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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 07/07/2017 / Google é acusado de roubar tecnologia por trás de internet via balões

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Google é acusado de roubar tecnologia por trás de internet via balões ...  


Felipe Ventura ...  


Em 2013, o Google revelou ao mundo o Project Loon, que usa balões para oferecer internet em áreas remotas. Eles flutuam na estratosfera e usam a rede 4G de operadoras parceiras para levar sinal a locais com pouca infraestrutura de rede. Isto foi testado em vários países, incluindo o Brasil.

É uma ideia bastante promissora, mas que está no centro de uma disputa judicial. A empresa Space Data abriu a ação no ano passado; ela trabalha no ramo há um bom tempo, patenteou essa tecnologia há mais de uma década — e quase foi adquirida pelo Google.

O caso vem avançando. Segundo a Wired, uma das patentes essenciais do Project Loon não pertence mais à Alphabet, dona do Google. É a primeira vez que isso acontece com uma das 36 mil patentes da empresa.

O USPTO, órgão americano de propriedade intelectual, decidiu em junho que a ideia — mudar a direção de um balão ao ajustar sua altitude — foi registrada primeiro pela Space Data.

Ela também acusa o Google de violar outras duas patentes: uma delas envolve fornecer internet através de uma rede de balões (solicitada em 1999); a outra trata da recuperação desses balões (solicitada em 2001).

A empresa oferece soluções comerciais desde 2004, e atualmente tem dois produtos: o SkySat, usado pelo corpo de fuzileiros navais dos EUA, envolve balões que estendem o alcance de rádios das forças militares; e o SkySite oferece conectividade para áreas remotas, semelhante ao Loon.

A Space Data começou a experimentar um serviço de pagers via balões de grande altitude em 2000. Em 2002, ela fez testes com mensagens de texto; em 2006, foi a vez de telefonemas; e em 2012, dados 4G – um ano antes do lançamento do Project Loon. O Google provavelmente sabe disso, porque quase comprou a empresa.

Quase aquisição
Em 2007, a gigante das buscas participou de um leilão de frequências da FCC (equivalente americana à Anatel) para forçar a operadora Verizon a atingir um lance mínimo. Isso abriria as frequências para todos os usuários, incluindo o Google. Mas se eles ganhassem o leilão por acidente, teriam que oferecer cobertura celular para 40% dos americanos em quatro anos.

A Space Data aproveitou a oportunidade para vender seus produtos. O Google poderia usar balões, em vez de construir antenas, caso ganhasse o leilão. Pouco tempo depois, as negociações caminharam para uma aquisição.

As empresas assinaram um acordo de não-divulgação (NDA) para o Google analisar os segredos técnicos, comerciais e financeiros da startup. Em 2008, doze executivos — incluindo os cofundadores Sergey Brin e Larry Page — fizeram um tour pela sede da Space Data; isso até virou notícia no Wall Street Journal.

Mas, poucos dias depois, o Google decidiu interromper as negociações. “O principal motivo para se envolver com a Space Data… não existia mais, já que era evidente que a Verizon tinha oferecido um lance maior no leilão”, diz a Alphabet no processo judicial.

O Google não precisava mais da startup, mas se inspirou nos produtos que ela vende, o que foi um problema. Spencer Hosie, advogado da Space Data, diz à Wired: “o Loon começou a ganhar uma tração enorme em 2015. Ficou claro que ele iria falir nossa empresa a menos que fizéssemos algo a respeito… Ou sumíamos do mapa doando 10 anos de propriedade intelectual para o Google, ou lutávamos para proteger nossas invenções muito anteriores”.

Agora, a Space Data terá ao seu lado uma patente crucial; mas sabe que essa disputa pode ser difícil, especialmente contra uma empresa com bilhões de dólares em caixa. Em comunicado, a Alphabet diz: “nós não acreditamos que estas reivindicações tenham mérito, e vamos nos defender vigorosamente”.

O julgamento está agendado para 2019, a menos que as partes fechem um acordo extrajudicial.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Procuram-se inimigos

O Exército brasileiro está se tornando uma força policial, e sem agilidade para proteger os recursos naturais do País

The Economist

Poucos lugares evidenciam tão bem o papel desempenhado atualmente pelo Exército brasileiro como Tabatinga, cidade de 62 mil habitantes situada na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Protegida pela Floresta Amazônica, a região nunca foi alvo de disputas militares e permanece em paz desde que, no século 18, os colonizadores portugueses ergueram ali um forte, hoje em ruínas. Mas o comandante local, Júlio Nagy, tem outros tipos de ameaças com que se preocupar. Em fevereiro e março, suas tropas interceptaram 3,7 toneladas de maconha. No ano passado, destruíram uma pista de pouso construída por mineradores ilegais de ouro. No interior de um pequeno zoo administrado pelo Exército, vez por outra se ouvem os gritos de araras capturadas nas mãos de traficantes.
A última vez que se teve uma grande cidade brasileira atacada foi em 1711, quando o Rio permaneceu alguns dias sob o domínio de um corsário francês. Um documento oficial do Exército afirma que, “no momento, o Brasil não tem inimigos”. Na ausência de vizinhos beligerantes ou insurreições armadas, e sem cultivar ambições no exterior, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, admite que as Forças Armadas do País “não exibem os atributos militares clássicos”.
Os estrategistas brasileiros dizem que a falta de adversários militares não é justificativa para economizar nos gastos de Defesa. Muitas vezes, falta poder de fogo às polícias estaduais para enfrentar as quadrilhas criminosas que operam em áreas de fronteira. Além disso, o Brasil quer dispor no futuro de poderio militar suficientemente dissuasório para afugentar estrangeiros que cobicem seus recursos naturais. Não é barato manter o controle sobre uma vasta área de fronteira, que se estende por diversos tipos de terreno. Apesar disso, novas ameaças exigem novas respostas. E a alta hierarquia militar diz que, nas condições atuais — com uma tropa de baixa qualificação, mal equipada, executando com frequência cada vez maior funções de policiamento de rotina — as Forças Armadas brasileiras não têm como cumprir os objetivos que lhes são atribuídos pelas autoridades civis.
Com 334 mil homens a sua disposição, o governo brasileiro precisou encontrar formas de ocupá-los. O Brasil lidera, por exemplo, a missão da ONU no Haiti, para a qual contribui com 1.277 “capacetes azuis”. Mas isso é apenas pouco mais do que o número de soldados enviados pelo vizinho Uruguai, cuja população é menor que a de nove cidades brasileiras.
Os militares têm competência legal para atuar preventiva e repressivamente numa faixa de 150 km das fronteiras terrestres. Quadrilhas internacionais há muito atuam nessas áreas: estacionado junto ao zoo de Tabatinga, há um avião cargueiro que se diz ter pertencido ao traficante Pablo Escobar.
O Exército também é responsável por operações mais especificamente voltadas para a “Garantia da Lei e da Ordem”, e com frequência se faz presente em eventos como eleições ou a Olimpíada de 2016. A questão é que os militares estão se envolvendo cada vez mais com atividades policiais de rotina. Ainda que menos de 20% dos pedidos de envios de tropas federais sejam atendidos, esse tipo de operação representa fatia crescente na carga de trabalho do Exército. No ano passado, os soldados brasileiros passaram 100 dias patrulhando as ruas de algumas cidades do País — o dobro do tempo em que haviam feito isso ao longo dos nove anos anteriores.
A maioria dos brasileiros não parece se incomodar com a tendência. Só que os militares desejam para si papel muito diverso. Versão preliminar de um documento do Exército fala muito pouco em “ameaças” específicas, mas se estende longamente sobre “capacidades” desejáveis. O Brasil precisa fundamentalmente proteger suas riquezas naturais, propõe o texto.
Reorganizar as Forças Armadas com base nessa prioridade é uma tarefa formidável. Antes de mais nada, o País terá de fortalecer sua capacidade de policiamento. Jungmann propõe a criação de uma guarda nacional permanente, com um contingente inicial de 7 mil homens. O presidente Michel Temer apoia a ideia.
Mas isso é só um primeiro passo: dois terços das forças terrestres brasileiras têm contratos de trabalho limitados a oito anos de duração, restringindo sua profissionalização. Três quartos do orçamento militar são consumidos com o pagamento de salários e aposentadorias, deixando uma quantia irrisória para equipamentos e manutenção. Nos Estados Unidos, a proporção é inversa.
Em 2015, os brasileiros abandonaram iniciativa conjunta com a Ucrânia para a construção de um veículo de lançamento de satélites. O submarino nuclear que o País começou a construir em 2012, a um custo de R$ 32 bilhões, está longe de ser concluído. O único porta-aviões de que a Marinha brasileira dispunha, que vivia no estaleiro, foi aposentado de vez em fevereiro.
Em períodos de austeridade, até operações rotineiras sofrem com a escassez de recursos. Uma unidade militar de fronteira, em Roraima, recebe suprimentos apenas uma vez por mês, enviados por um avião da FAB. Em razão disso, seu comandante, o general Gustavo Dutra, é obrigado a contar com os serviços de uma transportadora aérea privada, cuja hora de voo custa R$ 2 mil. Em janeiro, o Exército foi acionado para debelar um motim em uma penitenciária do Estado. Com as finanças estaduais em petição de miséria, o general Dutra teme que seus homens tenham de entrar em ação novamente em breve. / TRADUZIDO POR ALEXANDRE HUBNER
(C) 2017 THE ECONOMIST NEWSPAPER LIMITED. DIREITOS RESERVADOS. O TEXTO ORIGINAL EM INGLÊS ESTÁ EM WWW.ECONOMIST.COM.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Manifesto suprapartidário pede união nacional em meio à crise


Por Rosângela Bittar

BRASÍLIA - Assinado, em primeiro lugar, pelo ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (PCdoB-SP), um manifesto que apela à união nacional foi lançado, ontem, e começa a colher assinaturas em todo o país. Inspirador e formulador do documento, Rebelo tem sido apontado como o vice-presidente ideal em qualquer das chapas que venham a se formar em eleição indireta para presidente da República, inclusive a encabeçada por Rodrigo Maia (DEM-RJ), atualmente o mais provável a permanecer depois de assumir o cargo interinamente se ficar vago caso o presidente Michel Temer se afaste.

