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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 07/04/2016 / Dilma nomeia três novos diretores da Anac


Dilma nomeia três novos diretores da Anac ...


A presidente Dilma Rousseff nomeou nesta quarta-feira, dia 6, três novos nomes para preencher a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Juliano Noman ocupará a vaga decorrente do término do mandato de Marcelo Guaranys, no dia 19 de março. Ele será o primeiro servidor de carreira da agência a fazer parte da diretoria. Noman não tem vínculos partidários e conta com forte apoio da área técnica da Anac.

Hélio Paes de Barros Júnior ficará no lugar de Cláudio Passos Simão, cujo mandato também terminou em 19 de março. Ele é tido como um nome de confiança do ministro-chefe do gabinete pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner.

Os dois novos diretores terão mandato até 2021.

O terceiro nomeado é Ricardo Sérgio Maia Bezerra, que já foi diretor da Anac (2010-2015). Seu mandato será até 19 de março de 2020.

Dilma indicou os nomes dos três em março. Depois, eles foram sabatinados pela Comissão de Infraestrutura do Senado e aprovados em plenário.

As nomeações foram publicadas hoje no “Diário Oficial da União”.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.





JORNAL VALOR ECONÔMICO


Dilma nomeia três novos diretores da Anac


Por Valor

A presidente Dilma Rousseff nomeou nesta quarta-feira, dia 6, três novos nomes para preencher a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Juliano Noman ocupará a vaga decorrente do término do mandato de Marcelo Guaranys, no dia 19 de março. Ele será o primeiro servidor de carreira da agência a fazer parte da diretoria. Noman não tem vínculos partidários e conta com forte apoio da área técnica da Anac.
Hélio Paes de Barros Júnior ficará no lugar de Cláudio Passos Simão, cujo mandato também terminou em 19 de março. Ele é tido como um nome de confiança do ministro-chefe do gabinete pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner.
Os dois novos diretores terão mandato até 2021.
O terceiro nomeado é Ricardo Sérgio Maia Bezerra, que já foi diretor da Anac (2010-2015). Seu mandato será até 19 de março de 2020.
Dilma indicou os nomes dos três em março. Depois, eles foram sabatinados pela Comissão de Infraestrutura do Senado e aprovados em plenário.
As nomeações foram publicadas hoje no “Diário Oficial da União”.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Ao receber Navio Bahia, Dilma garante recursos para projetos de defesa


