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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 12/02/2017 / Justiça francesa pede nova perícia de acidente em voo Rio-Paris


Justiça francesa pede nova perícia de acidente em voo Rio-Paris ...  

A aeronave com 228 passageiros e membros da tripulação a bordo caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009 ...  

A Justiça francesa ordenou uma nova perícia sobre o acidente do voo 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009. A aeronave que decolou no Rio de Janeiro com destino a Paris levava 228 passageiros e membros da tripulação a bordo.

Os juízes pediram no início deste mês um novo relatório para continuar as investigações sobre essa tragédia aérea, informou nesta sexta-feira a emissora France Info.

Uma primeira perícia realizada na França em 2012 concluiu que uma série de fatores levaram à queda do avião, como a meteorologia, erros humanos e falhas técnicas, principalmente nas sondas que serviam para medir a velocidade do aparelho.

Em 2014, um primeiro parecer contrário solicitado pela Airbus, consórcio aeronáutico e de defesa europeu que fabricou a aeronave, acusava os pilotos do avião. Criticado tanto pela Air France como pela associação de vítimas do acidente, o relatório foi anulado pela Justiça em 2015 por razões administrativas.

Os três especialistas encarregados da nova perícia devem entregar as primeiras conclusões provisórias deste terceiro relatório sobre o caso no próximo dia 3 de setembro, indicou a Procuradoria.

As famílias esperam que o julgamento, no qual Airbus e Air France são acusadas de homicídio culposo, aconteça em breve.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Forças Armadas ficarão no ES o tempo que for necessário, diz ministro

Raul Jungmann, ministro da Defesa, disse que 3.130 homens das Forças Armadas e Força Nacional estão atuando na Grande Vitória

Marcio Dolzan O Estado De S. Paulo

O ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), afirmou neste sábado, 11, que as tropas das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança permanecerão no Espírito Santo “o tempo que for necessário”. Ele disse que o número total de soldados e agentes no Estado já somam 3.130 homens, número suficiente para garantir o policiamento nas ruas.
“Eu estive aqui em Vitória na segunda-feira [dia 6] e parecia uma cidade fantasma. Hoje fizemos o mesmo trajeto e vimos uma cidade que está voltando a sua normalidade”, declarou Jungmann, em pronunciamento no 38.º Batalhão de Infantaria. “Se ainda não resgatamos a plena normalidade, estamos a caminho disso.”
No total, são 2.830 soldados das Forças Armadas e 300 agentes da Força Nacional de Segurança atuando na Grande Vitória. “Hoje podemos dizer que temos um policiamento maior do que em dias normais”, afirmou o ministro. O patrulhamento é feito com o auxílio de 180 veículos, sete blindados e três helicópteros.
Ainda de acordo com Jungmann, por decisão da associação comercial o comércio de Vitória deverá reabrir normalmente no Centro da cidade a partir de segunda-feira, 13. O policiamento será reforçado próximo a escolas e unidades de saúde. O transporte coletivo já está funcionando, mas com frota reduzida.
ENTENDA A CRISE NO ESPÍRITO SANTO
Familiares e amigos de policiais militares no Espírito Santo começaram, na noite de sexta-feira, 3, a fazer manifestações impedindo a saída das viaturas para as ruas e afetando a segurança dos municípios. Sem reajuste há quatro anos, os PMs reivindicam aumento salarial e melhores condições de trabalho.
O motim dos policiais levou a uma onda de homicídios e ataques a lojas. Com medo, a população passou a evitar sair de casa e donos de estabelecimentos fecharam as portas. Os capixabas já estocam comida.
Na segunda-feira, 6, a prefeitura de Vitória suspendeu o funcionamento das escolas municipais e de unidades de saúde.
Também na segunda, o governo federal autorizou o envio da Força Nacional e das Forças Armadas para reforçar o policiamento nas ruas de cidades do Espírito Santo. Apesar do reforço, o clima de tensão se manteve no Estado.
A morte de um policial civil na noite de terça-feira, 7, motivou uma paralisação da categoria na quarta, agravando ainda mais a crise de segurança no Espírito Santo.
Após o fracasso nas negociações com policiais militares do Espírito Santo, o governo capixaba decidiu endurecer com os PMs e com as mulheres líderes do motim. No total, 703 policiais militares já foram indiciados por crime de revolta.
PORTAL UOL