“O manifesto é suprapartidário, não ideológico, pode ser assinado por integrantes de qualquer partido, por nacionalistas, democratas, esquerda, centro, patriotas”, cita Aldo. Isso o diferencia de outros manifestos lançados recentemente na esteira da crise. O formulado pelo ex-ministro Luis Carlos Bresser Pereira, por exemplo, é restritivo: ainda fala em “volta, Dilma” e atribui ao impeachment o caráter de um golpe, ou seja, é a expressão do pensamento de um grupo ligado ao PT. A proposta de união nacional pretende dar as linhas de uma explicação para a crise e oferecer perspectivas para o futuro.

O manifesto político deve resultar na criação de um movimento pela união nacional, como é esperado. O projeto nacional que se pretende criar busca três objetivos: ampliar a soberania nacional com o pleno desenvolvimento econômico; elevar a qualidade de vida do povo com a redução das desigualdades; fortalecer a democracia e a tolerância na convivência entre os brasileiros.

Ao abordar o problema agudo do momento, o manifesto propõe que o combate à corrupção seja um objetivo permanente da sociedade e do Estado, “mas não se pode paralisar o país a pretexto de se eliminar um mal que é endêmico nas economias de todo o mundo”.

E comprovando o pluralismo declarado, defende as reformas constitucionais. “Não há como negar que o Brasil precisa de reformas que corrijam distorções, eliminem privilégios corporativos, facilitem a empregabilidade e o funcionamento da economia. Mas não haverá equilíbrio da previdência se não houve emprego e arrecadação”.

Diz ainda o manifesto pela união nacional que não haverá reforma que convença o empreendedor privado a investir se não houver perspectiva de demanda. “O Brasil precisa voltar a crescer, esta é a questão central; nenhum homem ou mulher de boa vontade irá se opor a algum sacrifício se isso significar esperança para si e futuro para seus filhops. Mas todos precisam abrir mão de alguma coisa. São inaceitáveis reformas que descarregam o peso do ajuste sobre os ombos dos mais fracos e protejam os interesses de grupos elitistas que concentram o patrimônio nacional”.

O projeto de país está delineado em alguns princípios assim indicados: é fundamental que o sistema financeiro apoie atividades produtivas; é crucial a reversão da desindustrialização; o Estado Nacional deve passar por profunda reforma; o Estado deve proteger a Educação dos vícios do corporativismo.

O Brasil, dizem os signatários, deve valorizar social e culturalmente os trabalhadores, criadores e produtores rurais; as Forças Armadas têm que ser valorizadas e reconhecidas; a política ambiental deve refletir um real compromisso com o desenvolvimento sustentável; alvo de pressões e cobiça internacional, a Amazônia clama por ações efetivas de afimação da soberania.

É importante defender e promover o rico patrimonio cultural da Nação, enfrentando práticas concentradoras e restritivas, diz o documento por um futuro próximo sem crise.

PORTAL G-1


Corpo de capixaba morto em acidente com avião em RR é cremado no ES

Familiares de Olavo Galvão se despediram do agente do Ibama durante o velório na Serra, nesta quinta-feira (6). O ministro do Meio Ambiente José Sarney participou da cerimônia.

O corpo do capixaba morto no acidente com avião monomotor em Roraima, Olavo Galvão, foi cremado na manhã desta quinta-feira (6). O velório do agente do Ibama aconteceu no cemitério Jardim da Paz, na Serra, no Espírito Santo. O ministro do Meio Ambiente, José Sarney, participou da cerimônia.
Olavo morreu em serviço nesta segunda-feira (3). Ele morava em Vitória e seguia no momento acidente para uma ação do Ibama na Terra Indígena Yanomami, na região Norte do país.
O corpo de Olavo saiu da base aérea de Boa Vista, em Roraima, por volta das 15h desta quarta-feira (5). Houve uma homenagem do Exército e o corpo chegou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Ao chegar no aeroporto de Vitória, aconteceu mais uma homenagem do Exército e dos colegas do Ibama.
Acidente aéreo
O acidente aéreo com o monomotor modelo Cessna prefixo PR-MFR de propriedade da Paramazônia Táxi Aéro fretado pelo Exércio Brasileiro ocorreu por volta das 11h15 da segunda-feira (3).
Na aeronave estavam, além do piloto, os quatro servidores do Ibama. O único sobrevivente teve metade do corpo queimado e estava internado em coma induzido em um hospital em Boa Vista, de onde foi transferido para o Rio de Janeiro após o quadro clínico ficar estável.
A aeronave caiu logo após decolar na pista da empresa e pegou fogo, segundo a Defesa Civil do estado. O avião foi encontrado a cerca de 100 metros da cabeceira da pista que fica no Cantá, município vizinho a capital Boa Vista.
Os ocupantes da aeronave estavam trabalhando na missão do Exército Curare VIII e iriam viajar para a Terra Indígena Yanomami. A ação do exército, coordenada pela 1ª Brigada de Infantaria de Selva, é de combate a garimpos ilegais e crimes cometidos nas fronteiras do estado.

Aeroporto "Eduardinho" será desativado até 1º de agosto em Manaus, diz Infraero

Mudança ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço em Manaus.

Ive Rylo, G1 Am

O terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, o "Eduardinho", será desativado a partir do dia 1º de agosto deste ano, segundo anunciou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) nesta semana. As atividades realizadas no local serão transferidas para o Terminal 1. A mudança A ocorre dois anos após obras de ampliação e reforma do espaço. Empresários do setor que operam no terminal criticam a data prevista para a mudança.
De cordo com informações repassadas pela Infraero, a mudança ocorre após estudo realizado pela Diretoria de Aeroportos, com apoio das Diretorias de Operações e Segurança.
"A alteração traria mais conforto para os atuais usuários do terminal 2 devido à infraestrutura e serviços disponíveis no terminal 1, além de ganhos de eficiência operacional e econômica para as atividades do aeroporto", apontou nota.
No "Eduardinho" operam duas empresas aéreas, a Total e a Map. De acordo com dados da Infraero, passam pelo terminal 360 pessoas diariamente. Tanto o fluxo de passageiros como o operacional do terminal 2 serão absolvidos no terminal 1.
"O complexo inteiro tem capacidade operacional para receber 13,5 milhões de passageiros por ano, sendo que a capacidade do terminal 2 é de 2 milhões de passageiros por ano. Em 2016, o Eduardo Gomes recebeu 2,61 milhões de passageiros, contando embarques e desembarques", afirmou a empresa.
Segundo a empresa de aviação, nenhum funcionário do terminal 2 será demitido e não haverá prejuízo para as empresas do ramo de táxi aéreo que operam no "Eduardinho". O órgão estuda alternativas para a utilização do espaço do terminal 2 para outras atividades.
Reforma
O terminal 2 foi reformado e ampliado entre os anos de 2013 e 2015. Foram investidos aproximadamente R$ 20 milhões na transformação do espaço que teve a capacidade de receber 2 milhões de passageiros por ano. Houve a mudança do piso, pé direito que passou de 5 metros para 8 metros, cobertura em aço galvanizado e climatização dos ambientes.
Também foram ampliadas as salas de embarque, desembarque e os banheiros. Uma parede de vidro foi instalada na sala de embarque para que os passageiros pudessem acompanhar a movimentação das aeronaves no pátio. As vagas no estacionamento saltaram de 131 para 267.
Prazo
O diretor comercial da empresa MAP, Décio Assis, questiona o prazo apontado pela Infraero para que seja feita a transferência. Ele diz que a empresa precisa de um tempo maior para se adequar.
"Comercialmente atender o "Eduardinho" no terminal 1 não tem grande mudança. Para o passageiro, a alteração é apenas uma questão de ter tempo para absolver o novo endereço. Mas operacionalmente é uma coisa que não pode ser feita a toque de caixa, é uma mudança que envolve toda uma estrutura operacional", disse Décio.
Ele acredita que a mudança repentina poderá trazer transtornos para a empresa taxou como "inviável" o prazo de 1º de agosto.
"Isso ser feito agora para 1º de agosto já estar no outro terminal é praticamente inviável. Vai trazer transtornos para toda nossa área de manutenção. É preciso saber como que vai ficar o acesso dos nossos funcionários aos hangares, que hoje é feito através do terminal 2. Tudo que tem aqui, vai ter que ser transferido para la, toda a operação, todos os equipamentos vão ter que ser transferidos para o terminal 1 e isso não é feito com a simplicidade que estão pensando", analisou o diretor da MAP.

Avião da FAB transporta fígado para transplante em Sorocaba

Paciente com cirrose hepática recebeu órgão captado em Barretos na madrugada desta quinta-feira (6). Cirurgia feita em hospital particular é custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Mayara Corrêa G1 Sorocaba E Jundiaí

Um homem de 63 anos foi submetido a um transplante de fígado na manhã desta quinta-feira (6), em Sorocaba (SP), graças a ajuda da Força Aérea Brasileira (FAB), que fez o transporte do órgão durante a madrugada.
O avião C-97 Brasília levou a equipe médica até Barretos, para a captação do fígado, e retornou ao aeroporto de Sorocaba às 2h55, de onde os especialistas partiram em uma ambulância direto a um hospital particular.
É a segunda vez que uma aeronave da FAB pousa na cidade trazendo esperança a uma família. Há quase um ano, uma equipe embarcou a Presidente Prudente para captar um fígado implantado em um homem, de 53 anos. O paciente morreu tempos depois de um problema cardiovascular.
Segundo o médico Renato Hidalgo, que lidera a equipe médica responsável pelo transplante, o paciente sorocabano - diagnosticado com cirrose hepática não alcoólica - ficou na fila à espera de um fígado por menos de um mês. O órgão foi doado pela família de um paciente que morreu após um AVC (Acidente Vascular Cerebral).
"A FAB disponibiliza voos para casos em que a distância é muito grande, quando não há opção de voos comerciais - seja pelo horário ou trajeto-, e quando há maior urgência no retorno da equipe e do órgão para se iniciar o transplante", explica.
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Equipe médica e tripulantes da aeronave durante o trabalho na madrugada desta 5ª (Foto: Arquivo pessoal)
A cirurgia durou cerca de 3h30 e teve a participação de seis especialistas, entre cirurgiões, anestesista, enfermeiro e instrumentador. "Foi um sucesso, o órgão está funcionando e o paciente responde bem ao transplante. As primeiras 48 horas são importantes porque fazemos a avaliação inicial", conta Hidalgo.
Apesar de ser realizado em um hospital particular de Sorocaba, o transplante será custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda de acordo com o especialista, a cirurgia foi a 18ª realizada pela equipe desde março de 2016, quando o tratamento foi retomado no município.
O médico finaliza dizendo que o paciente transplantado terá acompanhamento para o resto da vida. "Inclusive vai tomar imunossupressores, medicamento que serve para evitar rejeição."
Segundo a FAB, desde que um decreto presidencial autorizou a participação das equipes no transporte de órgão, 275 viagens foram registradas.