Durante a cerimônia de incorporação à Marinha do Brasil do Navio Doca Multipropósito Bahia, a presidente Dilma Rousseff ressaltou a capacidade operacional da Marinha e garantiu recursos orçamentários para a continuidade dos projetos estratégicos da Defesa. Dilma anunciou que na proposta de revisão da lei orçamentária de 2016, enviada ao Congresso Nacional em março, foi incluído abatimento na meta de superávit de R$ 3,5 bilhões a serem destinados ao Ministério da Defesa.
"Não podemos descuidar da defesa da nossa soberania, motivo pelo qual é necessário investir sempre e mais na capacitação de nossas Forças Armadas", disse a presidente. "Mesmo em uma fase de ajuste, temos nos esforçado para dar sequência aos projetos estratégicos das Forças Armadas", continuou.
A cerimônia de incorporação do Navio Doca Multipropósito Bahia ocorreu no Porto de Salvador (Bahia), a bordo da embarcação, na manhã desta quarta-feira. A uma plateia composta por oficiais militares, autoridades federais, estaduais e municipais, diplomatas e jornalistas, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, agradeceu à presidente da República o reconhecimento de seu governo à agenda de defesa.
"Em nome do Ministério da Defesa, quero registrar meu agradecimento pela presença e por esse gesto que reconhece a agenda de defesa como prioridade na agenda do Brasil", afirmou. Rebelo ressaltou a capacidade do Navio. "O navio oferece à Marinha do Brasil várias opções de operações essenciais em defesa naval, em transporte de tropas e de equipamentos e pode se converter em navio hospital. Então a Marinha passa a ter um instrumento importante para ampliar a sua capacidade de operações com equipamento potente moderno e de emprego variável", disse.
Em discurso, o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, afirmou que a incorporação do Navio Bahia "reafirma a capacidade de projeção de poder, de controle de áreas marítimas afastadas do litoral e de defesa das atividades econômicas na Amazônia Azul". Ele também acentuou a capacidade do navio ser utilizado para missões de caráter humanitário, auxílio a desastres, apoio à Defesa Civil e a operações internacionais de paz.
Durante o evento, o governador da Bahia, Rui Costa, entregou a bandeira da Bahia ao Comandante do Navio, capitão Luís Felipe Monteiro Serrão. Em seguida, a presidente e o ministro descerraram a placa de inauguração da embarcação.
Projetos estratégicos
A presidente Dilma acentuou a versatilidade do Navio Bahia. "Com este navio, reforçamos o poder naval em atividades típicas do nosso governo e em ações de caráter humanitário e de auxílio a desastres. A versatilidade deste navio é compatível com as diversidades das tarefas que a Marinha executa", afirmou.
Segundo a presidente, a Marinha tem papel fundamental nas atividades de proteção das águas jurisdicionais, em missões internacionais de paz, em ações de Garantia da Lei e da Ordem, em atividades da defesa civil, como ocorreu após o rompimento da barragem de rejeitos minerais em Mariana (MG). "Dentro dessa longa lista de atividades, fica fácil compreender a importância do investimento para incorporar o navio. É um merecido e necessário reforço à capacidade operacional da nossa força naval", disse.
Em seu discurso, Dilma defendeu a continuidade dos projetos estratégicos de defesa como essencial para o País. "O Brasil é um país de dimensões continentais e riquezas extraordinárias, cuja defesa precisa ser aprimorada continuamente". Segundo ela, o governo se esforça diuturnamente para superar o cenário fiscal "sem sacrificar projetos que são fundamentais para a retomada do desenvolvimento e para o futuro do Brasil".
Como projetos estratégicos, Dilma citou o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), o programa Gripen, o projeto KC 390, o programa nuclear e de desenvolvimento do submarino nuclear e o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. "Temos que investir nas Forças Armadas que a cada dia se mostram mais eficientes e profissionais no cumprimento de suas funções".
Participaram da cerimônia, o Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, o secretário-geral do Ministério da Defesa, general Silva e Luna, a secretária de Produtos de Defesa do ministério, Perpétua Almeida, chefe do Estado Maior da Armada, almirante Airton Teixeira, o ministro chefe do Gabinete Pessoal da Presidência, Jaques Wagner, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Hélder Barbalho, o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili, o ministro do Superior Tribunal Militar, Álvaro Pinto, além de deputados federais, estaduais, vereadores.

Rio 2016: Alunos do Forças no Esporte participam do revezamento da Tocha Olímpica


