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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 01/04/2016 / Como as aves vão inspirar os aviões do futuro


Como as aves vão inspirar os aviões do futuro ...


Heitor Shimizu - Agência Fapesp ...

Em 2015, 3,5 bilhões de passageiros usaram aviões como meio de transporte, segundo a International Air Transport Association (IATA).

O número deverá dobrar até 2034, quando o Brasil, que é um dos países em que o setor tem crescido mais rapidamente, deverá superar os 200 milhões de passageiros por ano.

“O setor aéreo tem um impacto enorme na economia mundial e não há nada melhor para o transporte rápido em distâncias longas do que aviões, que oferecem um tipo de operação confiável e segura”, disse Carlos Cesnik, professor de Engenharia Aeroespacial e diretor do Active Aeroelasticity and Structures Research Laboratory da University of Michigan (UM).

Mas, da mesma forma que crescerá, o setor passará por muitas transformações nos próximos anos, de acordo com Cesnik e os demais palestrantes de um painel em que foram apresentadas alternativas tecnológicas para o futuro da aviação na Fapesp Week Michigan-Ohio, que ocorre até 1º de abril nos Estados Unidos.

O grupo do professor Daniel Inman no Departamento de Engenharia Aeroespacial da UM tem buscado alternativas para o desenvolvimento de aeronaves mais eficientes a partir do estudo de quem voa há mais tempo no mundo: as aves.

Segundo Inman, a ideia de modificar asas de aeronaves é muito antiga. Os próprios irmãos Wright usaram asas que mudavam de forma à medida que eram puxadas por cabos. “Eles queriam aprender a voar e nada melhor do que se basear em aves”, disse.

Entretanto, por motivos de segurança – diminuir a turbulência, por exemplo –, as superfícies rígidas dominaram a aviação desde a popularização do setor até os dias de hoje. E foi somente nos últimos anos que retornou o interesse pelo estudo de configurações com asas que mudam de forma durante o voo.

“Em nossa pesquisa, não queremos copiar o modo como as aves batem as asas, mas sim analisar características na fisiologia desses animais que possam inspirar soluções tecnológicas, particularmente em aplicações com materiais inteligentes”, disse Inman.

O grupo de Inman, do qual fazem parte engenheiros e especialistas em biologia animal – da UM, Stanford e University of California Los Angeles –, teve este mês aprovado um auxílio à pesquisa de US$ 6 milhões do Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea dos Estados Unidos para produzir a análise mais detalhada do voo de aves já feita em um projeto de engenharia aeronáutica.

“Estudaremos os mais variados tipos de aves, com diferentes tamanhos, formas e velocidades”, disse.

Enquanto os aviões atuais têm asas rígidas e usam partes conhecidas como flaps, slats e spoilers para o controle, as aves utilizam as penas – isoladamente ou em conjunto – para criar superfícies que controlam o voo.

E, detalhe importante: fazem isso sem desperdício de energia. Esse é o principal objetivo da pesquisa de Inman: levar a eficiência do voo de aves para o setor aéreo.

Novas formas, novos materiais No Brasil, o grupo de Edson Cocchieri Botelho, professor na Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Guaratinguetá, tem estudado o uso de materiais plásticos altamente resistentes ao calor no setor aeronáutico.

Conhecidos como materiais compósitos, por terem pelo menos dois componentes ou duas fases, esses materiais têm propriedades físicas e químicas distintas.

São materiais poliméricos que se destacam por uma combinação favorável de baixa massa específica e elevado desempenho mecânico.

“A grande maioria dos compósitos poliméricos avançados utilizados atualmente é obtida a partir da impregnação do reforço com resinas termorrígidas que, entretanto, apresentam problemas de tensão em virtude do processamento e da natureza quebradiça da resina”, disse Botelho.