AGÊNCIA BRASIL


Jungmann diz que Projeto Rondon “olha e sonha um Brasil para todos”


Letycia Bond Repórter Da Agência Brasil

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o vice-governador de Rondônia, Daniel Pereira, participaram hoje (6), em Porto Velho (RO), da cerimônia que comemora os 50 anos do Projeto Rondon. Na solenidade, o memorial de homenagem a Cândido Rondon, marechal que emprestou o nome à iniciativa, ganhou uma placa para lembrar a data. O museu é abrigado pelo espaço do Centro Cultural Indígena.
“Um país não se faz pela metade. Um país se faz para todos e esse é um projeto que olha e que sonha um Brasil para todos”, disse Jungmann.
“A necessidade que nós temos de aproximar nossos estudantes universitários do Brasil profundo, um Brasil vulnerável, pobre, um Brasil que precisa de apoio. Essa juventude que aqui se encontra, ela tem energia, ela tem paixão e ela já tem conhecimento suficiente para fazer essa ponte. Essa ponte entre esse Brasil que precisa de uma chance, que precisa de uma mão amiga para caminhar com mais firmeza e se desenvolver e, ao mesmo tempo, traz a essa juventude universitária as dimensões para além das grandes cidades”, complementou.
O evento também oficializou o início da Operação Rondônia Cinquentenário, que será desenvolvida de amanhã (07) até o dia 23, em 15 municípios do estado. No domingo (09), os voluntários das 30 instituições vinculadas devem viajar para os locais de destino.
Um dos professores à frente da operação comemorativa, Guilhardes de Jesus Júnior, se identifica com o entusiasmo e o fascínio mencionados pelo ministro. “Quando eu era adolescente, via propagandas que falavam do projeto. Durante meu curso de graduação, o projeto havia sido extinto, mas, quando virei professor, veio a vontade de participar. Apaixonado pelo projeto, quando soube que era a comemoração de 50 anos, enlouqueci. Para mim e para minha equipe, está sendo extraordinário.”
A animação do professor é comprovada pela experiência em oito edições do Projeto Rondon de que participou, desde 2008, em regiões no Pará, na Paraíba, Bahia, no Tocantins e Maranhão, experiência que divide com os alunos e os inspira a aproveitar o aprendizado dos estágios nas comunidades.
Possíveis evoluções
Para o docente, a comunicação do Rondon é um aspecto que poderia ser aprimorado. Ele se refere tanto à divulgação nas prefeituras como a direcionada às instituições. Para ele, é fundamental que a oferta e as instruções cheguem às prefeituras, já que a população local é a maior beneficiada pelas vantagens geradas.

A prefeitura, que deve dar algumas contrapartidas, fica encarregada, por exemplo, de designar uma pessoa que ficará responsável por mediar o diálogo entre ela, a instituição e a coordenação-geral do Projeto Rondon, e também alojar e alimentar os voluntários, chamados de rondonistas, além de fornecer transporte para a realização das atividades.
No processo de seleção dos municípios beneficiados, a preferência é para aqueles com maiores índices de pobreza e exclusão social e também áreas isoladas do território brasileiro. Os municípios escolhidos recebem um integrante da equipe universitária para que ele apresente o funcionamento e observe se as ações estão alinhadas com o diagnóstico das deficiências.
Cerca de dois meses antes da execução das ações, os professores coordenadores visitam o município, permanecendo de três a quatro dias, para acertar o cronograma. Na visita, a prefeitura e as lideranças locais são comunicadas sobre o trabalho. Com essa dinâmica, é muito relevante a comunicação que ocorre pela circulação de dados de análise de fragilidades da população assistida, segundo ele.
Sobre a inclinação para a solidariedade, mais evidente nos alunos devotados a causas como essa, o professor finaliza dizendo que todos podem ser sensibilizados. Porém, ele enfatiza o valor de “alunos com perfil de especialista”. Eles teriam desembaraço para lidar com adversidades. “As instituições mudaram suas características. Há um estímulo muito grande para que o aluno participe de atividades de extensão [práticas acadêmicas que levam o ensino e a pesquisa até as comunidades]. Para quem é apaixonado por elas, nunca é suficiente”, finalizou.
Hoje, Jesus Júnior conduz, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o Núcleo Rondon, que une esforços de quatro professores, uma estagiária e uma média de 20 voluntários, que oscila ao longo do ano. Do sul da Bahia, o grupo pretende atender a 80 municípios. Núcleos espelhados no Rondon são mantidos também em outras instituições, como a Universidade de Brasília (UnB), cuja página na internet pode ser acessada pelo hiperlink www.rondon.unb.br.
Congresso
De 25 a 27 de outubro, a UnB sediará o 3º Congresso Nacional do Projeto Rondon. Informações podem ser conferidas no link para o evento, criado no Facebook.

Presença de balões nos céus coloca em risco transporte aéreo

É o que revela uma pesquisa do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes)

O programa Tarde Nacional conversou com o engenheiro aeronáutico e presidente da Vinci (empresa de consultoria aeronáutica), Shailon Ian. Os céus do país estão cada vez mais perigosos para o transporte aéreo por causa da presença de balões. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes) registrou aumento de 33% no número de alertas sobre balões no primeiro semestre de 2017 em comparação com o mesmo período de 2016. Foram 295 notificações sobre balões próximos a aeronaves, contra 221 anotações no ano passado.
O Tarde Nacional vai ao ar de segunda à sexta-feira, das 15h às 17h30. A apresentação é de Márcia Dias.

AGÊNCIA SENADO


Comandantes criticam utilização de militares da reserva na Força Nacional


Comandantes das polícias militares e do corpo de bombeiros criticaram, nesta quarta-feira (5), a possibilidade de militares reservistas prestarem serviços à Força Nacional de Segurança Pública. A iniciativa está prevista na Medida Provisória 781/2017 e foi discutida em audiência pública da comissão mista destinada a analisar o texto.
Entre outros assuntos, a MP 781 prevê que poderão trabalhar em segurança pública de corporações estaduais os militares da União que tenham passado para a inatividade há menos de cinco anos, inclusive temporários que tenham sido admitidos e incorporados por prazo limitado para integrar quadros auxiliares ou complementares de oficiais ou praças.
O presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militares (CNCG), coronel Marco Antônio Nunes, destacou que a proposta vai na contramão do constante esforço de melhoria da qualificação e formação para que policiais e corpos de bombeiros entreguem um melhor serviço à sociedade.
Marco Antonio ressaltou que, em qualquer instituição do governo, o ideal é que o ingresso seja feito mediante concurso público e que a inclusão desses militares temporários seria ruim para as corporações. O coronel defendeu uma seleção onde os melhores possam ser escolhidos para “a importante função de entregar segurança pública, vida e integridade à sociedade brasileira”.
— São carreiras diferentes. A inclusão de forma abrupta, além de ferir o princípio do concurso público, vai prejudicar a carreira dos policiais, principalmente da formação. Devemos respeitar as diferenças das carreiras — disse.
Representando a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais, Marlos Jorge Teza, também criticou a MP e disse que não há como um civil se tornar um policial militar sem concurso público. Segundo ele, a MP pode resolver o problema do efetivo, mas não atende à demanda da sociedade que deveria ser o alvo principal da mudança. Marlos destacou que a sociedade não aprovaria uma pessoa que não teve um tipo de preparo específico exercendo as mesmas funções que policiais ou bombeiros militares.
— A atividade policial é complexa. Não se pode pegar alguém que foi preparado para outra coisa, com todo respeito às Forças Armadas, e achar que essa pessoa vai se transformar em um policial ou bombeiro militar. Estamos com um esforço muito grande no Brasil para que melhoremos nosso serviço para sociedade. O viés mais interessante é aumentar a qualificação — explicou.
Joviano Conceição Lima, diretor do Departamento da Força Nacional de Segurança Pública, por sua vez, ressaltou que a dificuldade de conseguir efetivos das polícias militares para compor a Força Nacional é um dos motivos que levou à edição da MP.

