, a maioria, jogadores e dirigentes da Chapecoense, além de jornalistas de diversos veículos. O avião seguia para a Colômbia.
Um jato Embraer-145 (C-99) decolou do Rio de Janeiro indo para Chapecó, em Santa Catarina, de onde seguirá para a Colômbia transportando parentes das vítimas, representantes do clube catarinense e autoridades brasileiras.
Outras duas aeronaves C-130 Hércules estão à disposição em Manaus (AM) e no Rio de Janeiro, preparados para partir conforme a necessidade. O Ministério da Defesa não forneceu mais detalhes sobre a quarta aeronave ofertada, mas garantiu, por meio de sua assessoria, que toda a ajuda necessária será prestada.
A FAB também acionou o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (Para-SAR), que está de prontidão em Campo Grande (MS), mas cujo envio à Colômbia ainda não foi decidido.
Além disso, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) também se colocou à disposição das autoridades colombianas de investigação de acidentes aéreos.
Parentes das vítimas terão assistência
No Recife, onde participa da cerimônia militar que marcará o envio do 25º Contingente Brasileiro de Força de Paz da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (Minustah), o ministro da Defesa, Raul Jungmann informou que, desde as primeiras horas do dia, a FAB e o Ministério da Defesa estão tomando as providências necessárias para acompanhar e dar suporte aos parentes das vítimas.
A Chapecoense disputaria a primeira partida da final da Copa Sul-Americana nesta quarta-feira (30), contra a equipe colombiana do Atlético Nacional. A aeronave da empresa boliviana Lamia partiu de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com destino ao município colombiano de Medellín. Oitenta e uma pessoas estavam a bordo, entre jogadores, dirigentes esportivos e jornalistas, além dos nove tripulantes.
Durante a escala em Santa Cruz de la Sierra, a comitiva deixou o avião em que viajara desde São Paulo e embarcou no avião da Lamia. No início da madrugada de hoje (29), o avião desapareceu do radar pouco antes de tentar um pouso forçado em Cerro Gordo, nas proximidades da cidade de La Unión, na Colômbia. A aeronave estava a apenas cinco minutos de voo do aeroporto mais próximo, mas o piloto decidiu arriscar o pouso.

Anac impediu que aeronave boliviana saísse do Brasil com destino à Colômbia


Ana Cristina Campos – Repórter Da Agência Brasil

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negou o pedido de voo solicitado pela empresa boliviana Lamia Corporation para o transporte do time de futebol da Chapecoense que participaria de um torneio na Colômbia. O voo partiria do Brasil para a Colômbia, na segunda-feira (28), segundo a solicitação.
“O pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada”, diz a agência em nota.
Por causa da negativa, o time partiu de Guarulhos (SP) para a Bolívia em um voo comercial. Somente em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), eles pegaram o voo fretado da Lamia com destino a Medellín, na Colômbia.
No documento que negava o pedido da empresa, a Anac informava ainda que o transporte poderia ser realizado por empresa aérea brasileira e/ou colombiana, “conforme a escolha do contratante do serviço, nos termos dos acordos internacionais em vigor”.
A Anac finaliza a nota se solidarizando com os familiares das vítimas do acidente ocorrido nesta madrugada, nas proximidades de Medellín, na Colômbia.
Oitenta e uma pessoas estavam a bordo e 76 morreram, segundo as autoridades colombianas. A equipe do Chapecoense viajava para Medellín, onde disputaria a primeira final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, amanhã (30) à noite. O segundo jogo seria em Curitiba.

Comissão de Orçamento aprova créditos suplementares de R$ 4,3 bilhões


Iolando Lourenço / Fábio Massalli

Projetos que abrem crédito suplementar, que somam R$ 4,27 bilhões para diversos órgãos públicos, foram aprovados hoje (29) pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso (CMO) e dependem ainda de aprovação em sessão do Congresso. Os projetos destinam recursos para reforçar os orçamentos de órgãos federais. Ao todo foram quatro projetos aprovados, o PLN 31/16 destina recursos de R$ 2,3 bilhões para o Ministério da Justiça, os quais serão utilizados em ações do Fundo Penitenciário Nacional.
Outro projeto aprovado pela CMO abre crédito de R$ 1,8 bilhão para atender encargos financeiros da União. Esses recursos se destinam ao Ministério da Fazenda e serão utilizados para compensar o Fundo do Regime Geral de Previdência Social (FRGPS) pela desoneração da folha de pagamento das empresas.
A comissão também aprovou mais dois projetos de crédito suplementar. Um deles destina R$ 152 milhões para os ministérios da Justiça e da Defesa Nacional. Desses recursos, R$ 86,4 milhões irão para o Comando da Aeronáutica para a modernização do caça AMX e compra e manutenção de material bélico. O outro PLN destina R$ 27,9 milhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para pesquisa de novas tecnologias e processo inovadores, dentre outros objetivos.

