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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 08/09/2016 / EUA investigam vendas de aviões da Embraer para Arábia Saudita e Índia



EUA investigam vendas de aviões da Embraer para Arábia Saudita e Índia ...


As investigações abertas pelo governo dos Estados Unidos para apurar suspeitas de que a Embraer pagou propina para obter contratos no exterior atingiram negócios fechados pela empresa brasileira na Arábia Saudita e na Índia.

A empresa é investigada pelo Departamento de Justiça dos EUA desde 2010, quando um contrato com a República Dominicana despertou suspeitas dos americanos. Desde então, a investigação foi ampliada para examinar negócios em mais oito países.

A Embraer colabora com as investigações e anunciou em julho que espera fechar em breve um acordo com as autoridades dos EUA. A empresa separou US$ 200 milhões (R$ 642 milhões) para pagar multas decorrentes do processo.

A companhia não tem divulgado detalhes sobre o andamento das investigações, mas três pessoas que acompanham o caso confirmaram à Folha que os negócios feitos na Arábia Saudita e na Índia estão sendo examinados.

Nos dois casos, as suspeitas foram reforçadas em maio deste ano por um funcionário com mais de 30 anos de casa que virou delator e tem colaborado com investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal no Brasil.

Gerente da área de defesa da Embraer, Albert Phillip Close afirmou ao procurador Marcello Miller ter ouvido na empresa que um ex-diretor de vendas que atuava na Europa admitiu a investigadores americanos o pagamento de comissões para facilitar a venda de aviões aos sauditas.

Em novembro de 2010, a companhia anunciou a entrega de dois jatos executivos Embraer 170 para a estatal do setor de petróleo Saudi Aramco. O valor do negócio não foi divulgado na ocasião.

No caso da Índia, o delator disse que a Embraer contratou um representante para ajudar na venda de um sistema de vigilância ao governo. Como a Índia proíbe a contratação de representantes em negócios desse tipo, segundo o delator, foi contratado um escritório na Inglaterra.

"O contrato com esse representante teria sido guardado em um cofre, ficando uma chave em poder da Embraer e outra em poder do representante", disse Close. O contrato depois teria sido levado para a Inglaterra por uma executiva da empresa.

Em 2008, a Embraer vendeu três aeronaves militares EMB 145 AEW & C (Alerta Aéreo Antecipado e Controle, na sigla em inglês) para o governo da Índia. Os valores não foram informados na época.

CORONEL PRESO
Na República Dominicana, os americanos constataram que a empresa brasileira pagou suborno a funcionários públicos entre 2008 e 2010 para vender oito aeronaves Super Tucanos para o país.

A Embraer faturou US$ 92 milhões com a venda dos aviões militares e pagou US$ 3,5 milhões em propina para o coronel reformado da Força Aérea dominicana Carlos Piccini Nunez, de acordo com os investigadores dos EUA.

O coronel foi preso no dia 10 de agosto na República Dominicana. Também foram detidos o ex-ministro da Defesa Rafael Peña Antonio e os empresários Daniel Aquino Hernández e seu filho Daniel Aquino Méndez, acusados de usar empresas em paraísos fiscais para movimentar parte do dinheiro da propina.

Segundo as investigações, parlamentares dominicanos também receberam pagamentos para aprovar o contrato de compra dos aviões e recursos no orçamento do governo.

 OUTRO LADO
A Embraer afirmou que colabora com as investigações sobre seus negócios no exterior, mas não quis discutir detalhes. argumentando que o inquérito em curso nos Estados Unidos ainda não foi concluído e que não é parte do processo aberto pelo Ministério Público Federal no Rio.

"Desde 2011, a Embraer tem informado publicamente que vem conduzindo uma ampla investigação interna e cooperando com as autoridades competentes", afirmou a assessoria de imprensa da empresa. "A companhia expandiu voluntariamente o escopo da investigação, reportando sistematicamente a evolução do caso ao mercado."

Em julho, quando divulgou os resultados financeiros obtidos no segundo trimestre deste ano, a Embraer informou que está perto de fechar um acordo com as autoridades americanas e separou US$ 200 milhões (R$ 642 milhões) para o pagamento de multas ao governo dos EUA.

Por ter negócios nos EUA, a Embraer está sujeita à legislação americana que pune empresas que corrompem funcionários públicos estrangeiros para obter contratos.

"A Embraer vem aprimorando e expandindo seu programa global de compliance [controle interno] ao longo dos anos", diz a nota da empresa. "O programa promove a melhoria contínua de processos, sistemas e o treinamento de funcionários, com o objetivo de manter o mais alto nível de integridade."

O advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende o funcionário da Embraer Albert Phillip Close, não quis se manifestar sobre sua colaboração com os procuradores.

Embraer na mira
9 contratos investigados nos EUA, incluindo negócios com Arábia Saudita, Índia e República Dominicana
>> US$ 200 milhões separados para pagar multas decorrentes do processo

Negócios da Embraer
Acordos com indianos e sauditas são alvos de suspeita

O CLIENTE - A Força Aérea Indiana foi criada em 1932 e é uma das maiores do mundo, com 1.724 aeronaves, de acordo com o site especializado no setor FlightGlobal
>> O ACORDO - A Embraer e o governo indiano fecharam em 2008 a venda de três aeronaves. O negócio, que não teve o valor revelado, inclui treinamento e assistência técnica

O CLIENTE - A Saudi Aramco é a companhia petroleira estatal da Arábia Saudita. Ela é avaliada em US$ 2 trilhões, mais do que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil
O ACORDO - A empresa brasileira anunciou em 2010, sem revelar valores a venda de dois jatos executivos Embraer 170 para o grupo do Oriente Médio

RAIO-X - Embraer/2015
FATURAMENTO - US$ 5,9 bilhões (90% vêm das exportações)
LUCRO - US$ 69 milhões
TOTAL DE FUNCIONÁRIOS - Aproximadamente 19 mil
TOTAL DE DÍVIDAS -US$ 3,5 bilhões
CONCORRENTES - Na aviação comercial: Bombardier, Comac, Mitsubishi e Sukhoi; na aviação executiva: Cessna, Bombardier, Honda Jets, Hawker Beechcraft, Dassault, Gulfstream; no segmento de defesa e segurança: variam de acordo com a linha de produtos.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL SPUTNIK BRASIL


Crise política brasileira não deve afetar negociação sobre sistema de defesa russo Pantsir


O vice-diretor da exportadora de armas russa Rosoboronexport, Serguei Goreslavski, afirmou que a crise política do Brasil não teve repercussão nas negociações sobre o sistema de defesa antiaérea Pantsir-S1."A complicada situação política no Brasil não afetou nossas negociações", disse Goreslavski. 
Segundo ele, em abril, a empresa russa enviou uma resposta preliminar às Forças Aéreas brasileiras sobre a solicitação de proposta para a compra dos Pantsir-S1. "Agora estamos esperando um convite para uma negociação cara a cara", disse. 
A assinatura do contrato para a compra de Pantsir-S1 foi já adiada por alguns anos. Inicialmente, o Brasil propôs adquirir essas armas para reforçar a segurança durante a celebração da Copa do Mundo de 2014. O sistema de artilharia antiaérea móvel, armado com sofisticados mísseis superfície-ar Pantsir-S1, representa a continuação do desenvolvimento do complexo Tunguska-M1.
As suas capacidades de combate podem lidar com todos os tipos de veículos aéreos tripulados e não tripulados modernos, incluindo armas aéreas de precisão localizadas a bordo. É produzido pela Rostec e exportado pela Rosoboronexport, braço de exportação de produtos militares do conglomerado russo. 


