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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 21/12/2016 / 2017 não será um ano fácil, prevê presidente da Embraer


2017 não será um ano fácil, prevê presidente da Embraer ...  


O ano de 2017 não será um ano fácil, avaliou na terça-feira, 20, o presidente da Embraer, Paulo César de Souza e Silva. "O mundo anda bastante complicado e a aviação como um todo vem em um ciclo um pouco mais soft", disse. Ele considerou, porém, que apesar do cenário difícil, a Embraer está posicionada de forma "muito forte", tendo em vista os investimentos realizados ao longo dos últimos anos, da ordem US$ 5 bilhões.

Ele destacou os novos projetos em andamento seja na aviação executiva, a nova geração de jatos, os E-Jets E2, e o avião cargueiro KC-390, que devem chegar ao mercado a partir de 2018. "(A nova geração de aviões comerciais) vai ser a família de aviões mais eficientes no segmento de 70 a 120 assentos, não tenho dúvida disso, os números mostram, cada um dos aviões tem sua eficiência otimizada para aquele mercado", defendeu. Segundo Silva, o desenvolvimento dos novos jatos está em dia, com três aviões atualmente em testes de voos e o quarto para entrar em janeiro próximo.

Silva também salientou que do ponto de vista financeiro a companhia segue com classificação de grau de investimento. "Temos um balanço muito forte e o Brasil está dois "notes" abaixo da Embraer, ou seja, isso mostra a qualidade dos resultados da Embraer - ativo, passivo e resultado - e nossas ações são para mantermos esse equilíbrio, manter a empresa muito forte e tenho certeza que vamos atravessar 2017 e entrar em 2018 muitíssimo bem", disse o presidente da companhia, durante evento com jornalistas.

O presidente da fabricante brasileira de aeronaves comentou que 2016 também foi um ano difícil, particularmente no País, mas também globalmente. "Estamos vivendo uma situação inédita, com uma crise econômica e política extremamente forte e ainda não estamos vendo como isso vai terminar ou qual serão os próximos capítulos", afirmou, referindo-se ao Brasil. Ele disse não estar muito otimista e previu uma melhora do cenário nacional apenas em três ou quatro anos. Ele salientou que a Embraer tem apenas uma pequena fatia de suas receitas provenientes do Brasil, de cerca de 8%. "Desta forma, não estamos sendo muito afetados pela crise", disse.

Em termos mundiais, Silva considerou que houve uma mudança forte de perspectiva, e citou os conflitos pelo mundo, economias ainda em recuperação, como a Rússia, a Europa e os Estados Unidos, e incertezas políticas internacionais, como a saída do Reino Unido da União Europeia e a crise italiana. "O cenário que desenhamos anos atrás, quando criamos e desenvolvemos o modelo de negócios que temos hoje, acabou não se realizando", disse.

Foco
O vice-presidente de Negócio de Aviação Comercial da Embraer, John Stephen Slattery, avalia que os mercados da América do Norte, China e Sudeste Asiático serão os principais pontos de atuação do segmento ao longo de 2017, enquanto o Oriente Médio deve ganhar espaço a partir de 2018.

Em relação à China, Slattery pondera que, apesar da desaceleração no ritmo de crescimento econômico, o PIB chinês ainda irá se expandir num ritmo próximo a 5% ao ano. "Esse nível de alta, para nós, é extraordinário", disse o executivo. Para Slattery, esse patamar implica uma alta forte da demanda por voos no País e, consequentemente, faz com que o segmento de aviação comercial permaneça aquecido.

Quanto ao mercado da América do Norte, o executivo avalia que os Estados Unidos estão dando sinais de uma retomada no crescimento econômico, o que também auxilia o segmento de aviação comercial da Embraer. No entanto, ele destaca que a frota das aeronaves norte-americanas já possui uma idade avançada, sendo necessário um novo ciclo de aquisições para a substituição destes ativos.

Já em relação ao Sudeste Asiático, Slattery classifica o mercado como um "alvo chave" para 2017. "Temos uma grande operação em Cingapura, e eu gostaria de abrir novos países no Sudeste Asiático", afirmou. Questionado sobre o interesse da aviação comercial da Embraer no Oriente Médio, o executivo destaca que a região deverá ganhar mais importância de 2018 em diante, com um plano de substituição dos E-Jets de primeira geração existentes nesse mercado.

"Temos uma boa penetração na região", disse. "As aéreas do Oriente Médio estão animadas em relação à tecnologia dos motores dos E-Jets de segunda geração, por causa do ambiente difícil, com muita areia."

