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Infraero realiza ações contra o Aedes aegypti em Congonhas e Belém

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Infraero realiza ações contra o Aedes aegypti em Congonhas e Belém ...

No início de junho passado, os aeroportos de Congonhas (SP) e Belém – Val-de-Cans (PA) cumpriram ações de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

      No terminal paulistano, foi realizada em 31/5 inspeção de rotina nas áreas do sítio aeroportuária para identificação e eliminação de focos do inseto. Já no aeroporto belenense, foi realizado o 4º Arrastão de Combate ao Aedes, envolvendo, além da comunidade aeroportuária, a sensibilização das comunidades do entorno do Val-de-Cans sobre o tema.

      Os dois terminais exemplificam a rotina de ações sistemáticas para a prevenção da proliferação do Aedes aegypti nos aeroportos da Infraero desde o início de 2016, quando foi intensificado o programa de combate ao mosquito. Entre as ações cumpridas, pode-se destacar, além das vistorias programadas, palestras, treinamentos e campanhas direcionadas ao público. Essas ações podem contar também com o apoio de órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente municipais e federais.

      Jânio Bastos, coordenador de Resposta à Emergência do Aeroporto de Belém, participou da ação promovida e enfatizou a importância do trabalho contínuo. “É importante que todas as áreas da empresa mantenham o foco no combate ao mosquito, realizando ações permanentes e diárias para evitar o nascimento do Aedes, tanto na área do aeroporto quanto nas proximidades”, afirmou.

      O arquiteto-urbanista Marcos Fernandes Calixto Rios, da Coordenação de Meio Ambiente de Congonhas, por sua vez, detalhou o escopo das ações realizadas. “Nas áreas sob responsabilidade da Infraero, o trabalho de manutenção e limpeza já inclui a desinfecção regular dos pontos de acúmulo de água, por exemplo. Os concessionários, por sua vez, têm se integrado ao esforço conjunto contra a proliferação do inseto, assim como o pessoal responsável pelas áreas sob administração militar”, disse. 

“Entendemos com o desenvolvimento dessas iniciativas que manter o sítio aeroportuário livre do mosquito está estreitamente relacionado com outras atividades e programas do nosso dia a dia, como o saneamento, a limpeza, a aplicação do Plano de Gestão de Resíduos e as campanhas de coleta de objetos estranhos em pátios e pistas, e deve merecer a mesma atenção de toda a comunidade aeroportuária”, concluiu Fernandes.


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