Plano militar inclui uso da força para desobstrução das guarnições da PM


O plano de ação das Forças Armadas no Espírito Santo não se limita a restabelecer e manter a segurança nas ruas de Vitória e cidades vizinhas. Prevê um leque de providências que Inclui a remoção de mulheres de policiais militares que acampam há mais de uma semana defronte dos quarteis da PM. Consta do planejamento o uso da força, se necessário. A medida, considerada extrema, foi mencionada em reunião de autoridades federais e estaduais, neste sábado, na sede do governo capixaba.
No final da tarde, parte dos policiais havia retornado ao trabalho na região da Grande Vitória —algo como 600, segundo a estimativa divulgada pela Secretaria de Segurança Pública. Menos do que os 2 mil que costumam se revezar nas ruas diariamente. Muito menos do que o contingente mobilizado pela União: 3,1 mil soldados das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança.
O serviço de inteligência militar detectou a presença de policiais fazendo, à distância, a proteção das mulheres acampadas diante dos portões dos quarteis. Estavam à paisana e armados. O plano das Forças Armadas leva em conta também a hipótese de uma reação adversa dos PMs aguartelados, que perderiam com a dispersão das mulheres o pretexto para permanecer de braços cruzados.
Além de desmontar os acampamentos, as tropas federais estão preparadas para abrir acessos alternativos aos quartéis das PM. De resto, o Exército se equipou para oferecer combustível aos veículos da polícia e abrigo nas suas instalações para policiais que se dispusessem a retornar ao trabalho. O timbre das autoridades que se reuniram em Vitória era de impaciência com os amotinados. O piquete das mulheres foi tratado nas conversas como um teatro ensaiado e dirigido pelos próprios policiais.
Deslocaram-se de Brasília para Vitória o procurador-geral da República Rodrigo Janot e quatro ministros: Raul Jungmann (Defesa), general Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), Antonio Imbassahy (Coordenação Política do Planalto) e José Levi Mello (interino da Justiça). Encontraram-se, entre outros, com o governador licenciado Paulo Hartung, o governador em exercício César Colnago, comandantes do Exército e da Força Nacional, além de representantes do Tribunal de Justiça e da Procuradoria-Geral do Estado.
Houve consenso quanto à necessidade de asfixiar os policiais amotinados. Sinalizou-se a disposição das Forças Armadas de permanecer no Espírito Santo pelo tempo que for necessário. Esvaziaram-se as promessas de deputados federais capixabas de providenciar no Congresso anistia para os policiais que serão punidos por desobediência. De resto, esgrimiu-se a ameaça da Procuradoria da República de requerer a federalização dos processos, enquadrando os aquartelados na Lei de Segurança Nacional.
Embora esteja convalescendo de uma cirurgia, o governador licenciado Paulo Hartung participou das conversas. Disse a portas fechadas que aproveitará a crise para promover uma ampla reformulação da Polícia Militar capixaba. No entanto, não detalhou a hipotética reforma. Penitenciou-se por ter incorporado cerca de mil novos policiais militares. Na avaliação do governo estadual, esse pedaço mais jovem da tropa foi responsável pela radicalização do movimento. Nessa versão, os mais antigos seriam estariam propensos a negociar.