“Os polímeros termoplásticos reforçados com fibras contínuas vêm se apresentando como importantes substitutos, quando comparados aos polímeros termorrígidos convencionais, pois apresentam maiores valores de rigidez e resistência ao impacto, temperatura de serviço mais elevada e grande versatilidade na produção em série”, disse.

Em uma pesquisa apoiada pela Fapesp, Botelho e equipe processaram compósitos termoplásticos envolvendo diferentes graus de cristalinidade e avaliaram a influência dessa cristalinidade no desempenho mecânico e térmico, envolvendo diferentes condições ambientais.

O projeto foi realizado em conjunto com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), com o Composites Institute de Kaiserslautern e com o Leibniz Institute of Polymer Research Dresden, ambos na Alemanha.

“Temos estudado materiais compósitos tanto estruturais quanto reforçados com nanotubos de carbono, em pesquisas conjuntas com grupos nas universidades da Califórnia, Purdue, Case-Western e Washington, nos Estados Unidos”, disse à Agência Fapesp.

Em São José dos Campos, como não poderia deixar de ser, está boa parte dos esforços brasileiros para o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao setor aeronáutico.

Um exemplo foi apresentado na Fapesp Week por João Luiz Filgueiras de Azevedo, coordenador de um grupo no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) que trabalha principalmente com fluidodinâmica computacional.

Os pesquisadores fazem simulações em computador para analisar fatores como velocidade, turbulência, pressão, temperaturas e diversos outros com importantes efeitos em aeronaves.

As principais áreas de pesquisa estão no desenvolvimento de sistemas computacionais e de modelagem e estudos de fatores como turbulência, aeroacústica, elasticidade, interação de estruturas fluidas, fluxos hipersônicos e otimização aerodinâmica.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



PORTAL G-1


Família de Rio Preto flagra helicóptero dando rasante em rio

Grupo estava se banhando no rio Grande e se assustou com a aeronave. Vídeo de helicóptero passando perto da família viralizou nas redes sociais.

Renata Fernandes Do G1 Rio Preto E Araçatuba

ImagemUma família de São José do Rio Preto (SP) foi surpreendida pelo voo rasante de um helicóptero quando se divertia no rio Grande, na divisa entre os Estados de São Paulo com Minas Gerais, no último domingo (27). Um dos familiares filmou a ação do helicóptero e o vídeo viralizou nas redes sociais.
A empresa responsável pelo hangar, administração e abastecimento da aeronave afirma que vai averiguar o ocorrido. A Anac, Agência Nacional de Aviação Civil, também disse que vai apurar a conduta do piloto durante o voo.
O comerciante Luis Carlos Poliseli, de 50 anos, conta que estava com o cunhado e os sobrinhos. Ele afirma que escutou o barulho estrondoso da aeronave quando passou por cima da cabeça deles. "Meu cunhado estava filmando as crianças e sem querer flagrou este momento. Foi assustador e uma sensação terrível. Acho que o piloto perdeu o controle da máquina porque a base do helicóptero ficou a cerca de 60 centímetros da minha cabeça", diz.
Poliseli diz que passou as imagens para uns amigos e, de repente, o vídeo viralizou nos grupos virtuais de conversa. Ele conta que primeiro ouviu o forte barulho e só depois viu o helicóptero.
"Ele estava muito baixo, acho que só não nos atingiu porque não era a hora. Pelas fotos dá para ver que passou bem perto. Foi uma sensação horrível", afirma. Segundo o comerciante, ninguém se feriu.

Justiça condena piloto e empresário que transportavam cocaína em avião

Aeronave transportava cerca de 400 quilos de pasta base de cocaína.