PORTAL G-1




Tenente do Exército condenado por estupro na PB perde direitos militares

Militar foi julgado por estupro de moradora de rua, em Campina Grande. Decisão foi anunciada pelo Supremo Tribunal Militar nesta segunda (5).

Um tenente do Exército Brasileiro lotado em Campina Grande, no Agreste paraibano, deve perder a patente militar após ter sido condenado na Justiça Comum a dez anos de reclusão, por estupro de uma adolescente moradora de rua. O anúncio foi feito pelo Superior Tribunal Militar (STM), na segunda-feira (5), que declarou indigno o oficial.
O acusado, já aposentado, respondeu a uma ação de representação para declaração de indignidade para o oficialato e perdeu, inclusive, o direito de receber seus salários. Segundo os autos do processo, em 2010 o militar passou a assediar a adolescente. Ele teria levado a vítima para passear e depois para a residência dele, onde a obrigou a manter relações sexuais.
Para conseguir abusar sexualmente da mulher, o oficial do Exército, sabendo da condição social da família da vítima carente, teria oferecido presentes e dinheiro para a mãe dela, em troca das saídas com a jovem, conforme a sentença condenatória.
Pela prática do crime de estupro de vulnerável, o militar foi condenado, por decisão já transitada em julgado no juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Campina Grande, em regime inicialmente fechado.
Segundo o STM, depois de preso o militar ficou à disposição da Justiça Comum no 31º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Campina Grande. Entretanto, o comandante do batalhão da cidade paraibana, Tarcísio Damasceno, informou que atualmente o acusado está em prisão domiciliar, depois de uma decisão do Juiz da Vara de Execuções Penais de Campina Grande, Gustavo Lira.

Drones irão auxiliar no monitoramento aéreo em Juiz de Fora e região

Equipamentos fazem parte de projeto da Polícia Civil que custou R$ 50 mil. Eles vão cobrir 86 cidades entre Juiz de Fora, Muriaé, Leopoldina e Ubá.

A Polícia Civil de Juiz de Fora apresentou, nesta terça-feira (6), dois drones que vão ser usados no monitoramento aéreo da cidade e região.Segundo o chefe do 4° Departamento da Polícia Civil, Eurico da Cunha Neto, os drones vão auxiliar na cobertura de áreas de difícil acesso e em perícias de acidentes ambientais. Eles vão cobrir 86 cidades entre Juiz de Fora, Muriaé, Leopoldina e Ubá.
Ainda de acordo com ele, o projeto custou R$ 50 mil.
"A verba foi disponibilizada pelos juízes da Vara de Execuções, através de verbas pecuniárias, que seriam recursos arrecadados por meio da aplicação de penas alternativas", pontuou.
Ele ainda enfatiza a qualidade do equipamento. "Os drones são modernos, contam com GPS, câmera potente, faz filmagens, fotografias e, além disso, atingem uma média de 500 metros de altura e até cinco quilômetros de distância".
O objetivo do projeto é levar mais eficiência ao trabalho da Polícia Judiciária, aliando tecnologia ao cotidiano investigativo, através do monitoramento em tempo real de áreas de difícil acesso físico.
Durante as ações, os equipamentos serão monitorados por um operador treinado que terá a visão das imagens capitadas pelo aparelho a uma distância segura, sendo possível produzir imagens com alta resolução de localidades remotas, proporcionando, com isso, suporte tático na elaboração de estratégias de ação policial.

Moradores usam drone para monitorar pessoas suspeitas em MS

Com câmera acoplada, equipamento sobrevoa bairro de Campo Grande. Segundo moradores, número de furtos e roubos caiu 80% após utilização.

Para evitar furtos e roubos, moradores do Jardim das Nações, em Campo Grande, resolveram recorrer à ajuda de um drone. O equipamento, que possui câmera acoplada, sobrevoa o bairro fazendo imagens em tempo real a uma distância de até dois quilômetros. Tudo o que é captado vai direto para um monitor que fica nas mãos do controlador do aparelho.
Quando alguém é encontrado rondando casas e em atitude suspeita perto de carros estacionados do lado de fora das residências, os moradores entram em ação. São 15 pessoas envolvidas no grupo de segurança.
"Quando a gente vai até o local, prende, amarra esse suspeito e aguarda a polícia chegar. Nós vamos em grande quantidade, e uma pessoa da área de segurança nos acompanha. Uma pessoa vai armada para não irmos de mãos vazias. No nosso bairro tem vários policiais. A gente conta com ajuda deles também", afirmou o morador Wanderlei Shineider.
Foi o que aconteceu recentemente. Um homem em atitude suspeita foi encontrado e amarrado até a chegada da Polícia Militar (PM). De acordo com os moradores, ele tinha 11 passagens pela polícia. Outro dia, um carro também foi flagrado pelo drone rondando algumas casas. Quando o grupo de segurança chegou ao local, encontrou três suspeitos no veículo. De acordo com os moradores, eles haviam participado de roubos na região.
Mas a Polícia Militar alerta que esse tipo de abordagem pode ser perigoso. "O recomendável é que não seja realizada prisão pelos riscos naturais que podem ocorrer de reação. A recomendação é identificar os suspeitos e ligar 190 para que a Polícia Militar faça a abordagem e a prisão", orientou o capitão da PM Mauricio Pavão.
Há cinco meses que o drone começou a ser usado para ajudar no monitoramento do bairro. Segundo os moradores, a presença do aparelho reduziu significativamente o número de furtos e roubos no local.
"Nós fizemos uma planilha semanal da quantidade de roubo que estava havendo antes da chegada do drone. Em média, dois roubos por semana. Agora a média está sendo de dois roubos por mês, uma queda de 80%", analisou o morador Andre Velasques.

Marinha procura homem que caiu no rio Paraguai, em MS

Identidade da vítima não foi divulgada. Não há previsão para buscas serem encerradas.

Um homem está desaparecido desde a noite de terça-feira (6) após ele cair do barco de esporte em que estava no rio Paraguai, na região da baía de Saracura, acerca de 65 km de Corumbá, no oeste de Mato Grosso do Sul.
De acordo com a assessoria de imprensa da Marinha do Brasil, uma operação de salvamento foi montada na região para procurar a vítima, que ainda não teve a identidade revelada pela equipe de salvamento.
Segundo a assessoria da Marinha, estão sendo usados nas buscas um barco e um helicóptero da Capitania Fluvial do Pantal e um navio da flotilha de Mato Grosso.
Ainda não há informações sobre o paradeiro do homem. A operação não tem data para terminar.