Passageira relata que avião da Latam fez ponte aérea com saída inoperante


Uma passageira da ponte aérea da Latam entre o Rio de Janeiro e São Paulo publicou em seu perfil no LinkedIn uma foto de uma saída de emergência do avião com um papel no qual havia os dizeres "saída inoperante". A coordenadora de marketing Ana Luiza Collares Xavier afirmou que duas saídas da aeronave estavam quebradas e questionou a empresa sobre o uso do termo inoperante e a segurança do voo.
"Eu, que morro de medo de avião, resolvi voar mesmo assim, mas tenho certeza de que, se a palavra que estivesse no papel fosse quebrada, eu não teria voado. Olha como uma palavra pode mudar atitudes e pensamentos", escreveu Ana Luiza. "Como pode um avião decolar com saída de emergência inoperante?"
O voo ocorreu na manhã da última terça-feira, 7, entre o Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, e o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
A Latam informou ao jornal "O Estado de S. Paulo" que a quantidade de saídas de emergência da aeronave que fez o voo JJ 3901 atendia aos requisitos internacionais de segurança, "que preveem o número menor de passageiros no avião nestas condições".
A companhia área disse ainda, em nota, que "a segurança é um valor inegociável em todas as suas operações e segue todas as normas e regulações do setor". "A empresa informa que a identificação das saídas - e consequentemente o bloqueio das poltronas no entorno - se faz necessária para atender justamente às regras mundiais de segurança."
REVISTA ÉPOCA


Nem romaria de autoridades destrava impasse no Espírito Santo

Ministros Raul Jungmann e Antonio Imbassahy apelaram aos policiais, sem efeito. Até agora, apenas ações paliativas foram apresentadas

Redação época

A presença de representantes da base governista do presidente Michel Temer em Vitória, no Espírito Santo, não garantiu o avanço das negociações entre o governo do estado e os policiais militares, que seguem sem trabalhar. Duas reuniões foram feitas neste sábado (11), uma pela manhã, e outa durante à tarde – esta com duração de quase três horas. Ambas terminaram sem a apresentação de uma proposta concreta para dar fim ao motim dos PMs, que já completa oito dias. Entre as autoridades federais, estiveram presentes o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o ministro da Justiça em exercício, José Levi Mello do Amaral Júnior, e o ministro da Secretaria do Governo, Antonio Imbassahy.
Após o encontro da tarde, Jungmann apresentou algumas ações paliativas. Entre elas, a decisão de disponibilizar a estrutura de quarteis federais para que os praças possam pernoitar ou abastecer equipamentos. Em seguida, fez um apelo direto às mulheres, esposas e mães, dos policiais que estão paralisados. “Sempre entendi que mulheres são pró-vida. É preciso lembrar a elas que existem vidas em risco. A legitimidade de qualquer tipo de reivindicação tem por limite a garantia da vida”, disse. “Não sairemos daqui enquanto não se resolver essa greve ilegal da PM. Não sairemos daqui antes que a normalidade seja recuperada”, reforçou.
No total, 2.830 soldados das Forças Armadas e 300 agentes da Força Nacional de Segurança atuam em Vitória. O patrulhamento é feito com a ajuda de 180 veículos, sete blindados e três helicópteros. Segundo o ministro da Defesa, o reforço ficará "o tempo que for necessário".

O governador em exercício do Espírito Santo, César Colnago, pediu “bom senso” e apelou aos policiais que voltem ao trabalho. “Está demonstrado que a intransigência não é nossa, a falta de diálogo não é nossa. Nós estamos do lado da sociedade”, disse. Em sua fala, o ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, disse que “não há a menor possibilidade” de anistia aos policiais que estão parados. "Existem movimentações iludindo pessoas que estão em greve, como se fosse assim, aconteceu a greve e não vai ter nenhum tipo de penalização”, afirmou.

Na noite de sexta-feira, 10, o governo anunciou que havia chegado a um acordo com associações representativas dos policiais. As mulheres dos praças, no entanto, afirmaram não reconheceram o tratado, que não incluía o reajuste salarial, e permaneceram bloqueando a entrada dos quartéis do estado. Sem policiamento, o estado teve 137 mortes na última semana, segundo o sindicato dos policiais civis. O número supera os 122 registrados em todo o mês de fevereiro de 2016.
PORTAL G-1


Duas pessoas morrem em queda de ultraleve em Botucatu

Acidente ocorreu próximo ao aeroporto municipal Tancredo Neves. Piloto de 61 anos e passageira, de 33, morreram no local.