Acordo de cooperação em Defesa com a Suécia é aprovado pela CRE


Sergio Vieira - Agência Senado

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou nesta quinta-feira (6) acordo assinado pelos governos do Brasil e da Suécia, em 2014, de cooperação na área de Defesa (PDS 112/2017). O texto será analisado agora em caráter de urgência pelo Plenário do Senado.
O relator foi o senador José Agripino (DEM-RN), que lembrou que as duas nações já consolidaram fortes laços nesta área desde 2014, após o governo brasileiro adquirir 36 caças Gripen da empresa sueca Saab, em um negócio que atingiu US$ 5,4 bilhões.
Um dos objetivos do acordo é priorizar as áreas de pesquisa e desenvolvimento, apoio logístico e aquisição mútua de produtos e serviços. Também menciona compartilhar conhecimentos e experiências das respectivas Forças Armadas, incluindo o uso de equipamento militar. O texto ainda prioriza a promoção conjunta de treinamentos e exercícios na área.
Trinidad e Tobago
Também foi aprovada durante a reunião a indicação do diplomata José Antonio Piras para a chefia da embaixada brasileira em Trinidad e Tobago.
Na sabatina, Piras abordou, entre outros assuntos, as riquezas naturais do país, como petróleo e gás, que são as principais responsáveis por uma renda per capita de U$ 18.100, a terceira maior das Américas, atrás apenas dos EUA e do Canadá.
— A população de Trinidad e Tobago possui hoje uma capacidade de consumo superior à de qualquer nação da América Latina — disse Piras, para quem isso permitiria um incremento de nossas exportações para a nação caribenha.
O embaixador informou que o atual governo do pais, chefiado pelo primeiro-ministro Keith Rowley, prioriza entre outros pontos o aumento dos laços comerciais com os países latino-americanos, já tendo assinado diversos acordos na área de petróleo e gás com a Venezuela. A indicação de Piras será agora analisada em Plenário.
OMC
A partir de requerimento apresentado pelo presidente do colegiado, Fernando Collor (PTC-AL), também foi aprovada a realização de audiência pública com o diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo. Ele deverá falar sobre as atuais perspectivas comerciais dentro do contexto geopolítico mundial, em que tem crescido o poderio de forças políticas que questionam o processo de globalização. A data da audiência ainda será definida.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


El Satélite Geostacionario de Comunicaciones y Defensa Brasileno empieza a operar en Banda X


Javier Bonilla

Comenzaron las pruebas de la banda X del Satélite Geoestacionario de Defensa y Comunicaciones Estratégicas (SGDC). El procedimiento es parte del proceso de capacitación de ingenieros y técnicos de las Fuerzas Armadas que van a operar esa frecuencia y servirá para validar la transmisión de datos entre el equipo y los Centros de Operaciones Espaciales instalados en Brasilia y en Río de Janeiro. La banda X corresponde al 30% de la capacidad del SGDC y será de uso exclusivo de las Fuerzas Armadas.
Los ensayos con la banda Ka están previstos en septiembre. Operada por Telebras, la banda será utilizada para las comunicaciones estratégicas del gobierno y para la implementación del Plan Nacional de Banda Ancha (PNBL) especialmente en áreas remotas. Las llamadas pruebas fin-a-fin van a evaluar la real capacidad y las condiciones de cobertura requeridas por el SGDC, para que Telebras pueda activar clientes en la red del satélite.
El SGDC es el primer equipo geoestacionario brasileno de uso civil y militar. Fruto de una asociación entre el Ministerio de Ciencia, Tecnología, Innovaciones y Comunicaciones (MCTIC) y el Ministerio de Defensa, recibió 750 millones de dólares en inversiones. El ministro de Ciencia, Tecnología, Innovaciones y Comunicaciones, Gilberto Kassab, destacó el empeño del gobierno federal en viabilizar el proyecto por medio de la liberación de recursos y la importancia del SGDC para Brasil.
El proceso de transferencia del comando de operaciones del SGDC a Telebras, llamado handover, culminó el viernes pasado. En su posición final, a 75 oeste, el sistema pasó por pruebas de funcionamiento dirigidas por Thales Alenia Space, que construyó el satélite, desde su centro de control en Cannes, en Francia, y acompanados por las estaciones de Brasilia y Rio de Janeiro.

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Simpósio sobre segurança no vôo reúne 180 oficiais na Capital


Amanda Bogo E Guilherme Henri

Simpósio anual para discutir a segurança durante vôos reúne 180 oficiais nesta quinta-feira (06), na Advocacia Geral da União, em Campo Grande, para discutir o tema com palestras.
De acordo com tenente coronel Sérgio dos Santos, comandante do 3 Batalhão de Polícia Militar do Exército, participam oficiais da PM, Bombeiros e da FAB (Força Aérea Brasileira).
"Esse é um evento de praxe que tem como finalidade prevenir vidas", destacou Santos. As palestras seguem no local até o fim do dia.

PORTAL DEFESANET


Força Aérea assume o controle do primeiro satélite brasileiro

Ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi acompanhada por autoridades em Brasília (DF) e Vilhena (RO)

Aspirante Aline Fuzisaki

ImagemHoje é um dia histórico para o campo da Defesa do País. Uma videoconferência realizada na sede do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), em Brasília (DF), deu início às operações do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD).
A ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi realizada pelo Ministro da Defesa, Raul Jungmann, e acompanhada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, pelo Comandante do COMAE, Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, e demais autoridades, que estiveram em Vilhena (RO), para a inauguração das transmissões do satélite.
Lançado no dia 4 de maio, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, o SGDC passou por uma fase de ajustes e testes orbitais sob a coordenação de militares das três Forças Armadas e de engenheiros da fabricante do satélite, a empresa francesa Thales Alenia Space.
"Os testes foram muito bem realizados e avaliados. Concluído o período de testes, com o satélite em plenas condições de uso, no dia 30 de junho, o SGDC recebeu a carga útil da Banda X, que vai garantir mais segurança nas comunicações militares e ampliar a capacidade operacional da Forças Armadas", explicou o Vice-Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE), Coronel Aviador Sidney César Coelho Alves.
A partir de agora, a operação e o monitoramento do satélite estão sob responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB), que irá trabalhar em conjunto com o Exército e a Marinha. O Chefe do Estado-Maior Conjunto, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich, que participou da videoconferência realizada via SGDC, falou sobre a missão da FAB no controle do satélite.
"É um orgulho para nós, pois, agora, efetivamente estamos operando no espaço. Então, com o satélite sob nosso controle, tanto a operação da carga útil como a operação do próprio satélite, realmente demos um passo adiante. Saímos da era do ar e fomos para a era do espaço a partir da operação do SGDC", avaliou.
Durante a videoconferência, Jungmann afirmou que este é um momento histórico para o País e ressaltou a importância do SGDC para a defesa e a soberania do Brasil. "Nós estamos operando um satélite que é o primeiro sob total controle do Brasil, devidamente criptografado sob nosso controle.
Não é apenas um projeto militar, de soberania e defesa nacional, mas, evidentemente, significa um grande passo para a nossa autonomia, nossa independência em termos de meios estrangeiros para procedermos as nossas comunicações. Posso dizer que tenho orgulho, como Ministro da Defesa do Brasil, de participar desta primeira e histórica transmissão.
À Força Aérea Brasileira, às Forças Armadas, à Defesa Nacional, meus parabéns!", concluiu.

SGDC realiza sua primeira comunicação criptografada
Assessoria de Comunicação Social (Ascom) - Ministério de Defesa
O momento histórico para as Comunicações brasileiras ocorreu por meio de uma videoconferência, que foi transmitida via SGDC, entre o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que estava em Vilhena (RO), e o chefe do Estado-Maior do Comando de Operações Aeroespaciais, brigadeiro Ricardo César Mangrich, que falava de Brasília (DF).
A comunicação foi realizada com sucesso nas instalações montadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) no âmbito da Operação Ostium, criada para reforçar a vigilância no espaço aéreo sobre a região de fronteira do Brasil, coibindo voos irregulares que possam estar ligados a crimes como o narcotráfico. Nesse contexto, o ministro da Defesa destacou que não há nada mais relevante do que o País contar com um mecanismo que assegure formas de comunicação 100% seguras, já que este é o primeiro Satélite totalmente controlado pelo Brasil.
"Hoje, pela primeira vez, fizemos uma comunicação via nosso Satélite, o satélite brasileiro que está a 36 mil quilômetros daqui", comemorou o ministro. "Esse Satélite é fundamental porque é o primeiro que, na história, é totalmente operado por brasileiros, e que conta com criptografia totalmente verde e amarela", destacou Raul Jungmann, lembrando que o SGDC conta ainda com uma banda KA, que levará internet para as regiões mais afastadas do País.
Lançado em maio deste ano, o SGDC, que terá uma vida útil de 18 anos, é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e envolveu investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões. O satélite terá a função civil de levar a banda larga a todo território brasileiro, permitindo maior inclusão social e, na área militar, de assegurar soberania e aumentar a capacidade operacional.
Fotos: Sargento Johnson Barros / Agência Força Aérea

Ministros da Defesa do Brasil e da Bolívia discutem a questão da segurança na região de fronteira


ImagemOs ministros da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, e da Bolívia, Reymi Luiz Ferreira Justiniano, se reuniram, nesta quarta-feira, no Pelotão de Fronteira Forte Príncipe da Beira, no município Costa Marques, em Rondônia, para tratar de questões de defesa e segurança na região de fronteira entre os dois países.
Além do controle da faixa de fronteira e do combate aos crimes transnacionais, os ministros também conversaram sobre um possível acordo de troca de informações sobre o tráfego de ilícitos.
Ao final do encontro, o ministro Raul Jungmann explicou que haverá uma nova reunião, desta vez, com a presença, não só da Defesa e das Forças Armadas, como também, dos demais órgãos de Segurança Pública e de Inteligência do Brasil e da Bolívia.
"Nós acertamos aqui operações conjuntas e combinamos um encontro reunindo todas as áreas que possam colaborar para o combate a estes crimes", destacou o ministro, acrescentando que tal reunião se dará nos próximos meses em La Paz, capital da Bolívia.
O ministro da Defesa boliviano destacou a parceria histórica entre Brasil e Bolívia e falou da importância da cooperação entre ambos para o combate a ilícitos na região de fronteira, que será definida em breve. "Este encontro é uma continuação de uma reunião anterior para definirmos os termos de uma parceria para o combate ao crime transfronteiriço. Esperamos completar os termos da cooperação em um encontro em La Paz, na Bolívia" disse Justiniano.
Desde o início deste ano, o ministro Raul Jungmann tem buscado realizar agendas conjuntas para tratar de fronteiras com representantes do eixo de Defesa dos países vizinhos, como Colômbia, Venezuela e Paraguai. Na visão dele, somente com essa colaboração conjunta será possível reduzir o número de ilícitos na região.
“País algum pode ser capaz de resolver os problemas da grande criminalidade no seu espaço ou território nacional. Não tem jeito: nós não vamos conseguir resolver os nossos problemas se nós não construímos parcerias e instituições que possam lidar permanentemente com a questão do crime transnacional”, explicou o ministro.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL THE ECONOMIST (ENG)