JORNAL TRIBUNA DO NORTE (RN)


Força Aérea Brasileira organizou desfile deste ano em Natal


A Força Aérea Brasileira (FAB) foi a corporação responsável pela organização do desfile cívico deste 7 de setembro de 2016, em parceria com o Governo do Estado. O porta-voz da FAB, tenente-coronel Alexandre de Carvalho, destacou que é uma honra para a  Corporação participar do evento. "Me sinto prestigiado e honrado em nome de todos os militares", destacou.
Para ele, o ato cívico serve para motivar e orgulhar o povo brasileiro, mesmo diante de tantas dificuldades econômicas e financeiras pelas quais passa ultimamente. "Serve para que tenhamos orgulho da pátria. É um momento que lembramos das nossas raízes e nos inspiramos para defender o Brasil e lutar para melhorar através do trabalho e educação" destacou.
Deverão passar em frente aos palanques oficiais montados na Praça Cívica, na avenida Prudente de Morais, cerca de três mil civis e militares, incluindo estudantes de 16 escolas públicas e particulares de Natal e Região Metropolitana.
Por questões orçamentárias, não haverá show da Esquadrilha da Fumaça este ano encerrando o desfile em Natal. De acordo com a FAB, a apresentação deverá ocorrer somente em Brasília.
Público
Faltando pouco mais de trinta minutos para o início do desfile, o público começa a ocupar as laterais da avenida Prudente de Morais, como de costume. Ainda não há estimativa oficial de público. O céu está com poucas nuvens e o desfile deverá ocorrer debaixo de sol forte. Muitas pessoas se protegem do sol debaixo de sobrinhas.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


EUA investigam vendas de aviões da Embraer para Arábia Saudita e Índia


As investigações abertas pelo governo dos Estados Unidos para apurar suspeitas de que a Embraer pagou propina para obter contratos no exterior atingiram negócios fechados pela empresa brasileira na Arábia Saudita e na Índia.
A empresa é investigada pelo Departamento de Justiça dos EUA desde 2010, quando um contrato com a República Dominicana despertou suspeitas dos americanos. Desde então, a investigação foi ampliada para examinar negócios em mais oito países.
A Embraer colabora com as investigações e anunciou em julho que espera fechar em breve um acordo com as autoridades dos EUA. A empresa separou US$ 200 milhões (R$ 642 milhões) para pagar multas decorrentes do processo.
A companhia não tem divulgado detalhes sobre o andamento das investigações, mas três pessoas que acompanham o caso confirmaram à Folha que os negócios feitos na Arábia Saudita e na Índia estão sendo examinados.
Nos dois casos, as suspeitas foram reforçadas em maio deste ano por um funcionário com mais de 30 anos de casa que virou delator e tem colaborado com investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal no Brasil.
Gerente da área de defesa da Embraer, Albert Phillip Close afirmou ao procurador Marcello Miller ter ouvido na empresa que um ex-diretor de vendas que atuava na Europa admitiu a investigadores americanos o pagamento de comissões para facilitar a venda de aviões aos sauditas.
Em novembro de 2010, a companhia anunciou a entrega de dois jatos executivos Embraer 170 para a estatal do setor de petróleo Saudi Aramco. O valor do negócio não foi divulgado na ocasião.
No caso da Índia, o delator disse que a Embraer contratou um representante para ajudar na venda de um sistema de vigilância ao governo. Como a Índia proíbe a contratação de representantes em negócios desse tipo, segundo o delator, foi contratado um escritório na Inglaterra.
"O contrato com esse representante teria sido guardado em um cofre, ficando uma chave em poder da Embraer e outra em poder do representante", disse Close. O contrato depois teria sido levado para a Inglaterra por uma executiva da empresa.
Em 2008, a Embraer vendeu três aeronaves militares EMB 145 AEW & C (Alerta Aéreo Antecipado e Controle, na sigla em inglês) para o governo da Índia. Os valores não foram informados na época.
CORONEL PRESO
Na República Dominicana, os americanos constataram que a empresa brasileira pagou suborno a funcionários públicos entre 2008 e 2010 para vender oito aeronaves Super Tucanos para o país.
A Embraer faturou US$ 92 milhões com a venda dos aviões militares e pagou US$ 3,5 milhões em propina para o coronel reformado da Força Aérea dominicana Carlos Piccini Nunez, de acordo com os investigadores dos EUA.
O coronel foi preso no dia 10 de agosto na República Dominicana. Também foram detidos o ex-ministro da Defesa Rafael Peña Antonio e os empresários Daniel Aquino Hernández e seu filho Daniel Aquino Méndez, acusados de usar empresas em paraísos fiscais para movimentar parte do dinheiro da propina. Segundo as investigações, parlamentares dominicanos também receberam pagamentos para aprovar o contrato de compra dos aviões e recursos no orçamento do governo.
 OUTRO LADO
A Embraer afirmou que colabora com as investigações sobre seus negócios no exterior, mas não quis discutir detalhes. argumentando que o inquérito em curso nos Estados Unidos ainda não foi concluído e que não é parte do processo aberto pelo Ministério Público Federal no Rio.
"Desde 2011, a Embraer tem informado publicamente que vem conduzindo uma ampla investigação interna e cooperando com as autoridades competentes", afirmou a assessoria de imprensa da empresa. "A companhia expandiu voluntariamente o escopo da investigação, reportando sistematicamente a evolução do caso ao mercado."
Em julho, quando divulgou os resultados financeiros obtidos no segundo trimestre deste ano, a Embraer informou que está perto de fechar um acordo com as autoridades americanas e separou US$ 200 milhões (R$ 642 milhões) para o pagamento de multas ao governo dos EUA.
Por ter negócios nos EUA, a Embraer está sujeita à legislação americana que pune empresas que corrompem funcionários públicos estrangeiros para obter contratos.
"A Embraer vem aprimorando e expandindo seu programa global de compliance [controle interno] ao longo dos anos", diz a nota da empresa. "O programa promove a melhoria contínua de processos, sistemas e o treinamento de funcionários, com o objetivo de manter o mais alto nível de integridade."
O advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende o funcionário da Embraer Albert Phillip Close, não quis se manifestar sobre sua colaboração com os procuradores.
Embraer na mira
9 contratos investigados nos EUA, incluindo negócios com Arábia Saudita, Índia e República Dominicana
>> US$ 200 milhões separados para pagar multas decorrentes do processo

Negócios da Embraer
Acordos com indianos e sauditas são alvos de suspeita

O CLIENTE - A Força Aérea Indiana foi criada em 1932 e é uma das maiores do mundo, com 1.724 aeronaves, de acordo com o site especializado no setor FlightGlobal
>> O ACORDO - A Embraer e o governo indiano fecharam em 2008 a venda de três aeronaves. O negócio, que não teve o valor revelado, inclui treinamento e assistência técnica

O CLIENTE - A Saudi Aramco é a companhia petroleira estatal da Arábia Saudita. Ela é avaliada em US$ 2 trilhões, mais do que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil
O ACORDO - A empresa brasileira anunciou em 2010, sem revelar valores a venda de dois jatos executivos Embraer 170 para o grupo do Oriente Médio

RAIO-X - Embraer/2015
FATURAMENTO - US$ 5,9 bilhões (90% vêm das exportações)
LUCRO - US$ 69 milhões
TOTAL DE FUNCIONÁRIOS - Aproximadamente 19 mil
TOTAL DE DÍVIDAS -US$ 3,5 bilhões
CONCORRENTES - Na aviação comercial: Bombar-dier, Comac, Mitsubishi e Sukhoi; na aviação executiva: Cessna, Bombardier, Honda Jets, HawkerBeechcraft, Dassault, Gulfstream; no segmento de defesa e segurança: variam de acordo com a linha de produtos.