Sessão do Congresso
O Congresso Nacional fará sessão amanhã (30), a partir das 12 h para a votação de diversas proposições. Na pauta estão nove vetos presidenciais a projetos de lei, a apreciação de vários projetos de lei e de dois projetos de resolução. Além dessas proposições consta da pauta da sessão conjunta da Câmara e do Senado os destaques ao projeto da Lei de Orçamentárias (LDO) para 2017.

PORTAL PALÁCIO DO PLANALTO


FAB dará assistência às famílias das vítimas de acidente aéreo

De acordo com o Ministério da Defesa, aeronaves serão colocadas à disposição para o traslado dos parentes

Por Portal Planalto

Como uma forma de dar assistência às famílias das vítimas do acidente aéreo que ocorreu em Medellín, na Colômbia, a Força Aérea Brasileira (FAB) vai colocar à disposição aeronaves para fazer o traslado dos parentes e também para trazer os corpos dos mortos ao Brasil.
De acordo com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, uma aeronave C99 da FAB vai levar, ainda nesta terça-feira (29), o prefeito de Chapecó, Luciano Burigon, e mais 12 auxiliares para ajudar na identificação das vítimas. Outro avião, um C130, deverá trazer de volta ao Brasil os corpos dos brasileiros que estavam no voo da empresa boliviana Lamia.
Em entrevista ao Portal Planalto, Jungmann adiantou que o transporte será feito assim que as autoridades colombianas finalizarem todos os procedimentos burocráticos e de identificação das vítimas.

Resgate
O ministro da Defesa também informou que mais duas aeronaves da Força Aérea Brasileira estão de prontidão para o que for necessário, inclusive o transporte de familiares dos jogadores da Chapecoense e jornalistas brasileiros mortos na queda do avião.
O Ministério da Defesa determinou ainda que uma equipe de profissionais especializados em resgate, do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), fique de prontidão para auxiliar no resgate e traslado dos brasileiros vítimas do acidente. Além disso, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) está à disposição das autoridades colombianas para contribuir com a investigação.

Desastre
Autoridades colombianas informaram nesta terça-feira (29) que pelo menos 70 pessoas morreram durante a queda do avião. Entre as vítimas estavam jogadores e equipe técnica da Chapecoense, além de jornalistas brasileiros. O time disputaria nesta quarta (30) a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, da Colômbia.
Na manhã desta terça-feira (30), o presidente Michel Temer divulgou nota oficial em que determina o apoio da Aeronáutica e decreta luto oficial de três dias pela morte dos brasileiros na queda do avião.

Itamaraty desloca funcionários a Medellín para ajudar famílias

Servidores do corpo diplomático da embaixada em Bogotá e que estão em Brasília atuarão no apoio aos parentes e vítimas do desastre aéreo

O Ministério das Relações Exteriores determinou o deslocamento de funcionários da embaixada brasileira em Bogotá, na Colômbia, para Medellín para prestar a assistência aos familiares das vítimas do acidente aéreo que matou jogadores da Chapecoense e jornalistas brasileiros. Chefiados pelo embaixador Julio Bitelli, os servidores também vão apoiar o traslado dos corpos para o Brasil.
Em nota, o Itamaraty informou também que funcionários seguirão de Brasília para Medellín com o objetivo de reforçar a equipe. O Núcleo de Assistência a Brasileiros do Ministério de Relações Exteriores está disponível para prestar informações e esclarecimentos sobre o acidente, pelos telefones (61) 2030-8803 e 2030-8804, e pelo e-mail dac@itamaraty.gov.br.
"O Itamaraty e a Força Aérea Brasileira prestam neste momento assistência aos familiares das vítimas do acidente aéreo na Colômbia", afirmou o ministro das Relações Exteriores, José Serra, no seu perfil no Twitter.
Além da equipe da embaixada do Brasil em Bogotá e do reforço de pessoal pelo Itamaraty, a Força Aérea Brasileira (FAB) destacou duas aeronaves para o transporte de parentes e deixou outras duas de prontidão, além de colocar à disposição do governo colombiano equipes especializadas de resgate e de investigação.

JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO


No Recife, voo da missão de Paz no Haiti é adiado

Os 240 homens formados embarcarão nesta quarta-feira (30) para integrar a Força de Paz das Nações Unidas, que atua no país há 12 anos

Portal Folhape, Com Informações De Gabriel Dias

Duzentos e quarenta homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica realizaram nesta terça-feira (29) a cerimônia de encerramento do curso de preparação para integrar o 25° contingente brasileiro para a Força de Paz da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti. O embarque aconteceria ainda nesta terça, mas, por motivos não revelados, o voo só acontecerá na quarta-feira (30). A cerimônia contou também com a presença de familiares dos militares, que se emocionaram ao se despedir dos filhos, maridos e pais que passarão seis meses no país caribenho.
O arcebispo militar do Brasil, dom Fernando Guimarães, proferiu uma benção e liderou a oração do Pai Nosso. Ele também lembrou o acidente envolvendo o time do Chapecoense ocorrido na noite da última segunda-feira (28), na Colômbia, e rogou a Deus pelas famílias das vítimas.
O comandante geral do exercito, General Artur Costa Moura, encorajou os homens durante o discurso e disse que "apesar da saudade, os familiares ficarão felizes ao ver os filhos retornarem do Haiti com um sonho realizado". Outros três embarques deverão ocorrer até a primeira semana de dezembro, e o numero de homens no contingente será de 990.
Quem também estava presente foi o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que ressaltou a necessidade de apoio ao Haiti, lembrando do desastre causado pelo furacão Matthew. “Dá orgulho e dá reconhecimento. Esse é o 25º contingente. Nós estamos há 12 anos no Haiti assegurando a paz e a tranquilidade naquele país. Essa tropa que está saindo daqui é uma parte da que vai para lá, porque são 850 militares mais 120 da área de engenharia e de logística, porque todos sabem que o Haiti acaba de sofrer mais uma tragédia, que é o furacão Matthew”, comentou.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Militares do Nordeste embarcam para Missão de Paz no Haiti


ImagemCerimônia realizada na Base Aérea do Recife marcou o embarque das primeiras tropas militares para o Haiti. Durante o evento, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, destacou a importância da participação militar naquele país. Até a primeiro quinzena de dezembro, aproximadamente mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica começam a embarcar nesta terça-feira (29) para Porto Príncipe, capital do Haiti, onde comporão o 25º Contingente Brasileiro da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).
“Os senhores completarão contingente de 35 mil militares das Forças Armadas deslocadas para o Haiti desde 2004. Este é o quinto contingente de militares do nordeste”, disse o ministro.
ImagemJungmann lembrou a importância dos militares brasileiros nas missões de paz da ONU. Segundo ele, o Brasil esta presente cerca de 30 missões das Nações Unidas, com efetivo de 1,3 mil militares. Mas, segundo o ministro, a partir das eleições gerais naquele país é possível que as tropas saiam em definitivo do Haiti.
Em discurso, o ministro lembrou de tragédias que marcaram aquele país, como o terremoto que destruiu cidades e deixou milhares de mortos, em 2010, e o mais recente, o furacão Mathew.

Embarque de tropas
ImagemO primeiro embarque, de cerca de 240 militares, será feito após cerimônia na Base Aérea de Recife e contará com a presença do ministro da Defesa, Raul Jungmann, além de outras autoridades e dos familiares e amigos dos militares.
O 25º contingente será composto por homens e mulheres das três Forças e oriundos de unidades militares da região Nordeste. A maioria da tropa é de Pernambuco, que leva cerca de 240 militares. O Comando da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediado no Recife, foi o responsável pela formação e preparo dos militares do 25º contingente que será comandado pelo coronel Roberth Eickhoff.
Serão realizados, ao todo, quatro embarques, com previsão de que até o dia 10 de dezembro, todos os militares já tenham embarcado para o país caribenho.
A tropa nordestina substituirá o 24º Contingente, composto por integrantes do Comando Militar do Planalto (CMP), sediado em Brasília-DF. Os militares deverão permanecer no Haiti por um período de seis meses. Esse é o quinto contingente com origem na Região Nordeste. O anterior, 14º Contingente, desempenhou um importante papel na busca de um ambiente seguro no Haiti, no período de janeiro a agosto de 2011.
Coordenada pelo Ministério da Defesa, a participação do Brasil na MINUSTAH é uma ação conjunta e envolve a Marinha, o Exército e a Aeronáutica. O treinamento dos militares para integrar o contingente começa com um ano de antecedência e é realizado pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio de Janeiro. O planejamento do rodízio se inicia seis meses antes do embarque.
O 1º voo que trará do Haiti para o Brasil os integrantes do 24º Contingente (968 militares) deverá chegar a Recife no dia 30 deste mês.