Por Ascom

A pouco menos de um mês para o início do revezamento da Tocha Olímpica no Brasil, a ansiedade toma conta dos dois alunos do Programa Forças no Esporte (Profesp) selecionados para carregar o símbolo do desporto mundial. O programa, que atende atualmente a 21 mil crianças e jovens, é desenvolvido em parceria pelos ministérios da Defesa, do Esporte e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
A Tocha Olímpica percorrerá, pelas mãos de 12 mil brasileiros, mais de 300 cidades de todos os Estados e do Distrito Federal. Além disso, a chama olímpica passará por outros 200 municípios, que assistirão ao comboio com o símbolo. Todas as capitais do País participarão do revezamento durante os 100 dias de percurso.
A jornada da Tocha Olímpica começará no dia 21 de abril, quando a chama será acesa na cidade de Olímpia, na Grécia. Após um rápido trajeto pelo país europeu, ela desembarcará no Brasil no dia 27 de abril. Em 3 de maio, em Brasília, terá início o revezamento.
Reconhecimento
Será na cidade de Morrinhos, no estado de Goiás, no dia 6 de maio, que o jovem atleta de 17 anos, Joseias Chagas terá a honra de carregar a chama olímpica. “Ter sido selecionado me deixou muito feliz. É uma sensação única e a realização de um sonho”, diz. Morador do Varjão, região administrativa do Distrito Federal, o jovem fundista vem de uma família carente, mas as dificuldades não o impediram de realizar seus objetivos.
Com 14 troféus no currículo, o atleta faz planos para o futuro. “Quero poder representar o Brasil nas Olímpiadas em 2020 e, quem sabe, trazer uma medalha para o País”. Além do atletismo, Joseías também tem participado de competições de Orientação, como a 2ª Copa Sprint de Orientação de Inclusão Social, em que foi um dos vencedores do circuito longo de 13 a 17 anos.
Já em Manaus, com 15 anos, Liliane Paulino, integrante do Profesp, participa ativamente de todas as atividades esportivas praticadas em sua escola: natação, vôlei de praia, vôlei de quadra, handebol, frescobol e queimada. E é por essa referência que ela também foi selecionada para carregar a Tocha Olímpica no dia 10 de junho, na cidade de Piracuruca, no Piauí.
Profesp
Criado há 12 anos, o Programa Força no Esporte tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.
Atualmente, o programa atende a 21 mil crianças e está presente em 89 cidades de 26 unidades da federação, inclusive no arquipélago de Fernando de Noronha. O Forças no Esporte é desenvolvido nas organizações militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Cada núcleo onde é desenvolvido o programa é composto de um grupo de 100 crianças, sob a orientação de um coordenador e de um monitor, que desenvolvem atividades esportivas e complementares no contraturno escolar. Nesses locais são oferecidas modalidades coletivas e individuais. Além disso, há reforço escolar, orientações sobre saúde e palestras relativas à cultura, artes e ações ambientais.
Embora a principal finalidade do programa seja a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade social por meio do esporte, o Profesp também tem conseguido garimpar vários talentos. Um dos exemplos foi o atleta Carlos Alexandre Gomes, na modalidade de levantamento de peso. Em poucos meses de treinamento, se tornou recordista brasileiro e eleito melhor atleta de 2010, na categoria infantil, e passou a fazer parte do Projeto Olímpico Marinha do Brasil.

AGÊNCIA REUTERS


Dilma diz que governo faz esforço para manter projetos militares em momento de ajuste


Por Pedro Fonseca, No Rio De Janeiro

(Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira em um evento com militares que o governo tem se esforçado para dar sequência a projetos estratégicos das Forças Armadas, como a aquisição de caças supersônicos e o sistema de monitoramento das fronteiras, em meio a um cenário fiscal difícil.
"Mesmo em uma fase de ajustes, como a que estamos atravessando, temos nos esforçado para dar sequência aos projetos estratégicos das Forças Armadas", disse a presidente em breve discurso após visitar um navio da Marinha ancorado na Bahia.
"O cenário fiscal que enfrentamos é difícil, estamos trabalhando diuturnamente para superá-lo, mas devemos superá-lo sem sacrificar projetos que são fundamentais para a retomada do desenvolvimento e para o futuro do Brasil. Esse é o caso dos projetos estratégicos das Forças Armadas", acrescentou.
Entre os projetos citados por Dilma estão a compra de 36 caças Gripen NG, fabricados pela sueca Saab, para a Força Aérea Brasileira (FAB), em um contrato estimado em 5,4 bilhões de dólares, e os programas nuclear e de desenvolvimento de submarinos da Marinha.
A presidente, que enfrenta um processo de impeachment em tramitação no Congresso, também fez um agradecimento a manifestantes "que se colocaram debaixo de chuva para defender a democracia e a institucionalidade" do país durante a realização do evento em Salvador.