PORTAL R7


Mais de 23 mil militares garantem a segurança das Paralimpíadas

Efetivo reforça a segurança a partir desta quarta; Jogos terminam no dia 18

Mais de 23 mil militares do Exército (14.767), da Aeronáutica (530) e da Marinha (8.038) serão responsáveis pela segurança dos Jogos Paralímpicos, que começam hoje (7) e vão até o dia 18 no Rio de Janeiro. O número é o mesmo do efetivo empregado durante a Olimpíada. As áreas de competição em Deodoro, no Maracanã e na Barra estão a cargo do Exército, enquanto Copacabana e parte do centro cabem à Marinha. A Aeronáutica integra o esquema de segurança dos locais de embarque e desembarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão e áreas próximas.
As operações estão sob a responsabilidade da Coordenação Geral de Defesa de Área (CGDA), no Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste (CML), em conjunto com as forças de segurança.
“É uma integração entre a Secretaria de Segurança Pública, a Secretaria Especial de Grandes Eventos, a prefeitura, o Comitê Organizador dos Jogos, e nós estamos dando uma contribuição significativa e entrando com um efetivo expressivo para proporcionar a realização da abertura e de qualquer evento em ambiente totalmente tranquilo e pacificado”, disse à Agência Brasil o chefe da Comunicação Social do Comando Militar do Leste, coronel Mário Felizardo Medina.
O fato de a programação dos Jogos Paralímpicos prever menos eventos não alterou o planejamento de segurança feito para a Olímpiada. Segundo o coronel Medina, não houve mudança na atuação dos militares como força de contingência no caso de algum fato que possa ameaçar a realização dos jogos e proteger estruturas estratégicas. O trabalho integrado com os órgãos de segurança pública é feito ainda com patrulhas motorizadas e a pé em vias expressas (Linha Amarela e Transolímpica), na Linha Vermelha, no trecho entre o Galeão até a saída da Linha Amarela, e na Avenida Brasil, entre a saída da Transolímpica até a saída do viaduto de Guadalupe.
Centro do Rio
Nas áreas da Igreja da Candelária, da Praça Mauá e da Praça XV, onde na Olimpíada houve grande concentração de público no Boulevard, na Orla Conde, estão de serviço os militares da Marinha, que acompanharam ainda o deslocamento de atletas olímpicos durante as provas da maratona nesses locais.
Cerimônia de abertura
Para a cerimônia de abertura no Maracanã, nesta quarta-feira (7), também não haverá alteração do efetivo do que foi empregado na Olimpíada. O esquema inclui o entorno do Palácio Itamaraty, local da cerimônia de recepção dos chefes de Estado e de governo pelo presidente Michel Temer e o deslocamento das autoridades para o estádio.
Estações ferroviárias
Os militares participam ainda do esquema de patrulhamento de sete estações ferroviárias - as que ficam próximas ao Estádio de Deodoro, na zona norte, além das estações da Vila Militar, de Deodoro e de Magalhães Bastos, que têm permanentemente a presença de integrantes do Exército, e Ricardo de Albuquerque, nos dias de competição no local. No entorno do Maracanã, as equipes estarão nas estações Maracanã e São Cristóvão e próximo ao Engenhão, local de provas de atletismo, na estação de Engenho de Dentro.
Estruturas estratégicas
Outro esquema que foi mantido é o de proteção às estruturas estratégicas, como a Usina de Água do Guandu, a Refinaria Duque de Caxias da Petrobras, estações de energia e a Estação das Barcas, em Niterói e no Rio. Nesses locais vão atuar cerca de 800 militares. “Todas as instalações que fornecem serviços de energia, de telecomunicações, de água, de combustíveis, coisas que possam causar impacto nos jogos”, informou o militar, acrescentando que esses locais já contam com segurança própria e o efetivo dos militares só atua caso seja necessário, após a ação dos integrantes da segurança pública.
O coronel Medina lembrou que o Corcovado, o Pão de Açúcar e a área da Pira Olímpica, no centro, foram incorporados ao planejamento de segurança e terão militares, assim como ocorreu na Olimpíada. “O Exército ficou com o Corcovado e a Marinha do Brasil com a Pira e o Pão de Açúcar. Estamos trabalhando junto com a segurança pública e privada que está ali e provendo a segurança de turistas que frequentam aqueles pontos. A ideia é reforçar não só com a presença, mas principalmente dando uma visibilidade muito clara para os estrangeiros e os visitantes que passam por esses locais, oferecendo segurança e contribuindo com os demais órgãos”.
Incentivo
Após a Olimpíada, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, destacou que não foi registrado qualquer caso de incidente com integrantes das Forças Armadas naquele período. Para o coronel Medina, o resultado, em parte, se deu devido ao treinamento que começou dois anos antes da abertura das competições, incluindo os eventos-teste e o combate ao terrorismo, com a interação de agências internacionais. De acordo com ele, o trabalho serve como motivação para a segunda fase da missão, que vai até o fim dos Jogos Paralímpicos.



PORTAL BRASIL


Operação integrada garante segurança nas Paralimpíadas

Considerada pelo governo o maior legado dos Jogos Olímpicos, ação conjunta entre as diferentes forças de segurança também será empregada nas Paralimpíadas

Para garantir a segurança dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, que serão abertos nesta quarta (7) e vão até 18 de setembro, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, do Ministério da Justiça e Cidadania (Sesge/MJC), montou operação semelhante a que foi realizada com sucesso durante os Jogos Olímpicos.
Coordenada a partir do Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), conjuntamente com os Setoriais das regiões Maracanã, Barra, Copacabana e Deodoro, e com o CICC Nacional, em Brasília, a operação integrada vai garantir a tranquilidade de atletas, delegações, chefes de Estado e espectadores durante os dias de disputa paralímpica.
Profissionais das forças de segurança pública e defesa civil, entre instituições federais, estaduais e municipais de segurança pública, participarão da ação. Esses órgãos vão realizar o monitoramento de imagens oriundas da estrutura do governo Estadual, da Prefeitura, das concessionárias (barcas, trem, metrô), rodovias, viaturas policiais, entre outros.
A integração existente entre as diferentes forças de segurança, considerada pelo governo o maior legado dos Jogos Olímpicos, permanece atuando no período do Jogos Paralímpicos, contando também com o apoio do Centro Integrado Antiterrorismo (CIANT) e do Centro de Cooperação Policial Internacional (CCPI).
Vila Paralímpica
Delegações de 162 países ocupam desde a última quarta-feira (31) as instalações da Vila dos Atletas, na Barra da Tijuca. Até o final dos Jogos, cerca de 4,3 mil atletas paralímpicos ficarão hospedados no local.
Muitos dos 3 mil oficiais de delegações e árbitros também ficarão na Vila no período dos Jogos. Com a chegada dos competidores e das equipes de apoio, a operação de segurança retornou ao status operacional pleno, que permanecerá até a desocupação dos apartamentos.
Somente para a segurança da Vila dos Atletas são empregados simultaneamente, a cada turno de trabalho, 110 policiais da Força Nacional, totalizando mais de 300 homens por dia no período operacional.
A área de 200 mil metros quadrados é monitorada a partir do Centro Integrado de Segurança da Instalação (CISI) da Vila Paralímpica por 183 câmeras que captam imagens dos controles de acesso de pessoas, veículos, áreas comuns, das garagens e recepções dos prédios.