Segmento de defesa
Silva afirmou que o segmento de Defesa e Segurança é a "grande aposta" da companhia para o futuro, com grandes expectativas em relação à aceitação da aeronave KC-390 no mercado global.

"(Defesa e Segurança) já é uma área que vem bem nos últimos anos", destacou Silva, durante almoço com jornalistas, em São Paulo. "Apostamos muito na entrada (do KC-390) de forma mais global".

O executivo ressaltou que a aeronave militar começará a ser entregue à Força Aérea Brasileira (FAB) e aos clientes no exterior a partir de 2018. "Temos alguns planos de reforçar nossa equipe de Defesa no mercado internacional, para que consigamos ter uma penetração com o KC", disse Silva. "Acreditamos que muitas forças aéreas, de muitos países, terão interesse."

O KC-390 é uma aeronave militar que está sendo desenvolvida pela Embraer, capaz de realizar missões de transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras.

O primeiro protótipo realizou seu primeiro voo em fevereiro de 2015 e dois protótipos estão atualmente em campanha de testes de voo. O avião está atualmente em uma turnê por oito países e espera receber a certificação até o final de 2017.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Embraer defende limites a financiamento estatal para aeronaves


A Embraer defendeu nesta terça-feira (20) que a indústria de aviação defina limites sobre financiamento estatal voltado ao desenvolvimento de aeronaves, um dia depois que o Brasil anunciou que vai recorrer à OMC (Organização Mundial do Comércio) contra o que considera como subsídios ilegais canadenses à rival Bombardier.
O presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar Silva, disse que os padrões da indústria de aviação para financiamento a exportação por bancos estatais funcionaram bem na promoção de uma competição justa entre Embraer, Bombardier e os rivais maiores Boeing e Airbus.
"Se a indústria puder estabelecer um conjunto de regras para financiamento de desenvolvimento de aeronaves similar ao que temos para o financiamento de exportações, então teremos um nível de competição equilibrado", disse Silva a jornalistas.
O momento, porém, pode ser difícil para um acordo da indústria, depois que o Brasil disse na segunda-feira (19) que vai questionar na OMC investimentos feitos pela província canadense de Québec no desenvolvimento do modelo CSeries, um rival direto do E-195, da Embraer.
Silva afirmou que a injeção de capital ajudou a Bombardier a vender o CSeries a preços baixos para a Delta Air Lines em abril e que houve sinais de campanhas de preços agressivos em outras vendas nos Estados Unidos.
Representantes da Bombardier não comentaram o assunto de imediato.
CONCORRÊNCIA
A mais recente disputa na OMC relembra um confronto de quase duas décadas atrás entre Brasil e Canadá sobre financiamento estatal para exportações da Embraer e Bombardier.
Silva afirmou que é importante a definição de limites, porque novos entrantes no mercado, como Rússia, Japão e China, estão desafiando a liderança de Embraer e Bombardier no mercado de jatos regionais, em alguns casos com generoso apoio governamental.
"Mal dá para dois [fabricantes]. Para cinco é impossível", disse Silva.
Ele acrescentou que a demanda, enquanto isso, está passando por um ciclo de desaquecimento, o que torna 2017 um ano desafiador.
Mudanças estruturais no mercado de aviação regional, com o surgimento de companhias de compartilhamento de aeronaves, como a NetJets nos EUA, também têm contribuído para dar aos compradores de aviões mais poder de barganha em um setor já fraco para novos jatos executivos, disse Silva.
Um ponto de destaque para a Embraer é a divisão de defesa, que deve começar a entregar o cargueiro militar KC-390 para a Força Aérea Brasileira em 2018. Jackson Schneider, diretor da divisão de defesa da Embraer, afirmou a jornalistas que espera receber nova encomenda para o cargueiro em 2017.

PORTAL UOL


Brasileiros lançam balão estratosférico para 1ª missão à Lua


SÃO PAULO, 20 DEZ (ANSA) - Um grupo de pesquisadores brasileiros lançou nesta segunda-feira (19) um balão estratosférico como parte do projeto "Garatéa-L", primeira sonda sul-americana até a Lua, em São Carlos, interior de São Paulo. 
O balão foi enviado para avaliar o potencial de sobrevivência de células e biomoléculas em condições extremas. O equipamento foi liberado no início da tarde e caiu horas depois, após alcançar uma altitude de até 30 quilômetros.
Segundo os pesquisadores, esta distância corresponde a um centésimo da encontrada ao nível do mar e já não há camada de ozônio para proteger o equipamento dos raios ultravioleta. 
A sonda acoplada ao balão foi batizada de Garatéa II e trata-se de uma versão inicial do experimento que será enviado na Garatéa-L, espaçonave brasileira a ser colocada em órbita da Lua em 2020.
O projeto é realizado pela empresa Airvantis em parceria com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, da Universidade de São Paulo, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, do Instituto Mauá de Tecnologia e da PUC-RS. Além da participação internacional da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial do Reino Unido. (ANSA)

