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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 15/07/2016 / Áreas de competição no Rio terão espaço aéreo restrito a partir de 24 de julho

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Áreas de competição no Rio terão espaço aéreo restrito a partir de 24 de julho ...


As restrições para o tráfego de aeronaves no espaço aéreo do Rio em razão da Olimpíada começarão no próximo dia 24, informou nesta quinta-feira (14) a Força Aérea Brasileira.

De 24 de julho a 22 de agosto, o sobrevoo comercial será restrito num raio de 7,2 quilômetros das cinco regiões que terão competições. São elas Barra da Tijuca, Copacabana, Maracanã, Engenho de Dentro e Deodoro.

Essas áreas são classificadas com a cor vermelha. Apenas aeronaves militares, de segurança pública, de autoridades, socorro médico e da mídia oficial do evento terão autorização para trafegar.

As limitações a voos nesses locais serão permanentes durante os Jogos e não poderão ser sobrevoadas, por exemplo, por helicópteros, aviões de turismo, asa-deltas, balões ou drones, independentemente do tamanho e horário do voo.

A restrição começa antes do início oficial das Olimpíadas, em 5 de agosto. O motivo são as visitas de atletas à Vila Olímpica e demais instalações, permitidas a partir do dia 24.

MEDIDAS
Caso haja invasão do espaço aéreo, a Aeronáutica tem autoridade para abordar a aeronave, escoltá-la com caças até a saída da área restrita e mesmo exigir o pouso.

Em última instância, caso o piloto se recuse a cumprir as ordens anteriores, os militares podem abater a aeronave com caças, baterias anti-aéreas e misseis terra-ar.

O major brigadeiro do ar Mário Luis da Silva Jordão, comandante do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), afirmou que a medida extrema provavelmente não precisará ser empregada.

Segundo o major, aeronaves que invadem o espaço aéreo costumam fazê-lo por desconhecer a restrição. Nesses casos, não chegam a ser abatidas.

Apenas uma vez na história o Brasil abateu um avião que descumpriu ordem de não invadir espaço aéreo restrito. Foi em outubro do ano passado, com avião que vinha do Paraguai e transportava droga.

Após contato, ordem de pouso e um tiro de advertência, a Aeronáutica recebeu a autorização presidencial para abater a aeronave. Na Olimpíada, caberá ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, dar a ordem se necessário.

"99% das ações de policiamento que precedem a destruição da aeronave dão resultado. Tivemos caso de invasão de espaço aéreo na Copa, mas nenhum que tenha chegado a última instância de atuação", disse Jordão.

OUTRAS RESTRIÇÕES
Transporte aéreo de chefes de Estado, delegações e aeronaves comerciais serão permitidos num raio de 27 quilômetros das cinco áreas de competição.

Nesta zona, classificada com a cor amarela, o espaço aéreo será bloqueado duas horas antes dos eventos.

A última área, de cor branca, compreende um raio de 100 quilômetros dos locais de competição e seguirá as regras comuns, em que qualquer aeronave de acordo com as normas legais pode circular.

A restrição ao espaço aéreo é semelhante à empregada na Copa do Mundo. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva organizada pela Aeronáutica.

CHEFES DE ESTADO
Caberá também à Aeronáutica a recepção dos chefes de Estado. Eles chegarão ao Rio pela base aérea do Galeão, zona militarizada ao lado do aeroporto internacional do Rio.

De acordo com o major-brigadeiro José Euclides da Silva Gonçalves, até o momento 30 chefes de Estado confirmaram a presença.

A Aeronáutica, disse ele, trabalha para receber até 100 delegações oficiais de países estrangeiros. As instalações da base aérea têm condição de receber até nove comitivas em um intervalo de uma hora, disse ele.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL SPUTNIK BRASIL


Caça da FAB realiza voo de interceptação sobre o Parque Olímpico


ImagemA Força Aérea Brasileira (FAB) realizou nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, um treinamento de interceptação envolvendo um F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, sediado na Base Aérea de Santa Cruz, que sobrevoou o Parque Olímpico da Barra.

O voo foi realizado logo após a coletiva de imprensa que apresentou as ações da FAB durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Mais de 15 mil militares da Força Aérea e 80 aeronaves serão destacados para operações de gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo, defesa aérea e missões em terra, que incluem recepção a chefes de Estado, abordagem a aeronaves que realizarem pouso obrigatório e, também, defesa biológica, química, radiológica e nuclear.


TV GLOBO - JORNAL NACIONAL


Força Aérea faz no Rio simulação de abordagem de aeronave

Esquema de segurança aérea terá 15 mil militares e 80 aeronaves. Área sob restrição atinge raio de cem quilômetros ao redor da cidade.

Imagem A Força Aérea Brasileira apresentou, nesta quinta-feira (14), o plano de segurança do espaço aéreo do Rio, durante a Olimpíada.
A partir de 24 de julho, o espaço aéreo vai ficar restrito num raio de cem quilômetros ao redor da cidade.
Nesta quinta (14), pilotos fizeram uma simulação de controle e fiscalização. Aviões e helicópteros que desrespeitarem esses limites do espaço aéreo poderão ser derrubados.
PORTAL G-1


Rio 2016: G1 acompanha simulação de interceptação da Aeronáutica

Serão mais de 15 mil militares e 80 aeronaves envolvidos, diz FAB. Restrições aéreas começam em 10 dias, como mostrou o Jornal Hoje.

Fernanda Rouvenat - G1 / Rj

O esquema de controle e defesa do espaço aéreo do Rio durante a Olimpíada foi apresentado nesta quinta-feira (14) pela FAB. Serão mais de 15 mil militares e 80 aeronaves envolvidos nos Jogos, como aviões de caça e helicópteros. As restrições começam em 10 dias e o G1 mostrou como seria uma interceptação, simulada pela Aeronáutica, e sobrevoou o Parque Olímpico da Barra da Tijuca e o Cristo Redentor.
ImagemAntes de uma situação extrema (que seria o disparo), a aeronave de caça da FAB se aproxima para verificar se o piloto da aeronave desconhecida está perdido ou se é realmente um caso suspeito. Na aproximação, o copiloto exibe uma placa informando a frequência que o outro piloto tem que colocar para se comunicar com o piloto de caça da FAB.
Em uma área denominada "branca", que abrange de Angra dos Reis até Cabo Frio, e do Oceano Atlântico até quase com a divisa com o estado de Minas Gerais, estarão proibidos voos de treinamento, instrução e turísticos, entre outras restrições.
Também estarão proibidas operações de paraquedas, parapente, balões, dirigíveis, ultraleves, aeronaves experimentais, asas-deltas, pulverização agrícola, reboque de faixas, aeromodelismo, foguetes e veículos aéreos remotamente pilotados.
Entre os dias 3 e 22 de agosto, e 7 a 19 de setembro, haverá a ativação da área "amarela" nos dias de competições esportivas. Essa área inclui os aeroportos do Galeão e Santos Dumont, indo de Niterói até a Praia de Grumari, e do Oceano Atlântico até Nova Iguaçu.
As áreas "vermelhas" serão ativadas sobre o Parque Olímpico da Barra, o Complexo de Deodoro, Maracanã, Engenhão e Copacabana. Nessas regiões só estarão permitidas aeronaves com autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Condabra), incluindo a das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, chefes de estado e autoridades públicas, aeronaves-ambulância e aquela utilizadas pelas organizações dos eventos esportivos.
Foi nesta região que uma outra aeronave, também da Força Aérea Brasileira, sobrevoou nesta quinta, decolando da base aérea de Santa Cruz, na Zona Oeste. Durante a intercepção o piloto da FAB entra em contato com o piloto da aeronave "desconhecida" e dá as instruções. Caso elas não sejam obedecidas, pode ser disparado um tiro de exclusão.
  