Do G1 Rio Preto E Araçatuba

ImagemA Justiça Federal de Araçatuba (SP) condenou há 10 anos e 2 meses de prisão os dois homens que foram perseguidos por um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) em um avião que transportava cocaína. O caso aconteceu em novembro do ano passado quando um avião, que transportava quase 400 quilos de pasta base da droga, foi interceptado pelos pilotos da FAB em Mato Grosso do Sul.
Os pilotos da FAB deram ordem de parada para que o avião aterrissasse e chegaram a disparar contra o bimotor. O piloto manteve o curso até ser obrigado a pousar na cidade de Gabriel Monteiro (SP), na região de Araçatuba. O piloto, de 46 anos, e um empresário de 48 anos, foram presos em flagrante.
Na época, o empresário que é de Curitiba, disse que foi contratado por US$ 100 mil para comprar e vender a droga e que ganharia a aeronave depois do trabalho. O piloto informou que foi contratado pelo empresário por R$ 50 mil, mas não sabia que era para transportar a droga. A dupla foi presa por tráfico internacional e permanece na cadeia de Penápolis (SP).
O caso
O avião com pasta base de cocaína foi flagrado pela Força Aérea Brasileira no estado de Mato Grosso do Sul e interceptado na zona rural de Gabriel Monteiro, na região de Araçatuba, no dia 16 de novembro do ano passado. Segundo a FAB, a aeronave Sêneca EMB-810C, matrícula PT-WHM, foi interceptada e obrigada a pousar em uma fazenda, onde funciona uma oficina de aviões na zona rural. A droga estava avaliada pela polícia em R$ 7 milhões.