The Brazilian army is turning into a de facto police force

Enemies wanted - Its plodding infantry are ill-suited to repel threats to natural resources
ImagemFEW places illustrate the modern role of the Brazilian army better than Tabatinga, a city of 62,000 on the shared border point between Brazil, Colombia and Peru. The frontier, protected by Amazon rainforest, has not budged since the Portuguese built a now-ruined fort there in the 1700s. But Júlio Nagy, a local commander, has his sights trained on unconventional threats. In February and March his troops intercepted 3.7 tonnes of cannabis. Last year they destroyed an airstrip built by illegal gold miners. Inside a small army-run zoo—home to toucans, a jaguar and even a manatee—garish macaws rescued from animal traffickers squawk intermittently.
The last time a big Brazilian city was attacked was in 1711, when a French corsair briefly captured Rio de Janeiro. The country’s official defence review states that “at present, Brazil has no enemies”. Lacking bellicose neighbours, armed insurgencies or much appetite to project power abroad, the defence minister, Raul Jungmann, recognises that the country’s armed forces “do not possess classic military attributes”.
Brazilian strategists say that a dearth of military adversaries does not justify skimping on defence. Criminal gangs operating in border areas can overwhelm civilian police, and in the future Brazil hopes to deter foreigners covetous of its natural resources. Maintaining control over sprawling, varied terrain is not cheap. Nonetheless, new threats require new responses. And the army’s own top brass say that its current form—heavy on low-skilled personnel, light on equipment, and increasingly diverted towards routine policing—is ill-suited for the government’s stated aims.
Imagem 
Brazil’s army burgeoned during the cold war. In 1964 its generals staged a coup; during their first year in power defence spending rose by 75%. The military budget surged again after the junta fell in 1985, as the new leaders sought to forge a modern army under civilian rule. Since 1989 defence spending has fallen from 2.5% of GDP to 1.3%, roughly the regional average. Nonetheless, the army has retained enough influence to resist nominal budget cuts.
With 334,000 troops at its disposal, the government has had to find ways to deploy them. Brazil leads the UN’s stabilisation mission in Haiti, to which it chips in 1,277 peacekeepers. But its peacekeeping contribution ranks just ahead of neighbouring Uruguay’s, whose population is smaller than that of nine different Brazilian cities. For the bulk of its forces, Brazil has instead adopted what Alfredo Valladão of Sciences Po, a university in Paris, calls a “constabulary mentality”—plugging the gaps left by domestic security bodies.
Many of these operations fall within the army’s mission. Federal law grants it policing powers within 150km (93 miles) of Brazil’s land border. International gangs have long been drawn to the frontier: Pablo Escobar, a Colombian drug lord, is said to have owned a cargo plane that now sits outside Tabatinga’s zoo. The army is also responsible for “law-and-order operations”. Troops are a common sight during events like elections or the 2016 Olympics.
However, the army’s remit has expanded to mundane police work. Decades of overspending and a long recession have drained the coffers of most Brazilian states. Although just 20% of their requests for soldiers for emergency assistance are approved, they still make up a growing share of the army’s workload. During the past year, soldiers have spent nearly 100 days patrolling city streets—double the number from the previous nine years combined.
Most Brazilians seem unfazed by this trend. Unlike politicians and police officers, servicemen are seen as honest, competent and kind. Despite the shadow of the dictatorship, confidence rankings of institutions often put the army at the top.
Soldiers are trying to adapt to their new role. At a training centre in Campinas, near São Paulo, they are subjected to tear-gas and stun grenades, so they know what such weapons feel like before unleashing them on civilians. Residents of Rio’s shantytowns bemoan the end of the army’s 15-month mission to evict gangs. Once they left, the police resumed their trigger-happy ways. Soon the gangsters were back, too.
Nonetheless, blurring the lines between national defence and law enforcement is perilous. Soldiers make costly cops: a day’s deployment of a few thousand can cost 1m reais ($300,000) on top of their normal wages. More important, over-reliance on the army is unhealthy for a democracy. Troops are trained for emergencies, not to maintain order day to day. And transforming a last-resort show of force into a routine presence risks undermining public confidence in civilian authorities.
The army itself aspires to a much different role. A draft of the next official defence review is short on specific “threats”—the term appears just one-tenth as often as it does in a similar British analysis from 2015—but long on desirable “capabilities”. Principally, it posits, Brazil must protect its natural riches. That risk might sound remote. But if pessimistic forecasts of climate change materialise, lush Brazil might look enticing to desperate foreign powers.
Refocusing the army on this priority is a daunting prospect. First, Brazil will need to strengthen its policing capacity. Mr Jungmann has called for a permanent national guard, starting with 7,000 men, to relieve the load on the army. Michel Temer, the centre-right president, backs this idea.
Beyond that, Brazil’s armed forces of yesteryear are a poor fit to combat the threats of tomorrow. To fend off intruders in the vast rainforest or the “Blue Amazon”, as the country’s oil-rich territorial waters are known, Brazil will need a flexible rapid-reaction force, able to intervene anywhere at a moment’s notice.
That requires modern equipment and small teams of mobile, skilled personnel. Yet two-thirds of ground forces work on contracts that limit them to eight years’ service, preventing their professionalisation. Three-quarters of the defence budget goes to payroll and pensions, leaving just a sliver for kit and maintenance. In the United States, the ratio is the reverse.
Before the recession took root, Brazil was moving towards these ends. In 2015 it agreed to buy 36 Swedish Gripen fighter jets for $4.7bn. But spending on military equipment has fallen by two-thirds since 2012, leaving a roster of half-baked projects. An effort with Ukraine to build a satellite launch vehicle was scrapped in 2015. A space-based monitoring system intended to detect incursions covers just 4% of the border. A 32bn-real nuclear-powered submarine is nowhere near completion. And the country’s only aircraft carrier, never battle-ready, was mothballed in February.
In an age of austerity, even routine operations are coming under strain. Because the air force only provides one supply flight per month to a border garrison in Roraima, a northern state, Gustavo Dutra, its commander, has to charter private aircraft at 2,000 reais per hour. And in January the army was called in to quell prison riots in the state, whose precarious finances have stretched its security budget. General Dutra frets his men may be summoned there again before long.
This article appeared in the The Americas section of the print edition under the headline "Enemies wanted"

PORTAL DIÁRIO DO AMAZONAS (AM)


Políticos reagem contra a desativação do aeroporto "Eduardinho"

Fechamento do terminal deve afetar o interior do Amazonas e parlamentares lideram as reações contra a medida da Infraero, que vai transferir as operações para o complexo principal.
Álisson Castro
Manaus – O meio político liderou as reações contra o anúncio da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) de desativar, em agosto, o Terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, o "Eduardinho", que atende, principalmente, voos destinados ao interior. Na sessão de ontem, a Assembleia Legislativa do Estado (ALE) debateu o assunto, que também será discutido em audiência pública no dia 10 na Câmara Municipal de Manaus (CMM).
A Infraero incluiu o aeroporto na lista de terminais a serem ser privatizados pelo governo federal até 2020. O presidente da Associação Amazonense dos Municípios (AAM) João Medeiros Campelo criticou a decisão que deverá afetar o interior. "Isto é um absurdo com o Estado do Amazonas. Porque o "Eduardinho" é o terminal que mais atende o interior do Estado. Eu não entendo como que nós estamos em pleno século 21 e as coisas, em vez de avançar, estão regredindo, isto que não dá para entender", disse.
O deputado Wanderley Dallas (PMDB), que preside a Comissão de Transporte e Trânsito da ALE, disse que realizará uma sessão aberta para ouvir os funcionários do aeroporto e representantes da Infraero, mesmo no recesso. "Realizaremos a audiência pública durante o recesso parlamentar da ALE. O assunto é grave e merece ser discutido com urgência", disse.
O deputado estadual Luiz Castro (REDE) também criticou a decisão da Infraero, que classificou como um "golpe". "O primeiro contrassenso é que se gastou dinheiro do erário para reformar, ampliar e tornar o "Eduardinho" um referencial muito positivo de transporte aéreo regional. Um segundo contrassenso é que o Amazonas precisa deste terminal, até para fomentar o turismo interno, que não é garantido pelo acesso das linhas aéreas, salvo alguns poucos municípios. Temos uma quantidade muito grande de municípios que estão sendo atendidas por empresas sediadas no "Eduardinho". Isto é um golpe, não só pela aviação regional, pelas questões sociais, mas também é um golpe contra a possibilidade expandir mais o nosso turismo", disse Castro.
O impacto da medida para o interior do Estado igualmente foi comentado pelo deputado estadual Adjuto Afonso (PDT), que deve acontecer até o dia 1º de agosto, conforme informação de permissionários das empresas aéreas que operam no terminal. O parlamentar informou que ingressará com requerimento na Mesa Diretora solicitando, em caráter de urgência, a presença de dirigentes da autarquia federal que administra o complexo.
"Esta Casa tem que urgentemente propor uma audiência pública ou uma reunião com a Infraero e mostrar o prejuízo que o fechamento desse terminal irá causar, principalmente à população do interior do Estado", disse.
O parlamentar informou que estará apresentando um requerimento à Mesa Diretora solicitando a presença de representantes da Infraero, e conclamou os colegas deputados a acionarem a bancada do Amazonas no Congresso Nacional.
Para Infraero, transferência visa economia nas operações
Em nota, a Infraero confirmou a desativação do "Eduardinho". Segundo a autarquia, a partir de agosto as operações do Terminal 2 do Aeroporto de Eduardo Gomes serão transferidas para o Terminal 1, tendo como objetivo a otimização do fluxo operacional e de passageiros do complexo aeroportuário. "A decisão foi fundamentada em estudos da Diretoria de Aeroportos da Infraero, com apoio das Diretorias de Operações e Segurança, que constataram que a alteração traria mais conforto para os atuais usuários do Terminal 2 devido à infraestrutura e serviços disponíveis no terminal 1, além de ganhos de eficiência operacional e econômica para as atividades do aeroporto. A partir da segunda quinzena deste mês, serão realizadas ações de comunicação no aeroporto para informar aos passageiros a alteração", cita a nota.
Ainda segundo a Infraero, o Aeroporto de Manaus tem capacidade para absorver a transferência do fluxo operacional do Terminal 2. "O complexo inteiro tem capacidade operacional para receber 13,5 milhões de passageiros por ano, sendo que a capacidade do terminal 2 é de 2 milhões de passageiros por ano. Em 2016, o Eduardo Gomes recebeu 2,61 milhões de passageiros, contando embarques e desembarques", diz o texto.
Em outro trecho afirma que "a área comercial da Infraero estuda, ainda, alternativas para a utilização do espaço do terminal 2 para outras atividades", finaliza a nota.

