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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 27/10/2016 / Força Aérea Brasileira busca novo modelo para exploração espacial


Força Aérea Brasileira busca novo modelo para exploração espacial ...

Proposta do Comando da Aeronáutica é investir em satélites ópticos e de observação da Terra de órbita baixa com lançador apropriado ...

A necessidade de um novo conceito brasileiro para exploração da área espacial foi um dos assuntos na pauta do encontro do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (Mctic), Gilberto Kassab.

A reunião, realizada nesta terça feira (25), em Brasília, contou com a participação do Alto Comando da Aeronáutica, do secretário executivo e do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento da pasta, além de assessores do MCTIC.

"Começamos [o Programa Espacial Brasileiro] junto à Índia e China e estamos bem atrasados nesse assunto", afirmou o Comandante. Ele relata que, em recente visita à Índia, pôde constatar a diferença no nível de desenvolvimento entre os dois países nessa área. Entre os principais gargalos está a falta de investimento.

De acordo com o oficial-general, a nação indiana investe cerca de nove bilhões de dólares por ano apenas em desenvolvimento tecnológico. “Em valores absolutos, a Argentina investe dez vezes mais que o Brasil na área espacial”, complementou.

A proposta do Comando da Aeronáutica para o novo modelo brasileiro de exploração espacial é investir em satélites ópticos e de observação da Terra de órbita baixa com lançador apropriado e buscar acordos com países que detêm tecnologia nesse segmento.

O Tenente-Brigadeiro Rossato ressaltou, ainda, a necessidade de fomentar o assunto junto às demais instituições da área espacial. Uma das grandes vantagens desse estreitamento seria o uso compartilhado de imagens geradas por satélites por diversos órgãos ministeriais para o controle das fronteiras.

Um exemplo prático desse tipo de sinergia ocorreu durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, quando o satélite israelense EROS-B (Earth Remote Observation System-B) abasteceu órgãos de inteligência envolvidos nos eventos.

Desenvolvimento tecnológico
O Comandante Rossato também enfatizou a estreita relação entre o Comando da Aeronáutica e o Mctic sob o aspecto de desenvolvimento de tecnologias.

Como exemplo, o oficial-general expôs a transferência de tecnologia, o intercâmbio de profissionais, o potencial de exportação e a geração de empregos de alta tecnologia como alguns dos benefícios para o País a partir dos projetos Gripen NG – o novo avião de caça da FAB – e o cargueiro reabastecedor KC-390.

“São coisas fundamentais para o futuro do Brasil”, enfatizou o Tenente-Brigadeiro Rossato sobre o transbordamento das tecnologias para outros setores econômicos além da defesa. No próximo mês, por exemplo, será inaugurado em Gavião Peixoto (SP) o centro de desenvolvimento do Gripen NG.

Para o ministro Kassab, o Mctic e o Comando da Aeronáutica têm muita convergência. “A Aeronáutica tem o seu desenvolvimento essencialmente baseado na tecnologia. Nossa disposição, portanto, é dar todo apoio onde seja necessário para que ela possa atingir seus objetivos”, avaliou o ministro.

Segundo Kassab, os dois órgãos demonstraram disposição para trabalhar em uma agenda conjunta de prioridades e que, com isso, é mais fácil acertar. “Vamos definir em conjunto as prioridades que ainda não foram definidas”, concluiu.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Venezuela restringe acesso a espaço aéreo

A determinação, assinada pelo presidente do Instituto Nacional de Aeronáutica (Inac), Jorge Luis Montenegro Carrillo, não explica as razões da medida

Roberto Godoy

O governo da Venezuela restringiu na segunda-feira o acesso de aeronaves particulares e da aviação geral, de pequeno porte, ao espaço aéreo do país. A proibição vale até a meia-noite de domingo. A determinação, assinada pelo presidente do Instituto Nacional de Aeronáutica (Inac), Jorge Luis Montenegro Carrillo, não explica as razões da medida. A ordem teria sido dada diretamente por Nicolás Maduro, que está viajando pelo Oriente Médio e Ásia.
Os esquadrões locais de caças interceptadores Su-30, russos, e F-16A, americanos, estão sendo mantidos no grau intermediário de alerta imposto há cerca de 45 dias pela administração central.
Na Assembleia Nacional, os parlamentares da oposição repudiaram a restrição, definida por eles como “estratégia para justificar a tese da existência de uma conspiração em andamento”.
As rotas comerciais regulares não foram atingidas. Os aeroportos operavam normalmente ontem. A preocupação é maior nas propriedades agrícolas próximas das fronteiras com o Brasil e a Colômbia. Em algumas delas, o principal meio de transporte rápido é o avião. A frota civil nas linhas de divisa é estimada em 300 unidades de 4 a 10 lugares, segundo o Inac.
JORNAL ZERO HORA