OUTRAS MÍDIAS


PREFEITURA DE TRÊS LAGOAS (MS)


Ministério da Aeronáutica homologa sistema PAPI do Aeroporto Municipal de Três Lagoas

O equipamento estava em operação com Autorização Provisória desde novembro de 2015, mas somente agora a homologação foi publicada no Diário Oficial da União
Desde 2014 o Aeroporto Municipal de Três Lagoas conta com o equipamento PAPI (Indicador de Precisão de Trajetória de Aproximação System), mas, somente no final de 2015, dois anos após a sua instalação, é que o Ministério da Aeronáutica através do COMAER (Comando da Aeronáutica) concluiu a homologação definitiva e publicou no Diário Oficial da União.
Em setembro do ano passado, o Aeroporto recebeu a visita do GEIV (Grupo Especial de Inspeção em Voo), do Rio de Janeiro/RJ - um pedido direto da prefeita Marcia Moura - para vistoria do novo equipamento. Na ocasião, foi constatado que o mesmo estava em condições normais para operação, porém não poderia ser utilizado para orientação de pouso para os voos regulares até que fosse devidamente conferida sua calibração pelos especialistas do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e formalizada sua autorização.
Em novembro, foi emitida uma autorização provisória autorizando a operação do sistema, mas somente agora, março de 2016, é que foi publicada sua Homologação em Definitivo e publicada oficialmente.
 “O sistema estava funcionando em sua plenitude, mas precisava ser homologado. Esse equipamento permite um pouso mais seguro, pois fornece ao piloto uma informação visual, de maior precisão, indicando se o ângulo de aproximação está correto, portanto, se sua altitude está correta (muito baixa, correta, alta e muito alta) com relação à rampa de descida e ponto de toque da aeronave na pista”, ressaltou Carmen Goulart, secretária de Planejamento e Gestão.
O superintendente do Aeroporto Municipal, Estevão Palma, ressaltou que esse sistema não melhora as condições de pouso para os mínimos tetos de visibilidade, o que ocorre especialmente em dias de muita chuva. “Isso é outra providência que estamos trabalhando para disponibilizar”, explicou Estevão.
Para obtenção do sistema atual, a Prefeitura Municipal de Três Lagoas investiu R$ 500 mil de recursos próprios.
O PAPI
Cada sistema de PAPI consiste de 2 ou 4 unidades luminosas alinhadas, cada uma possuindo 2 ou 3 lâmpadas. O PAPI gera um feixe de luz cuja parte superior é branca e a inferior vermelha. A cor enxergada pelo piloto depende da sua posição relativa à pista de pouso e, com isso, o auxilia no posicionamento correto da aeronave no procedimento de pouso.

PORTAL GOIÁS AGORA (GO)


Anápolis realiza Dia D contra o Aedes

Nesta quarta-feira, dia 6, a cidade de Anápolis desenvolve uma ação ostensiva de combate ao Aedes aegypti. Neste Dia D, a cidade será dividida em 10 regiões para que sejam finalizadas em 10 dias as visitas domiciliares em todos os cerca de 134 mil imóveis do município. Anápolis está em segundo lugar no ranking de Goiás, com o maior número de casos de dengue registrados. Só nas primeiras 11 semanas de 2016, 6.688 casos foram notificados.