JORNAL DE SANTA CATARINA (SC)


Falta de balizamento noturno no Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau, compromete procedimentos de resgate e saúde

Investimento de R$ 1,5 milhão é necessário para permitir pousos e decolagens no local após o pôr do sol
Augusto Ittner
São pontualmente 17h40min de um dia comum de inverno no Vale do Itajaí. O sol sai de fininho e o crepúsculo se aproxima lentamente, diferente de outras épocas do ano quando a escuridão tarda a chegar. Na BR-470, como de costume - infelizmente, é claro -, um grave acidente ocorre no limite entre Gaspar e Blumenau. Há vítimas feridas e outras presas às ferragens no aguardo pela chegada do resgate enquanto os intermináveis minutos dentro do veículo acidentado se passa. O Corpo de Bombeiros então aciona o helicóptero Arcanjo, ideal para a ocorrência já que as pistas da rodovia federal estão completamente interditadas e o deslocamento por terra demoraria preciosos instantes que podem salvar vidas. A aeronave, porém, não pode deixar o Aeroporto Quero-Quero: sem balizamento noturno - sistema de iluminação que define claramente pista e zona de pouso - os envolvidos na colisão ficarão sem o rápido atendimento pelo ar.
Essa situação embora hipotética é o principal argumento dos Bombeiros quanto à importância de se instalar o equipamento em Blumenau. Sem ele, todas as operações com o Arcanjo - e qualquer outra aeronave que queira utilizar a estrutura - ficam restritas entre o nascer e o por do sol.
- Em períodos como o que estamos agora há um tempo útil mais curto para utilizar o Arcanjo, diferente do verão, por exemplo, quando o sol se põe mais tarde. Isso sem contar outros serviços como o deslocamento inter-hospitalar por avião, feito entre Samu e Bombeiros, que envolve o transporte de órgãos. Sem balizamento, às vezes é preciso pousar em Navegantes e nesses casos cada minuto é importante. Não se pode perder tempo - argumenta o tenente Jair Pereira dos Santos Júnior, do Corpo de Bombeiros.
Em uma situação inevitável, por exemplo, em que o resgate do acidente demorou e a chegada ao Quero-Quero só pode ocorrer durante a noite, a aeronave poderia pernoitar no Hospital Santa Isabel - que tem heliponto homologado -, mas isso desencadeia outro problema: compromete a chegada de órgãos para transplante em um grande efeito dominó que impacta vidas. O médico intensivista Joel de Andrade, da SC Transplantes, aponta a importância de Blumenau para questões que envolvem doação de órgãos - o Santa Isabel realiza 60% dos transplantes no Estado - como principal fator motivador para o balizamento noturno do Quero-Quero.
- Tanto a doação quanto o transplante de órgãos são procedimentos que ocorrem espremidos, apertados dentro de uma logística que é cruel. O fato de se poder decolar e aterrissar no período noturno em Blumenau representa uma grande folga operacional. Assim é fácil perceber o impacto do balizamento - comenta Andrade.
Investimento de R$ 1,5 milhão resolveria o problema no aeroporto de Blumenau
Ontem a Secretaria Nacional de Aviação Civil devolveu à prefeitura de Blumenau o projeto do balizamento, orçado em torno de R$ 1,5 milhão. Foram solicitadas algumas pequenas adaptações que serão feitas ainda durante este mês por técnicos do município. A articulação em Brasília é feita pelo deputado federal João Paulo Kleinübing (PSD), porém, embora as tratativas junto à pasta já estejam adiantadas, o valor deve apenas ser empenhado neste ano, para que Blumenau possa utilizá-lo no ano que vem.
Para lideranças do Vale do Itajaí, a instalação do balizamento noturno do Quero-Quero é um passo pequeno - mas importante - para o sonho da expansão do aeroporto para voltar a receber voos comerciais, como ocorreu até a década de 1990 - lembra do Fokker 50 da empresa Tam? Para Cesar Wolff, ex-presidente da OAB na cidade e coordenador do Comitê em Prol do Aeroporto Regional de Blumenau (Copraer Blumenau) - entidade recém-criada para cobrar melhorias no local -, a estrutura pode se tornar uma referência para Santa Catarina.
- O comitê vai reunir informações, olhar os anseios da comunidade, os desejos de quem usa o aeroporto e também para que possa cobrar do poder público um projeto viável imediatamente e também a médio e longo prazo. Outras cidades que têm seus aeroportos regionais já estão operando e Blumenau está muito próximo de receber um belo equipamento, quem sabe até com voos comerciais - destacou em entrevista à RBS TV.
- Fazer o balizamento noturno e garantir segurança no sítio aeroportuário (área que engloba o aeroporto) são condições essenciais para a expansão do aeroporto no futuro - complementa o ex-prefeito de Blumenau e maior entusiasta pelo Quero-Quero, Felix Theiss.
Recentemente a prefeitura de Blumenau iniciou o estudo para a concessão do Quero-Quero e, embora incipiente - como antecipou o colunista Pedro Machado na edição de 4 de julho -, a ideia é uma outra possibilidade para tomar a operação comercial no local. Para que o aeroporto possa voltar a receber esse tipo de voo, terá, além de instalar o balizamento noturno: homologar toda a pista - hoje apenas 1.080 dos 1.450 metros são regularizados junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); adaptar a entrada da Rua Franz Volles; construir um novo terminal de passageiros; criação de um centro administrativo para o aeroporto e garantir uma poda regular de árvores em morros próximos. Um passo de cada vez, é claro.

PORTAL SÓ NOTÍCIAS (MT)


Esquadrilha da Fumaça fará apresentação em Sinop este mês

Acrobacias com voos em formação ou voo invertido. Estas serão algumas das apresentações preparadas pela Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira (FAB), para o próximo dia 22 de julho no município. As sete aeronaves irão pousar no aeroporto João Batista de Figueiredo e se apresentação a partir das 15h, no Centro de Eventos Dante de Oliveira.
A demonstração da Esquadrilha da Fumaça é uma parceira entre a Força Aérea Brasileira e a Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento. Além das sete aeronaves de apresentação pousará no município um oitavo avião de transporte com 54 militares que participarão do evento.
Em junho, o piloto número sete da equipe, o major Arantes esteve em Sinop para apresentar algumas orientações sobre o evento e garantiu que a população sinopense pode esperar muita adrenalina. “Demonstração que gira em torno de 50 minutos com diversas acrobacias com voo em formação e a nossa especialidade que é o voo invertido, o voo de cabeça para baixo”.
Segundo a secretária Ivete Mallmann, o evento será aberto a toda a população. “Esse é um presente para toda a comunidade e toda a região, há muito tempo que temos esse desejo é uma oportunidade ímpar de termos esse contato com a equipe da Força Aérea”.
Acrobacias com voos em formação ou voo invertido. Estas serão algumas das apresentações preparadas pela Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira (FAB), para o próximo dia 22 de julho no município. As sete aeronaves irão pousar no aeroporto João Batista de Figueiredo e se apresentação a partir das 15h, no Centro de Eventos Dante de Oliveira. A demonstração da Esquadrilha da Fumaça é uma parceira entre a Força Aérea Brasileira e a Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento. Além das sete aeronaves de apresentação pousará no município um oitavo avião de transporte com 54 militares que participarão do evento. Em junho, o piloto número sete da equipe, o major Arantes esteve em Sinop para apresentar algumas orientações sobre o evento e garantiu que a população sinopense pode esperar muita adrenalina. “Demonstração que gira em torno de 50 minutos com diversas acrobacias com voo em formação e a nossa especialidade que é o voo invertido, o voo de cabeça para baixo”. Segundo a secretária Ivete Mallmann, o evento será aberto a toda a população. “Esse é um presente para toda a comunidade e toda a região, há muito tempo que temos esse desejo é uma oportunidade ímpar de termos esse contato com a equipe da Força Aérea”.

PORTAL SÓ NOTÍCIAS (MT)


Ministro confirma investimento de R$ 8 milhões no aeroporto de Sinop

Redação Só Notícias
A informação foi divulgada pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella (foto), ontem à noite. De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, os R$ 8 milhões serão utilizados para a regularização da faixa da pista, recuperação do pátio de aeronaves e a instalação de cerca operacional do aeroporto municipal João Batista Figueiredo.
Os investimentos, segundo o ministério, são para obras de infraestrutura com o objetivo de melhorar a operação, eliminar restrições e captar rotas comerciais de empresas aéreas. Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).
"Em agosto, teremos a autorização dos recursos. Concluída a parte documental, vamos assinar os termos de compromissos com o governo que vai desenvolver os projetos. Dessa forma, o Estado abre licitação. As obras devem ser concluídas até o final de 2018", afirmou Quintella, por meio da assessoria, após reunião com a bancada federal de Mato Grosso.
Além de Sinop, os aeroportos de Cáceres e Tangará da Serra vão receber R$ 5 milhões, cada um. O valor será utilizado para a construção de sistema de balizamento noturno. Os serviços têm por objetivo garantir a segurança e dar mais capacidade às operações dos aeroportos regionais.
A informação foi divulgada pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella (foto), ontem à noite. De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, os R$ 8 milhões serão utilizados para a regularização da faixa da pista, recuperação do pátio de aeronaves e a instalação de cerca operacional do aeroporto municipal João Batista Figueiredo. Os investimentos, segundo o ministério, são para obras de infraestrutura com o objetivo de melhorar a operação, eliminar restrições e captar rotas comerciais de empresas aéreas. Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC). "Em agosto, teremos a autorização dos recursos. Concluída a parte documental, vamos assinar os termos de compromissos com o governo que vai desenvolver os projetos. Dessa forma, o Estado abre licitação. As obras devem ser concluídas até o final de 2018", afirmou Quintella, por meio da assessoria, após reunião com a bancada federal de Mato Grosso. Além de Sinop, os aeroportos de Cáceres e Tangará da Serra vão receber R$ 5 milhões, cada um. O valor será utilizado para a construção de sistema de balizamento noturno. Os serviços têm por objetivo garantir a segurança e dar mais capacidade às operações dos aeroportos regionais.