Duas pessoas morreram neste sábado (11) após a queda de um ultraleve no bairro Jardim Aeroporto, em Botucatu(SP). De acordo com o Corpo de Bombeiros, o técnico de som César Titton, de 61 anos, que pilotava a aeronave, e a passageira Maria José Pulino, de 33 anos, morreram no local.
Testemunhas disseram aos bombeiros que a aeronave decolou e caiu logo após fazer uma curva, próximo ao aeroporto municipal Tancredo Neves. Segundo os bombeiros, a Polícia Civil e representantes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados.
Ainda não há informações sobre o que poderia ter causado a queda e se o piloto e a aeronave estavam com as documentações regularizadas.


Policiais são retirados de helicóptero de quartel no ES, diz governo

Chamado da corporação já colocou em atividade mais de 600 militares. Crise chega ao 8º dia, com 138 mortes; mulheres dizem que seguem ato.

Rodrigo Rezende Do G1 Es

Helicópteros estão sendo usados para retirar policiais militares de dentro do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar na Grande Vitória (ES), segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública. O desembarque acontece na Rodoviária de Vitória.
Neste sábado (11), um chamado da corporação já colocou em atividade mais de 600 militares em Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra e Cachoeiro. Ainda não foi informado o resultado do chamado operacional em outros municípios.
Mesmo com o policiamento, as mulheres dos policiais militares dizem que seguem a ocupação das portas de batalhões e questionam o patrulhamento. A crise no estado chegou ao 8º dia, com 138 mortes, segundo sindicato dos Policiais Civis.
Chamado
A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) disse que a chegada dos militares aconteceu após uma chamada operacional realizada às 16h, na Praça Oito e na Rodoviária.
Questionada sobre a apresentação dos militares, a Sesp não respondeu se eles saíram dos batalhões que estão com as entradas ocupadas pelas mulheres de PMs ou se os militares que se apresentaram nas ruas estavam fora dos quarteis.
Mulheres
Ao longo do dia, o G1 ficou por 10h na porta de um dos batalhões em Vitória, das 7h às 17h, no bairro Maruípe, e nenhum militar foi visto saindo pelo portão principal. Às 19h, as mulheres seguiam ocupação no Batalhão de Maruípe.
“Não vamos sair da frente dos batalhões. O governador tem que conversar com o movimento. Eles estão usando farda, mas não são policiais. Eles estão maquiando a situação”, disse a dona de casa Ordilene, esposa de um policial militar.
“Nós vamos continuar o movimento, esperando posição do governo. Os poucos que se apresentaram aos postos de trabalho, neste sábado, passaram mal, choraram muito. Só foram por causa de muita pressão”, disse a esposa de um policial militar, que está em frente ao 4o Batalhão da PM, em Vila Velha.
Um vídeo exibido pela GloboNews mostra mulheres revoltadas com os policiais que voltaram ao trabalho. "Vocês são uns covardes. Nós estamos dando a nossa cara a tapa por vocês. Eu posso ser presa por causa de vocês. Vocês são uma vergonha", diz a mulher.

Associação
⁠⁠⁠O Major Rogério Fernandes Lima, da Associação dos Oficiais Militares do Espírito Santo, disse que não tem informação sobre o policiamento nas ruas de Vitória. Segundo ele, quem confirma é a própria instituição da Polícia Militar.

Ônibus
Apesar de alguns PMs começarem a se apresentar ao trabalho, na tarde deste sábado (11), os ônibus pararam de circular na Grande Vitória, como já havia divulgado o Sindicato dos Rodoviários. Os coletivos funcionaram com frota e horários reduzidos, entre 7 e 17h.
Para este domingo (12), a categoria adiantou que o funcionamento do transporte público continua da mesma forma, mesmo com o retorno gradativo da Polícia Militar às ruas das cidades capixabas.
Ministro da Defesa
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, pediu neste sábado (11) que os policiais militares paralisados no Espírito Santo "venham às ruas" e apelou para que as mulheres que protestam por eles "não levem seus companheiros a uma armadilha".
"Existem policiais que querem trabalhar. Existem policiais hoje mantidos em situação de detenção. Para estes eu quero falar que venham para as ruas e venham cumprir seu juramento", disse o ministro diante de jornalistas.