Curitiba tem melhor aeroporto; Cuiabá, o pior, aponta pesquisa do governo

Levantamento ouviu passageiros dos 15 maiores aeroportos do país. Santos Dumont (RJ) e Guarulhos (SP) ficaram em segundo e terceiro lugar.

Laís Alegretti - G1 / Df

O aeroporto de Curitiba, no Paraná, foi eleito o melhor do país, de acordo com pesquisa divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. O mais mal avaliado foi o aeroporto de Cuiabá, no Mato Grosso.
A pesquisa ouviu 13.452 passageiros dos 15 maiores aeroportos do país e se refere ao segundo trimestre de 2016 - o governo faz o levantamento a cada três meses.
Veja ao fim desta reportagem a nota média de cada um dos 15 aeroportos avaliados na pesquisa.
Os passageiros avaliam na pesquisa 38 itens e serviços do aeroporto, como tempo de espera em fila de check-in e na restituição de bagagem, limpeza dos banheiros e preço da comida vendida dentro do terminal.
Para cada um desses itens, a pessoa dá notas de 1 a 5. E, com base nelas, a SAC atribui uma nota média para os aeroportos.
Avaliação

Assim, o aeroporto de Curitiba foi o que obteve a maior nota média na pesquisa do segundo trimestre: 4,64. Já Cuiabá, que ficou na última posição no ranking, teve nota média 3,36.
Apesar de ter recebido a melhor nota geral, o aeroporto de Curitiba aparece na pesquisa com a pior nota em relação à qualidade da internet disponibilizada. Por outro lado, recebeu a maior avaliação em itens como a disponibilidade de sanitários, disponibilidade de assentos na sala de embarque, limpeza do aeroporto e sensação de segurança, velocidade de restituição de bagagens, entre outros.
O aeroporto da capital do Mato Grosso ficou com as piores notas sobre limpeza e conforto térmico, além da qualidade da sinalização, da disponibilidade e qualidade das informações nos painéis de voo, da disponibilidade de sanitários e de assentos na sala de embarque, entre outros itens.
Questionado sobre o leilão do aeroporto de Cuiabá, Quintella disse que há uma proposta de que a concessão pudesse também "integrar aeroportos regionais", mas não deu detalhes. Segundo o ministro, o governo está estudando o assunto.
Tanto o aeroporto de Curitiba quanto o de Cuiabá são administrados pela Infraero. O G1 entrou em contato com a empresa e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.
Na pesquisa anterior, referente ao primeiro trimestre de 2016, o aeroporto de Campinas, em São Paulo, havia sido o mais bem avaliado. Agora, ele ficou na 5ª posição. Entretanto, Cuiabá já tinha sido o mais mal avaliado no trimestre passado.
Satisfatório

De acordo com a pesquisa, o índice geral de satisfação dos passageiros com os 15 maiores aeroportos brasileiros ficou em 86%, mesmo índice registrado no primeiro trimestre.
O resultado indica, segundo o ministério, que a maioria dos passageiros deu nota 4 (bom) ou 5 (muito bom) aos aeroportos, numa escala que vai de 1 a 5.
Para o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, o resultado da pesquisa foi "extremamente satisfatório".
Os 15 maiores aeroportos do país são responsáveis por 80% da movimentação de passageiros.
Veja abaixo o ranking completo com as respectivas notas gerais de satisfação do passageiro (de 1 a 5) em cada aeroporto:1. Curitiba: 4,64
2. Santos Dumont: 4,44
3. Guarulhos: 4,40
4. Recife: 4,36
5. Campinas: 4,34
6. Fortaleza: 4,28
7. Manaus: 4,24
8. Confins: 4,20
9. Natal: 4,20
10. Porto Alegre: 4,18
11. Brasília: 4,11
12. Congonhas: 3,99
13. Galeão: 3,91
14. Salvador: 3,76
15. Cuiabá: 3,36

Quinze helicópteros sobrevoam orla do Rio em treino para Olimpíada

Aeronaves fazem treinamento para reconhecimento de rotas. Nesta quinta, foi divulgado o esquema de controle e defesa do espaço aéreo.

ImagemAeronaves da Aviação do Exército que serão empregadas nos ImagemJogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 fizeram um treinamento para o reconhecimento de rotas nesta quinta-feira (14) no Rio. Quinze helicópteros sobrevoaram a orla da cidade, chamando a atenção de cariocas e turistas na praias de Ipanema e Leblon.
Segundo as Forças Armadas, os helicópteros sobrevoaram também os bairros Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Leme, Maracanã, Madureira e o entorno do Estádio Olímpico Nilton Santos, o Engenhão.
A atividade é promovida pelo Coordenador Geral de Defesa de Área (CGDA), estrutura formada com integrantes das três Forças Armadas no Rio de Janeiro, criada pelo Ministério da Defesa para organizar e orientar as atividades na área de Defesa no contexto dos Jogos.
Dos 15 helicópteros, seis são do tipo Esquilo, cinco do tipo Pantera e quatro do tipo Cougar. Durante a Olimpíada, serão empregadas 28 aeronaves da Aviação do Exército, prontas para apoiar atividades como o reconhecimento aéreo da cidade e o deslocamento de tropas. 

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Controle aéreo na Olimpíada



O esquema de controle e defesa do espaço aéreo do Rio durante a Olimpíada foi apresentado nesta quinta-feira (14) pela Força Aérea Brasileira (FAB). Serão mais de 15 mil militares e 80 aeronaves envolvidos nos Jogos, como aviões de caça e helicópteros.
Antes de uma situação extrema (que seria o disparo), a aeronave de caça da FAB se aproxima para verificar se o piloto da aeronave desconhecida está perdido ou se é realmente um caso suspeito.
Em uma área denominada "branca" estarão proibidos voos de treinamento, instrução e turísticos, entre outras restrições.  Entre os dias 3 e 22 de agosto, e 7 a 19 de setembro, haverá a ativação da área "amarela" nos dias de competições esportivas.
Nas áreas "vermelhas" só estarão permitidas aeronaves com autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Condabra), incluindo a das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, chefes de estado e autoridades públicas, aeronaves-ambulância e aquela utilizadas pelas organizações dos eventos esportivos.



Exército reforça buscas a trabalhador rural desaparecido em Parauapebas

Helicóptero está sendo usado na operação realizada pelo Corpo de Bombeiros Jessé Pinto Barata desapareceu em área de mata na zona rural do município.

G1 / Pa

Vinte e cinco homens do Exército de Marabá, no sudeste do Pará, foram enviados para Parauapebas nesta quinta-feira (14) para reforçar as buscas que estão sendo feitas pela equipe do Corpo de Bombeiros a um trabalhador rural desaparecido. Um helicóptero também está sendo usado na operação. 
Jessé Pinto Barata de 33 anos, havia saído para caçar com o irmão e teria se perdido em uma área de mata fechada, na zona rural de Parauapebas, no último sábado (9). O irmão conta que eles haviam combinado de se encontrarem na manhã seguinte, porém, Jessé não apareceu no local marcado.
Segundo os bombeiros, já foi feito o reconhecimento da área e alguns objetos que teriam sido deixados por ele foram encontrados.

Capital pernambucana volta a ter voo direto para Miami em setembro

Latam oferecerá a rota sem escalas para os EUA a partir do dia 24. Trecho, que sairá aos sábados, ainda está indisponível para compra.