Brasil terá atletas em 23 modalidades da Paralimpíada

Mais de 4 bilhões de expectadores devem acompanhar os Jogos. Abertura do evento é nesta quarta-feira (7), a partir das 17h30

Os números dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, que vão desta quarta-feira (7) até 18 de setembro, impressionam. Até o último domingo (4), 1,5 milhão de bilhetes já haviam sido vendidos. Somente em um dia, em 24 de agosto, foram 145 mil ingressos adquiridos, um recorde na história das Paralimpíadas. Ainda há ingressos para os que deixaram para a última hora e não querem ficar de fora do evento no site oficial.
Já o esquema de segurança de sucesso da Olimpíada será repetido. Cerca de 50 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) estão responsáveis pelo monitoramento da defesa, além de profissionais das forças de segurança pública e defesa civil, entre instituições federais, estaduais e municipais, defesa e inteligência.
Atletas
Esta edição é também um marco para o esporte brasileiro: o Brasil terá esportistas em todas as 23 categorias que compõem a competição. No total, mais de 4,3 mil atletas paralímpicos de 162 países se reúnem no Rio para as disputas.
Além disso, o País terá o maior número de representantes nacionais na história dos Jogos Paralímpicos, 287 atletas, dos quais 262 (90,6%) são patrocinados pelo programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte. A pasta investiu mais de R$ 14,5 milhões em bolsas. Entre 2005 e 2015, o governo investiu R$ 164,8 milhões em 11,7 mil bolsas a paratletas.
 
Medalhas
Nesta edição das Paralimpíadas, os atletas vão disputar 528 medalhas no total. Segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a expectativa para este ano é de que o Brasil termine a competição em 5º lugar no quadro de medalhas. Um dos esportes que mais renderam pódios ao País ao longo da história foi o atletismo: foram 109 medalhas. Ao todo, os paratletas ganharam 32 ouros, 47 pratas e 30 bronzes.
Cobertura
Para narrar todos os lances dos Jogos, são esperados jornalistas de 154 países. O número supera a marca da Paralimpíada de Londres, em 2012, quando os profissionais de imprensa eram de 115 nacionalidades. Isso porque a transmissão do evento deve ser acompanhada por quatro bilhões de pessoas em todo o mundo.

REVISTA ISTO É


Mais de 4 mil militares participam das comemoração do 7 de setembro no Rio


As comemorações pelo desfile cívico de 7 de Setembro, no Rio de Janeiro, foram abertas pelo terceiro sargento do Exército Felipe Fu – medalhista de prata na prova de pistola de 10 metros de ar comprimido no Jogos Olímpicos Rio 2016 – que conduziu o Fogo Simbólico da Pátria, acompanhado de um grupamento formado por cerca de 20 atletas militares de alto rendimento.
Ao falar da medalha olímpica, o atleta ressaltou a importância do Exército para sair vitorioso, em seu país, e subir ao pódio. “Ser um atleta militar foi o grande diferencial. Eu entrei em 2013 [no Exército], a partir de um edital de convocação em que fui selecionado. E, desde então. o meu nível técnico melhorou muito e, com ele, também os meus resultados. É muito importante para a minha carreira todo o apoio que recebo do Exercito, e não só na questão do salário, mas também de toda a estrutura de material e apoio para treinamento”.
Emocionado, o medalhista olímpico falou da emoção ao carregar o Fogo Simbólico da Pátria. “Quando recebi o convite e fiquei sabendo que eu ia conduzir o Fogo (da Pátria], fiquei honrado e feliz e o faço com muita emoção. Eu já havia participado do revezamento da Tocha Olímpica e, agora, mais esta emoção, tudo isto me deixa muito feliz”.
Em seguida à entrada do Fogo Simbólico da Pátria, teve início o tradicional desfile cívico-militar, organizado pelo Comando Militar do Leste, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, que aconteceu como em todos os anos na Avenida Presidente Vargas, sentido Candelária – Praça da Bandeira, com duração estimada de duas horas.
Cerca de 4.300 pessoas participaram do evento, representando as Forças Armadas, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do estado, além de agentes da Polícia Rodoviária Federal. Também participaram agentes da Guarda Municipal, ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), alunos das escolas militares e públicas, associações e entidades civis como a União do Escoteiros do Brasil e da Cruz Vermelha.
Sob céu claro, sol e forte calor, milhares de pessoas se espalharam pelas arquibancadas montadas ao lado da Avenida Presidente Vargas, no coração financeiro do centro da cidade. O desfile teve a duração de duas horas, tempo suficiente para a passagem dos grupamentos da Marinha, Exército e Aeronáutica e destacamentos feminino e motomecanizado, além do tropas a pé e blindados.
Personagem
Entre os populares nas arquibancadas montadas pelas Forças Armadas, uma senhora de 68 anos se destacava na multidão com sua roupa verde e amarela. Excelsa de Lurdes, frequentadora assídua dos desfiles, já não o assitia há algum tempo. Moradora de Cascadura, bairro da zona norte da cidade, abriu exceção neste 7 de Setembro para “matar” a saudade do tempo em que a idade permitia maior devoção cívica.
Esposa de militar, Excelsa aproveitou o momento para reclamar da pouca atenção dada hoje aos militares. “Gosto um bocado da Marinha. Meu marido e meu filho são da Marinha. Meu marido, tenente, é oficial da reserva, estando hoje com 56 anos de Marinha e 73 de idade. Mas a Marinha agora está muito desvalorizada, não é mais como era antes”.
Dos tempos em que, ainda moça, levava as crianças do subúrbio para ver os desfiles, Lurdes lembra de um, em particular: “É uma história bonita para se contar. Entre as muitas crianças que vinham comigo na época tinham duas (Ronaldo e Bruno) que sempre me pediam para trazê-los. O Ronaldo se empolgou tanto que disse: tia eu vou estudar pra entrar para a Marinha”.
“E o Ronaldo estudou, cursou a Escola Naval lá em Angra dos Reis e realmente entrou para a Marinha, onde chegou a oficial. Tenente, Ronaldo Friseira – este era o seu nome – se desencantou com o baixo salário pago aos militares e resolveu deixar as Forças Armadas”.
“Estudou, passou para a a Receita Federal e hoje é fiscal lá no Pará. Ganha mais, pelo que sei casou e hoje com 32 anos está bem melhor. E eu, bem…eu fiquei triste né”.
Espírito Cívico
Luciana Torres, de 45 anos, moradora de Piedade, no subúrbio da cidade, vê nas Forças Armadas um ensinamento do dever cívico. Por este motivo ela levou os filhos hoje ao desfile.
“Eu venho de tão longe para tentar mostrar as Forças Armadas para meus filhos, fazer com que vejam essa referência tão pouco comum nos dias de hoje no nosso país. A importância da defesa, da harmonia da sociedade”.
Gabriel, o mais velho, com17 anos, pretende se alistar, mas refuta seguir a carreira militar: “Eu fico muito emocionado, todas essas coisas, os ex-combatentes com seus cabelos brancos. Eu pretendo me alistar, mas não pretendo seguir carreira. O que eu quero é ser técnico em informática”.
O mais novo, Miguel, disse que não estava gostando muito da opção de passeio da mãe: “Eu gosto é de brincar e não estou gostando muito não. Eu queria era ter ido a praia”, disse.