Irã apresenta "drone suicida" de ataque capaz de levar explosivos

Segundo agência iraniana, aeronave teria a capacidade de voar à noite e alcançar alvos em terra e mar, com alcance de até 1 mil quilômetros

Afp

O Irã desenvolveu um "drone suicida" de um alcance de 1 mil quilômetros, que pode ser utilizado em missões de vigilância e ataque sobre terra e mar, informou nesta quarta-feira a agência de notícias Tasnim, próxima aos Guardiões da Revolução, o exército de elite iraniano.
Este drone, que pode transportar cargas explosivas, mas não mísseis, dispõe de câmeras sofisticadas e tem a capacidade de voar à noite e alcançar alvos em terra e mar, segundo a Tasnim, que publica imagens do artefato pousado em terra.
Ainda de acordo com a agência, a aeronave pode voar a 250 km/h, tanto a 900m de altura quanto a 50cm do mar, o que daria a ele a capacidade necessária para atacar um navio de guerra.
PORTAL G-1


Barco naufraga em São Francisco do Sul e deixa desaparecidos

Um pescador nadou até atracadouro e pediu ajuda na quarta-feira (26). Mar agitado, chuva e neblina atrapalham os trabalhos de busca.

Do G1 Sc

Um barco de pesca com cinco tripulantes naufragou por volta das 4h desta quarta-feira (26) em São Francisco do Sul, região Norte de Santa Catarina. De acordo com os bombeiros voluntários, três homens foram resgatados e dois estavam desaparecidos até as 8h.
O naufrágio ocorreu na Prainha, próximo ao atracadouro da Petrobras. Um dos pescadores pulou na água e nadou até o local para buscar ajuda. Dois foram resgatados por técnicos da petrolífera.
Uma embarcação da Petrobras auxilia nas buscas aos desaparecidos no mar, acompanhados por equipes dos bombeiros militares e voluntários de São Francisco do Sul e da Marinha do Brasil.
O Corpo de Bombeiros afirma que o mar está muito agitado. O tempo ruim, chuva e neblina atrapalham os trabalhos, mas com uma moto aquática eles tentam se aproximar mais do costão. “As condições marítimas são impraticáveis para navegação, a Marinha havia declarado a impraticabilidade já na segunda-feira (24)”, afirma Helton Vieira, capitão-tenente da Marinha.

O helicóptero Águia, de Joinville, foi acionado, mas em função da nebulosidade não pode decolar.
Conforme os bombeiros, o barco tinha como destino Cananeia (SP); a origem era desconhecida.
Sobreviventes
“O médico que atendeu os resgatados na Unidade de Pronto Atendimento é militar da Marinha e informou que dois deles passam bem, o terceiro está no atracadouro da Petrobras em condição estável”, informou Vieira.
Naufrágio em Imbituba
Na última quinta-feira (20) um barco naufragou em Imbituba, no Litoral Sul do estado, e deixou um morto e seis homens desaparecidos.No dia do naufráfio, 17 pessoas foram resgatadas com vida.
A Marinha do Brasil anunciou na terça-feira (25) que mais um navio será usado nas buscas pelos desaparecidos. O navio-patrulha "Macaé" será deslocado do Rio de Janeiro para Santa Catarina. Segundo a Marinha, outra embarcação, além de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Marinha já participam das buscas.
PORTAL VEJA.COM


Há 110 anos, Santos Dumont se tornava um dos pais da aviação

Em outubro de 1906, inventor brasileiro decolava com o seu extraordinário aparelho mais pesado que o ar, o 14 Bis