G1 / Pe

A capital pernambucana volta a ter voo direto para a ensolarada Miami, nos Estados Unidos. Em encontro com o governo estadual, nesta quinta-feira (14), a companhia chilena Latam anunciou que oferecerá o destino a partir do dia 24 de setembro deste ano. Por conta da crise econômica, a American Airlines, empresa que fazia o trecho, decidiu suspender a conexão até dezembro, quando volta a operá-la.
A assinatura do protocolo de intenções foi assinada na manhã desta quinta durante a reunião com o governador Paulo Câmara (PSB). O documento oficializa o voo que partira do Aeroporto Internacional do Recife semanalmente, sempre aos sábados. 
Um Boeing 767 será responsável por levar 191 passageiros na Classe Econômica e 30 na Classe Premium Business. Até o momento, a rota está indisponível para compra.
A novidade é o segundo destino internacional da companhia em Pernambuco. No passado, a Latam inaugurou o voo para Buenos Aires, na Argentina.
O destino integrará a lista de trechos internacionais que partem direto da capital pernambucana. Até o momento, Recife conta com destinos para Buenos Aires (Argentina), Cidade do Panamá, Frankfurt (Alemanha), Praia (Cabo Verde), Lisboa (Portugal), Montevidéu (Uruguai) e Milão (Itália).
O comunicado da suspensão do voo pela American Airline ocorreu em março deste ano. De acordo com o governo do estado, a decolagem pela empresa está garantida voltar em 15 de dezembro.
JORNAL O POVO (CE)


Calote na Infraero chega a R$ 2,6 bilhões


Seis concessionários sócias da Infraero em aeroportos estão em atraso com suas parcelas de repasse à União e devem, juntas, cerca de R$ 2,6 bilhões – sem contar os juros. As concessionárias Triunfo (Viracopos), que tem UTC de sócia, e Invepar (Guarulhos), com a OAS – ambas enroladas na Lava Jato – não pagaram as parcelas vencidas na última segunda-feira. O ‘boleto’ de Viracopos é de R$ 173,7 milhões e o de Guarulhos chega a R$ 1,1 bilhão.
Venceu em maio

As concessionárias dos aeroportos internacionais do Rio (Galeão) da Odebrecht, e de BH (Confins) da BH Airport, devem R$ 933,4 milhões e 74,4 milhões respectivamente.
Entradinha

A parcela da Inframérica, que administra o de Brasília (JK), vence dia 24 de julho, no valor de R$ 246,5 milhões. A Anac informa que parte já foi depositada.
JORNAL TRIBUNA DO NORTE (RN)


Corpo de Bombeiros apura possível queda de aeronave em Cotovelo


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JORNAL O GLOBO


Simulação mostra como caça pode abater avião suspeito durante Jogos

Esquema prevê restrições até para voos de turismo, parapentes e asas-deltas

Antônio Werneck

RIO - A Aeronáutica apresentou nesta quinta-feira no Rio seu plano de segurança, que contará com 15 mil homens e 80 aeronaves, para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos — o maior e mais complexo já empregado pela Força Aérea num grande evento realizado no país. Durante a exibição, ontem de manhã, caças F-5 simularam a interceptação de uma aeronave, onde estavam diversos jornalistas. O exercício foi feito perto do Cristo Redentor e do Parque Olímpico da Barra.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann Aviões que invadirem espaço aéreo de arenas olímpicas podem ser abatidos Amanhecer visto do Aeroporto Santos Dumont, no Centro do RioAeroporto Santos Dumont terá voos de madrugada durante as Olimpíadas.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella (à esquerda) e o tenente-brigadeiro Carlos Vuyk de Aquino, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) Ministro dos Transportes pedirá reforço da segurança nos aeroportos.
O Píer Sul, espaço com mais de 100 mil m² e 26 novas pontes de embarque no GaleãoCompanhias internacionais passam a operar no terminal 2 do Galeão.
Durante as competições dos Jogos, serão feitas zonas de exclusão aérea na cidade. Nessas regiões, só serão permitidas aeronaves que tenham autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Condabra). Os caças poderão abater aeronaves que não tenham permissão de voar. As zonas de exclusão vermelhas abrangerão um raio de 7,2 quilômetros a partir de arenas esportivas, como o Parque Olímpico da Barra, o Complexo de Deodoro, o Maracanã, o Engenhão e a Praia de Copacabana.
Segundo a FAB, dentro de dez dias o espaço aéreo começará a sofrer restrições. Além da área vermelha, haverá mais duas divisões de segurança nos céus. A maior delas, chamada de branca, começa em Angra dos Reis e vai até Cabo Frio, do oceano até próximo à divisa com Minas Gerais. Nesta extensa região, estarão proibidos todos os voos de treinamentos, instrução e turismo, operações de paraquedas, parapentes, ultraleves, asas-deltas, aviões usados em pulverização agrícola e até drones. Quem desobedecer sofrerá sanções.
Dos dias 3 a 22 de agosto e 7 a 19 de setembro, será ativada a área amarela quando houver competições. Ela terá um raio de 27,7 quilômetros a partir das arenas esportivas. Essa área, que vai de Niterói à Praia de Grumari, do oceano até Nova Iguaçu, abrange os aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim.
Segundo o tenente-brigadeiro Carlos Vuyk de Aquino, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), todos os meios serão usados para garantir a segurança do espaço aéreo. A Aeronáutica irá reforçar o policiamento nos aeroportos, cuidando ainda da recepção de delegações e chefes de estado e de governo:
— Em momento algum podemos relaxar, deitar nos louros dizendo que está tudo resolvido, pela enorme repercussão internacional do evento.
JORNAL ZERO HORA


Brasileira Vanessa Spinola é convocada para disputar o heptatlo na Rio 2016

Após ficar perto do índice olímpico, competidora recebe convite da IAAF para completar o número mínimo de atletas na prova

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) anunciou na última quarta-feira a convocação de Vanessa Spinola, do heptatlo, para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto. A brasileira foi chamada pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) para completar a cota de participantes na competição. 
– Estou muito feliz. Embora esperasse entrar pela cota por causa de minha marca, receber a notícia oficial tira um peso enorme de minhas costas. Minha família toda comprou ingresso para a Olimpíada e reservou hotel no Rio. Só faltava eu. Imagina se estava fácil – contou a atleta.
A CBAt foi informada sobre a decisão da IAAF nesta quarta. Aos 26 anos, Vanessa ficou apenas 12 pontos abaixo do índice olímpico ao alcançar a marca de 6.188 no Troféu Brasil Caixa, no dia 1º de julho, em São Bernardo do Campo (SP).
– É desesperador. Fiz um ciclo de quatro anos de muito treinamento, com uma cirurgia no meio, visando minha primeira experiência olímpica. Agora, tudo está certo. É manter o foco – avaliou a competidora.
Medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (CAN), em 2015, a brasileira treina com o ucraniano Oleg Ruyev e deve viajar no dia 3 de agosto para a sede da Comissão Desportiva da Aeronáutica (CDA), no Rio de Janeiro, onde fará a aclimatação para os Jogos. O heptatlo será disputado nos dias 12 e 13 de agosto.
A delegação do Brasil conta agora com 67 atletas na modalidade para a disputa da Rio 2016.
PORTAL UOL