PORTAL EXAME.COM


Como as aves vão inspirar os aviões do futuro


Heitor Shimizu Agência Fapesp

Em 2015, 3,5 bilhões de passageiros usaram aviões como meio de transporte, segundo a International Air Transport Association (IATA).
O número deverá dobrar até 2034, quando o Brasil, que é um dos países em que o setor tem crescido mais rapidamente, deverá superar os 200 milhões de passageiros por ano.
“O setor aéreo tem um impacto enorme na economia mundial e não há nada melhor para o transporte rápido em distâncias longas do que aviões, que oferecem um tipo de operação confiável e segura”, disse Carlos Cesnik, professor de Engenharia Aeroespacial e diretor do Active Aeroelasticity and Structures Research Laboratory da University of Michigan (UM).
Mas, da mesma forma que crescerá, o setor passará por muitas transformações nos próximos anos, de acordo com Cesnik e os demais palestrantes de um painel em que foram apresentadas alternativas tecnológicas para o futuro da aviação na Fapesp Week Michigan-Ohio, que ocorre até 1º de abril nos Estados Unidos.
O grupo do professor Daniel Inman no Departamento de Engenharia Aeroespacial da UM tem buscado alternativas para o desenvolvimento de aeronaves mais eficientes a partir do estudo de quem voa há mais tempo no mundo: as aves.
Segundo Inman, a ideia de modificar asas de aeronaves é muito antiga. Os próprios irmãos Wright usaram asas que mudavam de forma à medida que eram puxadas por cabos. “Eles queriam aprender a voar e nada melhor do que se basear em aves”, disse.
Entretanto, por motivos de segurança – diminuir a turbulência, por exemplo –, as superfícies rígidas dominaram a aviação desde a popularização do setor até os dias de hoje. E foi somente nos últimos anos que retornou o interesse pelo estudo de configurações com asas que mudam de forma durante o voo.
“Em nossa pesquisa, não queremos copiar o modo como as aves batem as asas, mas sim analisar características na fisiologia desses animais que possam inspirar soluções tecnológicas, particularmente em aplicações com materiais inteligentes”, disse Inman.
O grupo de Inman, do qual fazem parte engenheiros e especialistas em biologia animal – da UM, Stanford e University of California Los Angeles –, teve este mês aprovado um auxílio à pesquisa de US$ 6 milhões do Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea dos Estados Unidos para produzir a análise mais detalhada do voo de aves já feita em um projeto de engenharia aeronáutica.
“Estudaremos os mais variados tipos de aves, com diferentes tamanhos, formas e velocidades”, disse.
Enquanto os aviões atuais têm asas rígidas e usam partes conhecidas como flaps, slats e spoilers para o controle, as aves utilizam as penas – isoladamente ou em conjunto – para criar superfícies que controlam o voo.
E, detalhe importante: fazem isso sem desperdício de energia. Esse é o principal objetivo da pesquisa de Inman: levar a eficiência do voo de aves para o setor aéreo.
Novas formas, novos materiais No Brasil, o grupo de Edson Cocchieri Botelho, professor na Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Guaratinguetá, tem estudado o uso de materiais plásticos altamente resistentes ao calor no setor aeronáutico.
Conhecidos como materiais compósitos, por terem pelo menos dois componentes ou duas fases, esses materiais têm propriedades físicas e químicas distintas.
São materiais poliméricos que se destacam por uma combinação favorável de baixa massa específica e elevado desempenho mecânico.
“A grande maioria dos compósitos poliméricos avançados utilizados atualmente é obtida a partir da impregnação do reforço com resinas termorrígidas que, entretanto, apresentam problemas de tensão em virtude do processamento e da natureza quebradiça da resina”, disse Botelho.
“Os polímeros termoplásticos reforçados com fibras contínuas vêm se apresentando como importantes substitutos, quando comparados aos polímeros termorrígidos convencionais, pois apresentam maiores valores de rigidez e resistência ao impacto, temperatura de serviço mais elevada e grande versatilidade na produção em série”, disse.
Em uma pesquisa apoiada pela Fapesp, Botelho e equipe processaram compósitos termoplásticos envolvendo diferentes graus de cristalinidade e avaliaram a influência dessa cristalinidade no desempenho mecânico e térmico, envolvendo diferentes condições ambientais.
O projeto foi realizado em conjunto com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), com o Composites Institute de Kaiserslautern e com o Leibniz Institute of Polymer Research Dresden, ambos na Alemanha.
“Temos estudado materiais compósitos tanto estruturais quanto reforçados com nanotubos de carbono, em pesquisas conjuntas com grupos nas universidades da Califórnia, Purdue, Case-Western e Washington, nos Estados Unidos”, disse à Agência Fapesp.
Em São José dos Campos, como não poderia deixar de ser, está boa parte dos esforços brasileiros para o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao setor aeronáutico.
Um exemplo foi apresentado na Fapesp Week por João Luiz Filgueiras de Azevedo, coordenador de um grupo no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) que trabalha principalmente com fluidodinâmica computacional.
Os pesquisadores fazem simulações em computador para analisar fatores como velocidade, turbulência, pressão, temperaturas e diversos outros com importantes efeitos em aeronaves.
As principais áreas de pesquisa estão no desenvolvimento de sistemas computacionais e de modelagem e estudos de fatores como turbulência, aeroacústica, elasticidade, interação de estruturas fluidas, fluxos hipersônicos e otimização aerodinâmica.

OUTRAS MÍDIAS


AEROFLAP.COM.BR


Boeing 747 da Lufthansa é utilizado em simulado de emergência no RIOGaleão

ImagemO RIOgaleão realizou ontem (30/03), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Exercício Simulado de Emergência Aeronáutica (ESEAC), um dos testes obrigatórios previstos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para avaliar a eficiência do aeroporto em casos de acidentes aéreos. O simulado, que envolveu a equipe de resposta à emergências, contou com a colaboração de profissionais do Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), do Batalhão de Infantaria Especial (BINFAE), do Grupamento Aéreo Militar (GAM) e do Batalhão de policiamento em Áreas Turísticas (BPTUR), além de voluntários da concessionária, membros do Corpo de Bombeiros Militar, da Cruz Vermelha Brasileira e de 11 companhias aéreas.
Mais de 200 pessoas participaram do exercício, cujo objetivo principal é a otimização do tempo de salvamento de vítimas de um acidente aéreo, representadas na ocasião por atores voluntários.
Para compor o cenário, o Boeing 747-800 da Lufthansa, utilizado na rota regular entre Rio de Janeiro e Frankfurt, foi deslocado para uma das taxiways e representou a aeronave envolvida no incidente. Para a simulação do resgate, o teste contou com quatro carros de combate a incêndio, dois carros de resgate e salvamento, cinco ambulâncias, um helicóptero e um carro do posto de comando móvel, além dos carros de apoio de bombeiros, segurança e apoio de pátio e pista.
“É importante estarmos preparados para qualquer tipo de situação adversa que possa acontecer no aeroporto, principalmente com a chegada de um evento do porte das Olimpíadas, quando teremos que lidar com um fluxo ainda maior de aeronaves pousando e decolando. A integridade e a segurança dos nossos passageiros são prioridade para a nossa operação”, afirma Herlichy Bastos, diretor de operações do RIOgaleão. O exercício, que durou cerca de duas horas, contou, ainda, com a participação de representantes da Defesa Civil, ANAC, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), Changi Airports International e INFRAMERICA, que atuaram como observadores da ação.