JORNAL DO COMMERCIO (PE)


Jungmann: "Forças Armadas não são polícia para ir atrás de criminoso"

Na avaliação do ministro, as Forças Armadas estão cumprindo sua missão no Estado

O ministro da defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), disse em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, que as Forças Armadas não são a Polícia Militar para fazer Boletim de Ocorrência (BO) e ir atrás de criminoso. A afirmativa aconteceu em resposta ao levantamento realizado pelo Ronda JC, que identificou um aumento de 37% no número assassinatos no Estado em relação ao mesmo período do ano anterior.
Raul Jungmann explicou que as Forças Armadas estão na Região Metropolitana do Recife, que não são responsáveis pelo Estado de Pernambuco e para fazer um comparativo realista é necessário comparar a Região Metropolitana de agora com a de antes.
“Eles estão aí há 10 dias, 240 horas praticamente, como se pode fazer um juízo desses e dizer conclusivamente que eles não surtiram efeito? As Forças Armadas na rua significam sobretudo manter a ordem, a segurança, das pessoas, da propriedade, contra saques, correria e de fato elas cumpriram perfeitamente com seu papel. Agora, há o papel da polícia. Elas patrulham e ficam nas ruas. As Forças Armadas não vai atrás de criminoso, não tem sistema de inteligência, não sabe caminho do crime e das drogas, isso é função de polícia”, disse.
Jungmann relembrou o último caso de greve da polícia, quando alguns municípios tiveram estabelecimentos saqueados e insegurança nas ruas e na sua avaliação, as Forças Armadas cumpriram sua missão. “O papel do militar não substitui o da polícia em momento algum”, ratificou.
O ministro ainda afirmou que em caso de flagrantes, as Forças Armadas são instruídas a reagir.

Gastos
De acordo com o ministro, sempre que esses pedidos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) são realizados, é necessáio fazer um pedido de suplementação, já que o dinheiro não era previsto pelas forças. “Sempre nesses casos quem paga integralmente é o Governo Federal. Feito todos os cálculos e com essa prorrogação vai custar R$ 14 milhões. Nnehum centavo será do bolso do governo estadual”, explicou.

PORTAL G-1


Homem de MS fala sobre fé e vida após mortes súbitas e coração doado

Ele carrega no peito coração de jovem de 19 anos, vítima de acidente. Depoimento faz parte da série "Minha História, Minha Vida", da TV Morena.

Do G1 Ms Com Informações Da Tv Morena

Um sonho interrompido por arritmia, três mortes súbitas e um transplante de coração ensinaram a Gilton Almeida um novo conceito de vida. Aos 60 anos, ele contou como a fé inabalável ajudou a superar cada dificuldade e fez um apelo para a doação de órgãos. Hoje, ele carrega no peito o coração de um jovem de 19 anos, vítima de um acidente de moto.
O depoimento faz parte da série de fim de ano "Minha História, Minha Vida", produzida e exibida pela TV Morena na semana do Natal.
Formado em economia e direito, na juventude o sonho de Gilton era ser piloto da Força Aérea Brasileira (FAB), mas uma arritimia aos 20 anos pôs fim à carreira militar que tinha recém-começado.
"Me encontrava estudando na academia da FAB, quando depois de um determinado voo fui surpreendido com uma arritimia. Submetido a exames fui julgado incapaz definitivamente para pilotagem militar, mas segui em frente, fui fazer minhas faculdades", lembrou.
Em, 1987, no dia 15 de dezembro, ele teve um infarto. Levado para a Santa Casa, Gilton fez quatro pontes de safena. Ele teve uma vida normal durante 20 anos em que foi safenado, mas começou a ter dificuldades na respiração e cansaço e o novo procedimento foi colocar um marca-passo em 2011.
Durante 2 anos e meio, Gilton teve três mortes súbitas e precisou ir a São Paulo para mais exames, que apontaram a necessidade de um transplante de coração. "Passei a viver com coração extracorpóreo, durante 10 dias, uma angústia muito grande à espera do doador. Apareceram dois corações incompatíveis e no terceiro doador eu fiquei muito feliz", contou.
O transplante foi feito graças à família de um jovem de 19 anos, que autorizou a doação dos órgãos depois de um acidente de moto em Santa Catarina.
"Me sinto hoje um homem realizado, valorizo muito a vida, temos que viver o nosso dia. Evidentemente sempre nos preocupamos com o dia seguinte, mas temos que viver na plenitude o dia de hoje. Deus foi muito importante na minha vida como também o doador e eu quero deixar uma mensagem: orientem a sua famílai que façam a doação dos órgãos. Eu sou muito grato pela família que fez a doação do coração que eu carrego no peito [...] Sinto muita alegria e vontade de viver e superar cada dificuldade da minha vida", finalizou.
Gilton deve fazer outro transplante de órgãos em 2017. Os rins, prejudicados por conta do coração extracorpóreo, devem ser trocados assim que surgir órgãos compatíveis.
"Será uma segunda experiência de transplante, mas a vontade de viver é muito grande e eu estou disposto a mais esse desafio. Tenho uma fé inabalável e acredito muito na tecnologia que hoje temos no Brasil", disse, colocando a mão sobre o peito que carrega coração doado.