Governo escala Exército para fazer segurança da tocha olímpica


Vinicius Konchinski

Após tentativas de apagamento da tocha olímpica durante sua passagem pelo país, o governo federal autorizou o uso das Forças Armadas para a segurança do desfile do objeto-símbolo da Olimpíada até o Rio. O Ministério da Defesa publicou nesta quinta-feira (14) uma portaria sobre a atuação de militares no revezamento da tocha.
De acordo com o documento, assinado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, a responsabilidade inicial pela proteção do revezamento da tocha é das forças de segurança regulares. O documento ressalta, porém, que as Forças Armadas podem ser empregadas casos autoridades achem necessário, atuando como contingência.
A portaria publicada nesta quinta-feira determina também que militares atuem na prevenção de ataques químicos, biológicos ou nucleares durante o desfile da tocha. Determina ainda que os agentes das Forças Armadas trabalhem contra possíveis ataques terroristas durante o evento.
A segurança do revezamento da tocha olímpica já recebeu o reforço da Força Nacional de Segurança, corporação subordinada ao Ministério da Justiça e que reúne policiais de vários Estados do país. Agentes da Força Nacional, entretanto, ameaçaram na quarta-feira (13) abandonar a segurança da Olimpíada por conta da falta de pagamento de diárias de viagem por conta das más condições de trabalho.
A tocha olímpica chegou ao Brasil em maio e, desde então, desfila por cidades brasileiras. Durante sua viagem, manifestantes já tentaram apagar a chama olímpica pelo menos três vezes. Duas pessoas chegaram a ser presas em flagrante acusadas de dano ao patrimônio público.
A tocha está no Paraná, já viajando rumo ao Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira, ela passará por São José dos Pinhais e Curitiba.
Polêmica com morte de onça Juma
Escalado para a segurança do revezamento da tocha, o Exército foi centro de uma das maiores polêmicas relacionadas ao desfile do objeto. Em junho, quando a tocha passava pelo Amazonas, militares expuseram uma onça chamada Juma acorrentada em um evento público. Depois, a onça tentou escapar e acabou abatida por militares.
O fato gerou grande repercussão e comoção. Uma investigação foi aberta para apurar responsabilidades. O Comitê Organizador Rio-2016 reconheceu que foi um erro autorizar a exposição da onça durante a passagem da tocha olímpica.

PF acha cocaína em sabonetes de passageiro polonês em Cumbica

O passageiro que pretendia embarcar para Lion, na França, apresentou seu bilhete de viagem com trajeto incomum para o destino e não soube explicar a razão

A Polícia Federal apreendeu dois quilos de cocaína em pó com um passageiro polonês na noite desta quarta-feira (13) no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos/Cumbica. A droga estava escondida dentro de um conjunto de 12 sabonetes.
A prisão ocorreu no saguão do aeroporto. Policiais federais da Delegacia Especial da PF no Aeroporto que acompanhavam a movimentação dos passageiros nas filas do check-in perceberam "o comportamento nervoso" do polonês e resolveram abordá-lo para entrevista.
O passageiro, de 32 anos, que pretendia embarcar para Lion, na França, apresentou seu bilhete de viagem com trajeto incomum para o destino e não soube explicar a razão. Ele foi conduzido a uma sala reservada para busca pessoal e revista das bagagens. Dentro de uma mala do suspeito, a PF encontrou dois conjuntos com seis sabonetes cada. Uma perícia revelou que dentro dos sabonetes havia dois quilos de cocaína. O homem foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas e levado a um presídio estadual.
PORTAL BRASIL


Carro invade pista do Santos Dumont e interrompe voos

A Aeronáutica irá investigar o incidente que ocorreu na manhã desta quinta-feira (14)

Um veículo invadiu parte da pista na cabeceira do Aeroporto Santos Dumont e provocou a interrupção das manobras de pousos e decolagens na manhã desta quinta-feira (14).
O comando do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, informou que vai investigar o incidente.
De acordo com o jornal O Globo, pelo menos uma aeronave teve que abortar o voo e um segundo avião, que fazia a aproximação para pousar, foi forçado a arremeter.
O tenente-brigadeiro Carlos Voyk de Aquino, diretor-geral do Decea, disse à publicação que as circunstâncias da invasão serão investigadas.
"Incidentes assim não são comuns e nós vamos abrir uma investigação para saber exatamente o que aconteceu. O que eu posso dizer é que não houve falha no sistema, que funcionou. A falha foi de um usuário que não obedeceu o aviso de parar", disse o diretor-geral do departamento de controle.

AGÊNCIA BRASIL


Restrições no espaço aéreo do Rio para a Olimpíada começam no dia 24


Vinícius Lisboa

As restrições no espaço aéreo do Rio de Janeiro para a segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos começam a ser impostas no dia 24 deste mês, quando será aberta a Vila dos Atletas. O planejamento foi detalhado hoje (14) pela Força Aérea Brasileira (FAB). em entrevista coletiva. Serão usadas 80 aeronaves na operação, que envolve 15 mil militares.
No período de 24 de julho a 22 de agosto, entra em vigor a chamada Área Branca, que abrange grande parte do estado do Rio de Janeiro, de Angra dos Reis a Cabo Frio, e do Oceano Atlântico, até as proximidades da divisa com Minas Gerais. A restrição retorna no dia 7 de setembro, para os Jogos Paralímpicos, e vai até o dia 19 do mesmo mês.
Na Área Branca, não serão permitidos voos de treinamento, de instrução e turísticos, além de operações com paraquedas, parapentes, balões, dirígiveis, ultraleves, aeronaves experimentais, asas-delta, pulverização agrícola, reboque de faixas, aeromodelos, foguetes e veículos aéreos remotamente pilotados.
Em 3 de agosto, dia em que começam os jogos de futebol, será ativada a Área Amarela, que se estende até o dia 22 e abrange os mesmos dias dos Jogos Paralímpicos. A área inclui os aeroportos Santos Dumont e Galeão e engloba o território que vai de Niterói ao Grumari, na zona oeste do Rio, e de Nova Iguaçu ao Oceano Atlântico. Apenas aeronaves devidamente autorizadas poderão trafegar nestes locais.
A área mais restrita, a Vermelha, entrará em vigor nos momentos de competição, com 7,4 quilômetros de raio ao redor dos complexos esportivos. Para sobrevoá-la, será preciso ter autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) às Forças Armadas, órgãos de segurança pública, chefes de estado e autoridades públicas, aeronaves-ambulância e as usadas pela organização da competição.
Interceptações
Na região da Barra da Tijuca, a Área Vermelha será ativa 24 horas por dia para proteger a Vila dos Atletas. O Aeroporto de Jacarepaguá, que fica a uma milha e meia do Parque Olímpico, será usado apenas para operações de segurança. Veículos que descumprirem as restrições poderão ser interceptados por aeronaves da Força Aérea, que têm autorização inclusive para derrubar invasores que não obedeçam às ordens quando forem abordados.
"O grande papel da defesa aérea é identificar [o invasor] e colocar a aeronave em situação regular. Não há intenção da defesa aérea de chegar ao meio extremo", disse o chefe do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, major brigadeiro do ar Mário Luis da Silva. A decisão de disparar contra uma aeronave foi delegada ao comandante da Aeronáutica pela Presidência da República.
O comandante destacou que a decisão de atirar é "muito difícil" também porque as competições ocorrem em áreas habitadas e urbanas, que podem sofrer os danos da queda de uma aeronave abatida. "Caso tenhamos que chegar a esse extremo, meios serão adotados para minimizar o dano colateral", disse o comandante Silva.
Cada vez mais populares na captação de imagens, os drones são um dos desafios da defesa do espaço aéreo, que comprou equipamentos capazes de causar interferência em seu sinal, para que sejam forçados a pousar. Problema frequente na cidade, os balões, serão combatidos com trabalho de superfície, para evitar que sejam soltos. A Aeronáutica também pede que a população tenha consciência do risco que esses artefatos representam para a segurança de todos.