PORTAL RONDÔNIA DINÂMICA (RO)


Higidez econômica de Rondônia se deve ao "pão duro" Confúcio Moura

A ordem do Ministro é derrubar avião que transporta droga
O Brasil entrou na reta final da Segunda Guerra Mundial, mas seus pilotos se destacaram muito, quando o mundo da aviação recém começava a se expandir e decidir batalhas. A FAB já nasceu recheada de heróis, com a participação de brasileiros que encantavam aliados e adversários por sua coragem e incrível perícia, no comando de operações aéreas, na Itália, onde tivemos muitos grande pilotos realizando operações espetaculares. Pois desde o final da Guerra contra o nazismo, a Força Aérea Brasileira não montava uma operação tão grandiosa como a que realiza agora, contra o tráfico internacional de drogas e armas e a circulação de aviões ilegais.
Do sul do Rio Grande, lá na fronteira com o Uruguai até o Amapá, grandes operações aéreas estão sendo feitas no combate ao crime. Quem falou nisso foi o ministro Raul Jungmann, ao visitar a Base Aérea de Porto Velho, nessa quarta. Ele contou que só nas fronteiras com o Paraguai e com a Bolívia (aqui, na nossa vizinhança), há um efetivo de 800 membros da FAB, entre pilotos e equipes de apoio, além de 30 aeronaves, incluindo os rápidos Super Tucanos, que o porto velhense já se habitou a ver voando sobre a cidade.
O que o Ministro disse de mais importante é que a operação em toda a fronteira brasileira tem uma orientação clara: aviões que estiverem na ilegalidade, suspeitos de transportar drogas ou qualquer mercadoria ilícita, serão perseguidos e alertados para que desçam em aeroporto determinado pela FAB. Caso não o faça, o perseguidor está autorizado a dar tiro de aviso e, em último caso, derrubar a aeronave, conforme autoriza a Lei do Abate. Jungmann contou que já houve ao menos três apreensões e uma aterrissagem forçada de um dos aviões e apreendidas mais de 600 quilos de cocaína, em Goiás.
Nos últimos anos, mais de dois mil ataques de aviões da FAB contra aviões ilegais, não só na Amazônia, mas em todas as regiões do país, deixam claro o quanto o tráfico de drogas e armas têm usado a aviação para o transporte dessas mercadorias ilícitas.
Pelo ar, estamos ganhando a guerra contra o crime organizado. Infelizmente, em terra e nas fronteiras onde correm rios, estamos perdendo feio. Só com a Bolívia, temos mais de 1.350 quilômetros de fronteira e sua fiscalização é tão ridícula que poderia passar por ela uma plantação inteira de cocaína sem ser detectada. Esta na hora do Ministério da Defesa e do seu comandante, Raul Jugmann, começarem a investir pesado, também, na proteção de nossas fronteiras, onde elas estão mais vulneráveis. Já dominas o ar. Mas nem perto de protegermos as coisas aqui embaixo...

PORTAL GRANDE FM (MS)


Prefeitura de Dourados busca parceria com Exército para recuperar aeroporto

Prefeita reuniu-se com o general José Carlos de Avellar, comandante Militar do Oeste para tratar de viabilidade de obras
Redação/Assecom
A prefeita de Dourados, Délia Razuk, acompanhada do deputado estadual Paulo Corrêa (PR), reuniu-se na tarde de terça-feira na Capital com o general de Brigada José Carlos Braga de Avellar, comandante Militar do Oeste (CMO) para tratar de uma parceria com o objetivo de recuperar e readequar o Aeroporto Municipal Francisco de Mattos Pereira, nos moldes de obras realizadas pelo Exército em vários estados do País e em Campo Grande, onde vias urbanas estão sendo recuperadas por profissionais de uma organização militar de Cuiabá (MT).
Délia explicou ao general Avellar que assumiu a Prefeitura de Dourados em situação emergencial em diversos setores, porém, um dos mais afetados, o de infraestrutura de suas vias urbanas, com o pavimento danificado e do aeroporto, que necessita de reparos para atender a demanda de profissionais que se deslocam para o município a trabalho. "Contamos com hospitais, três universidades públicas e outras particulares, com grande fluxo de visitantes que normalmente desembarcam em Campo Grande para depois se dirigir a Dourados, alongando a viagem", destacou a prefeita, apresentando a pauta para uma parceria do Exército, ou para a recuperação das vias urbanas, ou para a readequação do aeroporto.
O general Avellar explicou que, atualmente, as obras de readequação urbana da Capital estão sendo executadas pelo Batalhão de Engenharia e Combate de Cuiabá, em serviço que deve ter duração de mais de um ano e que equipes do Batalhão de Engenharia de Aquidauana estão trabalhando na construção de ponte na região norte de Mato Grosso, para garantir o escoamento da safra e a trafegabilidade entre aquele Estado e a Amazônia.
Sobre a prioridade de Dourados, Délia apontou a ampliação e readequação da pista do Aeroporto Municipal, bem como a reforma da estrutura do prédio, uma construção antiga e que já não atende a necessidade dos passageiros e usuários. Ela também lembrou que já conta com um projeto pronto para a realização dessas obras com recursos financiados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que tem o apoio em Brasília (DF), do senador Pedro Chaves.
O comandante do CMO explicou ainda que a readequação do aeroporto pode ser viabilizada, desde que encaminhado o pedido oficial do município e a documentação do projeto, que será analisado por sua equipe de engenheiros e assessores e encaminhada a Brasília para avaliação do alto comando do Exército. "O Exército trabalha em um sistema de engenharia que tem definições em Brasília e aqui no CMO tratamos o assunto de forma política, administrativa e operacional para levar adiante o projeto", ressaltou o general.
Segundo Avellar, o CMO tem condições de alocar meios para obras de interesse do Exército, como as do aeroporto de Dourados, onde está instalada uma das grandes unidades da corporação, a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). "Um aeroporto em condições de atender também os interesses do Exército naquela região do Estado também seria de grande apoio para nossos trabalhos", destacou o general.
Ele afirmou que, após receber o pedido formal da Prefeitura de Dourados e o projeto, determinará o estudo do impacto ambiental das obras no aeroporto e encaminhar para Brasília para agilização.
Délia destacou ainda o apoio do comandante da 4ª Brigada, general de Brigada Lourenço William da Silva Ribeiro Pinho à iniciativa, agradeceu ao general Avellar e equipe pela receptividade e orientação e reforçou também um pedido para que no futuro o CMO possa analisar também uma parceria para obras de recuperação do asfalto.
Também participaram da reunião os coronéis Rangel, comandante de Engenharia e Combate e Marchetti, assessor parlamentar do CMO.

PORTAL TECNOBLOG


Google é acusado de roubar tecnologia por trás de internet via balões

Felipe Ventura
Em 2013, o Google revelou ao mundo o Project Loon, que usa balões para oferecer internet em áreas remotas. Eles flutuam na estratosfera e usam a rede 4G de operadoras parceiras para levar sinal a locais com pouca infraestrutura de rede. Isto foi testado em vários países, incluindo o Brasil.
É uma ideia bastante promissora, mas que está no centro de uma disputa judicial. A empresa Space Data abriu a ação no ano passado; ela trabalha no ramo há um bom tempo, patenteou essa tecnologia há mais de uma década — e quase foi adquirida pelo Google.
O caso vem avançando. Segundo a Wired, uma das patentes essenciais do Project Loon não pertence mais à Alphabet, dona do Google. É a primeira vez que isso acontece com uma das 36 mil patentes da empresa.
O USPTO, órgão americano de propriedade intelectual, decidiu em junho que a ideia — mudar a direção de um balão ao ajustar sua altitude — foi registrada primeiro pela Space Data.
Ela também acusa o Google de violar outras duas patentes: uma delas envolve fornecer internet através de uma rede de balões (solicitada em 1999); a outra trata da recuperação desses balões (solicitada em 2001).
A empresa oferece soluções comerciais desde 2004, e atualmente tem dois produtos: o SkySat, usado pelo corpo de fuzileiros navais dos EUA, envolve balões que estendem o alcance de rádios das forças militares; e o SkySite oferece conectividade para áreas remotas, semelhante ao Loon.
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A Space Data começou a experimentar um serviço de pagers via balões de grande altitude em 2000. Em 2002, ela fez testes com mensagens de texto; em 2006, foi a vez de telefonemas; e em 2012, dados 4G – um ano antes do lançamento do Project Loon. O Google provavelmente sabe disso, porque quase comprou a empresa.
Quase aquisição
Em 2007, a gigante das buscas participou de um leilão de frequências da FCC (equivalente americana à Anatel) para forçar a operadora Verizon a atingir um lance mínimo. Isso abriria as frequências para todos os usuários, incluindo o Google. Mas se eles ganhassem o leilão por acidente, teriam que oferecer cobertura celular para 40% dos americanos em quatro anos.
A Space Data aproveitou a oportunidade para vender seus produtos. O Google poderia usar balões, em vez de construir antenas, caso ganhasse o leilão. Pouco tempo depois, as negociações caminharam para uma aquisição.
As empresas assinaram um acordo de não-divulgação (NDA) para o Google analisar os segredos técnicos, comerciais e financeiros da startup. Em 2008, doze executivos — incluindo os cofundadores Sergey Brin e Larry Page — fizeram um tour pela sede da Space Data; isso até virou notícia no Wall Street Journal.
Mas, poucos dias depois, o Google decidiu interromper as negociações. “O principal motivo para se envolver com a Space Data… não existia mais, já que era evidente que a Verizon tinha oferecido um lance maior no leilão”, diz a Alphabet no processo judicial.
O Google não precisava mais da startup, mas se inspirou nos produtos que ela vende, o que foi um problema. Spencer Hosie, advogado da Space Data, diz à Wired: “o Loon começou a ganhar uma tração enorme em 2015. Ficou claro que ele iria falir nossa empresa a menos que fizéssemos algo a respeito… Ou sumíamos do mapa doando 10 anos de propriedade intelectual para o Google, ou lutávamos para proteger nossas invenções muito anteriores”.
Agora, a Space Data terá ao seu lado uma patente crucial; mas sabe que essa disputa pode ser difícil, especialmente contra uma empresa com bilhões de dólares em caixa. Em comunicado, a Alphabet diz: “nós não acreditamos que estas reivindicações tenham mérito, e vamos nos defender vigorosamente”.
O julgamento está agendado para 2019, a menos que as partes fechem um acordo extrajudicial.