Apenas 14% do efetivo das Forças Armadas vai ficar no Grande Recife

Dos 3.500 homens que começaram a atuar, há 10 dias, só 500 vão permanecer na "Operação Leão do Norte", deflagrada por causa de protesto feito por PMs.

Ricardo Novelino G1 Pe

Um dia depois do anúncio da permanência das tropas do Exército, Marinha e Aeronáutica para patrulhar as ruas do Grande Recife, o Comando Militar do Nordeste (CMNE) confirmou, nesta terça-feira (20), que o efetivo terá redução. Dos 3.500 homens, apenas 500 vão ficar na área até o dia 3 de janeiro, conforme a decisão do governo Michel Temer. Isso significa que apenas 14% do efetivo será mantido, em relação ao que começou a atuar há 10 dias.
ImagemO número está previsto no decreto 8934/2016/ publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (19). No Parágrafo único, o governo federal informa: "O emprego das Forças Armadas poderá abranger o quantitativo máximo de 500 militares."
A partir desta terça, os três mil homens das Forças Armadas começarão a deixar o estado. De acordo com a assessoria de comunicação da "Operação Leão do Norte", deflagrada por causa da operação-padrão iniciada por associações que representam policiais militares, todo o efetivo de outras unidades da federação retornará a suas bases de origem.
Um dos exemplos da dispersão é dos fuzileiros navais do Rio Grande do Norte. Ao todo, 170 homens, que estavam patrulhando ruas no Grande Recife, voltarão para Natal. A assessoria da "Operação Leão do Norte" informou que essa redução de efetivo já estava prevista no decreto presidencial.
A manutenção das Forças Armadas em Pernambuco foi solicitada pelo governador Paulo Câmara, na sexta-feira (16). O secretário de Defesa Social (SDS), Angelo Fernandes Gioia, defendeu a permanência da tropa no Grande Recife.
No início da manhã desta terça, as Forças Armadas divulgaram um balanço parcial das ações realizadas durante a "Operação Leão do Norte", em que foram contabilizadas mais de 2.800 atuações.
Na atuação das Forças Armadas no estado, as abordagens mais comuns são o patrulhamento ostensivo de áreas terrestres, revista de pessoal e veículos, reconhecimentos aéreos, controle de distúrbios e prisões em flagrante delito. As Forças Armadas contam com o poder de polícia, outorgado pelo Decreto 8.928, do dia 9 deste mês, do Presidente da República.
A "Operação Leão do Norte" tem como objetivo garantir a lei e a ordem durante o período de trabalho reduzido da PM, a chamada operação padrão da categoria. As tropas vieram do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Bahia, Sergipe e Piauí.

AGÊNCIA BRASIL


OAB vai pedir derrubada de resolução da Anac sobre bagagens em aviões


Leandro Martins

A vice-presidente da Comissão Nacional de Direito do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudia marques disse que as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ferem os direitos do consumidor e trazem prejuízos para os consumidores.
Cláudia Marques ressaltou que o aumento na quantidade da bagagem que pode ser levada junto com os passageiros, de cinco para dez quilos, pode ter reflexos na segurança do voo.
O presidente nacional da OAB, Cláudio Lamachia, informou que uma ação civil pública vai pedir que a resolução seja abolida.