A ação em Anápolis, segundo o prefeito João Gomes, conta com apoio da Base Aérea de Anápolis, Corpo de Bombeiros, agentes de saúde e de combate de endemias, do grupo S (Sesc, Sesi, Senai), universidades Fama, UniEvangélica, IFG e escolas, somando mais de 800 pessoas em campo, segundo estimativas dos organizadores, com ponto de encontro na Feira Coberta na Vila Santa Isabel.
Carros de som vão percorrer toda a cidade informando a população para que retire o lixo das casas e deixe na porta. “Pretendemos envolver, ainda, todos os 35 mil estudantes de Anápolis. É uma ofensiva contra o mosquito e precisamos fazer acontecer para que todos os imóveis sejam visitados e, após os 10 dias de trabalho, manter o que foi alcançado”, disse João Gomes. Para o prefeito, é primordial atingir 100% de todos os imóveis da cidade em 10 dias. Toda a sociedade será envolvida nessa mobilização. Participam membros da Maçonaria, Lyons Clube, Rotary, escolas, universidade e igrejas. “Eu quero todas as secretarias envolvidas nesse projeto”, completou.
Números
A superintendente de Vigilância em Saúde da Saúde, Maria Cecília Brito, anunciou que 60% dos casos de dengue no Estado se concentram em Anápolis, Goiânia e Aparecida de Goiânia. Em Anápolis, pela operação Goiás contra o Aedes, já foram visitados cerca de 40% dos cerca de 134 mil imóveis, em uma população estimada em 400 mil pessoas. São mais de 5.000 imóveis fechados que precisam ser visitados. A força-tarefa já chegou em mais de 3 milhões de imóveis goianos e tem o objetivo de erradicar, até junho, o transmissor das doenças. Anápolis tem hoje mais de 58 mil imóveis visitados, 10.466 fechados e 346 com focos.
A força-tarefa Goiás contra o Aedes foi deflagrada em Goiás em dezembro do ano passado a partir do decreto de emergência sanitária. A ação, comandada pela Secretaria de Estado da Saúde , Corpo de Bombeiros e prefeituras consiste em ações locais de visita de casa em casa onde equipes do Corpo de Bombeiros, agentes de saúde e voluntários retiram os focos do Aedes e ensinam prevenção e educação em saúde.
De acordo com a superintendente Maria Cecília, é importante quando o prefeito da cidade assume o comando da operação de combater o Aedes. “O Núcleo de Vigilância Epidemiológica precisa estar bem-estruturado”, aconselhou Cecília durante palestra no Parque Ipiranga, em Anápolis. Segundo Maria Cecília, outros quesitos como desenhar a rede de atendimento para assistir todos os pacientes que vierem a adoecer, destruir todos os focos com ações de campo e oferecer diagnóstico laboratorial em tempo hábil são leva a tantas complicações que pessoa doente pode ficar inabilitada para trabalhar, gerando aposentadoria, e a zika, traz consequências muito graves”, pontuou.