JORNAL METRÓPOLES (DF)


Aeronáutica abre seleção para curso de sargento com 288 vagas

As inscrições podem ser feitas a partir do dia 21 de julho e vão até 14 de agosto
Sara Alves
A Aeronáutica lançou na quarta-feira (5/7) processo seletivo para preenchimento de 288 vagas no curso de formação de sargentos. O curso será ministrado na cidade de Guaratinguetá, em São Paulo, e terá duração de dois anos. No final, o aluno sairá graduado como terceiro sargento da instituição.
Para se inscrever é necessário ter entre 18 e 25 anos e ensino médio completo. Serão realizadas provas objetivas, testes físicos e psicotécnicos. Também haverá comprovação das informações prestadas. A previsão é de que a prova objetiva seja realizada em 29 de outubro, com questões de língua portuguesa, inglês, matemática e física.
As vagas são divididas nas seguintes especialidades: comunicações (14), foto inteligência (9), guarda e segurança (30), eletricidade e instrumentos (18), meteorologia (10), suprimento (14), informações aeronáuticas (10), cartografia (6), desenho (5), estrutura e pintura (8), eletromecânica (12), metalurgia (6), bombeiro (18) e controle de tráfego aéreo (128).
As inscrições podem ser feitas a partir do dia 21 de julho e vão até 14 de agosto. A taxa é de R$ 60. Para ver o edital completo e fazer a sua inscrição, clique aqui(link:http://ingresso.eear.aer.mil.br/).

PORTAL NOTÍCIAS AO MINUTO (RJ)


Assalto a centro espírita no Recife deixa quatro mortos

"O salão estava muito revirado, com sangue por todo lado", disse um PM
Um assalto a um centro espírita em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, terminou com quatro pessoas mortas nessa quarta-feira (5). Segundo informações da Folha PE, cerca de oito pessoas armadas invadiram o Grupo Espírita Amor ao Próximo (Geap) e anunciaram o assalto.
Havia quase 200 pessoas no local. Diante da investida dos criminosos, o cabo Alexsandro Alves de Melo, lotado no 18º Batalhão da Polícia Militar e que estava no centro, reagiu e houve tiroteio. Ao todo oito pessoas ficaram feridas.
Luisiana de Barros Correia Nunes, de 57 anos, que frequentava a reunião, foi atingida pelos disparos e morreu no centro espírita. Outros dois suspeitos do assalto também foram baleados e acabaram morrendo já fora do centro.
Já o PM que reagiu ao assalto foi baleado na cabeça e levado ao Hospital da Restauração, na área central do Recife, porém não resistiu aos ferimentos. Há também informações de que um oficial da Aeronáutica estava presente e também teria reagido ao roubo. Um terceiro suspeito foi baleado e levado para a UPA da Imbiribeira.
“Três ou quatro integrantes do grupo fugiram em um carro preto em direção a uma comunidade na Zona Sul”, acrescentou a delegada Gleide Angelo
"O salão estava muito revirado, com sangue por todo lado". A polícia apreendeu dois revólveres .38 dos suspeitos. O PM estava com pistola ponto 40", disse o PM Cleber Gomes, do 6º BPM, um dos primeiros a chegar no local do crime.

JORNAL DIÁRIO DA AMAZÔNIA (RO)


FAB vai combater aviões suspeitos

Ministro da defesa disse que todo o espaço aéreo da fronteira está sendo monitorado.
O município de Vilhena (RO), localizado há pouco mais de 700 quilômetros de Porto Velho, foi a primeira cidade da Região Norte que recebeu a visita do Ministro da Defesa Raul Jungmann, na última quarta-feira.
A visita a Rondônia foi feita para ressaltar a Operação Ostium, que foi deflagrada no último mês de março e segue por todo o ano com o objetivo de reforçar a vigilância aérea sobre a região de fronteira e combater voos irregulares.
O ministro disse que a Força Áérea Brasileira (FAB) vai combater qualquer avião suspeito que invadir o espaço aéreo brasileiro. “Nós não admitimos criminosos que queiram trazer drogas e armas às famílias brasileiras. Se não obedecer as ordens da defesa aérea, vai levar tiro de detenção”, ressaltou Jungmann.
Ainda segundo Jungmann, a operação cobre toda a fronteira brasileira, que vai do Rio Grande do Sul (RS) até o Amapá (AP). Foi observado através de dados que a fronteira entre Bolívia e Paraguai é onde mais acontecem voos desconhecidos.
“Nós temos a maior operação da Força Aérea Brasileira desde a Segunda Guerra Mundial. Só nas fronteiras com Bolívia e Paraguai nós temos um efetivo de 800 homens e mulheres mobilizados e temos mais de 30 aeronaves. Entre a fronteira da Bolívia e do Paraguai, desde que a Ostium começou, houve uma queda de 80% dos voos desconhecidos”, enfatizou.
Conforme Jungmann, durante a operação já foram realizadas três apreensões em aviões, entre elas, os mais de 600 quilos de cocaína em Jussara (GO).
“A nossa determinação é de que o criminoso identificado cumpra as ordens e aterrisse. Se não, nós não vamos vacilar e vamos disparar o tiro de detenção”, salientou.
Comunicação criptografada
Durante a visita em Vilhena, o ministro aproveitou para testar às operações do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD). Conforme a corporação, a partir de agora esse satélite vai ser controlado pela FAB, diretamente de Brasília (DF).
Segundo a FAB, esse controle permite uma comunicação criptografada na vigilância do espaço aéreo do País.
Para fazer o lançamento utilizando a banda X do satélite, o ministro realizou uma videconferência da base de Vilhena com o Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), que fica no DF.
Na ocasião, Raul Jungmann ressaltou que essa mudança é um fato histórico para a comunicação no Brasil. Para explicar como vai funcionar esta criptografia, a FAB publicou um vídeo especial em sua pagina oficial no Youtube.
Proteção nas vias aéreas
O ministro explicou que os radares estabelecem corredores, que é uma espécie de uma via aérea. Se a aeronave não passa pela via, um Super Tucano sobe imediatamente e entra em contato, mandando que ela desça em um aeroporto predeterminado.
Caso o piloto não obedeça, é disparado um tiro de advertência para que ele obedeça e siga o Super Tucano.
“Se mesmo assim ele recusar todas as ordens da defesa aérea, e permanecer, ele vai levar tiro de detenção, porque é isso que manda a Lei do Abate, e isso que nós vamos cumprir sem vacilação. Nós não vamos dar mole com criminoso”, concluiu.

PORTAL CAVOK (BRA)


BRASIL: Força Aérea assume o controle do primeiro satélite brasileiro

Giordani
Ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi acompanhada por autoridades em Brasília (DF) e Vilhena (RO).
O dia 5 de julho é um dia histórico para o campo da Defesa do País. Uma videoconferência realizada na sede do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), em Brasília (DF), deu início às operações do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD).
A ação marcou o primeiro enlace da Operação Ostium por meio do SGDC e foi realizada pelo Ministro da Defesa, Raul Jungmann, e acompanhada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, pelo Comandante do COMAE, Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, e demais autoridades, que estiveram em Vilhena (RO), para a inauguração das transmissões do satélite.
Lançado no dia 4 de maio, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, o SGDC passou por uma fase de ajustes e testes orbitais sob a coordenação de militares das três Forças Armadas e de engenheiros da fabricante do satélite, a empresa francesa Thales Alenia Space.
"Os testes foram muito bem realizados e avaliados. Concluído o período de testes, com o satélite em plenas condições de uso, no dia 30 de junho, o SGDC recebeu a carga útil da Banda X, que vai garantir mais segurança nas comunicações militares e ampliar a capacidade operacional da Forças Armadas", explicou o Vice-Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE), Coronel Aviador Sidney César Coelho Alves.
A partir de agora, a operação e o monitoramento do satélite estão sob responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB), que irá trabalhar em conjunto com o Exército e a Marinha. O Chefe do Estado-Maior Conjunto, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich, que participou da videoconferência realizada via SGDC, falou sobre a missão da FAB no controle do satélite.
"É um orgulho para nós, pois, agora, efetivamente estamos operando no espaço. Então, com o satélite sob nosso controle, tanto a operação da carga útil como a operação do próprio satélite, realmente demos um passo adiante. Saímos da era do ar e fomos para a era do espaço a partir da operação do SGDC", avaliou.
Durante a videoconferência, Jungmann afirmou que este é um momento histórico para o País e ressaltou a importância do SGDC para a defesa e a soberania do Brasil. "Nós estamos operando um satélite que é o primeiro sob total controle do Brasil, devidamente criptografado sob nosso controle. Não é apenas um projeto militar, de soberania e defesa nacional, mas, evidentemente, significa um grande passo para a nossa autonomia, nossa independência em termos de meios estrangeiros para procedermos as nossas comunicações. Posso dizer que tenho orgulho, como Ministro da Defesa do Brasil, de participar desta primeira e histórica transmissão. À Força Aérea Brasileira, às Forças Armadas, à Defesa Nacional, meus parabéns!", concluiu.
FONTE: Agência Força Aérea – Aspirante Aline Fuzisaki



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