Filipe Vilicic

“Sei que as pessoas riem de mim. Mas, acima das nuvens, não posso ouvi-las.” Era o que costumava responder o inventor mineiro Alberto Santos Dumont (1873-1932) àqueles que o viam como maluco por desejar ser o primeiro indivíduo a decolar, controlar o voo e pousar uma máquina que então chamavam de “mais pesada que o ar”. Ou seja, ele queria se tornar o primeiro homem a navegar pelo céu com o que hoje conhecemos como avião. Aos olhos do século XXI — no qual, a qualquer momento, há 10 000 aeronaves comerciais no ar —, tal presunção pode parecer banal. Contudo, na virada do século XIX para o XX, tratava-se de uma das maiores ambições humanas. Que, aliás, parecia inalcançável, e, por isso, os que se apresentavam como aviadores eram vistos como doidos. Maluco ou não — há quem defenda que, sim, ele tinha distúrbios mentais —, Santos Dumont se tornou o primeiro homem a dominar os céus. Inicialmente, há 115 anos, em 19 de outubro de 1901, ao circundar a Torre Eiffel, em Paris, com seu balão dirigível nº 6. Depois, em 23 de outubro de 1906 — já lá se vão 110 anos — e, na sequência, em 12 de novembro, ao decolar com o seu extraordinário aparelho mais pesado que o ar, o 14 Bis, nos arredores da capital francesa. Para muitos — não é unanimidade, pois nos Estados Unidos é comum que se apontem os irmãos Wright, americanos, como os pioneiros —, o voo do 14 Bis entrou para os livros como a primeira vez em que um ser humano foi, digamos, para o alto e avante. Assim, o brasileiro se consagrou como um dos nomes mais relevantes da história da civilização.
Nascido em João Gomes — hoje, cidade que leva o nome de Santos Dumont —, Minas Gerais, em 20 de julho de 1873, o aviador tinha origens abastadas. Seu pai, Henrique Dumont, era um dos maiores plantadores de café do planeta, com fazendas em São Paulo. A mãe, Francisca, filha do comendador e industrial Francisco de Paula Santos, foi quem, de início, abasteceu o marido com uma herança, que viria a ser multiplicada pelo companheiro. Santos Dumont teve cinco irmãs e dois irmãos. Entre os homens, era o caçula da família. “Um dos elementos cruciais da biografia do inventor é que ele sempre se sentia completamente diferente das outras pessoas, constantemente deslocado”, disse a VEJA o escritor holandês Arthur Japin, autor de O Homem com Asas, romance histórico baseado na vida do brasileiro, publicado neste ano no Brasil.
Apesar de mesclar informações reais com pequenas inserções ficcionais — a exemplo da personagem Guilhermina, babá do protagonista —, O Homem com Asas é a obra que melhor buscou mergulhar na mente de Dumont. “Até então, biógrafos e historiadores preservavam, em demasia, detalhes pessoais da vida desse gênio”, afirma Japin, cujos livros, inspirados em figuras históricas, já foram traduzidos para 21 idiomas e tiveram 2 milhões de exemplares vendidos. “Minha aposta é que os brasileiros têm dificuldade de aceitar que era homossexual esse herói tão audacioso da história do país”, provoca ele. Desde criança, o mineiro se mostrava com hábitos distintos dos observados em garotos de sua idade. Enquanto seus dois irmãos homens tinham costumes como brigar sem camisa em provas que pretendiam atestar virilidade, Dumont preferia bordar, fabricar pequenos balões de ar e, principalmente, ler. Seu escritor predileto era o francês Júlio Verne, de clássicos como A Volta ao Mundo em 80 Dias e Vinte Mil Léguas Submarinas — narrativas fictícias que, quando criança, Dumont julgava verdadeiras. Ele ainda admirava o trabalho de cientistas como o grego Arquitas de Tarento (428 a.C.-347 a.C.), inventor de uma pomba mecânica, o italiano Leonardo da Vinci (1452-1519), que desenhou hipotéticas máquinas voadoras, e o brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724) — que em 1709 criou o balão.
A oportunidade de começar a construir as próprias aeronaves surgiu em Paris, para onde Dumont se mudou em 1892, após seu pai, adoecido, ter lhe adiantado parte da herança. Lá, ele fez contato com baloeiros, como Albert Chapin, que viria a se tornar mecânico de seus inventos. Nos salões parisienses, era comum membros da elite realizarem apostas audaciosas. Numa delas, o magnata do petróleo Émile Deutsch de La Meurthe, com o intuito de incentivar o desenvolvimento de motores a gasolina, instituiu a premiação de 100 000 francos (o equivalente a 500 000 dólares hoje) ao aeronauta que circundasse a Torre Eiffel. Por quê? No período, já se voava em balões e planadores, mas ainda não se sabia como controlá-los. Após tentativas com cinco dispositivos — incluindo o dirigível nº 5, cujo voo culminou num acidente que quase lhe tirou a vida —, Dumont cumpriu a missão em 1901. Não sem dificuldades, como relataria numa carta a colegas: “O motor (…) ameaçou parar (…) com o risco de desviar o rumo, abandonei por segundos o leme a fim de concentrar a atenção na maneta”. Logo depois da proeza, já declarara: “No ar, não havia tempo para ter medo”.
PORTAL R3 (SP)


São José recebe “Encontro de Iniciação Científica do ITA”