Galeão vai receber aviões de até três chefes de Estado a cada 20 minutos


Vinícius Lisboa

A Aeronáutica se preparou para receber até três chefes de Estado ou membros da "família olímpica" no Aeroporto Internacional do Galeão em um intervalo de 20 minutos, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. O planejamento prevê que até 100 chefes de outros países possam vir em 120 aeronaves para o Brasil.
O comandante do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), coronel Medeiros, disse hoje (14) que 30 chefes de Estado já confirmaram presença no Rio de Janeiro. Por motivos de segurança, no entanto, a maior parte dos demais só vai garantir a participação em cima da hora.
Para a recepção dos VIPs, que também incluem dirigentes esportivos das diversas federações e comitês olímpicos, 10% da capacidade do aeroporto internacional foram reservadas para a "área esterelizada", em que apenas pessoal autorizado poderá circular.
A segurança dessa área será feita por militares e inclui viaturas, cães farejadores e até atiradores de elite posicionados em locais estratégicos. Militares da Aeronáutica vão atuar na recepção dos chefes de Estado e também como batedores na locomoção deles pela cidade.
Os aviões próprios ou fretados que serão usados pelas autoridades poderão ser remanejados para estacionamento em outros aeroportos, o que inclui terminais de outros estados. Segundo o CGNA, 117 autoridades estrangeiras foram recebidas na Copa do Mundo de 2014 e 100, durante a Jornada Mundial da Juventude.

Satisfação de passageiros com aeroportos atinge 86% no segundo trimestre


Michèlle Canes

O nível de satisfação dos passageiros com os 15 principais aeroportos do país atingiu 86% no segundo trimestre de 2016. Os dados, que compõem a Pesquisa Permanente de Satisfação dos Passageiros, foram divulgados hoje (14) pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella.
Os 15 terminais avaliados movimentam 80% dos passageiros do país. No período de abril, maio e junho, o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, foi o mais bem avaliado, com nota 4,64 (a máximo é 5). O Aeroporto Santos Dumont (RJ) ficou em segundo lugar, com 4,44; seguido do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), com 4,40.
Rio 2016
Já o Aeroporto Internacional do Galeão/Antonio Carlos Jobim (RJ), principal porta de entrada para a Olimpíada Rio 2016, apresentou queda nos resultados em relação à pesquisa anterior e recebeu nota 3,91, ficando em 13º lugar entre os 15 avaliados. A meta estabelecida pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero) é 4.
De acordo com o ministro, a nota do Galeão se deve à realização de obras no período pesquisado. “O Galeão apresentou uma pequena queda, mas ela é dada pelos nossos avaliadores como absolutamente normal já que ele passou agora por um período de obras”, disse. Segundo Quintella, os dados que estão sendo recolhidos atualmente já mostram melhoras na avaliação do aeroporto carioca. “E já na avaliação desse trimestre, pelos primeiros dados que chegaram à Secretaria de Aviação Civil, já demonstram que o Galeão volta a subir na percepção de qualidade” disse.
Segundo Quintella, os aeroportos que vão receber os viajantes da Rio 2016 estão preparados para a demanda. “Posso garantir a quem vai ao Rio do Janeiro que estamos absolutamente preparados para prestar o melhor serviço. Não só em relação ao conforto, à segurança, mas também em relação a todo tipo de operação”, disse Quintella. “O Brasil está pronto, do ponto de vista de aeroportos, para as Olimpíadas. Sem dúvida nenhuma”, completou.
Na pesquisa, respondida por uma amostra de mais de 13 mil passageiros, o último colocado foi o Aeroporto de Cuiabá, que recebeu nota 3,36. “A pesquisa é um grande indicador e uma grande fonte de informações para que os gestores possam melhorar cada dia a sua gestão. Cuiabá tem um problema específico porque é um aeroporto que ainda está em obras, em obras a muito tempo, com problemas”, justificou o ministro.
Operação-padrão
Perguntado se a operação-padrão realizada hoje por auditores-fiscais da Receita Federal em aeroportos, portos e postos de fronteiras, o ministro disse que a ação preocupa o governo por causa da proximidade da Olimpíada, que começa daqui a menos de um mês.
“Em relação a operação-padrão da Receita, claro que ela preocupa. Os servidores da Receita alegam que há pendências em relação ao Ministério do Planejamento, mas isso está sendo negociado no âmbito ministério e a gente espera que seja resolvido o mais rápido possível para que não haja nenhum impacto durante a Olimpíada”, disse.

FAB vai apurar o que causou incidente com dois voos no Santos Dumont


Cristina índio Do Brasil

A Força Aérea Brasileira (FAB) vai apurar um incidente que provocou hoje (14) a suspensão da decolagem do voo Avianca 6220 e a arremetida (procedimento em que o piloto, durante o pouso, faz o avião subir de novo, subitamente) da aeronave TAM 3908, por volta das 9h10, no Aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio. As ações foram executadas, de acordo com a Aeronáutica, para garantir a segurança de pedestres que cruzaram a via pública próximo à cabeceira da pista 02R, que dá acesso à Escola Naval, e onde a passagem de veículos e de pessoas é controlada por uma cancela.
De acordo com o diretor-geral Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), tenente-brigadeiro Carlos Voyk de Aquino, “na medida em que a torre observou a intrusão, segurou a aeronave e não autorizou a decolagem e também na sequência foi obrigada a comandar a arremetida de uma outra aeronave”.
O diretor informou ainda que toda a estrutura de controle de trafego aéreo visa a segurança, incluindo os bens materiais e de pessoas envolvidas na atividade. O tenente-brigadeiro disse que os profissionais que atuam neste trabalho são ostensivamente treinados: “Vemos o resultado no nosso dia a dia, no sentido de que uma coisa, aparentemente simples, pode causar grandes danos, tanto pessoais como materiais”.
O militar admitiu que esse tipo de incidente não é uma situação comum, mas, quando ocorre, é por causa de alguma falha: “É bastante episódica e sempre haverá um distraído que cometerá um deslize, uma infração. Por mais que se busque colocar conscientização, informação e sinalização, que são existentes ali, percebemos que houve uma falha, não necessariamente do sistema mas de um usuário da área de trânsito, especificamente. Evidentemente, temos um processo de investigação. Vamos verificar se podemos melhorar os procedimentos no sentido de que não tenhamos ocorrências similares no futuro”.
JORNAL VALOR ECONÔMICO