PCICONCURSOS.COM.BR


Aeronáutica abre três Processos Seletivos para Cursos de Formação de Oficiais

As vagas estão distribuídas entre formações de Oficiais Aviadores, Intendentes e de Infantaria.
De 5 a 25 de abril de 2016, o Comando da Aeronáutica recebe inscrições para os Cursos de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV), Intendentes (CFOINT) e de Infantaria (CFOINF) para o ano de 2017, a serem realizados na Academia da Força Aérea - AFA, em Pirassununga - SP. Há 65 vagas no total, sendo 20 para o CFOAV, 35 para o CFOINT e 10 para o CFOINF.
Podem participar candidatos voluntários que tiverem o seguinte perfil: cidadãos brasileiros natos, com formação de nível médio e que não apresentem menos de 17 anos, nem que completem 23 até 31 de dezembro do ano da matrícula no curso (2017). No caso do CFOINF, poderão se inscrever somente candidatos do gênero masculino, já as outras duas seleções são destinadas também ao público feminino.
As inscrições são recebidas nos sites www.concursos.epcar.aer.mil.br ou www.fab.mil.br, até às 15h do último dia do prazo. Após o preenchimento do formulário é preciso efetuar o pagamento da taxa de R$ 70,00, por boleto bancário.
Os candidatos serão avaliados por meio de Provas Escritas, Inspeção de Saúde (INSPSAU), Exame de Aptidão Psicológica (EAP), Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF), Teste de Aptidão à Pilotagem Militar (TAPMIL) e Validação Documental. A previsão é de que os testes sejam iniciados em 10 de julho de 2016.
Durante a realização do curso, os candidatos são considerados Cadetes da Aeronáutica, sendo que, após a conclusão, os mesmos serão nomeados Aspirantes a Oficial, de forma que atuarão nas Organizações Militares.
As provas escritas serão aplicadas em Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Barbacena (MG), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Pirassununga (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR). É no momento da inscrição, que o candidato deve indicar a cidade da Organização Militar de Apoio onde deseja realizá-la.
Os editais de abertura estão disponíveis em nosso site para consulta a outros detalhes.

JORNAL FLORIPA.COM (SC)