Redação Portalr3

O ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos (SP), promove nesta próxima quinta-feira (27), o XXII ENCITA – Encontro de Iniciação Científica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, que contará com a presença do Dr. Miguel Angelo Laporta Nicolelis, do Instituto Internacional de Neurociências de Natal.
O encontro tem o objetivo de apresentar as produções de 2015 e 2016 dos alunos bolsistas do PIBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica). Além da exposição dos trabalhos, a programação do evento que vai das 14h às 17h30, irá oferecer palestras sobre temas específicos e proporcionar aos alunos, a experiência da elaboração de artigos científicos. O destaque será a palestra “O Cérebro Humano como Centro do Nosso Universo”, proferida pelo Dr. Miguel Nicolelis.
O evento acontecerá no Auditório Lacaz Netto, ao lado da biblioteca do ITA, que fica na praça Marechal Eduardo Gomes, 50, Vila das Acácias, em São José dos Campos. A entrada do XXII ENCITA é gratuita e aberta à população.
Programação:
14h00 às 14h15: Abertura e entrega de certificado para os melhores trabalhos
14h15 às 14h45: Palestra “Avaliação da Resistência à Fluência da Liga ti-6al-4v com Tratamento Térmico” – Melhor Trabalho XXII ENCITA. Autora: Ingrid Regina dos Santos Lacerda. Orientadora: Prof.ª Dra. Danieli Aparecida Pereira Reis (UNIFESP)
14h45 às 15h40: Palestra “O Cérebro Humano como Centro do Nosso Universo”, com Prof. Dr. Miguel Angelo Laporta Nicolelis (Duke – University)
15h40 às 15h45 Encerramento
15h45 às 17h30: Exposição dos pôsteres do XXII ENCITA
Sobre o palestrante
Miguel Angelo Laporta Nicolelis é um médico e cientista brasileiro, considerado um dos vinte maiores cientistas do mundo no começo da década passada pela revista “Scientific American” e o primeiro brasileiro a ter um artigo publicado na capa da revista Science.
Lidera um grupo de pesquisadores da área de Neurociência na Universidade Duke (Durham, Estados Unidos), no campo de fisiologia de órgãos e sistemas.
Seu objetivo é integrar o cérebro humano com máquinas (neuropróteses ou interfaces cérebro-máquina).
Suas pesquisas desenvolvem próteses neurais para a reabilitação de pacientes que sofrem de paralisia corporal. Nicolelis e sua equipe foram responsáveis pela descoberta de um sistema que possibilita a criação de braços robóticos controlados por meio de sinais cerebrais.
JORNAL EXTRA


Jhenny Andrade, ring girl do UFC, é a nova madrinha de voo da Força Aérea Brasileira


Depois de Sabrina Sato, Ana Hickman, Ivete Sangalo e Kelly Key, Jhenny Andrade é a nova madrinha da Esquadrilha de voo da Força Aérea Brasileira (FAB). Nesta quarta-feira, a modelo e ring girl do UFC foi nomeada em uma cerimônia na Academia da Força Aérea, na cidade de Pirassununga, interior de São Paulo (SP).
Durante o evento, que contou com a presença dos cadetes aviadores da base, Jhenny recebeu um cachecol, um dogtag (plaqueta metálica de identificação) com seu nome gravado, uma identificação militar de aviador e um buquê de rosas. Ela também assistiu a uma aula sobre como é a formação e o trabalho dos oficiais.
— Ter essa oportunidade de conhecer e ser recebida por eles é muita honra. Saber um pouco da Força Aérea Brasileira e ser escolhida como madrinha, então, é como se fosse um sonho. Conheci os aviões da esquadrilha da fumaça, a sala de aula deles, as técnicas... Foi tudo demais — disse Jhenny, octagon girl oficial do UFC desde 2013. — Acho que foi um dos últimos trabalhos que mais me satisfizeram. Fui bem recebida por todos os cadetes. Foi gratificante e fico extremamente agradecida e feliz pelo convite da Força Aérea Brasilera.
Depois de alguns dias de férias em Recife, Jhenny se prepara para a próxima edição do UFC no Brasil, que acontece no dia 19 de novembro, em São Paulo. O evento traz nomes como Rogério Minotouro, Ryan Bader, Thomas Almeida e Claudia Gadelha.




PORTAL BRASIL


Quintella: aprovação da PEC 241 ajudará programa de concessões

Para o ministro da pasta, Maurício Quintella Lessa, teto dos gastos públicos vai trazer confiança que o País precisa para atrair investidores