Na sexta-feira (10), representantes dos policiais militares e do Governo do Estado chegaram a um acordo, na noite desta sexta-feira (10) em uma reunião sem a participação das mulheres dos PMs que ocuparam a frente dos batalhões no estado.
Na quinta-feira (9), as mulheres de PMs não entraram em acordo governo do estado e seguem ocupando a frente dos batalhões no estado e impedindo a saída do policiais. Os protestos chegaram ao 8º dia. A reunião durou 10h e terminou na madrugada de sexta.
ENTENDA: ato que começou com 10 mulheres tirou a PM das ruas
Para reforçar a segurança das ruas, estão sendo empregados 3.130 homens, mais de 180 veículos, 3 helicópteros, 7 blindados, segungo o ministro da Defesa Raul Jungmann, em visita ao estado.
PORTAL VEJA.COM


Justiça francesa pede nova perícia de acidente em voo Rio-Paris

A aeronave com 228 passageiros e membros da tripulação a bordo caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009

A Justiça francesa ordenou uma nova perícia sobre o acidente do voo 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009. A aeronave que decolou no Rio de Janeiro com destino a Paris levava 228 passageiros e membros da tripulação a bordo.
Os juízes pediram no início deste mês um novo relatório para continuar as investigações sobre essa tragédia aérea, informou nesta sexta-feira a emissora France Info.
Uma primeira perícia realizada na França em 2012 concluiu que uma série de fatores levaram à queda do avião, como a meteorologia, erros humanos e falhas técnicas, principalmente nas sondas que serviam para medir a velocidade do aparelho.
Em 2014, um primeiro parecer contrário solicitado pela Airbus, consórcio aeronáutico e de defesa europeu que fabricou a aeronave, acusava os pilotos do avião. Criticado tanto pela Air France como pela associação de vítimas do acidente, o relatório foi anulado pela Justiça em 2015 por razões administrativas.
Os três especialistas encarregados da nova perícia devem entregar as primeiras conclusões provisórias deste terceiro relatório sobre o caso no próximo dia 3 de setembro, indicou a Procuradoria.
As famílias esperam que o julgamento, no qual Airbus e Air France são acusadas de homicídio culposo, aconteça em breve.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Operação Capixaba: ministro da Defesa pede que PM do Espírito Santo volte ao trabalho