Piloto que deu rasante em rio pode ter certificado cassado, diz Anac

O piloto do helicóptero flagrado por uma família de São José Rio Preto (SP) ao dar um voo rasante no rio Grande , na divisa entre os Estados de São Paulo com Minas Gerais, no último domingo (27), poderá ser multado e também ter o certificado cassado, informou a Agência Nacional de Aviação Civil ( Anac ). A família se banhava no rio quando foi surpreendida pela manobra. Um parente gravou o rasante.
Em nota, a Anac afirma que “quando ocorrem operações irregulares, o piloto e o operador do local, quando localizados, serão responsabilizados administrativamente pela Anac e poderão ser multados e ter seus certificados cassados. Além das sansões administrativas, a Anac poderá encaminhar denúncia ao Ministério Público e polícia para que sejam tomadas medidas no âmbito criminal.”
O piloto não poderia ter feito aquela manobra porque, segundo regulamento técnico da aviação, um helicóptero não pode voar a uma altura inferior a 150 metros de altura, principalmente porque havia pessoas na água no momento em que a aeronave levantou voo.
O pescador profissional José Antonio Siqueira, mora no condomínio de chácaras onde estava a família que flagrou o voo rasante, e afirma que é frequente helicópteros sobrevoarem o local, principalmente aos domingos.
"Já vi muitos helicópteros por aqui, mas essa foi a primeira vez que voou tão baixo assim. A pessoa pode até pensar que está caindo, porque acontece muito isso, e pode ser perigoso", diz. Siqueira conta que no local também há muitos voos de aviões agrícolas, já que há aeroporto e muitas plantações de cana-de açúcar perto do condomínio.
O comerciante Luis Carlos Poliseli, de 50 anos, lembra que mergulhou no momento em que o helicóptero foi em direção a ele. "Acho que se eu não tivesse mergulhado ele tinha me pegado. Para mim ou o piloto perdeu o controle ou quis fazer uma graça, porque normal não foi não. Ali não podia ter helicóptero, principalmente voando baixo assim. O condomínio tem muita gente e o rio sempre fica lotado. Por pouco não aconteceu uma tragédia com uma família. Foi um susto muito grande."
Poliseli diz que passou as imagens para uns amigos e, de repente, o vídeo viralizou nos grupos virtuais de conversa. Ele conta que primeiro ouviu o forte barulho e só depois viu o helicóptero. "Ele estava muito baixo, acho que só não nos atingiu porque não era a hora. Pelas fotos dá para ver que passou bem perto. Foi uma sensação horrível", afirma. Segundo o comerciante, ninguém se feriu.

PORTAL DEFESANET.COM.BR (RS)


KC-390 – Estará em Farnborough

A aeronave cargueira multimissão KC-390 cruzará o Atlântico e participará do Farnborough International Airshow.
Nelson Düring - Editor-Chefe DefesaNet
Uma notícia que é uma verdadeira surpresa foi anunciada com exclusividade a DefesaNet pelo CEO da EMBRAER Defesa & Segurança Jackson Schneider na FIDAE 2016.
ImagemO cargueiro multimissão KC-390 atualmente em desenvolvimento que alcançou a marca de mais de 150 horas voadas, estará em exibição estática, no tradicional Farnborough International Airshow, que será realizado na Inglaterra, no período de 11 a 17 de Julho 2016.
Esta é uma bem calculada jogada de marketing da EMBRAER. Mesmo com a restrição orçamentária que afetou o cronograma de desenvolvimento atrasando-o em 18 meses, para a certificação final da aeronave.
Em meados do ano passado a EMBRAER Defesa & Segurança tomou a decisão corajosa de continuar com o programa de desenvolvimento e a construção dos demais protótipos, mais um para ensaios em voo e dois para ensaios estáticos, com recursos próprios.
Mesmo que após a Força Aérea Brasileira tenha conseguido amortizar parcelas em atraso, um outro efeito aconteceu. Os valores corrigidos pela valorização do dólar levara a dívida ficar estacionada no mesmo valor ou seja R$ 1, 4 Bilhão .
O risco de cruzar o Atlântico é minimizado pela confiabilidade e maturidade que os complexos sistemas de voo do KC-390 estão alcançando e demonstrando nas mais de 150 horas voadas desde as instalações da EMBRAER Defesa & Segurança, em Gavião Peixoto, SP.
São cerca hoje 28 aeronaves contratadas para a FAB e mais 32 para os países participantes do consórcio de desenvolvimento (Argentina, Chile, Portugal, Rep. Tcheca).
A direção através do CEO Jackson Schneider e o Diretor do Programa Cargueiro Multimissão KC-390 mostram-se confiantes e tranquilos com a evolução e que as metas do cronograma serão atingidas.



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