Áreas de competição da Rio 2016 passarão a ter espaço aéreo restrito


RIO - As restrições para o tráfego de aeronaves no espaço aéreo do Rio em razão da Olimpíada começarão no próximo dia 24 informou nesta quinta-feira (14) a Força Aérea Brasileira.
De 24 de julho a 22 de agosto, o sobrevoo comercial será restrito num raio de 7,2 quilômetros das cinco regiões que terão competições. São elas Barra da Tijuca, Copacabana, Maracanã, Engenho de Dentro e Deodoro.
Essas áreas são classificadas com a cor vermelha. Apenas aeronaves militares, de segurança pública, de autoridades, socorro médico e da mídia oficial do evento terão autorização para trafegar.
As limitações a voos nesses locais serão permanentes durante os Jogos e não poderão ser sobrevoadas, por exemplo, por helicópteros, aviões de turismo, asa-deltas, balões ou drones, independentemente do tamanho e horário do voo.
A restrição começa antes do início oficial das Olimpíadas, em 5 de agosto. O motivo são as visitas de atletas à Vila Olímpica e demais instalações, permitidas a partir do dia 24.
Medidas
Caso haja invasão do espaço aéreo, a Aeronáutica tem autoridade para abordar a aeronave, escoltá-la com caças até a saída da área restrita e até mesmo exigir o pouso.
Em última instância, caso o piloto se recuse a cumprir as ordens anteriores, os militares podem abater a aeronave com caças, baterias anti-aéreas e misseis terra-ar.
O major brigadeiro do ar Mário Luis da Silva Jordão, comandante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), afirmou que a medida extrema provavelmente não precisará ser empregada.
Segundo o major, aeronaves que invadem o espaço aéreo costumam fazê-lo por desconhecer a restrição. Nesses casos, não chegam a ser abatidas.
Apenas uma vez na história o Brasil abateu um avião que descumpriu ordem de não invadir espaço aéreo restrito. Foi em outubro do ano passado, com o avião que vinha do Paraguai e transportava drogas.
Após contato, ordem de pouso e um tiro de advertência, a Aeronáutica recebeu a autorização presidencial para abater a aeronave.
Na Olimpíada, caberá ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, dar a ordem se necessário.
"99% das ações de policiamento que precedem a destruição da aeronave dão resultado. Tivemos caso de invasão de espaço aéreo na Copa, mas nenhum que tenha chegado à última instância de atuação", disse Jordão.
Outras restrições
Transporte aéreo de chefes de Estado, delegações e aeronaves comerciais serão permitidos num raio de 27 quilômetros das cinco áreas de competição.
Nesta zona, classificada com a cor amarela, o espaço aéreo será bloqueado duas horas antes dos eventos.
A última área, de cor branca, compreende um raio de 100 quilômetros dos locais de competição e seguirá as regras comuns, em que qualquer aeronave de acordo com as normas legais pode circular.
A restrição ao espaço aéreo é semelhante à empregada na Copa do Mundo. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva organizada pela Aeronáutica.
Chefes de Estado
Caberá também à Aeronáutica a recepção dos chefes de Estado. Eles chegarão ao Rio pela base aérea do Galeão, zona militarizada ao lado do aeroporto internacional do Rio.
De acordo com o major-brigadeiro José Euclides da Silva Gonçalves, até o momento 30 chefes de Estado confirmaram a presença.
A Aeronáutica, disse ele, trabalha para receber até 100 delegações oficiais de países estrangeiros. As instalações da base aérea têm condição de receber até nove comitivas em um intervalo de uma hora, disse ele.

Porta de entrada da Olimpíada, Galeão é o 3º pior aeroporto do país


Daniel Rittner

BRASÍLIA - Às vésperas da Olimpíada, o aeroporto do Galeão (RJ) foi o terceiro mais mal avaliado do país, segundo pesquisa de satisfação dos passageiros realizada trimestralmente pelo governo. O terminal carioca, que está sob gestão privada desde agosto de 2014 e será a porta de entrada do maior evento esportivo do planeta, recebeu nota 3,91 na
Na avaliação do Ministério dos Transportes, responsável pela pesquisa, o Galeão tem sido afetado pelas obras exigidas no contrato de concessão. O aeroporto é administrado por uma sociedade da Odebrecht Transport, subsidiária do grupo Odebrecht para transportes e mobilidade urbana, com a operadora asiática Changi (Cingapura). A Infraero tem 49% de p
O Galeão ficou em 13° lugar entre 15 terminais avaliados. As obras de expansão do terminal 2 foram entregues em maio, durante a realização da pesquisa, conforme sublinhou o ministério. Para o governo, a tendência agora é de melhoria na avaliação.
As obras no Galeão incluem um píer com mais de 100 mil metros quadrados, 26 novas pontes de embarque e uma ampliação de três mil vagas de estacionamento.
"Assim como ocorreu na Copa do Mundo, os passageiros se incomodam com os canteiros de obras, apesar dos resultados que geram depois para os terminais. Um bom exemplo é a nota geral dos 15 aeroportos antes e depois das obras da Copa", disse o ministro Maurício Quintella.
Os aeroportos, responsáveis por 80% da movimentação total de passageiros no país, tiveram uma nota média de 4,17. A Infraero teve o pior e o melhor aeroporto: Cuiabá recebeu nota 3,36 e Curitiba ficou com 4,64. O Santos Dumont (RJ) teve nota 4,44. Em São Paulo, o aeroporto internacional de Guarulhos teve nota 4,40, enquanto Congonhas ficou com 3,99. Para o ministério, notas acima de 4 significam uma avaliação essencialmente positiva. A meta é que todos os aeroportos se mantenham, no mínimo, nesse patamar.
São avaliados 38 indicadores de qualidade, como atendimento nos guichês de check-in, segurança, estacionamento, disponibilidade de serviços de alimentação e até limpeza dos banheiros. Ao todo, foram realizadas 13.452 entrevistas entre os meses de abril e junho.
JORNAL EXTRA


Jungmann diz que Brasil espera que França confirme ou desminta informação sobre atentado


RIO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou, na manhã desta quinta-feira, em entrevista à rádio CBN, que desde esta quarta-feira o governo brasileiro está cobrando dos serviços de informação e de inteligência da França que confirmem ou desmintam a notícia de que um brasileiro do Estado Islâmico planejava um atentado contra a delegação francesa durante a Olimpíada do Rio. A informação foi divulgada pelo jornal “Libération”, nesta quarta-feira, O periódico teve acesso a um inquérito parlamentar. Segundo a publicação, o conteúdo foi revelado durante uma audiência a portas fechadas em 26 de maio com o chefe da direção de informações militares (Direction du Renseignement Militaire), o general Christophe Gomart, em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os atentados de 2015, na França.
 - Nós ficamos surpresos porque nos últimos dois anos e meio trabalhamos intensamente com a inteligência francesa trocando informações. Há um alinhamento pleno do nosso serviço de inteligência com o serviço de inteligência de França, Estados Unidos, Inglaterra, Israel e assim por diante, e eles nunca nos deram nenhum sinal a respeito desse caso. O que temos até aqui é um deputado francês que teria participado de uma comissão no dia 26 de maio deste ano e lá teria ouvido essa história. E nada mais tivemos de informação - afirmou Jungmann.
O ministro afirmou que o adido militar brasileiro na França foi acionado:
- Acionamos nosso adido militar na França para que ele obtivesse informações e o que ele ouviu, e isso é algo não formal porque não recebemos nada oficial até aqui, é que este caso teria sido resolvido porque não não existia e se revelou improcedente ou de alguma maneira através dos serviços de defesa e de segurança franceses. Continuamos cobrando e esperando uma informação oficial e definitiva da França que deve ocorrer no dia de hoje.
Ao ser indagado se haverá algum reforço de segurança da delegação francesa, o ministro explicou que ela já recebia atenção redobrada:
- Nós dividimos as delegações em três níveis. Aquelas que nos preocupam mais, as de preocupação média e as que as possibilidades são as mais frágeis ou quase tendentes a zero. E a França está entre aquelas que devem merecer uma atenção redobrada. Isso já estava decidido previamente antes desse fato. Alguns países foram selecionados com base em critérios objetivos e foram colocados num regime de atenção redobrada. E a França é um deles e já estávamos planejados para isso.
Com relação à permanência das Forças Armadas no Rio após o fim da Olimpíada, Jugmann afirmou que terá uma reunião com a justiça eleitoral na próxima semana sobre o assunto.
- Devo ter uma audiência com o chefe de gabinete do ministro Gilmar Mendes, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, no início da semana. Posso adiantar que, em todas as vezes que a Justiça eleitoral nos solicitou a presença de efetivos militares para assegurar a tranquilidade e o transcurso normal das eleições, isso foi automaticamente deferido. Não é uma novidade. No Rio de Janeiro isso vem ocorrendo há algum tempo. Apenas nós não sentamos para conversar para ouvir qual é o pleito do ministro do TSE. Se o pedido ocorrer, pode ter certeza que, dentro das nossas possibilidades, como em anos anteriores e em vários municípios Brasil afora, nós vamos atender. Não há a menor sombra de dúvida.
Quando foi indagado se há a possibilidade de manutenção das tropas no Rio em razão da falência da área de segurança, o ministro respondeu que dependeria do pedido do governador Francisco Dornelles e da avaliação do presidente interino Michel Temer.
- O uso das Forças Armadas é previsto na Constituição pela Garantia da Lei e da Ordem - GLO, o que consideramos atividade subsidiária delas. A atividade principal é a defesa do país, da integridade territorial, de nossas instituições. Para que as Forças Armadas sejam empregadas na Garantia da Lei e da Ordem, é preciso o pedido do governador de um determinado estado ou de um dos poderes: o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário. Se não houver um pedido, isso caracterizaria uma intervenção federal no estado. Pela Constituição, há autonomia assegurada aos governos estaduais. Não posso responder em tese se vai ou não porque o início do processo depende do governador do Estado do Rio de Janeiro e de uma avaliação a ser feita pelo presidente da República. É esse o processo que se deve dar para a permanência ou não das tropas federais no Rio.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Áreas de competição no Rio terão espaço aéreo restrito a partir de 24 de julho