Parada militar em SP tem manifestação em apoio à intervenção das Forças Armadas


O início da parada militar realizada na em São Paulo em comemoração ao dia da Independência teve faixas e manifestações por uma parte do público em apoio à intervenção política das Forças Armadas.
Pouco antes do início do desfile, após ser entoado o hino nacional, expectadores posicionados no centro da arquibancada do Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital, onde acontece o evento, levantaram faixas e gritaram pela intervenção dos militares.
Alguns dos participantes também bradaram contra o “comunismo”, com o grito “Nossa bandeira jamais será vermelha”. Outra faixa trazia escrito “Comunismo não. FFAA (Forças Armadas) já”.

Desfile cívico em Manaus tem participação de militares do Peru e da Colômbia


O desfile cívico militar do Amazonas levou aproximadamente 10 mil pessoas ao sambódromo de Manaus no dia da Independência do Brasil.
O evento começou por volta de 8h15 da manhã com a apresentação de paraquedistas do Exército e da banda de música do Comando Militar da Amazônia (CMA). Além dos cerca de 4 mil homens das Forças Armadas do Brasil, participaram da parada militares do Peru e da Colômbia, países que fazem fronteira com o estado.
Houve ainda desfile de um grupamento de indígenas e de veículos motorizados do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e do Corpo de Bombeiros. O evento durou cerca de uma hora e meia.
A maioria do público foi à solenidade para prestar uma homenagem ao país, como o engenheiro mecânico Sebastião Júnior. “Sempre acompanho o desfile militar porque é uma data cívica bastante importante para o nosso calendário e também para prestar uma homenagem a nossa pátria”, diz.
O governador do Amazonas em exercício, Flávio Pascarelli, que é presidente do Tribunal de Justiça do estado, ressaltou a tranquilidade e organização do desfile. “Uma cerimônia tranquila, como era esperado, muito organizada, e as forças militares estão de parabéns. Foi um dia memorável para o Amazonas como todo dia Sete de setembro, onde o sentimento cívico aflora e o desfile militar motiva, isso é muito importante para a pátria”, declarou Pascarelli.
Por causa da polêmica do abatimento da onça Juma, logo após um evento da passagem da tocha olímpica em Manaus, o Exército não exibiu, este ano, os felinos no desfile militar, como era tradição. Segundo o Comandante Militar da Amazônia, general Geraldo Antônio Miotto, o Exército ainda está investigando o caso.
“Essa ação foi tomada alguns dias depois do incidente. Foi uma determinação do Comando Militar da Amazônia. Essa é uma questão que vamos resolver mais tarde, mas o Exército continua com a sua missão de proteger a fauna e a flora. Em nossas operações, nós coibimos qualquer ilícito dessa forma”, afirmou o general.
A programação da Semana da Pátria no Amazonas começou na semana passada com a benção e a corrida do fogo simbólico. Na segunda-feira (5) foi realizado o desfile escolar, também no Sambódromo, com um público de cerca de 30 mil pessoas. Ontem (6) foi a vez do Desfile Naval da Marinha, no Rio Negro, com a participação de embarcações do Peru e da Colômbia.
As festividades serão encerradas no final da tarde desta quarta-feira (7) na praia da Ponta Negra, onde o fogo simbólico da pátria será abafado.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Jato KC-390 da Embraer faz primeira "aparição pública” em desfile


Brasília Bruno Peres, Ruy Baron E Andrea Jubé

A aeronave KC-390, maior avião produzido no Brasil, pela Embraer, abriu o desfile aéreo nas comemorações do Dia da Independência, celebradas neste 7 de setembro, em sua primeira "aparição pública". Uma das principais atrações do desfile cívico-militar, a apresentação da Esquadrilha da Fumaça sobre a Esplanada dos Ministérios encerrou o ato, com caças A-29.
Segundo informou a Aeronáutica, um total de 23 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) fizeram sobrevoos para o público. Além do KC-390, os caças F-5 e A-29, o C-97 Brasília, o U-35A Learjet e os helicópteros A-H2 Sabre e VH-34 Super Puma.
O KC-390 é uma aeronave de transporte tático desenvolvida para apresentar o menor custo do ciclo de vida do mercado e é capaz de realizar missões como transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e resgate e combate a incêndios florestais. Trata-se de um projeto da FAB, que, em 2009, contratou a Embraer para realizar o desenvolvimento da aeronave.
As fabricantes de aeronaves Boeing e Embraer assinaram um acordo de parceria em julho deste ano para realizar vendas e suporte do KC-390. A expectativa na indústria nacional é pelo aumento no interesse de outros países em adquirir a aeronave brasileira em substituição a outros jatos pelo mundo, inclusive o norte-americano Hércules C130, concorrente direto.

OUTRAS MÍDIAS


D24 AM (AMAZONAS)


Grupos realizam protestos durante desfile militar no Sambódromo

Manaus - Dois grupos de pessoas no Centro de Convenções Sambódromo aproveitaram a presença das autoridades e protestaram durante o desfile militar do 7 de setembro, nesta quarta-feira (7). Representantes do Grupo de Apoio às Mulheres Mastectomizadas da Amazônia (Gamma) e da Associação para Reintegração dos Soldados Especializados da Força Aérea (Asefa) estenderam faixas para chamar a atenção do público presente para a liberação da “pílula do câncer” e, para a reintegração de cerca de 3.500 funcionários demitidos da Aeronáutica no Amazonas.
Pedindo a liberação do uso da substância fosfoetanolamina sintética, conhecida como pílula do câncer, os representantes do Gamma distribuíram folhetos explicativos sobre o remédio e pediram a sensibilização das pessoas para a causa.
De acordo com uma das representantes do Gamma, Marizete Brandão, a instituição vem lutando pelo uso compassivo da fosfoetanolamina sintética. Segundo ela, embora tenha sido sancionada a lei que liberou o uso da substância, a Associação dos Médicos do Brasil (AMB) entrou com uma ação no Superior Tribunal de Justiça (STF) pedindo a proibição da prescrição médica em pacientes com câncer.