JORNAL FLORIPA (SC)


Dezesseis dias após cair, helicóptero ainda está no local do acidente na BA

Dezesseis dias após a queda de um helicóptero na cidade de Jaguaripe, localizada a 240 km de Salvador , a aeronave continua no local do acidente. A informação foi confirmada ao Site nesta quarta-feira (6), pela delegada Ivete Braga, titular da delegacia do município. Quatro pessoas, três passageiros e o piloto, ficaram feridas na queda.
O piloto, que tem 36 anos e é do estado de São Paulo, está internado no Hospital do Subúrbio desde o dia do acidente. De acordo com informações da diretoria médica da unidade de saúde, passadas ao Site nesta quarta-feira, o piloto tem estado grave e segue na UTI, em coma induzido e respirando com a ajuda de aparelhos. Ainda segundo informações do hospital, a vítima teve traumas torácico, vascular e ortopédico e foi submetida a algumas cirurgias. Não há previsão de alta.
Os demais ocupantes do helicóptero, que também foram levados para o Hospital do Subúrbio, receberam alta logo após o acidente, de acordo com informações da unidade de saúde. Eles são dois homens, de 40 e 43 anos, e uma mulher de 36.
Segundo a polícia, até esta quarta-feira, nenhum dos envolvidos foi ouvido na unidade policial. Testemunhas que viram a aeronave apresentar problema e cair também não compareceram à delegacia.
De acordo com informações da assessoria da Aeronáutica, em casos como esse, a retirada da aeronave do local do acidente é de responsabilidade da empresa ou do dono do equipamento. Nesse caso, o proprietário do helicóptero é o piloto que comandava a aeronave no momento da queda.
A delegada Ivete Braga, de Jaguaripe , informou que apenas o dono da aeronave, ou algum familiar, pode intermediar a retirada do helicóptero do local, que é de difícil acesso, em mata fechada na região de Jaguaripe. A delegada informou que, até o momento, nenhum familiar do piloto se apresentou na unidade policial para fazer o procedimento. As causas do acidente ainda são apuradas.
Investigações
No dia seguinte ao acidente, uma equipe dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II) esteve no local da queda da aeronave para fazer uma investigação que, segundo a Aeronáutica, tem o objetivo de evitar novos acidentes. Um laudo será feito com o material colhido pela equipe no local. Não há previsão para a conclusão do documento.
Caso
Um helicóptero caiu na Fazenda Piedade, perto do povoado Terra Santa, na cidade baiana de Jaguaripe, na tarde do dia 21 de março. Quatro pessoas ficaram feridas. Segundo o Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), que atuou no resgate dos feridos, duas vítimas tiveram ferimentos graves. Todas elas foram socorridas para o Hospital do Subúrbio, em Salvador . Inicialmente, a assessoria da Aeronáutica e o Graer informaram que cinco pessoas que estariam na aeronave ficaram feridas.
Segundo testemunhas, o acidente aconteceu por volta das 9h30 da manhã. Tanto o Graer quanto o Samu afirmaram ao Site no dia do ocorrido que foram acionados por volta das 11h por populares, e confirmaram que moradores disseram que o helicóptero caiu quase duas horas antes do chamado.
A aeronave que caiu é modelo AS-350, um helicóptero monoturbina leve. Segundo a Aeronáutica, o helicóptero tem capacidade para transportar entre cinco e seis pessoas, mais o piloto.
Testemunhas contaram à reportagem do Site , que esteve no local do acidente no dia do ocorrido, que as vítimas saíram de Morro de São Paulo, destino turístico baiano, e foram para a cidade de Nazaré da Farinhas à bordo do helicóptero .
De acordo com testemunhas, ao decolar de Nazaré para voltar para Morro de São Paulo, o helicóptero bateu em um fio de alta tensão e perdeu altitude. Em seguida, a aeronave caiu. Moradores da região de Jaguaripe ajudaram a resgatar as vítimas até a chegada do Samu e do Graer.
Ainda segundo testemunhas, o acidente aconteceu por volta das 9h30 da manhã. Tanto o Graer quanto o Samu afirmaram ao Site que foram acionados por volta das 11h por populares e confirmaram que moradores disseram que o helicóptero caiu quase duas horas antes do chamado.