PORTAL TERRA


Henzel diz que irá narrar primeiro jogo da Chape em 2017


Na manhã desta segunda-feira, Rafael Henzel foi o segundo sobrevivente do acidente com o voo da Chapecoense a dar uma entrevista coletiva aqui no Brasil. Emocionado, o jornalista contou alguns detalhes do momento da tragédia e ainda revelou que irá narrar a primeira partida da equipe em 2017, contra o Joinville, pela Primeira Liga.
Imagem"Dia 9 de janeiro quero voltar a trabalhar e dia 25 de janeiro quero narrar Joinville e Chapecoense. Não sei como vai ser para chegar nas cadeiras, por causa das lesões, mas não quero saber. Tenho um dever muito grande com a comunidade de Chapecó que acreditou. Se ela acredita, vou me recuperar e vou fazer", afirmou Henzel na sala de coletivas do clube.
Lamentando as perdas, Rafael reforçou a necessidade de olhar para o próximo ano da Chapecoense com bons olhos. "A Chapecoense tem um ano maravilhoso pela frente e temos que dar um passo para frente. Lembrar daqueles que se foram, mas temos que dar esse passo porque 2017 vai ser um ano maravilhoso para nós", disse.
Rafael contou que, durante a viagem, trocou de lugar quatro vezes para conversar com outros passageiros, companheiros de profissão e do dia a dia. O narrador relatou que acordou ao perceber luzes e conseguiu chamar a atenção do resgate. "O avião não caiu, não despressurizou a cabine ou caiu máscara. Ele foi e bateu. E pelo que entendi eu fiquei na primeira parte, de cima, e o avião desceu pela ribanceira. E as buscas começaram lá por baixo", contou Rafael.
O narrador também agradeceu muito ao apoio dado pela Chapecoense em seu tratamento, à CBF por mandar seu médico de prontidão e à Força Aérea Brasileira, que permitiu o encontro com seu filho antes do previsto, já no avião.
Além de Henzel, o lateral Alan Ruschel também já concedeu entrevista coletiva em Chapecó. Assim como os dois, o zagueiro Neto e o goleiro Jackson Follman também já estão na cidade catarinense cuidado de suas lesões.