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, pediu com veemência que os policiais militares do Espírito Santo retornem às ruas dos municípios capixabas. Jungmann afirmou que aqueles PMs que desejarem voltar ao trabalho terão apoio nos quarteis das Forças Armadas. E mandou um recado para os familiares que se manifestam nas portas dos quarteis. Jungmann, que desembarcou em Vitória na manhã deste sábado (11), afirmou que as lojas começam a funcionar, as pessoas circulam pelas ruas da Grande Vitória e assegurou que as tropas federais permanecerão no Espírito Santo até que se encerre o aquartelamento dos PMs.
"Faço um apelo para que se encerre o movimento, pois a segunda opção é um beco sem saída”, explicou. O ministro acredita que há PMs que querem retomar suas atividades. Jungmann disse também que as Forças Armadas junto com a Força Nacional de Segurança Pública já conseguiram permitir que a população capixaba, na Grande Vitória, tenha o sentimento de mais segurança.
Quatro municípios compõem este cinturão: Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra.
"Primeiramente, quero recordar que estive aqui na segunda-feira (6). Era uma cidade fantasma, praticamente do trajeto do aeroporto até o Palácio Anchieta não encontrávamos ninguém nas ruas, não tinha nenhum ônibus circulando e não existiam carros. Hoje, no mesmo trajeto, nós vimos uma cidade que recupera sua normalidade. As pessoas estavam nas praias, nas ruas, circulando. Nós vimos ônibus e lojas abertas", salientou o ministro Jungmann.
Acompanhado do ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sergio Etchegoyen, do ministro chefe da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, e do ministro interino da Justiça, José Levi Mello do Amaral Jr, Jungmann seguiu para a sede do 38º Batalhão de Infantaria, onde tomou conhecimento da evolução do quadro da segurança pública no estado, que hoje
completa uma semana de greve da Polícia Militar.
Na última segunda-feira (6), o presidente Michel Temer autorizou o emprego das Forças Armadas em Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Espírito Santo. Segundo o ministro, desde então o cenário capixaba começou a melhorar.
"Desde que as Forças Armadas aqui chegaram não tem acontecido mais saques e arrombamentos. Tivemos uma redução expressiva no que diz respeito a assassinatos e homicídios. É preciso também dizer que, por uma decisão da Associação Comercial do Espírito Santo, as lojas estão abrindo e o sistema de transporte está voltando a funcionar," assinalou.
Na sede do batalhão, o ministro recebeu o cenário da segurança pública.
Denominada Operação Capixaba, conta com 3.130 militares das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança Pública. Para isso, a tropa tem 182 viaturas das mais diversas, três helicópteros, sete blindados, dentre outros equipamentos.
“Hoje, podemos dizer que Vitória tem um policiamento superior aos dias normais. As Forças Armadas, junto com as forças locais, estão assegurando o funcionamento dos hospitais, dos corredores e terminais de ônibus, as garagens e o sistema de alimentação," disse.
Jungmann lembrou que hoje também, ao se deslocar de van pelas ruas da Grande Vitória, percebeu que a população já retorna à rotina. "De forma que, se nós ainda não resgatamos a plena normalidade, estamos a caminho disso. E quero dizer que a determinação do presidente da República é envolver os recursos necessários pelo tempo que for necessário até que a normalidade seja restabelecida, e que também a defesa da democracia e das instituições sejam asseguradas. Não vamos vacilar e iremos cumprir a missão até o fim”, afirmou.
Palácio Anchieta
Da sede do 38º BI Jungmann seguiu para o Palácio Anchieta onde a comitiva se reuniu com o governador licenciado Paulo Hartung, o governador em exercício Cesar Colnago e demais auxiliares do governo capixaba. Após o encontro, os ministros conversaram com os jornalistas. Nesta oportunidade, o ministro da Defesa avaliou que a situação na região metropolitana de Vitória começa a normalizar. As tropas federais estão sendo deslocadas para algumas cidades do interior do estado, para permitir a segurança da população. Jungmann espera que vá prevalecer o bom senso dos familiares e dos PMs aquartelados para encerrar o movimento.
O general Etchegoyen fez duras críticas ao classificar de “inaceitável que uma instituição coloque em risco a população”. O governo federal tem atuado com firmeza para impedir que coloquem os capixabas como refém.
O ministro interino da Justiça contou que a Polícia Federal investiga o movimento e poderá entrar em ação, o mesmo ocorre com os militares da Força Nacional. Para o ministro José Levi, a sintonia com a Marinha, o Exército e a Aeronáutica possibilitou o rápido deslocamento das tropas.
Antonio Imbassahy contou que vem conversando com parlamentares da bancada capixaba uma solução para a manifestação dos PMs. O ministro se reuniu com alguns parlamentares no Palácio Anchieta.
Força Aérea
Hoje pela manhã, ao chegar à Vitória, Jungmann e integrantes da comitiva assistiram à formatura do contingente de 120 militares da Força Aérea Brasileira (FAB), deslocados para o Espírito Santo para guarnecer o aeroporto e adjacências. Este efetivo também pode ser prontamente usado em outras missões.
O comandante da 1ª Divisão de Exército, general Mauro Sinott, informou que a maioria dos militares que atuam no estado têm experiência em policiamento ostensivo. Segundo general Sinott, esses militares já estiveram no Haiti ou foram empregados em ações de GLO, nos complexos do Alemão e da Maré, no Rio de Janeiro, além dos grandes eventos realizados no Brasil nos últimos 10 anos.



OUTRAS MÍDIAS


RTP Notícias (Portugal)