Portal Brasil

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, avaliou, nesta quarta-feira (26), que a aprovação da proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto para os gastos públicos vai trazer de volta a confiança que o País precisa para atrair investidores, especialmente no setor de infraestrutura. Aprovada em segundo turno pela Câmara dos Deputados na madrugada de hoje, a PEC 241 segue agora para análise do Senado.
Em entrevista exclusiva ao Portal Brasil, o ministro explicou que as concessões à iniciativa privada na área de transportes normalmente têm duração de longo prazo e podem ultrapassar 30 anos. Por isso, Quintella entende ser necessário um ambiente de segurança jurídica e de confiança. E o retorno desse ambiente de estabilidade econômica passa necessariamente pelo controle de gastos e da dívida pública.
“Essa PEC vai dar limite aos gastos públicos, vai permitir que o País se organize do ponto de vista macroeconômico, fiscal. E isso vai gerar a confiança que a gente precisa para que o programa de concessões dê certo, vá para frente e que tenha atratividade”, destacou o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil.
Concessão de aeroportos
Quintella confirmou que os editais para a concessão à iniciativa privada dos aeroportos de Florianópolis, Salvador, Fortaleza e Porto Alegre devem ser publicados entre novembro de 2016 e janeiro de 2017. Essas concessões fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), anunciado em setembro pelo governo federal.
E, ao contrário de aeroportos já concedidos, como é o caso do Galeão, no Rio de Janeiro, as novas concessões não terão a participação do capital da Infraero, estatal que administra aeroportos no Brasil. Hoje, nos aeroportos já concedidos, a estatal participa com 49% do capital. “Essas próximas concessões serão concessões puras, sem a participação da Infraero. Apenas a iniciativa privada participará desses leilões”, afirmou.
De acordo com o ministro, o governo tomou a decisão de vender a participação da Infraero nos aeroportos concedidos de Brasília, Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, Confins, em Minas Gerais, e do Galeão, no Rio de Janeiro. “O governo hoje não tem dinheiro, não tem recursos, devido ao momento de restrição fiscal para bancar essas outorgas, essa participação. Então, a decisão é sim fazer a dissolução desse capital, mas nós estamos definindo ainda o momento.”

Força Aérea Brasileira busca novo modelo para exploração espacial

Proposta do Comando da Aeronáutica é investir em satélites ópticos e de observação da Terra de órbita baixa com lançador apropriado

Por Portal Brasil

A necessidade de um novo conceito brasileiro para exploração da área espacial foi um dos assuntos na pauta do encontro do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (Mctic), Gilberto Kassab.
A reunião, realizada nesta terça feira (25), em Brasília, contou com a participação do Alto Comando da Aeronáutica, do secretário executivo e do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento da pasta, além de assessores do MCTIC.
"Começamos [o Programa Espacial Brasileiro] junto à Índia e China e estamos bem atrasados nesse assunto", afirmou o Comandante. Ele relata que, em recente visita à Índia, pôde constatar a diferença no nível de desenvolvimento entre os dois países nessa área. Entre os principais gargalos está a falta de investimento.
De acordo com o oficial-general, a nação indiana investe cerca de nove bilhões de dólares por ano apenas em desenvolvimento tecnológico. “Em valores absolutos, a Argentina investe dez vezes mais que o Brasil na área espacial”, complementou.
A proposta do Comando da Aeronáutica para o novo modelo brasileiro de exploração espacial é investir em satélites ópticos e de observação da Terra de órbita baixa com lançador apropriado e buscar acordos com países que detêm tecnologia nesse segmento.
O Tenente-Brigadeiro Rossato ressaltou, ainda, a necessidade de fomentar o assunto junto às demais instituições da área espacial. Uma das grandes vantagens desse estreitamento seria o uso compartilhado de imagens geradas por satélites por diversos órgãos ministeriais para o controle das fronteiras.
Um exemplo prático desse tipo de sinergia ocorreu durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, quando o satélite israelense EROS-B (Earth Remote Observation System-B) abasteceu órgãos de inteligência envolvidos nos eventos.
Desenvolvimento tecnológico
O Comandante Rossato também enfatizou a estreita relação entre o Comando da Aeronáutica e o Mctic sob o aspecto de desenvolvimento de tecnologias.
Como exemplo, o oficial-general expôs a transferência de tecnologia, o intercâmbio de profissionais, o potencial de exportação e a geração de empregos de alta tecnologia como alguns dos benefícios para o País a partir dos projetos Gripen NG – o novo avião de caça da FAB – e o cargueiro reabastecedor KC-390.
“São coisas fundamentais para o futuro do Brasil”, enfatizou o Tenente-Brigadeiro Rossato sobre o transbordamento das tecnologias para outros setores econômicos além da defesa. No próximo mês, por exemplo, será inaugurado em Gavião Peixoto (SP) o centro de desenvolvimento do Gripen NG.
Para o ministro Kassab, o Mctic e o Comando da Aeronáutica têm muita convergência. “A Aeronáutica tem o seu desenvolvimento essencialmente baseado na tecnologia. Nossa disposição, portanto, é dar todo apoio onde seja necessário para que ela possa atingir seus objetivos”, avaliou o ministro.
Segundo Kassab, os dois órgãos demonstraram disposição para trabalhar em uma agenda conjunta de prioridades e que, com isso, é mais fácil acertar. “Vamos definir em conjunto as prioridades que ainda não foram definidas”, concluiu.
PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Destroços de avião que caiu no Pantanal serão analisados na Capital