REVISTA ISTO É DINHEIRO


2017 não será um ano fácil, prevê presidente da Embraer


O ano de 2017 não será um ano fácil, avaliou na terça-feira, 20, o presidente da Embraer, Paulo César de Souza e Silva. "O mundo anda bastante complicado e a aviação como um todo vem em um ciclo um pouco mais soft", disse. Ele considerou, porém, que apesar do cenário difícil, a Embraer está posicionada de forma "muito forte", tendo em vista os investimentos realizados ao longo dos últimos anos, da ordem US$ 5 bilhões.
Ele destacou os novos projetos em andamento seja na aviação executiva - a nova geração de jatos, os E-Jets E2 - e o avião cargueiro KC-390, que devem chegar ao mercado a partir de 2018. "(A nova geração de aviões comerciais) vai ser a família de aviões mais eficientes no segmento de 70 a 120 assentos, não tenho dúvida disso, os números mostram, cada um dos aviões tem sua eficiência otimizada para aquele mercado", defendeu. Segundo Silva, o desenvolvimento dos novos jatos está em dia, com três aviões atualmente em testes de voos e o quarto para entrar em janeiro próximo.
Silva também salientou que do ponto de vista financeiro a companhia segue com classificação de grau de investimento. "Temos um balanço muito forte e o Brasil está dois "notes" abaixo da Embraer, ou seja, isso mostra a qualidade dos resultados da Embraer - ativo, passivo e resultado - e nossas ações são para mantermos esse equilíbrio, manter a empresa muito forte e tenho certeza que vamos atravessar 2017 e entrar em 2018 muitíssimo bem", disse o presidente da companhia, durante evento com jornalistas.
O presidente da fabricante brasileira de aeronaves comentou que 2016 também foi um ano difícil, particularmente no País, mas também globalmente. "Estamos vivendo uma situação inédita, com uma crise econômica e política extremamente forte e ainda não estamos vendo como isso vai terminar ou qual serão os próximos capítulos", afirmou, referindo-se ao Brasil. Ele disse não estar muito otimista e previu uma melhora do cenário nacional apenas em três ou quatro anos. Ele salientou que a Embraer tem apenas uma pequena fatia de suas receitas provenientes do Brasil, de cerca de 8%. "Desta forma, não estamos sendo muito afetados pela crise", disse.
Em termos mundiais, Silva considerou que houve uma mudança forte de perspectiva, e citou os conflitos pelo mundo, economias ainda em recuperação, como a Rússia, a Europa e os Estados Unidos, e incertezas políticas internacionais, como a saída do Reino Unido da União Europeia e a crise italiana. "O cenário que desenhamos anos atrás, quando criamos e desenvolvemos o modelo de negócios que temos hoje, acabou não se realizando", disse.
Foco
O vice-presidente de Negócio de Aviação Comercial da Embraer, John Stephen Slattery, avalia que os mercados da América do Norte, China e Sudeste Asiático serão os principais pontos de atuação do segmento ao longo de 2017, enquanto o Oriente Médio deve ganhar espaço a partir de 2018.
Em relação à China, Slattery pondera que, apesar da desaceleração no ritmo de crescimento econômico, o PIB chinês ainda irá se expandir num ritmo próximo a 5% ao ano. "Esse nível de alta, para nós, é extraordinário", disse o executivo. Para Slattery, esse patamar implica uma alta forte da demanda por voos no País e, consequentemente, faz com que o segmento de aviação comercial permaneça aquecido.
Quanto ao mercado da América do Norte, o executivo avalia que os Estados Unidos estão dando sinais de uma retomada no crescimento econômico, o que também auxilia o segmento de aviação comercial da Embraer. No entanto, ele destaca que a frota das aeronaves norte-americanas já possui uma idade avançada, sendo necessário um novo ciclo de aquisições para a substituição destes ativos.
Já em relação ao Sudeste Asiático, Slattery classifica o mercado como um "alvo chave" para 2017. "Temos uma grande operação em Cingapura, e eu gostaria de abrir novos países no Sudeste Asiático", afirmou. Questionado sobre o interesse da aviação comercial da Embraer no Oriente Médio, o executivo destaca que a região deverá ganhar mais importância de 2018 em diante, com um plano de substituição dos E-Jets de primeira geração existentes nesse mercado.
"Temos uma boa penetração na região", disse. "As aéreas do Oriente Médio estão animadas em relação à tecnologia dos motores dos E-Jets de segunda geração, por causa do ambiente difícil, com muita areia."
Segmento de defesa
Silva afirmou que o segmento de Defesa e Segurança é a "grande aposta" da companhia para o futuro, com grandes expectativas em relação à aceitação da aeronave KC-390 no mercado global.
"(Defesa e Segurança) já é uma área que vem bem nos últimos anos", destacou Silva, durante almoço com jornalistas, em São Paulo. "Apostamos muito na entrada (do KC-390) de forma mais global".
O executivo ressaltou que a aeronave militar começará a ser entregue à Força Aérea Brasileira (FAB) e aos clientes no exterior a partir de 2018. "Temos alguns planos de reforçar nossa equipe de Defesa no mercado internacional, para que consigamos ter uma penetração com o KC", disse Silva. "Acreditamos que muitas forças aéreas, de muitos países, terão interesse."
O KC-390 é uma aeronave militar que está sendo desenvolvida pela Embraer, capaz de realizar missões de transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras.
O primeiro protótipo realizou seu primeiro voo em fevereiro de 2015 e dois protótipos estão atualmente em campanha de testes de voo. O avião está atualmente em uma turnê por oito países e espera receber a certificação até o final de 2017.

PORTAL GLOBO ESPORTE


Governo boliviano conclui que LaMia e piloto são responsáveis pela tragédia

Ministro de Obras Públicas da Bolívia apresenta resultados das investigações e abre processo contra Celia Castedo: "O plano de voo não deveria ter sido aprovado"

O governo boliviano concluiu que a companhia aérea LaMia e o piloto Miguel Quiroga são os responsáveis pela tragédia com o avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, no dia 28 de novembro. 71 pessoas morreram no acidente, entre elas, o próprio comandante da aeronave.
O ministro de Obras Públicas da Bolívia, Milton Claros, apresentou nesta quarta-feira, em coletiva de imprensa, os resultados das investigações.
- O que aconteceu neste trágico evento é de responsabilidade direta da empresa LaMia e do piloto – disse o ministro.
Milton Claros ainda afirmou que houve "uma cadeia de erros" que o governo abriu processos administrativos e legais contra funcionários da LaMia. Como medida preventiva, o ministro afirmou que o aumento da vigilância e do controle sobre voos no país.
Funcionária boliviana de controle de tráfego aéreo, Celia Castedo também será processada por autorizar o plano de voo, mesmo com a autonomia do avião equivalente ao tempo de voo. Extraoficialmente, a queda do avião é atribuída à falta de combustível.
- O plano de voo não deveria ter sido aprovado - disse o ministro boliviano.
Em 6 de dezembro, o diretor-geral da LaMia, Gustavo Vargas Gamboa, foi detido pela polícia boliviana. Direção Geral da Aeronáutica Civil do país confiscou documentos e caixas da empresa, e seus escritórios estão interditados.
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OUTRAS MÍDIAS