Avião brasileiro desenvolvido em Portugal pode equipar força aérea

Portugal pode vir a comprar aviões KC-390 para transporte militar. São aeronaves que contam com tecnologia portuguesa.
O CEIIA, uma das entidades nacionais que estão neste projeto liderado pela brasileira Embraer, recebeu a visita do ministro da defesa nacional e do secretário da defesa do Brasil.
Durante dois dias, as industrias de defesa dos dois países reforçaram contactos para novos negócios.
Esta visita ao CEIIA, em Matosinhos, decorreu no âmbito do primeiro diálogo entre as industrias de defesa de Portugal e do Brasil.
O KC-390 é o maior avião militar da Embraer e é também o maior projeto da engenharia aeronáutica portuguesa.
Construído para substituir o famoso Hércules C-130, já fez os primeiros testes de voo.
O ministério da defesa pode dentro em breve confirmar a comprar de algumas destas aeronaves para as colocar ao serviço da força aérea. Os KC-390 são aeronaves pesadas a jato. Servem para transporte de carga e pessoal, permitem o uso por tropas para-quedistas e são adaptáveis ao combate aos incêndios florestais. O preço base de cada avião ronda os 50 milhões de euros.
Este avião é no entanto apenas um exemplo da partilha entre empresas dos dois países. Na área da defesa seguem-se mais negócios nos têxteis técnicos, industria de moldes e construção naval.

A VOZ DE PETRÓPOLIS (RJ)


R Moreira

Secretário de Segurança diz que Forças Armadas estão de prontidão para atuar no Rio

O Secretário de Segurança do Rio, Roberto de Sá, disse, numa coletiva de imprensa agora à noite, que o Rio tem entre 90 e 95% dos policiais em pleno trabalho. No entanto, ele admitiu que a situação é preocupante, mas que o Rio não ficará sem patrulhamento. Caso necessário, as Forças Armadas Brasileiras estão prontas para atuar, coibindo a criminalidade.
Ao todo, manifestantes ocupam 30 batalhões do Rio. São eles: 3º BPM Méier; 4º BPM São Cristóvão; 6º BPM Tijuca; 7º BPM São Gonçalo; 8 BPM Campos dos Goytacazes; 9 BPM Rocha Miranda ; 14 BPM Bangu; 12 BPM Niterói; 15ºBPM Caxias; 16ºBPM Ramos; 18º JPA; 19 Copacabana; 20º BPM Mesquita; 21 BPM Bonsucesso; 23 BPM Leblon; 24 BPM Queimados; 25 BPM Cabo Frio; 26ºBPM Quitandinha (Petrópolis); 27 BPM Santa Cruz; 28 Volta Redonda; 30 Teresópolis; 31 Recreio; 32 Macaé; 34 MAGÉ; 35 Itaboraí; 39 Belford Roxo; 40 Campo Grande; 41 Irajá e BP-ChoqueRJ.
Comandantes tentam conversar com tropas, e em grande parte dessas cidades a troca de turno está sendo feita nas ruas. Em Petrópolis, o policiamento segue ostensivo, inclusive com blitzes nas ruas, como aconteceu durante todo o dia de hoje.

Secretário de Segurança do Rio, Roberto de Sá, disse, numa coletiva de imprensa agora à noite, que o Rio tem entre 90 e 95% dos policiais em pleno trabalho. No entanto, ele admitiu que a situação é preocupante, mas que o Rio não ficará sem patrulhamento. Caso necessário, as Forças Armadas Brasileiras estão prontas para atuar, coibindo a criminalidade.
Ao todo, manifestantes ocupam 30 batalhões do Rio. São eles: 3º BPM Méier; 4º BPM São Cristóvão; 6º BPM Tijuca; 7º BPM São Gonçalo; 8 BPM Campos dos Goytacazes; 9 BPM Rocha Miranda ; 14 BPM Bangu; 12 BPM Niterói; 15ºBPM Caxias; 16ºBPM Ramos; 18º JPA; 19 Copacabana; 20º BPM Mesquita; 21 BPM Bonsucesso; 23 BPM Leblon; 24 BPM Queimados; 25 BPM Cabo Frio; 26ºBPM Quitandinha (Petrópolis); 27 BPM Santa Cruz; 28 Volta Redonda; 30 Teresópolis; 31 Recreio; 32 Macaé; 34 MAGÉ; 35 Itaboraí; 39 Belford Roxo; 40 Campo Grande; 41 Irajá e BP-ChoqueRJ.
Comandantes tentam conversar com tropas, e em grande parte dessas cidades a troca de turno está sendo feita nas ruas. Em Petrópolis, o policiamento segue ostensivo, inclusive com blitzes nas ruas, como aconteceu durante todo o dia de hoje.




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