“Nós estamos aqui para sensibilizar as pessoas nessa nossa luta. Às vezes as pessoas acham que não têm câncer e por isso não precisam se envolver, mas a gente nunca sabe quando um parente nosso pode ter também. Por isso a luta tem que ser de todos nós”, disse Brandão.
Aeronáutica
Durante o desfile, um grupo de aproximadamente dez pessoas também protestou com faixas, contra a demissão de cerca de 3.500 militares da Aeronáutica. Segundo o presidente da Asefa, Railson Marreiros, 40, ao todo, em todo o País, 15 mil ex-servidores reclamam a volta ao órgão.
O presidente explica que, depois de seis anos de trabalho, os soldados foram demitidos sob a justificativa de que o período de serviço temporário teria expirado. Mas de acordo com Brandão, no edital do concurso realizado em 1994, não havia referência ao tempo de serviço.
“Estamos aqui para sermos lembrados pelas autoridades públicas, lembrar a nossa luta. Nós éramos jovens quando passamos nesse concurso e hoje muitos são pais de família”, disse.

JORNAL CAMPO GRANDE NEWS (MS)


Só união da segurança vai estancar sangria na fronteira, diz general

Comandante militar do Oeste falou sobre o assunto com a imprensa e autoridades durante desfile
Com a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai em guerra, o Exército Brasileiro tem papel importante na mediação entre órgãos de segurança que precisam trabalhar integrados no combate ao crime organizado. A afirmação é do comandante militar do Oeste, general Paulo Humberto Cesar de Oliveira, que aproveitou o palanque do desfile de 7 de Setembro cheio de autoridades para falar sobre o assunto. 
“É um problema de todos, então tem de haver uma integração de todos os órgãos. Estamos cada vez mais avançados nisso e estes grandes eventos que o Brasil tem sediado tem servido para deixar este legado”, afirmou o general, sobre o fato da Copa do Mundo e das Olimpíadas terem colocado o trabalho das polícias brasileiras e da Forças Armadas a prova.
O comandante revelou ainda que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) esteve em Brasília (DF) para encontro com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para tratar sobre a segurança da fronteira de Mato Grosso do Sul.
“Estavam tratando exatamente desta integração. E o que o Exército pode fazer, e tem feito, é dar condições, prestar o apoio para que todos os órgãos federais, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, possam ter cada vez melhores condições para atuar na fronteira”, comentou Oliveira.
O general lembrou que o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), programa criado pelo Exército em, 2008 e que está em implantação em toda a faixa fronteiriça, é a principal estratégia de coordenar ações de defesa do território nacional e combate a criminalidade.
Violência - A onda de violência na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero deixou a população da região em pânico em junho, quando o empresário e traficante Jorge Rafaat Toumani foi executado após cair em uma emboscada próximo ao mercado municipal, no centro da cidade paraguaia.
Armamento de guerra foi usado para furar a blindagem do carro de Rafaat, temido e chamado na região como “o rei de fronteira”.
O empresário condenado em 2014 por tráfico pelo juiz federal Odilon de Oliveira.

JORNAL DIA DIA (MS)


Avião pousa na praça central do Shopping Campo Grande

Em breve, quem passar pela praça central do Shopping Campo Grande vai se deparar com uma cena inusitada: um avião estará pousado no espaço, trazendo uma nova experiência de lazer e aprendizado ao público infantil. A partir do dia 10 de setembro, a atração Aerolândia irá promover interatividade educacional para crianças e adolescentes nos campos das ciências modernas e de invenções científicas e tecnológicas, despertando o verdadeiro sentimento de descoberta nos visitantes.
O projeto, inédito no Brasil, foi inspirado em museus do exterior. E o mais divertido é que toda a ação acontece dentro de um avião modelo Brasilia, fabricado pela Embraer, dentro de um ambiente rico em cores e decoração interativa. A atividade é dividida em módulos de atividades de física, sons e visitação à cabine para registro fotográfico.
A aventura começa ao subir no avião, em uma experiência que explora o magnetismo dos imãs, a velocidade dos objetos, o atrito das superfícies e a energia elétrica dos corpos. Em seguida, é a vez de vivenciar o mundo dos sons, com instrumentos de sopro, cordas e percussão, além de uma experiência sobre a propagação do som.
Por fim, em uma cabine preservada, a criança poderá interagir com os equipamentos em funcionamento elétrico (luz e som). A experiência toda pode ser registrada em uma foto para ser levada como lembrança em um passaporte customizado.
Na área externa do evento, será possível registrar detalhes do enorme avião que abriga a atração, além de registrar e participar de algumas ações de interatividade na própria fila para a atração.
A Aerolândia fica na praça central até o dia 30 de outubro, durante o horário de funcionamento do Shopping. A capacidade é para 15 crianças simultaneamente no percurso, com duração média de 15 minutos. Os ingressos custam R$ 15,00 por 20 minutos e crianças até 5 anos devem entrar acompanhadas por um responsável.

JORNAL DIA DIA (MS)


Universitários do Centro-Oeste constroem sete aviões para Competição SAE BRASIL AeroDesign