PORTAL INFODEFENSA.COM


F. Gustafson (Saab): "Hay buenas oportunidades para el Gripen NG en Latinoamérica"

Saab ha potenciado su presencia en Latinoamérica con nuevas oficina y equipos locales al frente de los cuales está, entre otros, el vicepresidencia de Márketing y Ventas América Latina de la empresa, Fredrik Gustafson. Infofefensa ha tenido la oportunidad de charlar con él en la Feria Internacional del Aire y del Espacio Fidae 2016 en una entrevista de la que a continuación se publica su segunda parte.
¿Saab tiene previsto vender el Gripen a nuevos países de la región?
Sí. Sabemos que hay una necesidad en varios países. Sabemos que hay un proceso en Colombia para reemplazar sus KFir. También hay países como Perú, Argentina y Ecuador que están mirando la opción de reemplazar sus flotas de combate. El Gripen es un caza menos costoso de operar en comparación a sus competidores y nuestra empresa está preparada para transferir tecnología y trabajar juntos con compañías locales. Hay buenas oportunidades para nosotros en la región.
¿Esperan comercializar aeronaves de la última versión NG y aviones de las variantes C/D con tecnología avanzada?
Estamos mirando ambas plataformas. Depende del cliente que capacidades necesita. Aunque los modelos C/D han volado casi 10 años, siguen desarrollándose y la tecnología que tendrá el modelo NG podrá implementarse en los C/D a través de un retrofit porque los clientes que los están operando quieren usar sus sistemas 30 años más y debemos asegurar que ellos tengan una capacidad moderna.
¿Es una limitación para Saab que el Gripen tenga piezas británicas en caso de comercializarse en Argentina?
No lo vemos así. El Gripen tiene partes de todo el mundo porque es un ejemplo de cooperación industrial. Tenemos también el soporte de varios países y no veo que eso sea un problema. En Fidae la empresa está promocionando el radar aerotransportado Erieye.
¿Por qué considera que este sistema es la mejor opción para satisfacer las necesidades de control del espacio aéreo en Sudamérica?
Es la mejor plataforma del mundo en cuanto a sus capacidades. Es operado en la región por Brasil y México. Con la nueva tecnología que hemos desarrollado y denominado Global Eye, que tiene un alcance extra de 70% y la capacidad de detectar blancos en el mar, mirando las necesidades en la región de vigilancia de fronteras, combate al narcotráfico y pesca ilegal, las capacidades que ofrece un sistema como el Erieye permite dar solución a muchos de estos problemas.
¿Hay países latinoamericanos interesados en este sistema?
Sí, por supuesto. Hay varios países que están mirando esta capacidad ahora.
¿Qué nuevas tecnologías está desarrollando Saab para mejorar el control de las fronteras?
Siempre hemos trabajado con radares, pero la combinación de tener muchos sensores y la capacidad de integrarlos es muy importante. Nosotros tenemos esta capacidad, sean radares terrestres o aerotransportados, y la distribuimos a los centros de toma de decisión. En el ámbito militar, es clave garantizar que las comunicaciones sean seguras.
¿Qué soluciones ofrece Saab en esta materia?
El tema de ciberseguridad es muy importante y nosotros como desarrollamos sistemas de comunicación que distribuyen información pensamos en esta materia ya que hay que asegurar que no sean interferidos. Los productos que ofrecemos no tienen problemas de ciberseguridad.
¿Qué otro tipo de productos están desarrollando?
Mencioné Tacticall, solución que permite integrar distintos sistemas de comunicación que permite por ejemplo que un celular se comunique con una radio UHF o VHF ya sea de la policía o del Ejército. Ese es un tema interesante para la región. El sistema de mando y control SAFE que hemos vendido a la policía, plantas nucleares y aeropuertos y que integra todas las señales y sensores que hay, ya sean cámaras o radares para que los que tomen las decisiones tenga la misma idea de lo que pasa en particular si hay ataques terroristas. Es muy importante que cada persona involucrada en la cadena de decisión cuente con el mismo panorama de lo que sucede.
¿Cuáles son las expectativas que tiene Saab en esta Fidae?
La idea es presentar nuestros sistemas y acercarnos a los clientes porque sabemos que Saab es una empresa pequeña y no todo el mundo conoce lo que es Saab. Levantar el perfil de la empresa, mostrar las soluciones que podemos ofrecer y también presentarnos al público es muy importante. Que las personas que vengan puedan ver el Gripen, subirse y se sientan un piloto de caza es muy importante para conocer como piensa la gente.