Renata Volpe Haddad

ImagemDepois de um mês da queda do avião em Miranda - distante 201 km de Campo Grande, que matou o piloto Marcos David Xavier de 34 anos, a última perícia no local do acidente foi realizada ontem (25). Destroços recolhidos serão encaminhados para Campo Grande, onde passarão por análise.
O local onde o avião caiu é de difícil acesso, sendo necessário auxilio de helicóptero para a perícia chegar a área, que estava alagada no dia do acidente. Ontem, parte do local já estava seco, mas a ida até lá só foi possível com uso de trator e de retroescavadeira.
Técnicos do Ceripa 04 (Centro Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes), delegacia especializada em combate ao crime organizado, contaram com ajuda de funcionários da fazenda Novo Horizonte e outras próximas.
Existe a hipótese de que o avião pode ter passado por manutenção em oficinas irregulares de Campo Grande.
Apesar do trabalho inédito entre Policia Civil e Ceripa 04, as investigações são independentes, e o centro, vai trabalhar para identificar os motivos da queda e atuar na prevenção de novos acidentes, a polícia civil por sua vez vai identificar possíveis culpados. 
Queda - O avião de prefixo PT-VKY, modelo Embraer EMD-810 Sêneca III saiu de Campo Grande com destino a Miranda, no dia 19 de setembro. Estavam na aeronave o piloto Marcos David Xavier de 34 anos e mais 05 passageiros que ficaram na fazenda BR PEC.
Ao voltar para Campo Grande depois de pouco mais de 20 minutos de voo, por motivos que ainda estão sendo investigados o avião se desmanchou no ar, perdendo primeiramente uma das asas e logo após a segunda. A aeronave caiu em uma aérea alagada, de difícil acesso e de barriga pra cima.
O piloto era considerado experiente e há mais de 10 anos prestava serviços particulares e para a empresa MS Táxi Aéreo.
OUTRAS MÍDIAS


DIÁRIO DE NOTÍCIAS (Portugal)


Força Aérea aponta para erro humano no acidente do C130 que fez três mortos

O acidente causou três vítimas mortais, um ferido grave e três feridos ligeiros
A Força Aérea conclui que houve erro humano no acidente do C130 no Montijo, em julho, que causou três vítimas mortais, um ferido grave e três feridos ligeiros.
As conclusões do processo de averiguações reveladas esta quarta-feira, em comunicado, dizem que "a tripulação perdeu o controlo da aeronave, a qual descreveu uma trajetória para a direita sem hipótese de correção, saindo da pista e imobilizando-se" e que o acidente "ocorreu devido à impossibilidade da tripulação em controlar eficazmente a aeronave".
Segundo a Força Aérea, a tripulação não sofreu "quaisquer lesões ou ferimentos" quando o avião saiu da pista, mas em consequência da "imobilização abrupta, deflagrou um incêndio", na zona do trem de aterragem e asa direita, que se propagou rapidamente ao resto da fuselagem. Nesta altura a tripulação executou os procedimentos previstos e regularmente treinados com vista à evacuação da aeronave, mas a saída pelo compartimento de carga "revelou-se impossível dada a existência de fumos e de temperaturas extremas, bem como à ocorrência de danos estruturais na fuselagem".
Assim, quatro dos tripulantes conseguiram abandonar o C130 através das janelas do cockpit, sendo que os restantes não conseguiram recorrer a outra saída de emergência.
A Força Aérea diz ainda que a infraestrutura aeronáutica encontrava-se pronta para operação, sem restrições, e não se verificavam fatores meteorológicos passíveis de causar, por si só, o acidente. Além disso, a "aeronave não apresentava quaisquer problemas ou anomalias" e a "missão foi devidamente planeada e coordenada".
O comunicado conclui, portanto, que o acidente ocorreu devido à impossibilidade da tripulação em controlar eficazmente a aeronave no decurso de uma manobra que visava treinar a interrupção da respetiva corrida de descolagem", designada de "aborto à descolagem".