Competição de engenharia reunirá mais de 1.000 universitários do Brasil (18 Estados e DF) e do Exterior (México, Polônia e Venezuela), entre 3 e 6 de novembro, em São José Campos/ SP
Desenvolver soluções que resultem em aeronaves leves e resistentes, capazes de garantir o pódio. Esse é o desafio de cerca de 80 universitários do Centro-Oeste, que fazem os últimos ajustes em sete aviões, dentro de suas instituições de ensino, para disputar a 18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign. Baseada em desafios reais enfrentados pela indústria aeronáutica, a competição de engenharia será realizada entre os dias 3 e 6 novembro, no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos (SP).
As sete equipes do Centro-Oeste (três do Distrito Federal, duas do Mato Grosso, uma de Goiás e uma do Mato Grosso do Sul) integram as 95 inscritas nesta edição, sendo 88 brasileiras e sete estrangeiras. No total, mais de 1,3 mil participantes – entre estudantes, professores orientadores e pilotos – representarão 77 instituições de ensino superior do Brasil (18 Estados e Distrito Federal) e do Exterior (México, Polônia e Venezuela).
Esta edição contará com 22 equipes de São Paulo, 17 de Minas Gerais e sete do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro e Paraná serão representados por seis cada. Santa Catarina possui cinco equipes. Rio Grande do Norte aparece com quatro. Pernambuco e Distrito Federal têm três equipes cada. Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso e Paraíba, com duas. Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí e Sergipe estão com uma equipe cada. Entre as estrangeiras, há quatro equipes da Venezuela, duas do México e uma da Polônia.
DISTRITO FEDERAL – Estreante na competição e inscrita na Classe Micro, a equipe Mamutes do Cerrado, da Universidade de Brasília (UnB), apostou em redução de peso com baixo custo de produção ao desenvolver aeronave com asa alta, empenagem convencional, trem de pouso triciclo e motor elétrico. “Para o avião, que tem 950 g de peso vazio, utilizamos palitos de churrasco, com fibra de carbono e resina epóxi, na fuselagem que é treliçada; isopor p0 e depron, além de longarina, nas asas; e alumínio no tubo de cauda”, resume Guilherme Gonzaga, 21, estudante do quinto semestre de Engenharia Aeroespacial e capitão da equipe, composta por 10 estudantes. A aeronave é capaz de transportar carga de 1,8 kg e atingir velocidade de 13,33 m/s. Do Distrito Federal ainda participarão as equipes Draco Volans, da Universidade de Brasília (UnB); e Antonov, da Universidade Paulista do Distrito Federal (UNIP-DF).
MATO GROSSO DO SUL – Composta por oito estudantes da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), a equipe Tuiuiú retorna à competição depois da estreia em 2012. Inscrita na Classe Regular, a equipe sul-mato-grossense aliou baixo peso e robustez ao construir um monoplano de asa mista e alta, com 1,6m de envergadura, empenagem convencional, trem de pouco triciclo e motor tractor, cujo peso vazio é de 4,5 Kg. “Para obter uma estrutura leve, nós optamos por materiais de baixa densidade e elevada resistência, como madeira balsa, compensado aeronáutico, ligas de alumínio e fibra de carbono”, conta Marcelo Henrique Martins, 20, estudante do sexto semestre de Engenharia Mecânica e capitão da equipe. A aeronave é capaz de transportar 5,5 kg em chapas de aço SAE 1020 e atingir velocidade de 29 m/s.
Da região Centro-Oeste participarão também as equipes mato-grossenses AeroDesign UFMT Regular e AeroDesign UFMT Micro, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e a equipe goiana Aerodactyl, da Universidade Federal de Goiás (UFGO). Essa é a primeira vez que equipe de Goiás vem à competição.
Aeronaves – Para estimular a engenhosidade e a capacidade de desenvolvimento das equipes, o Comitê Técnico criou novos desafios para as três categorias de aeronaves. Na Classe Regular, pela primeira vez, os aviões deverão ter dimensões compatíveis com o espaço definido por um cone com base de 2,5 metros de diâmetro e altura de 75 centímetros. Além disso, as aeronaves estão liberadas para transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A categoria segue restrita a aeronaves monomotores.
Na Classe Advanced, os aviões deverão apresentar aumento do conteúdo de eletrônica embarcada. Além do tempo de voo, os sistemas a bordo deverão computar a velocidade. Cai por terra a restrição de peso vazio, mas, quando carregadas, as aeronaves não deverão exceder 35 Kg. Permanecem de livre escolha o tipo de propulsão (combustão ou elétrica) e o número de motores, assim como deixa de existir a limitação de máxima cilindrada para o grupo motopropulsor. Em contrapartida, a área total das hélices não poderá ultrapassar 0,052 m². Como na Classe Regular, as aeronaves também poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo.
Na Classe Micro, bolas de tênis não são mais obrigatórias e as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. Outra novidade é a possibilidade de lançar a carga durante os voos – ganharão pontuação adicional as equipes que conseguirem realizar lançamentos com sucesso. Nesta categoria não há restrição de geometria ou número de motores – todos elétricos – porém, a partir de agora, as equipes deverão ser capazes de desmontar o avião depois de voo, e transportá-lo desmontado em caixa de volume de 0,1 m³.
Provas – Na Competição SAE BRASIL AeroDesign, as avaliações são realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, conforme regulamento. Ao final do evento, duas equipes da Classe Regular, uma da Advanced e uma da Classe Micro, que obtiverem as melhores as pontuações, ganharão o direito de representar o Brasil na SAE Aerodesign East Competition, em 2017, nos EUA, onde equipes brasileiras acumulam histórico expressivo de participações: oito primeiros lugares na Classe Regular, quatro na Classe Advanced e um na Classe Micro. A SAE Aerodesign East Competition é realizada pela SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada.
Organizado pela Seção Regional São José dos Campos, da SAE BRASIL, o Projeto AeroDesign é um programa de fins educacionais que tem como principal objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre estudantes e futuros profissionais da engenharia da mobilidade, por meio de aplicações práticas e da competição entre equipes, formadas por estudantes de graduação e pós-graduação de Engenharia, Física e Tecnologia relacionada à mobilidade.
Reconhecida pelo Ministério da Educação, a competição recebe o patrocínio do Grupo Airbus, Altair, Boeing, Embraer, GE, Honeywell, Parker, Rolls-Royce, Saab e United Technologies. Também conta com o apoio das instituições ADC Embraer, DCTA, ITA, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Prefeitura de São José dos Campos.
“A prática proporcionada pelas competições estudantis da SAE BRASIL e a experiência do trabalho em equipe na gestão de um projeto completo de engenharia em toda a sua abrangência são oportunidades raras para os estudantes de engenharia”, analisa Frank Sowade, presidente da SAE BRASIL.
18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
Dia 3 – das 8h30 às 17h – solenidade de abertura, showroom dos projetos e apresentações orais das equipes no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – Prédio de Eletrônica e Computação.
Dias 4, 5 e 6 – das 7h30 às 18h – Competição de voo no Aeroporto do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) – aberta ao público. Entrada pela avenida Faria Lima, ao lado do MAB, em São José dos Campos/ SP.
18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
3 a 6 de novembro
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) – São José dos Campos/ SP
Total de equipes inscritas = 95
№ estrangeiras = 7
№ de equipes brasileiras: 88
№ de instituições de ensino: 77
№ médio de estudantes inscritos: 1.000
№ equipes: Classe Micro: 25 / Classe Regular: 60 / Classe Advanced: 10

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES


Ministro destaca a importância das Forças Armadas para o desenvolvimento do país

Ao lado do presidente Michel Temer, o ministro Gilberto Kassab assistiu ao desfile do Sete Setembro na Esplanada dos Ministérios. Evento deste ano rendeu homenagem aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro.
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab assistiu, ao lado do presidente da República, Michel Temer, em Brasília (DF), ao desfile de Sete de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em comemoração à Independência do Brasil. Após o desflie, o ministro destacou a importância das Forças Armadas para o desenvolvimento nacional em diversas frentes, entre elas, por meio da ciência e tecnologia.
"Esse é um dia muito especial. Temos que valorizar as Forças Armadas, a guardiã da nossa soberania, que investe em desenvolvimento. É um celeiro de quadros e profissionais que hoje são expoentes no campo da tecnologia, da ciência e do esporte. Como vimos nas Olimpíadas, os atletas levam o nome do Brasil e são referência, em especial, para os jovens brasileiros para a prática de esportes", afirmou o titular da pasta.
Neste ano, o desfile homenageou os Jogos Olímpicos e Paralímpicos e levou ao público, estimado em aproximadamente 20 mil pessoas, as tradicionais apresentações da Esquadrilha da Fumaça e da pirâmide humana da polícia do Exército Brasileiro. O custo do evento foi de R$ 1,1 milhão.
"É preciso relembrar e valorizar os que lutaram e lutam por um Brasil independente. As nossas Forças Armadas, ao longo da história, têm um papel muito importante para o nosso desenvolvimento", acresentou Kassab.
Amazônia Conectada
O MCTIC mantém diversas parcerias com o Ministério da Defesa, entre elas, o programa Amazônia Conectada, cuja meta é implantar redes subfluviais ópticas por aproximadamente 7,8 mil quilômetros dos principais rios da região, beneficiando 3,8 milhões de habitantes em 52 municípios. A iniciativa, que conta com o esforço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e do Exército Brasileiro, completou um ano com o primeiro trecho de 242,5 quilômetros concluído. Após interligar Coari e Tefé, cabos subfluviais vão até Manaus.




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