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Gabarito do vestibular ITA 2016 é divulgado; resultado sai no dia 30 de dezembro

Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) divulgou o gabarito do seu processo seletivo-vestibular, que oferta 110 vagas no Curso de Graduação em Engenharia para o ano de 2017.
Por: Tamiris Soares
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) divulgou hoje o gabarito do processo seletivo - vestibular 2016. Foram ofertadas 110 vagas e mais de 12 mil candidatos se inscreveram. O certame seleciona candidatos para o ingresso no Curso de Graduação em Engenharia para o ano de 2017 nas especialidades Aeroespacial, Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, de Computação, Eletrônica e Mecânica-Aeronáutica.
A aplicação do exame de escolaridade aconteceu em quatro dias, 13, 14, 15 e 16 de dezembro, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Juiz de Fora, Londrina, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo, Teresina e Vitória. Foram aplicadas provas de Física, de Português e Inglês, de Matemática e de Química, cada uma delas com 20 questões, além de provas dissertativa e de redação.
A divulgação da relação dos candidatos habilitados no exame de escolaridade e classificados dentro do número de vagas acontecerá em 30 de dezembro, no endereço eletrônico - www.vestibular.ita.br
Além do exame de escolaridade, o processo seletivo prevê inspeção de saúde, composto de exames médicos e psicológicos.
Os candidatos aprovados devem se apresentar às 10 horas do dia 22 de janeiro de 2017 no Auditório Francisco Lacaz Netto, no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, localizado em São José dos Campos - SP. O Curso de Graduação em Engenharia no ITA dura cinco anos, sendo os dois primeiros parte do Curso Fundamental, comum a todos os alunos, e os três últimos correspondentes aos Cursos Profissionais, específicos para cada especialidade de Engenharia.
Segundo o o ITA, foram 12.484 inscritos e a as provas tiveram índice de abstenção de 36%. Foram 483 inscritos fazendo prova em Belém, Belo Horizonte teve 633 candidatos, Brasília (672), Campinas (532), Campo Grande (221), Cuiabá (258), Curitiba (657), Fortaleza (1.090), Goiânia (535), Juiz de Fora (210), Londrina (214), Manaus (353), Natal (162), Porto Alegre (273), Recife (535), Ribeirão Preto (312), Rio de Janeiro (1.255), Salvador (469), São José do Rio Preto (202), São José dos Campos (993), São Paulo (1.880), Teresina (287) e Vitória (258).