AGÊNCIA FAPESP (SP)


Pós-Doutorado em Finanças Computacionais no ITA

Agência FAPESP
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) oferece uma oportunidade de Pós-Doutorado em Finanças Computacionais no âmbito do Programa de Pesquisas em eScience da FAPESP. O prazo de inscrição encerra em 31 de outubro.
O bolsista participará do projeto "Aplicação de técnicas de inteligência computacional e de análise de Big Data em um experimento com sistemas multiagentes na área de finanças", a ser desenvolvido em parceria com a Universidade de Essex, Reino Unido.
Essa pesquisa pretende empregar diferentes técnicas de inteligência computacional (aprendizagem por reforço, algoritmos genéticos e lógica fuzzy) e análise de Big Data em experimentos de sistemas multiagentes (simulação do modelo baseado em agentes de um leilão duplo) de finanças. Os objetivos são a investigação da capacidade das técnicas de inteligência computacional em modelar a aprendizagem e a evolução dos agentes nos mercados financeiros, o estudo do uso de índice de performance multicritérios com o objetivo de reproduzir o processo de aprendizado dos agentes e a análise das consequências do comportamento desses agentes para os mercados financeiros como um todo.
O candidato deve ter obtido o título de doutorado em Finanças Computacionais ou em área similar há menos de sete anos e ter experiência em finanças computacionais, inteligência artificial, análise de dados e sistemas multiagentes. Fluência avançada em inglês e capacidade de trabalhar em equipes interdisciplinares são requisitos obrigatórios para os candidatos e devem ser comprovados.
Os interessados devem enviar Currículo Lattes, carta de interesse e pelo menos uma carta de recomendação para o pesquisador principal do projeto, Cairo L. Nascimento, da Divisão de Engenharia Eletrônica do ITA, no endereço cairo@ita.br.
A oportunidade está publicada em www.fapesp.br/oportunidades/1303/.
O selecionado receberá bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 6.819,30 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica da bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.
Caso o bolsista resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio-Instalação, composto por uma mensalidade adicional e despesas de transporte, quando houver deslocamento por distância superior a 350 quilômetros. Esse benefício precisa ser aprovado pela FAPESP.
Mais informações sobre a bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em fapesp.br/bolsas/pd.
Outras vagas de bolsas de Pós-Doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades.

AVIAÇÃO BRASIL - ( SP)


Aeroporto de Teresina recebe novos equipamentos de auxílio à navegação aérea 

Os pilotos e companhias aéreas que utilizam o Aeroporto de Teresina/Senador Petrônio Portella agora dispõem de novos equipamentos de auxílio à navegação aérea. Tratam-se do Radiofarol Omnidirecional em VHF utilizando o princípio Doppler (DVOR) e Equipamento radiotelemétrico (DME), disponibilizados para uso desde o dia 13 último. Também foram publicadas as novas cartas de aproximação padrão por instrumentos (IAC) e de saída padrão por instrumentos (SID).
Com o novo sistema, o Aeroporto de Teresina passa a oferecer procedimentos de pouso e decolagem com mais confiabilidade e precisão, em especial na separação entre as aeronaves quando elas estiverem em voo nas fases de aproximação e saída do aeroporto, o que gera uma maior fluidez na movimentação das aeronaves que chegam e parte do aeroporto.
"O sistema anterior, que era o VOR/DME, com mais de 30 anos de uso, foi desativado pelo desgaste e por causa das restrições operacionais resultantes das interferências causadas pelos obstáculos no entorno do aeroporto. Agora, com o DVOR, o terminal conta com um sistema mais estável e preciso", afirma o superintendente de Teresina, Marco Aurélio Zenni.
A estabilidade do DVOR é maior porque ele pode contar com até 51 antenas dispostas em um círculo e que utilizam o princípio Doppler para emissão dos sinais. Dessa forma, as ondas de rádio são emitidos por uma antena fixa (em AM) e por pares de antenas opostas uma a outra, sendo que cada emissão é feita por um par diferente (em FM). Assim, a localização da pista de pouso é informada por sinais de rádio emitidos de forma variável, o que aumenta a precisão e reduz a possibilidade de interferência para os pilotos. "Numa comparação simples, é como se acionássemos duas buzinas ao mesmo tempo: uma fixa num ponto e outra num carro em movimento circular em torno da fixa. Quem escuta essa combinação consegue ter uma noção da localização das buzinas", explica Zenni.
Além de ajudar a aumentar a fluidez do tráfego aéreo a partir de uma separação menor entre os voos, o DVOR também é uma alternativa para as aeronaves que não usam as rotas de navegação de área (RNAV), feitas a partir de satélites e sistemas digitais de bordo que permitem deslocamentos mais diretos, sem precisar passar por pontos de auxílio à navegação.
O investimento no novo DVOR/DME foi feito pela Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), acertado junto à Infraero por meio de um termo de permissão de uso. Ao todo, R$ 1,07 milhão foi aplicado na melhoria.