Não vai ter avião

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As restrições para o tráfego de aeronaves no espaço aéreo do Rio em razão da Olimpíada começarão no próximo dia 24, informou nesta quinta-feira (14) a Força Aérea Brasileira.
De 24 de julho a 22 de agosto, o sobrevoo comercial será restrito num raio de 7,2 quilômetros das cinco regiões que terão competições. São elas Barra da Tijuca, Copacabana, Maracanã, Engenho de Dentro e Deodoro.
Essas áreas são classificadas com a cor vermelha. Apenas aeronaves militares, de segurança pública, de autoridades, socorro médico e da mídia oficial do evento terão autorização para trafegar.
As limitações a voos nesses locais serão permanentes durante os Jogos e não poderão ser sobrevoadas, por exemplo, por helicópteros, aviões de turismo, asa-deltas, balões ou drones, independentemente do tamanho e horário do voo.
A restrição começa antes do início oficial das Olimpíadas, em 5 de agosto. O motivo são as visitas de atletas à Vila Olímpica e demais instalações, permitidas a partir do dia 24.
MEDIDAS
Caso haja invasão do espaço aéreo, a Aeronáutica tem autoridade para abordar a aeronave, escoltá-la com caças até a saída da área restrita e mesmo exigir o pouso.
Em última instância, caso o piloto se recuse a cumprir as ordens anteriores, os militares podem abater a aeronave com caças, baterias anti-aéreas e misseis terra-ar.
O major brigadeiro do ar Mário Luis da Silva Jordão, comandante do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), afirmou que a medida extrema provavelmente não precisará ser empregada.
Segundo o major, aeronaves que invadem o espaço aéreo costumam fazê-lo por desconhecer a restrição. Nesses casos, a não chegam a ser abatidas.
Apenas uma vez na história o Brasil abateu um avião que descumpriu ordem de não invadir espaço aéreo restrito. Foi em outubro do ano passado, com avião que vinha do Paraguai e transportava droga.
Após contato, ordem de pouso e um tiro de advertência, a Aeronáutica recebeu a autorização presidencial para abater a aeronave. Na Olimpíada, caberá ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, dar a ordem se necessário.
"99% das ações de policiamento que precedem a destruição da aeronave dão resultado. Tivemos caso de invasão de espaço aéreo na Copa, mas nenhum que tenha chegado a última instância de atuação", disse Jordão.
OUTRAS RESTRIÇÕES
Transporte aéreo de chefes de Estado, delegações e aeronaves comerciais serão permitidos num raio de 27 quilômetros das cinco áreas de competição.
Nesta zona, classificada com a cor amarela, o espaço aéreo será bloqueado duas horas antes dos eventos.
A última área, de cor branca, compreende um raio de 100 quilômetros dos locais de competição e seguirá as regras comuns, em que qualquer aeronave de acordo com as normas legais pode circular.
A restrição ao espaço aéreo é semelhante à empregada na Copa do Mundo. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva organizada pela Aeronáutica.  
CHEFES DE ESTADO
Caberá também à Aeronáutica a recepção dos chefes de Estado. Eles chegarão ao Rio pela base aérea do Galeão, zona militarizada ao lado do aeroporto internacional do Rio.
De acordo com o major-brigadeiro José Euclides da Silva Gonçalves, até o momento 30 chefes de Estado confirmaram a presença.
A Aeronáutica, disse ele, trabalha para receber até 100 delegações oficiais de países estrangeiros. As instalações da base aérea têm condição de receber até nove comitivas em um intervalo de uma hora, disse ele.

OUTRAS MÍDIAS


JORNAL CRUZEIRO DO SUL (SP)


Agência Brasil

Restrições no espaço aéreo do Rio para a Olimpíada começam no dia 24

As restrições no espaço aéreo do Rio de Janeiro para a segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos começam a ser impostas no dia 24 deste mês, quando será aberta a Vila dos Atletas. O planejamento foi detalhado nesta quinta (14) pela Força Aérea Brasileira (FAB), em entrevista coletiva. Serão usadas 80 aeronaves na operação, que envolve 15 mil militares.
No período de 24 de julho a 22 de agosto, entra em vigor a chamada Área Branca, que abrange grande parte do estado do Rio de Janeiro, de Angra dos Reis a Cabo Frio, e do Oceano Atlântico, até as proximidades da divisa com Minas Gerais. A restrição retorna no dia 7 de setembro, para os Jogos Paralímpicos, e vai até o dia 19 do mesmo mês.
Na Área Branca, não serão permitidos voos de treinamento, de instrução e turísticos, além de operações com paraquedas, parapentes, balões, dirígiveis, ultraleves, aeronaves experimentais, asas-delta, pulverização agrícola, reboque de faixas, aeromodelos, foguetes e veículos aéreos remotamente pilotados.
Em 3 de agosto, dia em que começam os jogos de futebol, será ativada a Área Amarela, que se estende até o dia 22 e abrange os mesmos dias dos Jogos Paralímpicos. A área inclui os aeroportos Santos Dumont e Galeão e engloba o território que vai de Niterói ao Grumari, na zona oeste do Rio, e de Nova Iguaçu ao Oceano Atlântico. Apenas aeronaves devidamente autorizadas poderão trafegar nestes locais.
A área mais restrita, a Vermelha, entrará em vigor nos momentos de competição, com 7,4 quilômetros de raio ao redor dos complexos esportivos. Para sobrevoá-la, será preciso ter autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) às Forças Armadas, órgãos de segurança pública, chefes de estado e autoridades públicas, aeronaves-ambulância e as usadas pela organização da competição.
Interceptações
Na região da Barra da Tijuca, a Área Vermelha será ativa 24 horas por dia para proteger a Vila dos Atletas. O Aeroporto de Jacarepaguá, que fica a uma milha e meia do Parque Olímpico, será usado apenas para operações de segurança. Veículos que descumprirem as restrições poderão ser interceptados por aeronaves da Força Aérea, que têm autorização inclusive para derrubar invasores que não obedeçam às ordens quando forem abordados.
"O grande papel da defesa aérea é identificar [o invasor] e colocar a aeronave em situação regular. Não há intenção da defesa aérea de chegar ao meio extremo", disse o chefe do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, major brigadeiro do ar Mário Luis da Silva. A decisão de disparar contra uma aeronave foi delegada ao comandante da Aeronáutica pela Presidência da República.
O comandante destacou que a decisão de atirar é "muito difícil" também porque as competições ocorrem em áreas habitadas e urbanas, que podem sofrer os danos da queda de uma aeronave abatida. "Caso tenhamos que chegar a esse extremo, meios serão adotados para minimizar o dano colateral", disse o comandante Silva.
Cada vez mais populares na captação de imagens, os drones são um dos desafios da defesa do espaço aéreo, que comprou equipamentos capazes de causar interferência em seu sinal, para que sejam forçados a pousar. Problema frequente na cidade, os balões, serão combatidos com trabalho de superfície, para evitar que sejam soltos. A Aeronáutica também pede que a população tenha consciência do risco que esses artefatos representam para a segurança de todos.