Projeto Soldado Cidadão: Defesa premia gestão de organizações militares


Lane Barreto

O 7º Prêmio Melhor Gestão do Projeto Soldado Cidadão agraciou, nesta terça-feira (29), as organizações militares que se destacaram pelas práticas aplicadas na gestão de capacitar, profissionalmente, jovens soldados que estão concluindo o serviço militar no ano de 2016. Foram contemplados o Comando do 8º Distrito Naval, a Base Administrativa do Quartel-General do Exército e o Centro de Lançamento de Alcântara.
Desenvolvido pelo Ministério da Defesa, o Projeto Soldado Cidadão (PSC) capacita profissionalmente jovens que estejam prestando o serviço militar, preparando-os para o mercado de trabalho, após o período obrigatório junto às Forças Armadas.
Em mensagem lida durante o evento, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), almirante Ademir Sobrinho, falou sobre a importância do programa. “Ao explorar suas vocações e talentos por intermédio do projeto o jovem recebe uma qualificação que o permite dar continuidade a sua atividade profissional após a saída do serviço militar obrigatório”, ressaltou.
Para o almirante, o esforço e o comprometimento das equipes das organizações militares, forças auxiliares e entidades de ensino técnico e profissionalizante também devem ser reconhecidos como fator indispensável para a concepção do projeto.
Desde 2004, mais de 215 mil militares já foram qualificados pelo PSC. Neste ano, a previsão é formar cerca de 6 mil pessoas nas áreas de informática, mecânico automotivo, gastronomia, construção civil, eletricidade, informática, telecomunicações, refrigeração, hotelaria e auxiliar de saúde bucal. A capacitação inclui ainda noções básicas de empreendedorismo, ética e cidadania.
Além das unidades premiadas, também concorreram nesta edição, os comandos do 7º e 9º Distrito Naval, pela Marinha; o Comando Militar do Norte e o 6º Centro de Telemática de Aérea, representando o Exército; e a Base Aérea de Natal e o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial do Galeão, pela Força Aérea.
O marinheiro Alan Matos de Oliveira, de 20 anos, que tem interesse em prestar concurso para a Força Naval, após o término do serviço obrigatório, concluiu o curso de operador de microcomputador no SENAC, cidade satélite de Ceilândia (DF). “Eu não tinha um certificado comprovando a minha experiência como operador. Com o Projeto Soldado Cidadão, eu tive a oportunidade de aprimorar os meus conhecimentos na área de informática”, disse.
Ranyele Henrique Gonçalves, soldado do Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília, irá deixar a caserna em março de 2017. Ele fez os cursos de vigilante e garçom, mas pretende especializar na área de vigilância patrimonial, segurança de autoridades e transporte de valores. “ Quando eu sair daqui terei um diferencial no meu currículo. Como tenho a experiência do Exército as empresas valorizam e consideram como critério de desempate”.
Receber uma qualificação para a carreira civil e deixar de estar exposto ao apelo do crime organizado está entre os benefícios de participar dos cursos do PSC, diz o responsável nacional do Projeto Soldado Cidadão no Distrito Federal (DF), coronel Ricardo Almeida Pinto. “A oportunidade de conseguir um lugar no mercado de trabalho afasta jovens em situação de vulnerabilidade social de cometerem delitos”, ressaltou.

Diploma de Colaborador do PSC
Durante a solenidade, militares, civis e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Pará (SENAI/PA) receberam o Diploma de Colaborador do PSC. O prêmio foi instituído no ano de 2011 e tem a finalidade de reconhecer personalidades e instituições que prestaram relevantes serviços ao projeto.
Foram agraciados com o diploma o vice-presidente do Comitê Gestor do PSC, general Adalmir Manoel Domingos; o secretário municipal de Defesa Civil e Políticas de Segurança do Município de Duque de Caxias (RJ), coronel Marcello Silva da Costa; o assessor da Presidência da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), Gerson dos Santos Peres; o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal, Samir Najjar; o coordenador do Projeto Soldado Cidadão do Comando Militar do Norte, coronel Gibson José Sarney; o gerente e a supervisora do Centro de Educação Profissional Itaqui Bacanga (CEPIB/SENAI), em São Luís (MA), Taici Gamero Gabrieli e Ana Raquel Garcês Rodrigues.
Estiveram presentes na cerimônia, o chefe de Logística e Mobilização do MD, almirante Luiz Henrique Caroli; o subcomandante de Operações Terrestres, o general Cesar Augusto Nardi de Souza; o comandante do 7º Distrito Naval, vice-almirante Marcos Silva Rodrigues; o subchefe de Operações do EMCFA, brigadeiro Hudson Costa Potiguara; o subchefe de Mobilização, Brigadeiro do Ar Alcides Teixeira Barbacovi; além de autoridades civis e militares.