PORTAL NACIONAL DE SEGUROS (SP)


Novo procedimento garante mais agilidade em Joinville

As aeronaves que pousam na cabeceira número 15 do Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola (SC) já estão utilizando, desde o dia 13/10, um novo procedimento de pouso, conhecido como RNAV. Até essa data, a cabeceira 15 tinha apenas um procedimento, chamado RNP-AR, para operações de pouso diurno e noturno, em condições meteorológicas adversas. Como as companhias aéreas ainda não têm a homologação para o pouso utilizando o procedimento RNP, todas as aeronaves operando à noite, em condições adversas, utilizavam a cabeceira 33.
O gerente de Navegação Aérea da Infraero no Aeroporto de Joinville, Marcelo Borges Silva Souza, explica que o novo procedimento vai facilitar o sequenciamento das aeronaves e diminuir o número de arremetidas e de voos alternados por vento de cauda.
Para o superintendente da Infraero no aeroporto, Rones Rubens Heidemann, é de suma importância para o terminal catarinense, assim “como a instalação e homologação do ILS, que ocorreu em 2014”. Ele estima em cerca de dois terços de redução do número de voos que atualmente alternam para outros aeroportos, a partir de Joinville, em virtude dos fortes ventos.
Entenda o procedimento
Ao iniciar o procedimento de pouso, o piloto escolhe a cabeceira – nome que se dá a uma das “pontas” da pista – em que a aeronave vai pousar. Esse processo depende da direção do vento no momento da operação. Se as condições meteorológicas não forem favoráveis para o pouso em uma determinada cabeceira, costuma-se haver as ocorrências de arremetidas, nome dado ao processo no qual o piloto “desiste” do pouso por não encontrar as condições ideais para tal.
Adicionalmente, uma outra condição para definição da cabeceira a ser utilizada para o pouso é a existência de um procedimento para aquela cabeceira, previamente publicado em carta aeronáutica. O termo “procedimento” é o nome que se dá a uma espécie de “mapa” que a aeronave segue durante toda a rota – desde a decolagem até o pouso.
Originalmente definido na década de 1960, nos Estados Unidos, o termo RNAV significava Random Navigation, termo esse que foi redefinido para Area Navigation, baseado no Sistema de Navegação por Satélite (GNSS), com o desenvolvimento de rotas e procedimentos compatíveis com a utilização de novas tecnologias a bordo das aeronaves. Com as novas tecnologias das aeronaves, o Cindacta 2 elaborou um procedimento para a pista 15 do Aeroporto de Joinville, o qual foi testado e aprovado pelo Decea.

MERCADOS & eventos (RJ)


Crise e falta de passageiros leva RIO/galeão a fechar Terminal 1

Luiz Marcos Fernandes
Ao contrário da tendência mundial, de ampliação dos terminais de passageiros dos principais aeroportos do mundo, o aeroporto internacional Tom Jobim está reduzindo seu espaço operacional e, a partir do próximo mês desativará o Terminal 1. A decisão da RIOgaleão, que não consegue mais administrar suas dívidas com o Governo, e busca parceiros para o consórcio, levará o aeroporto a ter seu espaço reduzido em 90 mil metros quadrados.
No terminal 1 continuarão a funcionar apenas as pontes de embarques e desembarques para aeronaves, centro de operações,emissão de Passaportes. Os passageiros serão os mais prejudicados pois terão que passar obrigatoriamente pelo check-in das 24 companhias que operam no Galeão, no Terminal 2, além de ter que contar com apenas um único terminal de serviços.
Apesar das promessas feitas pela RIOgaleão de que a mudança não irá afetar as operações e os passageiros, existe uma preocupação com contratempos resultado de atrasos de voos, cancelamentos e o fato de se concentrar apenas em apenas um único terminal um volume próximo de 17 milhões de passageiros por ano que utilizam o principal aeroporto do Rio de Janeiro.
A mudança preocupa porque acontece às vésperas das festas de final de ano e da temporada de verão, já antecipando dias de caos para quem tiver voos programados nos dias de maior movimento. A Anac garante que existe a obrigatoriedade da RIOgaleão de garantir aos passageiros um sistema operacional eficiente e que se houver situações de desconforto e caos adotará as medidas cabíveis na legislação. Boa parte das lojas do Terminal 1 já fechou suas portas.

FOLHA DO VALE (BA)


Avião com deputado Zé Rocha faz pouso forçado em Coribe

Redação www folhadovale.net
Um avião que estava com o deputado Federal José Rocha (PR), o prefeito eleito de Côcos Marcelo de Souza Emerciano, Dr.Marcelo (PR), esposa Nurya Viana, filha Lara e o piloto do deputado, fez um pouso forçado na cidade de Coribe, no oeste da Bahia, no início da tarde desta quarta-feira (26).
A aeronave saiu da pista na hora do pouso, tendo o bico e as hélices quebradas. “Foi tudo muito rápido, achei que fosse explodir. Parecia filme, eu nunca tinha visto nada daquilo”, disse um internauta.
De acordo com a assessoria do deputado,ele participaria de compromissos políticos em Coribe, onde o filho Manoel Rocha é prefeito.




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