VIACARREIRA.COM


Concurso Aeronáutica 2018: seleção para ingressar na EEAR

A Escola de Especialistas da Aeronáutica lançou 173 vagas. Entenda como funcionará o ingresso.
O concurso Aeronáutica 2018 tem como objetivo selecionar jovens para a Força Aérea Brasileira (FAB). Há, ao todo, 173 vagas disponíveis, que contemplam o estágio de adaptação à graduação de sargentos da Aeronáutica (EAGS).
ImagemA Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR), situada em Guaratinguetá (SP), está com inscrições abertas neste mês de janeiro de 2017. As mais de 100 vagas contemplam as seguintes especialidades: Administração, Obras, Topografia, Informática, Pavimentação, Enfermagem, Eletrônica e Eletricidade.
Ao se tornar um aluno da EEAR, o jovem passa a ser considerado um militar da ativa com precedência hierárquica. Ao longo do estágio, ele recebe salário e auxílio alimentação, além do que tem direito a alojamento, uniforme, assistência médica e assistência odontológica. Assim que o curso da Escola de Especialistas da Aeronáutica chegar ao fim, o salário passa a ser R$3.325,00 (referente ao cargo de 3º sargento).
Etapas do Concurso Aeronáutica 2018
Serão selecionados 173 alunos do EAGS para o primeiro semestre de 2018. O processo não inclui apenas prova objetiva, mas também inspeção de saúde, exame psicológico e teste de condicionamento físico.
Na primeira etapa do concurso para sargento da aeronáutica, os candidatos terão que resolver questões objetivas de Língua Portuguesa e Conhecimentos Especializados.
A prova escrita será aplicada no dia 09 de abril de 2017, nas Organizações Militares de Apoio (OMAPs), das cidades de Porto Velho, Brasília, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, São José dos Campos, Campo Grande, Canoas, Santa Maria, Curitiba, Brasília e Manaus.
Os candidatos aprovados na primeira fase serão convocados para a inspeção de saúde, que acontecerá entre 20 de junho e 07 de julho de 2017. Já o exame de aptidão psicológica e o teste físico serão realizados entre 11 e 15 de setembro.
Por fim, no período de que vai de 20 a 22 de setembro, serão realizadas as provas práticas de especialidade. Essa etapa, considerada decisiva para o ingresso na EEAR, acontecerá nas cidades de São Paulo, Belém, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Rio de Janeiro, Manaus, Canoas e Brasília.
O resultado do processo seletivo EEAR 2018 será publicado no dia 30 de novembro de 2017. Os candidatos aprovados terão que efetuar a matrícula no dia 10 de janeiro de 2018 para garantir suas vagas.
Quem pode participar?
Para se inscrever no concurso da Aeronáutica 2018, é necessário ter idade entre 17 e 25 anos. O candidato também deve ter concluído o ensino médio ou curso técnico, até 31 de dezembro de 2018.
Inscrições
As inscrições para o concurso Aeronáutica 2018 acontecerão entre 03 e 31 de janeiro de 2017. Os jovens interessados em ingressar na EEAR devem acessar o site www.eear.aer.mil.br, preencher o formulário de candidatura e pagar a taxa de participação. O valor é de R$60,00.
E aí? Restou alguma dúvida sobre como ingressar na EEAR em 2018? Para mais informações sobre o processo seletivo, basta ler o edital oficial do concurso.

KHAAMA.COM (AFEGANISTÃO)


Afghan forces receive light attack aircraft in Kandahar airfield

The Afghan National Defense and Security Forces (ANDSF) received the first A-29 Super Tucano light attack aircraft in Kandahar Airfield amid ongoing efforts to boost the airpower of the Afghan forces to suppress a resurgent Taliban. (U.S. Air Force photos by Tech. Sgt. Jennifer Noonkester)
ImagemThe planes were deployed earlier this month and a ceremony was organized to mark the arrival of the aircraft.
Members of the 738th Air Expeditionary Advisory Group at Kandahar Airfield, Afghanistan, participate in a ceremony for the arrival of A-29 Super Tucanos with Afghan Air Force members from Kandahar Air Wing Dec. 1, 2016,” according to 438th Air Expeditionary Wing.
The statement further added “The ceremony marked the arrival of the A-29s to KAF. Participants from both the AAF and US Air Force welcomed the arrival of the increased combat capability to the region.”
The Afghan Air Force received several A-29 and MD-530 Cayuse helicopters from the United States earlier this year which are playing a key role in providing close air support to the Afghan forces.
“The AAF’s capability to provide airlift, casualty evacuation (CASEVAC),4 and organic aerial fires continue to improve as the Department of Defense (DoD) fields more aircraft to the AAF and as its pilots and crews gain operational experience. With the fielding of 12 additional MD- 530 attack helicopters during the reporting period and several more months of operational employment of the A-29 light attack aircraft, the AAF demonstrated increasing effectiveness in providing aerial fires in support of ANA ground forces,” according to the latest Pentagon report, Enhancing Security and Stability in Afghanistan.
The report further added that the use of A-29s and MD-530s in particular were critical to the success of ANDSF offensive clearing operations during Operation Shafaq. After a little more than six months of conducting combat operations, the ANDSF is proving increasingly effective at integrating the A-29 into operations. The AAF is also working more closely with the ANA to improve aerial fires integration through the further development of Afghan Tactical Air Coordinators (ATAC).
The AAF use the A-29 Super Tucano light attack aircraft to attack targets of strategic significance and to provide critical air support, such as aerial fires, to ground forces. The A-29 can carry Mk-81 250-lb bombs, Mk-82 500-lb bombs, rockets, and two .50 cal machine guns mounted in the wings.
The A-29 is also capable of employing laser-guided bombs, but due to low aircrew experience levels, technical issues with front seat targeting and aircraft performance limitations, employment training has been delayed, the report stated, adding that the A-29 pilots however continue to achieve high accuracy with unguided bombs, and there has been no operational impact due to the delay of the laser-guided bomb training.
Eight A-29s are in Afghanistan along with their Afghan pilots and associated maintenance personnel. Twelve more Afghan A-29s are at Moody Air Force Base, Georgia, to support pilot and maintenance training, and will be delivered to Kabul by late 2018.



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