OUTRAS MÍDIAS


ESPN


"Sobrevivi porque segui os protocolos de segurança", diz comissário de voo da Chape

Entre os seis sobreviventos da tragédia do voo da Chapecoense, na madrugada desta terça-feira, havia dois membros da tripulação: Ximena Suárez e Erwin Tumiri. Segundo Tumiri, ele sobreviveu por ter seguido à risca os protocolos de segurança de acidentes aéreos, enquanto o restante dos passageiros não o fez.
Imagem"Sobrevivi porque segui os protocolos. Naquela situação, muitos se levantaram das cadeiras e começaram a gritar, mas eu coloquei as malas entre minhas pernas para formar a posição fetal que se recomenda nos acidentes", declarou, à Rádio Caracol.
Os números finais da tragédia foram divulgados no final da tarde brasileira por ⁠⁠⁠Carlos Iván Márquez Pérez, diretor geral da Unidade Nacional para a Gestão de Riscos de Desastres. São 71 mortos e seis feridos.
19 jogadores da Chape, a comissão técnica encabeçada por Caio Júnior, dirigentes do clube, o presidente da Federação Catarinense (Delfim Peixoto), jornalistas da Fox Sports (dentre eles o ex-meia Mario Sérgio) e Globo faleceram na queda.
Além de Erwin e Ximena, três jogadores da Chapecoense (Alan Ruschel, Follmann e Neto) sobreviveram, assim como o jornalista Rafael Henzel.
O goleiro Danilo chegou a ser resgatado com vida, mas não resistiu aos ferimentos.
Em princípio se falou que 81 pessoas estavam a bordo entre 72 passageiros e nove tripulantes. Depois, porém, confirmou-se que quatro destes passageiros acabaram não embarcando.
Os tripulantes que não sobreviveram foram os pilotos Miguel Quiroga, Ovar Goitia e Sisy Arias e os comissários Alex Quispe, Gustavo Encinas e Ángel Lugo, além do passageiro Rommel Vacaflores, todos bolivianos - a aeronave da empresa Lamia era do país andino.
Atletas - Alan Ruschel, Ananias, Arthur Maia, Bruno Rangel, Juninho, Cléber Santana, Danilo, Dener, Filipe Machado, Jakson Follmann, Gil, Gimenez, Kempes, Lucas Gomes, Matheus Biteco, Neto, Sérgio Manoel, William Thiego, Tiaguinho, Josimar, Marcelo, Mateus Caramelo
Comissão técnica - Caio Júnior, Eduardo de Castro Filho, Anderson Paixão, Anderson Roberto Martins, Marcio Bestene Koury, Rafael Gobbato, Luiz Cesar Martins Cunha, Luiz Felipe Grohs, Sergio Luis Ferreira de Jesus, Anderson Donizette Lucas, Adriano Wulff Bitencourt, Cleberson Fernando da Silva, Emerson Fabio di Domenico, Eduardo Luiz Preuss, Mario Luiz Stumpf, Sandro Luiz Pallaoro
Dirigentes - Nilson Folle Junior, Decio Sebastião Burtet Filho, Jandir Bondignon, Gilberto Pace Thomas, Mauro Dal Bello, Edir Félix de Marco, Davií Barela Bavi, Ricardo Philippi Porto, Delfim Peixoto
Jornalistas - Victorino Chermont, Rodrigo Santana Gonçalves, Deva Pascovitch, Licacio Pereira Junior, Paulo Júlio Clement, Mario Sérgio, Guilherme Marques, Ari de Araújo Junior, Guilherme Laars, Giovane Klein Victória, Bruno Mauri da Silva, Djalma Araújo Neto, André Luis Goulart Podiacki, Laion Machado Espíndola, Rafael Henzel, Renan Carlos Agnolin, Fernando Schardong, Edson Luiz Ebeliny, Gelson Galiotto, Douglas Dorneles, Jacir Biavatti
Tripulação - Miguel Quiróga, Ovar Goytia, Sisy Arias, Romel Vacaflores, Ximena Suarez, Alex Quispe, Gustavo Encina, Erwin Tumiri, Angel Lugo.



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