PORTAL FLIGHTGLOBAL.COM (USA)


Overall US military aircraft exports strong in 2015

Despite trouble securing combat jet sales in 2015, concerns about an erosion in US military exports because its government’s burdensome and often sluggish approvals process might be overstated.
That is according to Aude Fleurant, director of the Stockholm International Peace Research Institute’s (SIPRI) arms and military expenditure programme, who says the quality of US equipment and the diversity of its customer base compares favourably against that from Russia and China. New data from SIPRI shows global military spending trending upward, with a 1% increase in 2015 to $1.68 billion, or 2.3% of worldwide gross domestic product.
The US government processed $35 billion-worth of government-to-government foreign military sales transactions in 2015 and another $11.7 billion in arms as military aid, according to the US Defense Security Cooperation Agency. That is higher than the $30 billion historical average, when excluding the $69.1 billion recorded in 2012 when Saudi Arabia committed to buying 84 Boeing F-15s.
Big-ticket aircraft deals in 2015 included Japan’s decision to buy the Northrop Grumman E-2D Hawkeye, RQ-4 Global Hawk and Bell Boeing V-22 Osprey, as well as the final Boeing C-17 sales to Australia, Qatar and the UAE, SIPRIs newly updated database shows. Saudi Arabia bought 10 Sikorsky MH-60R Seahawks and Spain purchased four General Atomics Aeronautical Systems MQ-9 Reapers.
However, US contractors and potential recipient nations alike have raised concerns about the time it takes for fighter sales to gain approval.
"I think there’s been an exaggeration of the erosion of the US domination of the arms trade,” says Fleurant, speaking at the Stimson Centre in Washington DC on 5 April. “Not only do I think it is overstated, the US is by far the largest exporter and the country that receives the most of its exports [accounts for] only 10%.
“Russia is dependent on India for its arms exports, by about 30%. If India decides it doesn’t want to buy Russian weapons anymore, Russian industry is in very big trouble. China is also very highly dependent on Africa for exports.”
However, in the competition for international fighter aircraft orders, particularly in the Middle East, the USA has more to worry about from European manufacturers, since lower procurement domestically is forcing governments to sweeten deals - typically with greater amounts of technology transfer - for the Eurofighter Typhoon, Dassault Rafale or Saab Gripen in order to maintain production levels. That helped Sweden sell the Gripen NG to Brazil in 2015, having offered to finance the deal and co-develop a twin-seat variant locally.
“The national procurement budgets are so tight right now; there’s not enough money,” says Fleurant, “so their offset packages are much bigger than what the US is ready to offer, which is why they’ve been met with a lot more success recently.”
Kuwait this week reached an agreement with Italy for 28 Typhoons. It has also selected the Boeing F/A-18E/F Super Hornet, but a deal is yet to materialise. Boeing expressed concern last year that Kuwait might back out unless the US governments approvals process moves faster.
Lockheed Martin also finds itself in limbo as it attempts to get pending F-16 deals with Pakistan and the United Arab Emirates through regulatory hoops. The F-16 production line in Fort Worth, Texas has no more jets to build after those for Iraq, with the final delivery expected in 2017.
ImagemOutsiders trying to enter the combat aircraft market include South Korea with its T-50 Golden Eagle, and the Korea Aerospace Industries KF-X multirole fighter it has begun developing in partnership with Indonesia and the assistance of Lockheed. Turkey, meanwhile, is developing the TFX air superiority fighter, and Japan is pursuing its first domestically produced stealth aircraft based on the Mitsubishi X-2 Shinshin prototype. “I wouldn’t underestimate what’s been going on in these countries,” says Fleurant.
Despite economic troubles in its domestic market, Embraer Super Tucano continues to be an export success, having notched up sales to Mali, Ghana, Honduras and Lebanon in the last 12 months.
India, meanwhile, has not made much progress on its planned fifth-generation fighter programme and has been struggling with military industrialisation since its independence.
Fleurant notes that China is also struggling with aircraft engine development and nuclear propulsion for surface ships and submarines.
“Propulsion seems to be an issue overall for the defence industry in China, but as long as they keep funnelling money into it, at some point they’re going to manage it,” she says, adding that the quality of Chinese equipment is getting better. “What they’re transferring now is not the crappy stuff they used to transfer in the ‘70s. Not anymore.”
Standout exports in 2015
France
• 24 Dassault Rafales to Egypt
• 24 Dassault Rafales to Qatar
Israel
• IAI Heron TP UAV selected by Germany
• 2 Aeronautics Defense Systems Dominator IIs UAV to Mexico
• 6 Elbit Hermes 900s to Switzerland
• 2 Elbit Hermes 900s to unnamed country
Italy
• 6 AgustaWestland AW109Ks to Angola
• 28 Eurofighter Typhoons selected by Kuwait
• 2 Alenia C-27J Spartans to unnamed African country
• 7 Partenavia P.68s (Vulcanair P68s) to Chile
Russia
• 7 second-hand Ilyushin Il-76Ms to China
• 46 Kamov Ka-52Ks to Egypt
• 50 Mikoyan MiG-29M/M2s to Egypt
• 10 Sukhoi Su-35s to Indonesia
• 4 Mil Mi-24s to Pakistan
Sweden
• 36 Saab GripenEs to Brazil
• 2 second-hand Saab JAS-39C Gripens to Hungary
Spain
• 56 Airbus C-295s to India
• 4 Airbus A330 MRTTs to South Korea
Switzerland
• 38 Pilatus PC-7s selected by India
• 49 Pilatus PC-21 to Australia
• 9 Pilatus PC-9s to Jordan
United States
• Boeing C-17As to Australia (2), Qatar (4) and UAE (2)
• 3 Boeing CH-47Fs to Australia
• 10 second-hand Boeing CH-47Ds to Greece
• 2 special mission Gulfstream 550s to Australia
• 4 Northrop Grumman E-2Ds to Japan
• 17 Bell-Boeing V-22s to Japan
• 4 RQ-4 Global Hawks selected by Japan
• 15 Bell 407GXs to Mexico
• 30 F-16s selected by UAE (not sold)
• 26 armed Bell-407GXs to UAE



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