PORTAL DEFESA E SEGURANÇA


FAB -  Mais de 80 aeronaves atuarão na segurança das Olimpíadas

ImagemA Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou nesta quinta-feira, 14, o plano de ação para a proteção aérea dos Jogos Olímpicos. Serão mais de 80 aeronaves – entre caças, aviões-radar, helicópteros, aeronaves de transporte, patrulha marítima e remotamente pilotadas – e cerca de 15 mil militares da força atuando nas seguranças dos Jogos. 
De acordo com a FAB, o espaço aéreo das cidades que receberão eventos esportivos será dividido em três zonas: branca (tráfegos deverão ser reconhecidos e cumprir a legislação), amarela (permitido apenas voos autorizados) e vermelha (circulação proibida, exceto para aeronaves de segurança e as previamente autorizadas). Caso alguma aeronave entre na zona vermelha a FAB fará a interceptação e poderá inclusive dar tiro de destruição, caso seja necessário.
De acordo com o chefe do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, major Brigadeiro do Ar Mário Luis da Silva, a interceptação das aeronaves tem como procedimento: reconhecimento a distancia, interrogação, modificação da rota, pouso obrigatório, tiro de aviso e, em casos extremos, tiro de detenção. A decisão sobre disparar contra uma aeronave só é tomada pelo Comandante da Aeronáutica. “O grande papel da defesa aérea é identificar [o invasor]e colocar a aeronave em situação regular. Não há intenção da defesa aérea de chegar ao meio extremo”, disse. “Caso tenhamos que chegar a esse extremo, meios serão adotados para minimizar o dano colateral”, finalizou.
No caso de aeronaves que tenham sido interceptadas pela defesa aérea e forçadas a pousar, grupos com treinamento especial farão a abordagem em solo na Base Aérea de Santa Cruz (BASC).

AERONAVES

De acordo com a FAB, os modelos das aeronaves serão: H-60 L (helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto), C-130 (avião com quatro turbopropulsores cuja função principal é a de transporte aéreo), F-5 M Tiger (caça tático de defesa aérea e ataque ao solo), A–29 Super Tucano (aeronave turboélice de ataque leve), Boeing 767 300ER (aeronave de transporte de até 257 pessoas), C-99 (transporte de até 99 passageiros), SC-105 Amazonas (usado em missões de busca e salvamento), C 105 Amazonas(bimotor turbohélice desenvolvido para o transporte tático militar), C-97 Brasilia (transporte de cargas), C-95 Bandeirante (avião turboélice com capacidade de 15 a 21 passageiros), H-60 Black Hawk (helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto), AH-2 Sabre (helicóptero blindados e armados com um canhão de 23 mm), H-36 Caracal (helicóptero de transporte tático de longo alcance), E-99 (aeronave de vigilância aérea, capaz de prover dados de inteligência sobre aeronaves voando a baixa altura), RQ-450 Hermes ( Veículo aéreo não tripulado (VANT) projetado para longas missões táticas de resistência) e RQ-900 Hermes (VANT).

JORNAL FLORIPA (SC)


 Força Aérea faz no Rio simulação de abordagem de aeronave

A Força Aérea Brasileira apresentou, nesta quinta-feira (14), o plano de segurança do espaço aéreo do Rio, durante a Olimpíada. A partir de 24 de julho, o espaço aéreo vai ficar restrito num raio de cem quilômetros ao redor da cidade. Nesta quinta (14), pilotos fizeram uma simulação de controle e fiscalização. Aviões e helicópteros que desrespeitarem esses limites do espaço aéreo poderão ser derrubados.

TV BANDEIRANTES - JORNAL DA BAND


Rio 2016: FAB realiza treinamento e espaço aéreo carioca sofrerá limitações

ImagemA FAB fez um treinamento hoje no Rio de Janeiro para a segurança na Olimpíada. Durante os jogos, algumas regiões terão o espaço aéreo fechado. Até mesmo voos de asa-delta e de parapente serão proibidos. Quem entrar nessas zonas poderá ser até abatido. Veja todos os vídeos do Jornal da Band.

The Star - (Canadá)


Mauricio Savarese Associated Press

ImagemMany world leaders unsure about attending Rio opening ceremony

A Brazilian news website puts the number of foreign leaders to attend at 45 and lists UN Secretary-General Ban-ki Moon as a confirmed guest.
RIO DE JANEIRO — Many top foreign leaders have been slow to commit to attending the opening ceremony of the Rio de Janeiro Olympics amid Brazil’s political turmoil and a stream of bad news engulfing South America’s first games.
Top politicians who do show up could face a diplomatic quandary when the games open in three weeks.
President Dilma Rousseff has been suspended and faces an impeachment trial, which could conclude days after the Olympics end. She has said she hopes to attend, meaning she would join interim president Michel Temer as the main face of the host nation.
“If you are a top world leader, whose hand would you shake in the middle of such uncertainty?” Maristella Basso, a professor of international law at the University of São Paulo, told The Associated Press. “It is a bizarre situation. The best that foreign leaders can do is to send a letter and stay home to avoid any embarrassment. It won’t be a party occasion for Brazil anyway, look at the mess.”
An early prediction that 100 heads of state or government could be on hand at the Aug. 5 ceremony has not been repeated for weeks. The Brazilian foreign ministry declined to offer numbers, and said a list would be published just the before the games open. Organizing committee spokesman Mario Andrada said he did not know how many leaders would attend.
The Brazilian news website UOL puts the number at 45 and lists United Nations Secretary-General Ban-ki Moon as a confirmed guest.
France is an exception. France’s embassy in Brasilia told AP that President François Hollande will attend the opening ceremony. Paris is a candidate to host the 2024 games.
Italy’s embassy also confirmed that Prime Minister Matteo Renzi would attend. Rome is another 2024 candidate.
The United States embassy did not say if President Barack Obama would attend. Brazilian media has reported that Secretary of State John Kerry is the American official most likely to be at Maracana Stadium. First Lady Michelle Obama represented the U.S. at London’s opening ceremony in 2012.
China, one of Brazil’s main trade partners, did not reply to AP’s request for information. Brazilian media say China will send Vice Premier Liu Yandong, who is in charge of education and sports. She ranks far below President Xi Jinping and Premier Li Keqiang.
Beijing is host to the 2022 Winter Olympics.
Even Argentina, Brazil’s main partner in the region, has yet to confirm the presence of President Mauricio Macri, although its embassy in Brasilia says he is expected to come.
Japan has also not confirmed its delegation. However, Japan would seem likely to send a top-ranking representative with Tokyo the next host of the Summer Games.
Britain, which held the last Summer Olympics, has just changed its prime minister and its representative is in doubt.
Russia is another question mark. Many Russian athletes have been caught up in a giant doping scandal. A report due on Monday may confirm allegations of state-backed doping by Russia. Already, the Russian track and field team has been banned from the games, pending an appeal.
Even many left-leaning Latin American governments that supported Brazil as South America’s first Olympic host have yet to confirm.


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